Auto-estima

8 hábitos que destroem a auto-estima

Há 8 hábitos que costumamos ter que destroem a nossa auto-estima e de quem está ao nosso redor. Existem alguns padrões de comportamento que se tornam hábitos e podem destruir completamente a auto-estima de uma pessoa. A auto-estima é a avaliação que fazes de ti próprio, seja ela negativa ou positiva. Sabemos que ter uma baixo auto-estima interfere no nosso desempenho em todas as áreas da nossa vida. A auto-estima não se vende, não se compra e não se empresta. É algo que é inerente ao ser humano e um bem precioso para estarmos de bem connosco e com a vida. Em baixo, seguem 8 hábitos que destoem a nossa auto-estima: 1.COMPARAÇÃO Comparação mata a auto-estima. Não te compares com outros. Não te diminuas. 2. ESPERAR A APROVAÇÃO DOS OUTROS Faz algo bem feito e não esperes a aprovação dos outros isso pode nunca acontecer. Não esperes dos outros. Reconhece-te. Valoriza-te. 3. ESPERAR MUITO DOS OUTROS Muitas pessoas acabam por elevar demais as expetativas dos outros. Não coloques a expetativas e o poder nas mãos de outra pessoa. Determina o resultado que tu traçaste sem esperar do outro. Traça  o teu resultado e não a tua expetativa. 4. COLOCAR O OUTRO SEMPRE EM PRIMEIRO LUGAR Vais morrer emocionalmente, se colocares o outro sempre em primeiro lugar. Não estás a viver está a existir no Universo. Coloca-te em primeiro lugar. Não tem a ver com ser egoísta. Tem a ver com ser feliz. Se fizeres primeiro pelos outros vai faltar ar para ti. 5. COMPETIÇÃO EM EXCESSO Competição em excesso é maligno, faz gastares energia em algo que não compensa. Se cooperares estás a agregar valor na vida do outro. Se queres elevar a tua auto-estima diminui o nível da competitividade e aumenta o teu nível de cooperação. 6.PENSAR QUE NÃO ÉS CAPAZ Se alucinas que não és capaz o teu cérebro acredita no comando que tu dás e não precisa ser verdade. O teu cérebro dá o comando para responder como se fosse verdade. Imagina, quando estás a dormir e tens um pesadelo teu corpo todo responde a essas sensações, teu coração acelera, teu corpo transpira, tua mente fica perturbada, tu acordas assustado. Ou quando tens a sensação que vais cair da cama, tens a reação imediata de tentares te agarrar a algo, correto? É a mesma coisa. Se pensares que não és suficientemente bom para… teu cérebro vai assumir isso como verdade.  Agora que sabes disto és tu que tens o poder da decisão de saber como te queres sentir. 7. GUARDAR RANCOR E MÁGOA É como se tivesses uma pedra de carvão na mão e como se fosses atirar na outra pessoa, mas ao mesmo tempo que tentas atirar essa “bola” quente certamente que nem chegas acertar em quem te faz sentir menos bem. Mas uma coisa que sei, a tua mão ficou queimada. Então a falta de perdão só te prejudica e destrói a tua auto-estima. 8. FOCAR NO FUTURO OU FOCAR NO PASSADO Quem foca só no futuro é extremamente ansioso. Quem se foca apenas no passado é demasiado depressivo e se torna demasiado maçador para quem convive com estas pessoas. Quem está demasiado agarrado ao passado é por falta de relação no presente. O tempo é demasiado precioso na tua vida. O segredo é vivenciar o presente e desfrutá-lo da melhor forma possível. Se sabes mais formas que destroem a auto-estima deixa o teu comentário em baixo do texto.   Natacha Seixas

