Relacionamentos

5 sinais de que o seu relacionamento terminou

E quantas são as pessoas que aparecem no meu consultório e desabafam com tristeza que já não se sentem felizes ao lado do cônjuge. Afirmam sentir um vazio, mesmo acompanhados sentem uma forte solidão e tudo o que querem e estar longe do companheiro e tudo fazem para arranjar atividades extras para evitarem trocar palavras e olhares. Pois sabem que se o fizeram as discussões sem motivo por tudo e por nada serão uma constante. A admiração pelo parceiro deixou de existir. Tudo perdeu o encanto e já nada faz mais sentido a dois. Quando a relação chegou ao fim, veja o caminho para a entropia: 1. Os planos deixam de ser a dois Quando os objetivos e metas a alcançar começam a ser feitas de forma individual e nem se consulta o parceiro para o efeito então é um presságio de que as coisas não estão bem. Uma relação a dois não pode ser trilhada em direções opostas. 2. Pouca sintonia Quando o casal já não se identifica mais, quando começa a existir muitas diferenças entre ambos e colocam defeito em tudo, é melhor reverem a relação. 3. Falta de admiração e de reconhecimento Quando esta falta existe de alguma das partes então a relação chegou ao fim.  Ninguém consegue estar ao lado de alguém que já não admira, que não tenha gosto em andar com essa pessoa pela rua, que não deseje pegar na sua mão e dizer eu sou “dele” e ela é “minha” (íntimos). Esses são os pontos mais importantes que indicam o fim, já que em uma relação buscamos um porto seguro, compressão, reconhecimento, elogio, carinho, empatia e reciprocidade. 4. Visão negativa do parceiro Quando o que antes era um máximo, positivo, admirável, um local bom para se estar, passou a ser temível, desprezável, evitável e negativo. 5. Dificuldade de diálogo Quando a relação chegou ao fim, o casal nem manifesta interesse em investir no diálogo e acaba tudo em discussão, gritos o que alimenta ainda mais a fúria, ódio, raiva e zanga. Estas atitudes e comportamentos ditam o fim da relação prematuramente. O que fazer quando o relacionamento termina? O relacionamento acabou, e agora? Como sair de um relacionamento que acabou? Após o fim como se reequilibrar emocionalmente? Reconhecer que precisam de falar sobre a relação e que têm um problema a resolver: É difícil aceitar que estamos com um problema e que não é uma simples crise conjugal. É um momento de escolha, entre ser feliz ou continuar a ser um fardo e viver uma mentira. Aceitar que chegou ao fim: Ver nossas expetativas iniciais e todo o percurso investido ir por água abaixo não é fácil. Ilusões perdidas e dúvidas existenciais do “será que podia ter dado certo, se eu tivesse feito diferente”, “ouse eu esperasse mais um pouco”, “talvez tenha-me precipitado”, “será que vou-me arrepender”… Para quem ainda saí da relação com sentimentos profundos a situação é mais dolorosa mas há que seguir em frente, ninguém pode ser nem fazer feliz amando pelos dois. Superar os medos: Muitos medos de um novo recomeço nos invade. O medo da solidão e de ficar sozinho. O medo de não conseguir amar e ser amado novamente. O medo de não encontrar alguém compatível. Há que superar e deixar fluir. Resgatar a autoestima: Pense que a relação acabou mas nós não acabamos. A pessoa apenas saiu da nossa vida enquanto pessoa mais intima. Nós continuamos connosco próprios. Não nos separamos de nós mesmos. Então porque abalar a nossa autoestima e o nosso autoconceito. Somos poderosos com ou sem o outro. Afinal, dar o poder ao outro pelo nosso bem-estar e amor próprio é um erro muito comum a evitar. Somos uma pessoa única com uma única impressão digital em todo mundo por isso há que valorizar, seguir em frente e acreditar. Pensar positivo: “Lá por morrer uma andorinha, não acaba a primavera”. ” Atrás de uma montanha alta, há outra mais alta”. Acredita que não perdeste só ganhaste, viveste, foste felizes enquanto houve motivos para tal, agora que já não há, cada um tem que seguir as suas vidas. Quanto mais positivos formos mais o bom vem até nós. Respeito: Quando o casal tem filhos, é muito importante manter o respeito, para que a relação seja cordial e educada. É importante para os filhos ficar esclarecido que foram os pais que se separaram e não eles. As atitudes e os comportamentos na educação dos filhos devem ser congruentes entre os pais. Projetar o futuro: Viver do passado é alimentar o que já foi vivido e já não volta mais. Viver do passado é adiar novas aventuras e novas emoções. Quem vive no passado chama a depressão. Aproveite o presente com base em planos futuros. Não é fácil sairmos de uma relação, de algo que já estávamos habituados, um ritmo de vida, uma pessoa que já conhecíamos, já sabíamos as suas taras e manias, já estávamos habituadas a lidar e sabíamos até que ponto conseguíamos aguentar. Temos medo de enfrentar uma nova etapa e passar por todo um novo, mas acredite que agora parece dificílimo mas quando se desprender do que já fora bonito e com sentido, mais tarde verá que a separação foi a melhor coisa que lhe aconteceu. Natacha Seixas