Depressão

5 passos para te ajudares a ti mesmo quando te sentires deprimido

Sentir-se deprimido é algo muito desagradável e doloroso.Estás desmotivado, com dificuldades de concentração, sem energia para te envolveres nas habituais tarefas do quotidiano e com vontade de estar sozinho. E se esta condição vem acompanhada de desespero,  culpa, desconfiança, desesperança e esgotamento físico e mental. Não há dúvida que estás deprimido e sob pressão. O mundo já não te parece um lugar seguro para estar e as pessoas já não são desejáveis.  Para chegar à condição de depressão nós temos de ter suportado muito e chega-se a uma altura da vida que já não suportamos mais. Mas se conseguirmos administrar as nossas fases depressivas antes de atingirmos  este ponto, poderemos recuperar o controle sozinho.  Nós todos passamos por maus momentos. O problema é que, parece que na sociedade atual somos proibidos e reprovados por nos sentirmos mal. Vivemos campanhas enganosas de felicidade roubada ou emprestada vinda sabe-se lá de onde. As pessoas passam uma ideia enganosa das suas vidas e só colocam segundos de fotos de poses ditas”felizes” postadas nas redes sociais, e o resto do dia a maioria passa de costas voltadas. Em qualquer caso, está nas nossas mãos, se queremos superar este nosso estado ou não. Mas saberemos de antemão que na maioria das vezes estaremos sozinhos com a nossa dor. Por isso cada vez mais precisamos recorrer a um psicoterapêuta, até para nosso próprio desenvolvimento pessoal. Não podemos simplesmente deixar isto para os outros ou esperar que o descontentamento passe, como se fosse uma questão de sorte. Depressão não é algo aprendido, não é uma condição natural. Se parece que o mundo está em colapso, é muito fácil apenas  recorrer à medicação. Mas os medicamentos não resolverão os nossos problemas , aliviam os nossos sintomas por momentos e adormecem a dor da alma por uns tempos e vamos vegetando sem viver. O tratamento com medicação deve sempre ocorrer sob a supervisão de um especialista e ser acompanhado por psicoterapia apropriada. Nossa atitude em relação à vida é algo que aprendemos, que é comunicado culturalmente ou socialmente. A educação de nossos pais, a sociedade com seus estereótipos, o ambiente e seu comportamento influenciam nossos pensamentos, e a adaptação desses pensamentos desempenha um papel fundamental em uma possível mudança de perspectiva. Para recuperar o controle, nós temos que aprender e (auto) pensar criticamente. Nós precisamos testar novos comportamentos e observar como respondemos às circunstâncias. E temos que aprender a amar-nos mais. Como te podes ajudar quando estás deprimido? É certo que não podemos controlar todas as situações mas podemos decidir como lidar com elas. Eis algumas estratégias que lhe ajudarão a ficar melhor. 1. Não tenhas vergonha: Reconhecer o facto de que não nos sentimos bem, que estamos tristes ou que sentimos que o mundo está beira do colapso. Não temos que dizer isto para o mundo inteiro, até porque não nos iriam compreender, mas só temos que admitir para nós mesmos. É natural e não há nada de errado com isso. Alguns dirão coisas como “Não chores”, “Tudo ficará bem” ou outros estereótipos. Mas temos o pleno direito de nos sentirmos como realmente nos sentimos. Não há razão para nos envergonharmos. Além disso, isto não significa que estejamos com depressão só porque estamos a passar por momentos difíceis. 2. Não te concentres no negativo: É comum quando estamos demasiado tristes ou em depressão a vermos o nosso mundo demasiado negativo e que já nada será como antes e que tudo perdeu a graça e o sentido. É perfeitamente normal a nossa mente atrair pensamentos negativos afinal estamos num estado de tristeza. Agora que sabe isto tente não ligar a esses pensamentos. Não lhes preste tanta atenção e não lhes dê crédito. Um boa forma para começar a concentrar-se de novo no positivo é sentir-se grato pelas coisas pequenas que vão acontecendo.  3.  Quando estamos deprimidos, ficamos mais apáticos: Quanto mais contrariar este estado de ficar estático na cama, em casa, ou isolado dos amigos mais fácil será sair da negatividade e da depressão. De fato, tem sido demonstrado que o exercício intenso ajuda a combater a depressão de forma mais eficaz do que a medicação, especialmente quando se faz exercício no exterior e à luz do dia. O desporto oxigena o cérebro, e também ajuda a produzir hormonas que nos fazem sentir bem (os neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar, como a serotonina e a dopamina) e ajudam com o efeito para combater os efeitos da negatividade e da tristeza. 4. Usa técnicas de gerenciamento de stress: O stress é o maior responsável por nos sentimos deprimidos. Poderíamos até dizer que um cérebro deprimido é um cérebro stressado. Nesse sentido, o estado depressivo não seria o resultado do pensamento negativo, mas o acumulo a longo prazo de pensamentos negativos ou stressantes. Portanto, aplicar técnicas de gerenciamento de stress pode muito bem ajudar a controlar a depressão e dar uma sensação de bem-estar. A meditação, massagens, técnicas de respiração, mindfulness, têm-se mostrado eficazes em estados deprimidos.   5. Não procures explicações para tudo: Sinceramente o que nos levou a esse estado já não é tão relevante assim. Isso foi ontem. Aqui o importante é se o seu ex era um problema, espero que tenho sido e já não seja, que o tenha resolvido e o caminho é para a frente. Não temos que entender tudo. Nem como o desporto, a gratidão ou qualquer outro método que apresento aqui nos podem ajudar. Basta colocá-los em prática. Não te vai fazer mal. O estado depressivo fecha nossos espíritos e nos deixa desconfiados. Mas se estiveres mesmo a sentir-te em desespero e quiseres sair desse buraco sei que vais às profundezas do teu coração, e vais encontrar um pouco de luz que te diz: “Experimenta, não tens nada a perder!” Natacha Seixas