Relacionamentos

A PALAVRA AMO-TE E O SENTIR É SEPARADA POR UM ABISMO

O abismo entre o dizer e o amar   Entre o dizer e o sentir há realmente um enorme caminho a percorrer. Entre os atos e as palavras não existe qualquer argumento que contrarie o que o silêncio de um olhar cala. Muitas pessoas valorizam as palavras e se estas não são ditas é porque o companheiro não tem qualquer sentimento por desvendar. Na verdade quem não gosta de ouvir a palavra amo-te? No entanto, esta palavra tão forte e bonita não deve de forma alguma ser banalizada e dita da boca para fora se não for acompanhada de sentimentos fortes e verdadeiros. Também é verdade que sentir e ficar sem dizer essa palavra mágica é um erro. Vemos pessoas que se entregam em demasia várias vezes porque têm várias relações e em todas elas amam intensamente e dizem amo-te espontâneamente. São na verdade pessoas menos profundas e conseguem colocar uma e outra em seu lugar. Precisam de preencher o vazio afetivo rapidamente para não pensarem na carência de si e o que muda é o nome e a pessoa porque o problema existencial contínua e as mudanças também. Enquanto que há outras pessoas que procuram conhecer a parceira mais profundamente, buscam sentimentos profundos, mergulham nas profundezas do outro ser fundido no seu e até dizer amo-te se é que algum dia o dizem têm realmente de o sentir na sua essência. Mas quando o dizem tornam-se puros como crianças que amam igual a criança ama a brincar. E ainda existem os que têm medo de enfrentar os seus próprios medos e jamais dirão amo-te, com receio de exporem as suas fraquezas, as suas emoções não querendo despir a alma nem deixar uma entrega de sentimentos seus na mão do outro com medo de sofrer ou de se magoar novamente. E há várias formas de amar e ser amado. Normalmente diz-se que em alguns relacionamentos há um que ama e outro que se deixa amar. Não sei quem sofre mais se o que ama, se o que vive sem amar e se deixa ser amado. Não me parece de todo justo anular-se de sentir nem justo para a outra pessoa ser merecedora de amor verdadeiro. Por este prisma, amar é construir mas amar também é destruir. Um bebé quando inicia o seu percurso na arte da linguagem começa por elaborar palavras e nós adultos no discurso no amor também começamos a demonstrar afeto, emoções, plantar amor, construir projetos e fazer planos juntos. Esta condição a dois exige maturidade psíquica, dedicação e uma entrega que não depende de um jogo de palavras. Amar é fundir-se entre a sua perda no encontro de outro ser. O auto-conhecimento de si, o saber o que não se quer, o fato de saber do que se é capaz de suportar e dos nossos limites pessoais é muito importante para podermos manter uma relação harmoniosa. Entre dizer eu te amo e o sentir à realmente um enorme abismo. Antes de o dizer certifique-se que não caí num precipício ou que não atira ninguém para o mesmo. Natacha Seixas

+Saúde, Ansiedade

Como o excesso de informação afeta a nossa vida?

Antigamente, para termos acesso à informação precisávamos de ir até ela. Ou comprávamos um jornal, uma revista, ligávamos a TV, o rádio ou perguntávamos ao vizinho pelas novidades. Há 20 anos atrás só tínhamos acessos a alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism. Navegar na Internet pode simbolizar afogar-se na Internet. Saiba como o nosso cérebro está a ser afetado por isso? Sabia que os nossos cérebros não gostam de muita informação. Inúmeras pesquisas mostram que embora no inicio o indivíduo sinta um certo entusiasmo por ter diversidade de escolha para a tomada de decisão o resultado final mostra-se ineficaz e notoriamente infeliz. Um estudo do consumidor exemplificou isso de forma drástica. Quando os clientes dos supermercados receberam amostras de 6 tipos diferentes de geleia, 30% deles compraram um pote de geleia. No entanto, após  24 opções diferentes, apenas 3% acabaram por comprar uma geleia. A nossa memória não está preparada para reter uma quantidade ilimitada de informações. A nossa memória tem limite e apresenta lapsos de memorização quando atinge esse patamar de esgotamento. Não conseguimos fixar números de telemóvel ao mesmo tempo, por isso, é que temos agendas para não esquecermos. O cérebro humano precisa de tempo para aprender. Não aprendemos e consolidamos a informação sob pressão.  Por isso, é que se diz aos estudantes que não devem estudar no dia anterior aos exames porque a matéria não fica consolidada, a mente precisa de tempo para processar a informação. Respeitar as horas e a qualidade do sono é muito importante neste caso. Patologias associadas ao excesso de informação Os indivíduo que acordam com sede de informação, seja por meio das redes sociais, noticiários na Tv, rádio, a ler livros, Jornais ou revistas e mesmo assim sente um vazio por falta de informação. Então, cuidado porque é sinal que sofre de Síndrome da Fadiga por Informação. Este síndrome pode afetar a nossa vida de tal forma até ao ponto de nos asfixiar de ansiedade. Sentimentos de escassez de informação induz-nos a uma busca incessante o que esgota de forma brutal o sistema cerebral. Uma apatia pode instalar-se devido ao excesso de astenia psíquica e física. E quanto mais preocupados e cansados estamos manifestamos mais dificuldades de concentração e dificuldades na atividade onírica o que agrava ainda mais o quadro ansiogénico. Como lidar com tantas informações? DIETA DAS INFORMAÇÕES – passar a “consumir” informação em menor quantidade: limitar as horas de ligação à net ou outro orgão de informação que use. Estabeleça esse contrato consigo e seja eficaz. -Não consuma mais do que é capaz de administrar. -Tenha contato com a natureza. -Pratique exercício físico, ajuda a descontrair e diminuir o stress. -Faça atividades com os amigos. -Marque na sua agenda um dia por semana para descanso das informações: fique em modo off. Natacha Seixas  

Psicopatologia Infantil

DOENÇA DE ALZHEIMER – SINTOMAS, CAUSAS E TRATAMENTO

Sabemos que a doença de Alzheimer ataca preferencialmente pacientes idosos com mais de 65 anos, mas suas causas ainda são desconhecidas. Atualmente, supõe-se que exista uma associação entre propensão genética e exposição a fatores ambientais ainda não reconhecidos. O QUE É A DOENÇA DE ALZHEIMER? A doença de Alzheimer é uma doença de evolução lenta e progressiva, que leva individuo a perder as suas habilidades de raciocínio, julgamento e memória, tornando-as dependentes de apoio em suas atividades diárias. A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência, sendo responsável por mais de 60% dos casos. Na doença de Alzheimer, os neurônios e suas conexões degeneram e morrem, causando atrofia cerebral e deterioração global da função mental. Embora já tenhamos reconhecido vários fatores de risco, a causa exata da doença de Alzheimer é ainda um mistério. Acredita-se que a acumulação de uma proteína nos neurônios chamada beta-amilóide e outra chamada tau é um dos fatores responsáveis ​​pelo desencadeamento da doença, mas por que isso substâncias se acumulam em algumas pessoas e não outras, ainda há muito trabalho a ser feito na área da medicina para desmistificar este segredo. Como não há cura para a doença de Alzheimer, o diagnóstico precoce é importante para preservar as capacidades intelectuais e ampliar a qualidade de vida dos pacientes e seus cuidadores. FATORES DE RISCO PARA A DOENÇA DE ALZHEIMER A idade de risco, a partir dos 60 anos, é o que mais contrinui para a doença de Alzheimer. Depois de 65 anos, a possibilidade de desenvolver Alzheimer dobra a cada cinco anos, fazendo com que 40% das pessoas com mais de 85 anos de idade tenham a doença. Raramente, a doença de Alzheimer ocorre antes dos 60 anos de idade. Aos 90 anos, se o indivíduo ainda não desenvolveu Alzheimer é cada vez menos provável que possa desenvolver a partir desta idade. O historial familiar também tem o seu contributo no grau de risco de Alzheimer. Parentes de primeiro grau com Alzheimer têm um risco maior. A doença de Alzheimer é duas vezes mais comum na raça negra e nas mulheres. Outros fatores de risco que podem também contribuir para desenvolver a doença de Alzheimer, incluiem: Estilo de vida sedentário Fumar  Hipertensão  Colesterol alto . Diabetes mellitus  Depressão após os 50 anos de idade. Portanto, alguns fatores relacionados à estimulação cerebral parecem reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer, como: Alto nível de educação Obras que são intelectualmente estimulantes. Leitura frequente Tocar instrumentos musicais. Interação social frequente. exercícios de palavras cruzadas. SINTOMAS DA DOENÇA DE ALZHEIMER Os sintomas da Doença de Alzheimer pode ser dividida em três fases: Estágio numa fase inicial: O estágio inicial raramente é percebido. Os parentes e amigos e, às vezes, os profissionais de saúde encaram isso como “velhice”, apenas uma fase normal do processo do envelhecimento. Não se sabe ao certo quando se dá o inicio da doença porque é gradual. A pessoa pode: Apresentar problemas de linguagem) Ter perda significativa de memória imediata– particularmente das coisas que acabam de acontecer Não saber a hora ou o dia da semana Ficar perdida em locais familiares Ter dificuldade na tomada de decisões Ficar inativa ou desmotivada Apresentar mudança de humor, depressão ou ansiedade Reagir com raiva incomum ou agressivamente em determinadas ocasiões Apresentar perda de interesse por hobbies e outras atividades. Estágio intermediário: Com a progressão da doença, é notório o agravamento do quadro clínico. As limitações em realizar as atividades do dia-a-dia são claramente mais notórias: perda de memória mais patente, especialmente com eventos recentes e nomes das pessoas Torna-se passivo-dependente, apresenta problemas para viver sozinha É incapaz de cozinhar, limpar ou fazer compras Necessita de ajuda para a higiene pessoal, isto é, lavar-se e vestir-se A dificuldade com a fala avança Apresenta problemas como perder-se e de ordem de comportamento, tais como repetição de perguntas, gritar, agarrar-se e distúrbios de sono Perde-se tanto em casa como fora de casa Pode ter alucinações (vendo ou ouvindo coisas que não existem). Estágio avançado: O estágio avançado é o mais próximo da total dependência e da inatividade. Distúrbios de memória são muito sérios e o lado físico da doença torna-se mais óbvio. A pessoa pode: Apresentar dificuldades para comer Ficar incapacitada para comunicar-se Não reconhecer parentes, amigos e objetos familiares Ter dificuldade de entender o que acontece ao seu redor É incapaz de encontrar o seu caminho de volta para a casa Ter dificuldade para caminhar Ter dificuldade na deglutição Ter incontinência urinária e fecal Manifestar comportamento inapropriado em público Ficar confinada a uma cadeira de rodas ou cama. QUESTÕES FREQUENTES 1) Por que interditar a pessoa portadora da doença de Alzheimer? Um dos grandes E GRAVES problemas causados pela doença de Alzheimer é a redução da capacidade de discernimento, noção do espaço-temporal, isto é, o doente não consegue entender a consequência dos seus atos, não manifesta a sua vontade, não desenvolve raciocínio lógico por causa dos lapsos de memória e perde a capacidade de comunicação, impossibilitando que as pessoas o compreendam. Não tem noção de onde está nem de quem é, não reconhece mais a sua identidade nem a dos outros. Por isso, a lei o considera civilmente incapaz. A interdição serve como medida de proteção para preservar o paciente de Alzheimer de determinados riscos. PROGNÓSTICO DA DOENÇA DE ALZHEIMER A doença de Alzheimer é uma doença que avança inexoravelmente. Há casos de doença de Alzheimer com mais de 10 anos e casos de pacientes com rápida evolução em apenas dois ou três anos. Muitas vezes é difícil estabelecer retrospectivamente uma data para o início dos sintomas, o que atrapalha no momento de avaliar o tempo de progressão da doença. No entanto, sabe-se que, uma vez estabelecido o diagnóstico da doença de Alzheimer, a expectativa de vida do paciente é geralmente de três a oito anos. O que leva o paciente à morte não é uma doença em si, mas sim as suas complicações, como acidentes e quedas com lesões na cabeça, dificuldade para engolir, que causa aspiração pulmonar e desnutrição e restrição à cama ,