Diário do crime em Portugal

Filha adoptiva e genro suspeito de matar a própria a mãe

Eu sou psicóloga clínica e fico indignada com o que leio. Só acrescento que cada caso é um caso, e ninguém tem o direito de apontar o dedo a ninguém. Ja vi comentários de pessoas a dizerem que esta mulher que foi brutalmente assassinada foi culpada pela Má educação que deu. Para já vamos lá entender. Há personalidades que nascem, vivem e morrem com um handicap a nível cerebral que não lhes permite sentirem empatia, ou seja, não conseguem se colocar no lugar do outro, alexitimia, não sentem e são os mais temidos da sociedade… Não depende da educação, religião, etnia, status social, etc… E há os chamados surtos psicóticos que não foi o caso porque foi premeditado. Para refletir… A mãe certamente deu a, melhor educação que conseguiu e se adoptou aos 9 anos é de louvar a sua atitude quando uma personalidade já está formada e a sua educação pouco influenciou para o ato. No vídeo já se verifica os indícios de nervosismo e mentira, discurso feito, lábios tremulos, não consegue manter o olhar fixo, nota-se comprometimento e sem dúvida uma grande frieza. E enquanto não se investir na Saúde Mental, cada vez mais serão os casos de crime em Portugal. Por condutas disruptivas, por suicídio, por homicídio, por fascínio… Ver Artigo “O Cérebro de um Psicopata”. As pessoas que matam, especialmente os Psicopatas, à luz do modelo relacional-dialógico, um psicopata tem o seu Eu-Físico, o seu Eu-Psicológico mais o Eu-Físico do Outro mas falta-lhe conseguir ver o Eu-Psicológico do outro. E aqui está a grande questão eles ao matar sentem prazer, e porquê? Movidos pelo trauma e muitas vezes associados a uma experiência paternal na infância, que por sua vez, foi movida pela transferência para outra pessoa, essa pessoa normalmente se torna próxima da vitima. Quando o dá por consumado o seu plano macabro ele sente um prazer enorme e durante/ pós o ato ele não consegue ter qualquer tipo de ressentimentos, pelo fato de falta de existência “de não conseguir ver” que existe na outra pessoa um Eu Psicológico que é fonte de dor, de emoções, de sentimentos. Ou seja, ele espetar uma faca dezenas de vezes ou queimar a pessoa e ouvi-la gritar não faz qualquer diferença nas suas emoções porque ele simplesmente não tem essa capacidade de empatia e é altamente egocêntrico, maquiavélico, bem-sucedido aos olhos da sociedade. Há muitos psicopatas por aí mas nem todos passam à açao e nem todos pretendem matar. E um dado curioso é que eles sentem um enorme prazer por serem bem sucedidos após cumprirem o seu plano monstruoso com sucesso e ficarem assistir a todo o aparato na Tv sobre toda a especulação que se gera em torno da própria situação que ele próprio criou. Portanto, ele se acha importante e sente-se orgulhoso. O pior é quando ele é apanhado aí ele vai abaixo e comporta-se como uma criança mas nunca mostra arrependimento pelo que fez.   O que moveu o crime “No último mês, Diana e o marido Iuri andaram a ‘acalmar’ Amélia Fialho. A professora ameaçara deserdar a filha adotiva após anos de mau relacionamento e, principalmente, quando, em julho, ela se casou com o homem que Amélia reprovava. O casal regressara há 20 dias à casa da mulher e portou-se bem com segundas intenções: manter a herança do património de Amélia. Objetivo alcançado, e num acesso de raiva após uma discussão na sexta-feira, sábado drogaram e mataram a mulher de 59 anos. Tentaram o ‘crime perfeito’. Mas filha e genro foram detidos pela PJ de Setúbal e estão em preventiva.  Diana, de 23 anos, estudante universitária de Matemática Aplicada, adotada por Amélia aos 5, preparou o crime ao pormenor, inspirada nas séries policiais. Pesquisou na internet onde largar o corpo e traçou o plano, com ascendente sobre o marido Iuri Mata, 27 anos, formado em Contabilidade e Gestão. Sábado, ao jantar, desfizeram medicamentos que havia em casa para uma garrafa que só Amélia bebia, numa dieta especial. A vítima, drogada, disse que se sentia tonta e foi para o quarto, onde filha e genro a mataram com golpes de martelo na cabeça. Enrolaram o corpo numa manta e, na madrugada, arrastaram-no escadas abaixo do duplex, para o elevador, garagem e mala do carro. A viatura (da vítima) foi parada junto a uma bomba de gasolina (com o corpo na bagageira) e o casal foi até lá a pé, como se não se conhecesse. Ele comprou gasolina e ela um isqueiro, tentando enganar a videovigilância. Seguiram para uma zona de mato em Pegões, onde regaram o corpo com a gasolina e o incendiaram. Pegaram no outro carro da vítima, sem Via Verde para não deixar registo, e foram deitar ao Tejo o martelo e o telemóvel de Amélia, da ponte Vasco da Gama. Compraram produtos de limpeza e tentaram limpar os vestígios na casa e viatura – falharam porque a PJ encontrou sangue nos locais. Ao notarem que se tinham esquecido de atirar ao rio os óculos de Amélia, esmagaram-nos e deitaram-nos ao lixo. Lavaram as roupas usadas, mas esqueceram-se de limpar dos ténis a terra do campo onde estava o corpo. Depois deram à PSP e nas redes sociais o alerta do desaparecimento. Diana queixou-se até da lentidão das autoridades. Sobre o histórico de desentendimentos com a mãe (várias vezes envolvendo polícia), disse que estava ultrapassado. Deu mesmo uma longa entrevista ao CM (em baixo), fingindo não saber o que acontecera à mãe. ” Cmjornal, 2018. Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/filha-de-professora-mata-mae-por-raiva-e-pela-heranca?v=cb https://www.dn.pt/pais/interior/vitima-de-homicidio-no-montijo-tera-sido-drogada-ao-jantar-e-agredida-com-martelo—pj-9815312.html   Natacha Seixas  