Depressão

Um estranho sintoma de depressão que a maioria das pessoas não conhece

Esta dica pode ajudar as pessoas que estão a sentir-se deprimidas. Pessoas clinicamente deprimidas podem achar difícil fazer a diferença entre suas próprias emoções negativas, como raiva, culpa e frustração. Isso pode ser parte da razão pela qual a depressão é tão difícil de lidar. É de extrema importância para as pessoas que sofrem de depressão saberem qual a emoção negativa que as afeta. Afinal como poderemos melhorar a nossa vida se não soubermos qual o motivo que nos faz estar tristes ou irritados. Por exemplo, se não tivéssemos um medidor para nos alertar para a escasez do combustível do carro, seria um enorme desafio saber qual e quando colocar o combustível a tempo antes que ficássemos sem ele e o carro parasse por falta de “alimento”. Aqui o importante é saber se as pessoas com depressão clínica  apresentam indicadores emocionais com o mesmo nível de intensidade que as pessoas saudáveis. Estudos realizados por, Demiralp et al., 2012, mostraram que os na generalidade, todos os indivíduos do estudo,  manifestaram mais dificuldades em verbalizar as emoções negativas do que as positivas, quer estivessem em estado depressivo ou não. No entanto, foram as pessoas mais deprimidas que sentiram mais dificuldades em distinguir entre emoções negativas. Destacaram-se 11 diferentes emoções, 7 negativas e 4 positivas: triste, ansioso, Bravo, frustrado, envergonhado, com nojo, culpado, feliz, animado, alerta, e ativo. O QUE ESTE ESTUDO SUGERE: Ser específico sobre as emoções negativas é positivo para nós, Precisamos de saber distinguir ao certo o que sentimos de ruim: é raiva, é culpa, é zanga, é ódio, é ansiedade, é vergonha ou é outra emoção? Conhecermos as nossas emoções ajuda-nos a melhorar a nossa inteligência emocional e o modo como nos relacionamos e lidamos com os outros. Por isso, seja específico e honesto consigo próprio. Natacha Seixas  

Ansiedade

10 novos estudos sobre ANSIEDADE que deve saber

Novas maneiras de reduzir a ansiedade. Porque algumas pessoas são tão ansiosas e muito mais? Dez novos estudos de psicologia revelam porque algumas pessoas estão ansiosas, como reduzir a ansiedade e muito mais. 1. Atos de bondade podem ajudar a reduzir a ansiedade social Ter atos de bondade e empatia pode ajudar as pessoas com ansiedade social a se misturarem com os outros com mais facilidade. As pessoas recrutadas para o estudo foram colocadas em um dos três grupos por quatro semanas: Um grupo realizou atos de bondade, a tarefa era preparar o pequeno almoço dos companheiros do quarto. Outro grupo foi exposto a várias interações sociais sem os atos de gentileza. Um terceiro grupo, que não fez nada de especial, agiu como um controle. No final do estudo, aqueles que realizaram os atos de bondade se sentiram mais à vontade nas interações sociais. 2. Três suplementos dietéticos que reduzem a ansiedade Suplementos dietéticos que contêm maracujá, kava ou combinações de L-lisina e L-arginina podem ajudar a reduzir a ansiedade-pode verificar o estudo no  Nutrition Journal . Os suplementos não manifestaram efeitos colaterais graves. Dos suplementos incluídos, a kava tem sido o mais extensivamente estudado. Os pesquisadores descobriram que tomar kava sem prescrição médica reduziu significativamente os sintomas de ansiedade, principalmente nos paciente com Perturbação de Ansiedade Generalizada, Ansiedade não Psicótica e outras Perturbações de Ansiedade. 3. Por que a ansiedade pode isolar socialmente A ansiedade faz com que as pessoas se concentrem mais em si mesmas e reduz sua empatia pelos outros. O individuo centra-se demasiado nos seus sintomas e na localização corporal do mesmos, bem como, nos espaços que frequentam mantendo-se em estado de alerta com medo de um ataque de pânico inesperado. Por este motivo a alta concentração em si tende a diminuir as emoções em relação aos outros. 4. A Ansiedade pode ser hereditária Uma rede hiperativa situada na parte cerebral é central para como as crianças herdam a ansiedade e a depressão de seus pais. A rede consiste em três regiões do cérebro que trabalham juntas para controlar a resposta ao medo. O estudo constatou que cerca de 35% da diferença na ansiedade foi explicada pela história familiar. Os rótulos, sentimentos de insegurança e incongruência entre atitudes dos pais contribuem para este fator. 5. Comportamento sedentário ligado à ansiedade Um novo estudo refere que, sentar-se durante todo o dia tem sido associado ao aumento da ansiedade. Atividades de baixa energia, como assistir TV, trabalhar em um computador ou jogar jogos eletrónicos, podem estar ligadas à ansiedade. A causa da ligação pode estar relacionada a distúrbios do sono, saúde metabólica deficiente ou retraimento social. 6. Ansiedade social ligada a níveis mais elevados de serotonina A Perturbação de Ansiedade Social pode estar conetada a níveis mais elevados de serotonina no cérebro e não inferior como se pensava anteriormente. Pessoas com ansiedade social na verdade produzem mais neurotransmissores serotonina em seus cérebros. Quanto mais serotonina eles produzem, mais ansiosos se tornam. O resultado é uma surpresa, uma vez que a ansiedade social é frequentemente tratada com SSRIs como Prozac, Paxil e Zoloft (fluoxetina, Paroxetina e Sertralina). SSRIs realmente  aumentam os níveis de serotonina no cérebro. 7. Alimentos fermentados podem reduzir a ansiedade social Pessoas que comem mais alimentos fermentados têm menor ansiedade social. O benefício é particularmente notável entre pessoas altamente neuróticas. Pessoas neuróticas são propensas à ansiedade. Alimentos fermentados que são uma parte regular da dieta ocidental incluem leite, queijo, iogurte e pão. Eles geralmente contêm probióticos, que provavelmente estão por trás do benefício. 8. Ansiedade é ‘contagiosa’ A ansiedade é “contagiosa” e pode ser transmitida de pais para filhos. A natureza “pegadora” dos pensamentos e comportamentos ansiosos existe além dos efeitos da genética. As crianças ansiosas também podem transmitir o seu estado ansieogénico aos pais, mesmo quando eles não eram inicialmente ansiosos. Podemos também verificar que quando estamos a conviver durante demasiado tempo com pessoas ansiosas e altamente sensíveis ou conflituosas somos de uma forma ou de outra afetados por esses problemas e pensamentos trágicos, aumentando em nós essa ansiedade. Logo o contágo social. 9. Prebióticos podem reduzir a ansiedade Pesquisadores da Universidade de Oxford , em um estudo do género, referem que consumir um pré- biótico pode ter um efeito anti-ansiedade. Como os alimentos que contêm  bactérias pró bióticas, os pré-bióticos são alimentos funcionais: eles têm benefícios além de seu valor puramente nutricional. A influência positiva do prebiótico foi semelhante à obtida tomando os antidepressivos ou ansiolíticos existentes. 10. Como exercício e relaxamento ajudam a reduzir a ansiedade São muitos os indivíduos acéticos em relação às técnicas de relaxamento e meditação, mas a verdade é que vários estudos comprovam que funcionam para reduzir a ansiedade. As pessoas tornam-se mais calmas porque conseguem arranjar tempo para si próprias. Estão apenas sozinhas consigo e com os seus pensamentos, podendo desfrutar do silêncio e acalmar a mente. Este exercício ajuda muito a mudar a forma como a pessoa vê o mundo. Após o exercício ou relaxamento, as pessoas são menos propensas a interpretar os sinais sociais neutros como ameaçadores – algo que as pessoas com ansiedade social tendem a fazer. Natacha Seixas