+Saúde, Auto-estima

Não percas a tua essência

Não percas a tua essência. Mesmo que o mundo se vire contra ti. Mesmo que sintas que não podes confiar em mais ninguém. Mesmo que tenhas passado pela maior desilusão da tua vida. Não percas a essência de ti. Podes perder quase tudo, casa, marido, amigos que afinal não o eram, carro, emprego, bater no fundo, mas não percas a tua essência. Retira dessa perda uma aprendizagem e acredita que é no meio da tempestade que tens a oportunidade de crescer e a tua essência vem contigo. A dor produzida por alguém que nos rejeita totalmente é por vezes insuportável Ninguém quer ter pessoas ao seu lado que o rejeitem completamente ou que boicotem seu o desenvolvimento pessoal. Todos queremos ter ao nosso lado pessoas que nos dêem algo, nos ajudem a ter boas experiências e boas lembranças. Mas nem tudo funciona preto no branco. Existirá sempre momentos em que alguém tem a força de nos colocar menos bem, mas em contra partida em outros momentos consegue compensar com outras suas qualidades e nos deixar rendidas e pensar que vale a pena, afinal ninguém é perfeito. É como o yin e o yang, como a tristeza e a alegria, como a dia e a noite, como o sol e a lua, como o frio e o calor. Temos sempre o lado oposto para que tudo tenha um novo sabor. Ninguém é completamente bom ou completamente ruim Todos nós somos o melhor que podemos ser, perfeitos dentro de um ser completamente imperfeito e devemos estar atentos às lesões da emoção e protegê-las da melhor forma que soubermos de forma a serem  evitáveis ​​e previsíveis. Por isso, muitas vezes usamos uma espécie de equilíbrio emocional. Temos que estar atentos às pessoas que são emocionalmente tóxicas para nós, que esgotam a nossa energia. Se forem nossos familiares, muito próximos não quer dizer que os coloquemos de lado, mas podemos perfeitamente aprender a lidar com eles e como evitar que essa toxidade nos prejudique e estrague, e/ou controle, manipule as nossas decisões e planos do dia-a-dia. Sejamos justos, não percamos a nossa essência Quantas vezes já saímos magoados de situações em que investimos muito de nós mas que no final tudo deu errado e saímos frustrados. No entanto, nem houve culpados mas a tendência por vezes é ficarmos cegos pela desilusão que tomou conta do nosso bom-senso e temos atitudes e comportamentos que transcendem a nossa essência e sem nos apercebermos erramos. E como também magoamos? Tendo manifestações de incompreensão e maus julgamentos sobre pessoas e somos injustos com as mesmas. Temos de nos esforçar para sermos mais justos nas nossas avaliações e não atribuirmos culpas pelas nossas próprias dificuldades em lidarmos com as frustrações. Não se afaste da sua própria essência. Natacha Seixas    