Ansiedade

8 factos sobre ANSIEDADE que devemos ter em conta

A ansiedade acontece em pessoas que se preocupam demais, pessoas que são altamente sensíveis e responsáveis.  Ansiedade pode ser incapacitante em excesso, mas existe por um bom motivo. Ansiedade indica-nos quando estamos em perigo e precisamos fazer alguma coisa para nos defendermos. Foram nossos ancestrais ansiosos que se prepararam melhor para o inverno e fizeram planos para lutar contra as tribos vizinhas.  Mas os efeitos da ansiedade não se limitam à motivação, eles penetram na mente e afetam todos os tipos de áreas da nossa vida. 1. Ansiedade é susceptível ao “odor” Este é talvez um dos fatos mais incomuns sobre ansiedade. À medida torna  o olfato mais apurado. Os indivíduos são mais propensas a rotular odores neutros como maus cheiros.  A razão, explica o professor Wen Li é: “No processamento típico de odores, geralmente é apenas o sistema olfativo que é ativado. Mas quando uma pessoa se torna ansiosa, o sistema emocional se torna parte do fluxo de processamento olfativo ”. Quanto mais ansioso mais o seu sistema olfativo se torna apurado e fica mais susceptível aos maus cheiros. 2. Exercício reduz a ansiedade Geralmente, quando as pessoas fazem um pouco de exercício, sentem menos ansiedade em suas vidas. Apenas 20 minutos fazem-nos sentir mais calmos. A adrenalina e o cortisol tendem a baixar os seus níveis e aumentam os níveis de serotonina, oxitocina e dopamina. Os benefícios de um pouco de exercício estendem-se além do ginásio, no entanto, na vida quotidiana. Por exemplo, em vez de estacionar o carro perto do trabalho experimente estacionar duas ruas atrás e andar esse trajeto. Dez mil passos por dia garante-lhe o bem estar desejado e o necessário para um bom sistema cardiovascular e manutenção da obesidade. Um estudo descobriu que, embora simplesmente descansar reduza ansiedade, não ajuda a proteger contra eventos stressantes. No entanto, é o exercício físico que parece ter um efeito mais duradouro, ajudando a reduzir a ansiedade diante de situações stressantes posteriores. De fato, muitos pensam que o exercício deve ser prescrito para depressão e ansiedade, em vez de drogas. Uma vida sexual ativa é também um ótimo preventivo de stress e ansiedade. 3. O efeito parental Como muitas outras coisas, a alta ansiedade está em parte nos genes, mas parte da razão pela qual as pessoas ansiosas estão ansiosas é por causa do comportamento de seus pais. Não há crianças problema mas pais problema e toda a nossa personalidade como a criar-se nesse espaço e tempo parental. As crianças são mais propensas a ficarem ansiosas quando os seus pais as criticam, manifestam ser pessoas confusas e cheias de dúvidas, fala e falam  e exigem coisas que eles próprios não dão o exemplo e este comportamento cria sentimentos de ambivalência nos filhos. Os pais emocionalmente frios e distantes e que apresentam incongruência entre atitudes também dificultam o processo de crescimento normal ne desenvolvimento mental de uma criança. 4. Pense diferente Uma das melhores maneiras de reduzir a ansiedade é pensar em situações diferentes. Não é um exame em que não posso falhar; É mais um pequeno teste e estou preparado para o fazer. Não é uma apresentação assustadora; é uma pequena conversa com alguns colegas. Não é uma entrevista de emprego; É uma oportunidade de conhecer novas pessoas. A maioria das situações pode ser reformulada dessa maneira e os estudos mostram que as pessoas que fazem isso de forma natural – em vez de tentarem suprimir a sua ansiedade – sentem-se menos ansiosas em situações sociais stressantes. 5. Pessoas ansiosas tiram conclusões Um dos fatos sobre ansiedade é que pessoas altamente ansiosas chegam a conclusões mais rapidamente ao julgar expressões faciais e isto afeta de forma errada o seus relacionamentos. A ironia é que eles têm a capacidade de fazer seus julgamentos com mais precisão do que pessoas menos ansiosas, mas, por serem tão rápidos em fazer julgamentos sobre as emoções dos outros, tendem a inferir equivocadamente estados emocionais e intenções de outras pessoas ”. (Fraley) 6. Ansiedade afeta o equilíbrio As pessoas que experimentam níveis mais graves de ansiedade também costumam ter problemas com o equilíbrio. Eles às vezes sentem-se tontos sem razão aparente e oscilam mais do que os outros enquanto estão em pé normalmente. Isso geralmente começa na infância e, como a ansiedade pode ser difícil de tratar em crianças, os psicólogos começaram a tentar tratar os problemas de equilíbrio. Quantos Betaserc são receitados desnecessariamente. 7. Meditação reduz ansiedade A meditação tem sido muito referida no combate à ansiedade. Estudos descobriram que quatro aulas de meditação de vinte minutos foram suficientes para reduzir a ansiedade em até 39%. (Zeidan) 8. Ansiedade expande espaço pessoal Todos nós temos o nosso espaço social, temos segredos bem guardados nas profundezas das grutas do nosso ser e se assim o é, não gostamos que esse mesmo espaço seja invadido. Por exemplo, quando uma pessoa fala cara-a-cara connosco e se aproxima mais de 15 com do nosso rosto certamente se não for o nosso parceiro romântico e em situações de carícias, vamos sentir rapidamente invadidos e não vamos gostar. Este espaço pessoal que a maioria de nós necessita tende a aumentar  para pessoas ansiosas, seu espaço pessoal é maior  Portanto, não se aproxime de pessoas muito ansiosas, sua “margem de segurança” é maior. By Natacha Seixas