+Saúde

Reconhecer Sinais Físicos Comuns das Pessoas Que Mentem

Quando vez nós já sentimos que por alguma razão alguém nos está a mentir. Mas não temos a certeza desse facto. Infelizmente, isso acontece com mais frequência do que gostávamos. O problema aqui é que nem sempre sabemos se estamos certos ou errados com a nossa suposição e isso nos deixa com dúvidas. Mas como podemos reconhecer que estamos a ser alvo de uma mentira? Neste artigo,vou-lhe ajudar a identificar alguns sinais físicos comuns que as pessoas costumam ter quando estão a mentir. 1-Um mentiroso mexe muito com a cabeça quando mente O primeiro sinal de que o individuo está a mentir é que ele não consegue parar quieto com a cabeça e  muda constantemente de posição com a cabeça. Este é frequentemente o caso quando fazemos uma pergunta que o faz se sentir obrigado a responder com uma mentira. Isso ocorre porque, em uma resposta errada, ambas as os hemisférios cerebrais são reivindicadas. Se alguém está apenas a mentir, tende a evitar o contato visual. Isso acontece de forma não intencional e é muito difícil de controlar. O mentiroso não quer ser apanhado e não quer se sentir culpado e envergonhado pelo que está a dizer, que é tudo menos a verdade. 2-Alterações respiratórias A pessoa que mente tende a alternar a sua respiração. Ele pode respirar mais rápido ou mais devagar que o normal. Outras mudanças, como um pescoço vermelho e um rosto vermelho, podem sugerir uma mentira. Se suspeita que a pessoa está mesmo a mentir pressione com perguntas e verá que as narinas se abrem mais e a respiração torna-se mais ofegante à medida que a tensão aumenta e a necessidade de elaborar  a mentira também. Além disso, existem outros efeitos secundários físicos, tais como o movimento excessivo apenas mencionado da cabeça. 3-O corpo está escondido atrás dos braços Um sinal muito óbvio de que estamos a ser enganados é proteger o corpo. Este é um instinto primitivo com o qual cruzamos nossos braços. Isso faz parecer que existe um muro entre nós e nossa contraparte. 4-Frases ou palavras são repetidas Outra característica física de um mentiroso é que ele repete as mesmas frases repetidas vezes sem conta. Ao contrário de alguém que diz a verdade, um mentiroso já preparou as suas palavras. É por isso que ouvimos as mesmas frases na mesma ordem. O único propósito do mentiroso é evitar quaisquer dúvidas que surjam connosco. Para ter sucesso, ele memorizou a sua história e não muda para que tudo corra bem no seu plano. Como resultado, ele se sente do lado seguro. 5-A boca está coberta A pessoa que mente tem a tendência para cobrir a boca. O mentiroso pode cobri-lo com a mão ou virar o rosto para conversar . Inconscientemente, um mentiroso busca a oportunidade de construir uma barreira entre suas mentiras e a sua boca por onde pronuncia as palavras que te enganam. Se uma pessoa cobre a boca com a mão enquanto fala ou responde uma pergunta, é muito provável que esteja a mentir-te. Ouve com atenção. E repara na postura da sua mão a seguir. Como a pessoa se comporta, vê se fica confortável ou numa posição intimidativa. 6-Os pés movem-se de forma constante Não podemos fixar-nos apenas no que acontece com as mãos, boca e nariz do mentiroso. Os pés também não param quietos. Alguém que quer esconder algo está constantemente movendo os pés para a frente e para trás. Primeiro um e depois alguns minutos o outro. As pernas também são movidas no estado sentado sem controle para frente e para trás. Certifique-se de que esta linguagem corporal é sugestiva de uma mentira ou um hábito. O que devemos fazer se estiverem a mentir? Se acreditas que estás a ser enganado, tens duas opções: a primeira é continuar a ouvir sem contradizeres para evitar conflitos. A segunda é confrontares de forma direta sobre essa mentira. Seria melhor ponderar sobre a decisão que faz mais sentido para ti com base na seriedade da mentira e a importância para que essa pessoa representa para ti. Imagina que é um individuo que nem privas muito e é algo irrelevante talvez nem mereça a pena perderes tempo e energia com alguém que nada te diz. Se for para perderes tempo, magoares-te, arranjares conflitos, que seja por algo que mereça o teu esforço. Natacha Seixas

+Saúde, Auto-estima

5 características de pessoas emocionalmente imaturas

Há muitas opiniões sobre quando uma pessoa demonstra maturidade e imaturidade Ninguém gosta de receber um rótulo ou ser comprado com este e aquele. No entanto, existem pessoas cuja imaturidade emocional não passa despercebida. Mas o que é uma pessoa imatura. Assemelha-se mais ou menos a uma pessoa semelhante a uma criança de 6 anos de idade, que quando quer uma coisa faz birra e não entende porque não a pode ter, quer e pronto. Não percebe o ponto de vista dos demais e a sua opinião é a que importa e é a mais válida. Manifestam desejos e fantasias relacionadas a ideias de que o mundo gira em volta de si mesmos. Vivem num mundo da fantasia e surreal. Já a  maturidade emocional é um estado de força e moderação que leva a uma ação realista e equilibrada. Mas mais do que uma definição abstrata torna a maturidade ou imaturidade visível no comportamento. Abaixo, apresento cinco características que são características de humanos emocionalmente imaturos. 1. Eles são pessoas egocêntricas O ser humano terá de entender que o mundo não gira em torno dele. Para os imaturas esta tarefa torna-se difícil de gerir. Para os bebés já isto é compreensível, visto que não têm qualquer problema em chorar a plenas horas da madrugada e acordar seja quer for para se alimentar e suprir as suas necessidades básicas. Mas é para isso que socializar e o crescimento serve para se integrar numa sociedade como ser individual que é e adaptar-se como ser relacional. Amadurecer significa escapar da prisão do ego. Significa perder a esperança de que a vida poderia ser como a de um bebê. Quando começamos a ignorar essa ideia, nos tornamos conscientes do que mais a vida nos reserva: inúmeras aventuras e descobertas. Na melhor das hipóteses, aprendemos a colocar e retirar o ego e às vezes colocá-lo em primeiro plano, mantendo um equilíbrio saudável. 2. Eles mal cumprem as obrigações É mais que óbvio que os imaturos não conseguem cumprir com as suas obrigações. É o mesmo que dares a uma criança um chocolate e dizeres que ela só pode come-lo daqui a 3 horas. Vai ser difícil para a criança cumprir com as suas obrigações. No curso do processo de amadurecimento, a criança compreenderá que sacrificar e retomar o tempo é necessário para alcançar seu objetivo . Também compreenderá que não é uma incisão à sua liberdade de cumprir uma obrigação ou colocar as necessidades de outra pessoa acima da sua, mas um pré-requisito para uma melhor orientação a longo prazo. 3. Hábito de culpar os outros Quando erramos é difícil aceitar tal erro. Mas é preciso termos maturidade para saber assumir as consequências dos nosso atos e pedir desculpas por tal. Os imaturos preferem ficar nessa doce irresponsabilidade. Não entendem   que somos os únicos responsáveis ​​por nossas ações ou nossa passividade.  4. Geralmente são dependentes dos outros Para pessoas imaturas, outras pessoas são os meios para um fim e nunca o propósito em si , não precisam dos outros porque os amam, mas os amam porque precisam deles. Por causa disso, eles tendem a depender muito dos outros. As pessoas emocionalmente imaturas não entendem muito do conceito de autonomia. Às vezes, eles pensam que o comportamento autónomo é o mesmo que fazer o que querem. Mas quando se trata de suportar as consequências das suas ações, eles precisam que outros sejam capazes de se responsabilizar por eles. É como os jovens adolescentes, quando passam aquela fase em que pensam que sabem tudo e já podem ir sozinhos para todo o lado mas quando algo errado acontece lá estão os pais para os ajudarem. 5.  São demasiado impulsivos e gastam o que não têm O comportamento impulsivo é uma das características mais distintivas das pessoas imaturas. Normalmente, acumulam dividas por gastar dinheiro que ainda não têm. Seja por altos créditos, ações entre outros. Tudo para satisfazer os seus caprichos e na maioria das vezes em coisas que nem são necessárias. Geralmente, este tipo de comportamento, é consequência de uma educação de super-proteção ou inadequada durante a infância. Acredite que viver uma vida própria e ser responsável pelos seus próprios atos e errar muito na vida são apenas atos de amadurecimento e não de uma pessoa “falhada”. Quanto mais nós errados mais nós crescemos emocionalmente. Natacha Seixas    