Psicopatologia Infantil

Perturbação Depressiva Maior e seu Tratamento

O que é depressão? Quais são os sintomas da Perturbação Depressiva Maior? Tratamento da Depressão São imensas as pessoas que continuam a dizer que a depressão é frescura e motivo para não fazer nada. Até que um dia a depressão bate-lhes à porta e entendem da pior forma possível que afinal não era bem assim. Um dia, quando não podemos desfrutar das atividades ao ar livre, do convivio com os amigos, do trabalho que antes achávamos chato, agora que a melancolia nos invadiu não podemos encontrar poder suficiente para satisfazer até mesmo as nossas necessidades básicas, como alimentar-nos e vestir-nos. A baixo auto-estima está bem patente e não sentimos vontade de nada. Podemos nos sentir culpados, sem valor e desamparados. Em suma, entramos em uma situação de ruptura. Então, o que é depressão? Quais são os sintomas da depressão? O QUE É DEPRESSÃO? Significado de dicionário de depressão; A sensibilidade reduzida aos estímulos é o estado de desordem mental (colapso) que aparece como o desespero e o pessimismo do desespero e da perda de confiança e autoconfiança. É também chamado de depressão major lendiril ”. A depressão é uma doença que precisa ser levada a sério, mas é tratável. A depressão pode aparecer em qualquer idade, mas é geralmente mais comum em jovens e mulheres. As mulheres podem experimentar depressão pós-parto após o nascimento. A depressão pode desempenhar um papel no surgimento de outras doenças graves, como diabetes, cardiovasculares e acidente vascular cerebral e piora o curso de muitas doenças crónicas. Depressão não tratada pode levar a condições de risco de vida, como álcool, dependência de drogas. Pode causar problemas no local de trabalho e causar mais danos ao longo do tempo, enfraquecendo as relações das pessoas com o meio ambiente. QUAIS SÃO OS TIPOS DE DEPRESSÃO? Os tipos mais comuns de depressão são categorizados em duas categorias principais; depressão clínica (transtorno depressivo maior) e Perturbação Distímica. A depressão é categorizada como depressão leve, moderada e grave de acordo com a gravidade. Depressão Clínica (Perturbação Depressivo Maior): É o tipo mais grave de depressão. Os sintomas podem ser vistos da seguinte forma: – se sentir deprimido na maior parte do dia – diminuição do interesse em atividades diárias – aumento de peso ou diminuição significativa – insônia severa ou acordar para mim – Pensamentos e movimento lento – a maioria do dia exausto / cansado sensação – o foco está e dificuldade na tomada de decisões – recorrentes de morte ou pensamentos suicidas Perturbação Depressivo Maior com Propriedades Atípicas:  Depressão atípica mostram mudanças severas em comparação com estímulos externos. Excesso de alegria quando boas notícias são recebidas e extrema tristeza quando más notícias são recebidas. Pessoas com esse tipo de depressão experimentam os seguintes sintomas; – aumento significativo do peso – um aumento significativo do apetite – sonolência intensa – agravamento sentir nos braços e pernas – sensibilidade à rejeição Depressão pós-parto: É um tipo de depressão durante a gravidez ou durante as quatro semanas após o parto. A causa exata não é conhecida. Geralmente, tristeza grave, choro contínuo, ansiedade intensa e desesperança são sintomas comuns. Transtorno Emocional Sazonal: Geralmente visto em jovens e mulheres. Pessoas com Transtorno da Situação Emocional Sazonal, especialmente durante os meses de inverno, quando a luz do dia diminui, elas exibem uma imagem desesperada, triste, muito ansiogénicas e manifestam um humor completamente diferente durante o verão. Depressão maior com características melancólicas: Se eles exibem pelo menos três dos seguintes sintomas, a pessoa é diagnosticada com transtorno depressivo maior; – Incapacidade de desfrutar a maioria das atividades que estão sendo desfrutadas – Falta de atenção a bons eventos – Diferenciação no comportamento psicomotor – Grave culpa – Insónia – Aumento da depressão pela