Psicopatologia Infantil

Eu dou a cada pessoa o valor que ela merece

CHEGA A UMA DETERMINADA ALTURA DA NOSSA VIDA QUE JÁ NÃO NOS PREOCUPAMOS COM O IRRELEVANTE Nesta passagem pela vida temos inúmeras experiências, uma boas outras menos boas e todas elas nos ajudam a perceber que temos de nos comportar de determinada maneira perante cada circunstância. Ás vezes pelos piores motivos aprendemos que não podemos deixar que nos pisem, nos explorem, nos maltratem, nos usem feito pastilha elástica, nos coloquem na reserva e nos tomem como segunda opção, temos que ser prioridade e não o anexo quando podemos ser a casa principal.  Em suma, podemos aprender a dar a cada pessoa o valor que elas merecem. Priorizar e dar a cada pessoa o lugar que ela merece em nossas vidas é construir uma base sólida para nossa auto-estima. Permitir-mos também deixar entrar na nossa vida o que é realmente um acrescento de positividade e de algo bom e não um retiro das nossas energias e um acréscimo de problemas. Para fazer isso, temos que assumir que nem todo mundo tem o poder para dizer algo em nossas vidas e nem deve sequer ser ponderado. Confiança e prioridade são dois privilégios que são “ganhos” e “construídos”. Reservamo-nos o privilégio de aceitar se alguém pode ou não nos afetar em nossas vidas diárias. Somos o condutor da nossa própria história de vida. Amadurecer é sinónimo de crescimento e priorização Com o tempo, nos tornamos especialistas em “perceber” o que realmente nos interessa. Falamos de conexões saudáveis ​​e descartamos os insanes, preferimos pessoas que nos enriquecem e colocamos de parte pessoas que nos magoam, hábitos e expectativas irreais, etc. Deixamos de querer agradar a todos pois já verificamos que o mundo é tão grande e as pessoas já são tão erradamente perdidas e confusas que torna-se uma tarefa impossível. Como resultado, acabamos sentindo que estamos cercados de quantidade e não de qualidade. Após esta nossa brilhante conclusão começamos  a dar prioridade àqueles que consideramos importantes em nossas vidas. Não se trata de perdoar ou numa tentativa de libertar-mos de decepções mas já não temos mesmo paciência para tanta hipocrisia, banalidade, conversa jogada fora e superficialidade com risinhos falsos. Nem se trata de encontrar armas que nos protejam da rejeição, do abandono ou das pedras que passem pelo caminho. O tópico não é ser amigos ou parceiros para a vida também . Não se trata de reconhecer a perfeição em uma pessoa. Trata-se de refletir sobre as nossas prioridades e tomar a consciência das nossas inclinações e organizar a nossa “bagagem interpessoal”. Deixamos de dar tanto valor ao exterior, elas mudam constantemente Para deixar de lado aqueles que não são bons para nós, devemos primeiro dizer adeus à ideia de que a dor emocional é uma parte inerente de nossos relacionamentos. Nós escolhemos as pessoas que valorizamos em nossas vidas e cabe apenas a nós darmos a prioridade que elas merecem. As fases que passamos definem as máscaras que usamos e as que os outros usam. Para nos desmascarar e aos outros, é necessário que tiremos as nossas máscaras e consigamos ver o prejuízo que nos causaram ao tentarmos ser o que elas queriam que nós fossemos e que fizéssemos. Chega a uma altura da vida que aprendemos que não temos que vestir uma máscara para além da nossa, nos tempos de hoje, em que os valores estão escassos, raramente se vê pessoas a respeitarem e a terem amor ao próximo sem segundas intenções. Então, é um salve-se quem puder. É lógico que acredito naturalmente que nem todas as pessoas são totalmente sem “algo dentro” , ainda existe muita gente boa por aí, é preciso é estarmos conetados com esses valores e despirmo-nos de todo cinismo que esta comunidade obriga. A importância de conhecer e apreciar nossas preocupações e ocupações Somos todos como somos. Nosso caráter deve ser nosso e não responder às prioridades e interesses que os outros nos impõem, querem e precisam. Para ganhar esse tipo de liberdade precisamos  analisar o nosso passado e nosso presente emocional. Devemos também tem em conta quais prioridades definimos e a quem elas se referem. Normalmente, quando olhamos para trás temos a tendência de lembrar o que nos fez doer e sangrar por dentro, é como se agora tivéssemos uma alergia ao pó e quiséssemos tapar toda a sujeira por baixo do tapete. Mas não é isso que pretendo que faça. Perdoe não traga para o presente, não deixe que lhe tire a positividade do presente e interfira na nossa nova etapa agora mais amadurecida e certa do que quer. Sei que essas dores de outrora do em e doem muito mas é hora de as deixar ir embora. Olhe para dentro de si não se magoe mais, cure e dê um passo em frente e diga “Basta! Eu não vou atribuir um valor a esta dor e a todos os outros que não merecem”. E agora dê outro passo… Natacha Seixas Psicóloga Clinica

+Saúde, Estudos

Estudo revela que homens têm diferentes razões para flertar por mensagens por texto