manhã Transtorno Depressivo Maior com Características Psicóticas: As pessoas podem dizer que ouvem vozes que são inúteis e não merecem viver. Transtorno Depressivo Maior com Especificidade Catatónica: O diagnóstico é feito quando pelo menos ocorrem dois dos seguintes sintomas; – Inatividade nos músculos, – Movimentos musculares sem causa, – Negatividade severa ou sem fala, – Posição do corpo incomum, – Repetindo as palavras e movimentos dos outros. Perturbação Distímico: Distimia é uma das formas leves, mas crónicas de depressão. Os sintomas geralmente duram pelo menos dois anos. Essas pessoas geralmente apresentam sintomas como redução do interesse pelas atividades diárias, diminuição da produtividade e baixa autoestima. SINTOMAS DA DEPRESSÃO Embora os sintomas da depressão variem muito, os sintomas mais comuns são: – Sentir-se triste, sem valor, desesperado, desesperado, sentimento, sentimento de vazio. – Dificuldade na tomada de decisão, dificuldade de concentração, comprometimento da memória. – Não consegue desfrutar do trabalho e atividades anteriormente desfrutadas. – Relutância sexual. – Aqui, na escola, o surgimento de problemas entre familiares e amigos. Manifestação de desejo de se afastar das pessoas e ficar sozinho. – Falta de energia, fadiga e irritação rápida. – Distúrbios do sono (não adormecer, dificuldade em manter o sono, acordar de manhã cedo ou dormir excessivamente) –  Perturbações alimentares (diminuição ou aumento do apetite) – Dor permanente, tontura, náusea, sensação de gás, diarreia e constipação em diferentes partes do corpo, como cabeça, pescoço, dor nas costas. – Sentir a necessidade do consumo do álcool ou usar drogas sedativas ultimamente. – A pessoas começa a fazer planos suicidas e muitas das vezes prepara o seu próprio funeral. COMO É TRATADO TRATADO? Os antidepressivos que regulam as quantidades dos neurotransmissores químicos de serotonina e noradrenalina são frequentemente utilizados no tratamento desta doença. Com os antidepressivos desenvolvidos nos últimos anos, uma melhoria de cerca de 70% pode ser alcançada em conjunto com Psicoterapia. Em alguns casos, ansiolíticos (antidiabéticos), antipsicóticos (usados ​​para sintomas psicóticos ou intensificadores de tratamento), hormónio tireoidiano, lítio podem ser usados. Com a psicoterapia, pretende-se ser mais ativo para mudar o pensamento negativo e o comportamento da pessoa e lutar contra a doença. Alguns casos graves são tratados como pacientes internados. Também é benéfico tratar pessoas que gostam e aumentam sua funcionalidade. Natacha Seixas  

Depressão

A falta da Vitamina D e o Impato na Depressão

Estudos apontam que a vitamina D pode ter um papel fundamental na fisiopatologia da depressão. A vitamina D funciona como um hormónio neuroativo / neurosteróide envolvido em funções-chave, como neuroproteção, neuroimunomodulação, desenvolvimento cerebral e função cerebral regular. Para além de desempenhar papeis de neuroprotetores com poder anti-inflamatório. Certamente, o crescente corpo de dados sugere que a regulação positiva de citocinas pró-inflamatórias no cérebro pode estar associada à depressão e a vitamina D.  A resposta inflamatória no efeito do sistema imunológico pode estar associada à depressão sazonal. Uma carência na vitamina D em associação com os níveis baixos nos neurotransmissores da serotonina, dopamina e ocitocina podem conduzir à depressão. Sintomas Pensamentos negativos Dificuldade para sair da cama Tendência para o isolamento interpessoal Compulsão alimentar ou falta de apetite Insónia ou hiperinsónia Agitação ou lentificação psicomotora Perda ou aumento de peso Perda de objetivos Dificuldade de concentração Irritação Ansiedade Tremores Choro fácil Falta de paciência Diminuição da libido baixa auto-estima Sentimentos de desvalorização, culpa e zanga Pensamentos recorrentes de morte. Se identificou mais de 5 sintomas acima descritos consulte o seu Psicólogo, urgentemente. Natacha Seixas

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