Em situações cara-a-cara os homens têm mais razões para flertar por sexo, já as mulheres flertam mais por diversão. Estudo realizado por, Narissra Punyanunt-Carter, da Universidade de Tecnologia do Texas (Lubbock, Texas) e Thomas Wagner, da Universidade Xavier (Cincinnati, Ohio). Publicado a 27 de junho na revista “Psychology Today  refere que os homens flertam por sexo e as mulheres por diversão. Este estudo chegou também à conclusão, que  a maioria de nós já esperávamos que as mulheres são mais emocionais e que numa conversa por sms ou através da tela do pc, elas são mais dinâmicas e gostam de uma  conversa divertida enquanto que eles são mais factuais. Em termos do modo de comunicação, os pesquisadores descobriram que eles numa comunicação textual gostam mais de flertar por fuga, controle ou relaxamento. Já a mulher gosta de o fazer apenas por prazer no sentido de se divertir. Este estudo refere as vantagens do flert por texto A pessoa magoa-se menos na auto-estima; Se o individuo estiver longe é mais fácil desapegar-se, olhos que não vêm coração que não sente; O indivíduo tem mais tempo para pensar antes de responder à próxima mensagem, do que se  estivesse cara-a-cara. Fonte: Psychology Today Natacha Seixas

Ansiedade, Depressão

Ansiedade Mista e Perturbação Depressiva

Já imaginou ter as duas condições numa só? Imagina se ter depressão já causa um dano horrível para a pessoa e pode conduzir ao suicídio e ter ansiedade que conduz a ataques de pânico que em crise é semelhante a um ataque cardíaco, imagine ter as duas condições numa só? O que é? Este distúrbio está associado a sintomas relativamente leves que são  observados. No entanto, a combinação de sintomas depressivos e ansiosos causa uma deterioração significativa na qualidade de vida da pessoa afetada. Alguns estudos preliminares indicaram que os clínicos gerais tendem a negligenciar a ansiedade mista e a perturbação depressiva. Mas pode significar que essa falta de diagnósticos reflita apenas a falta de um rótulo adequado para essa doença. E enquanto não há números oficiais sobre a epidemiologia da ansiedade mista e a a perturbação depressiva neste momento, acredita-se que ocorre com alguma frequência. Quais são os critérios diagnósticos para Ansiedade Mista e Perturbação Depressiva? Para diagnosticar uma ansiedade mista e perturbação depressiva, os sintomas de ansiedade e depressão, no mínimo 4 deles devem estar patentes e persistir uma disforia pelo menos durante um mês: desconforto físico, como agitação, palpitações, dor de estômago, boca seca. Os últimos são pelo menos parcialmente devidos à hiperatividade do sistema nervoso autónomo. Contempla também a dificuldade de concentração ou problemas de memória, cansaço, apatia, distúrbios do sono. Irritabilidade aguda. Preocupações recorrentes e intensas. Choro fácil. Sentimentos de desesperança e inutilidade. O indivíduo manifesta-se pessimista perante  o futuro e tem baixa auto-estima. Encontra-se sob alerta, como se estivesse em perigo constante. Esses sintomas causam considerável desconforto e deterioração no desempenho em termos de trabalho, atividades sociais e outras atividades. Por outro lado, a ansiedade mista e a perturbação depressiva não podem ser diagnosticados se os sintomas forem explicados pelo uso de drogas, abuso de substâncias ou outras doenças. E nunca quando a pessoa, não preencher os critérios de diagnóstico atrás referidos. O que desencadeia a Ansiedade Mista e a Perturbação Depressiva? Alguns cientistas acreditam que os sintomas de ansiedade e depressão estão diretamente relacionados às causas identificadas. Primeiro, eles identificaram causas neuroendócrinas para essas doenças. Estes incluem: Diminuição da secreção de cortisol apesar da liberação do hormônio adrenocorticotrófico; Um nível mais baixo de hormônios estimulantes da tireoide; Redução da secreção do hormônio de crescimento após administração de clonidina; Um baixo efeito da tiroliberina sobre a secreção de prolactina. Além disso, vários pesquisadores têm apresentado resultados que sugerem a hiperatividade do sistema noradrenérgico em alguns pacientes como fator relevante patogénico para as perturbações depressivas e de ansiedade. Parece existir uma componente genética, isto é, a predisposição para o desenvolvimento de ansiedade mista e a Perturbação Depressiva pode ser hereditária. O percurso da doença Tanto os sintomas ansiosos ou depressivos predominam. Ambos os componentes da perturbação tendem a se tornar crónicos sem tratamento psicológico adequado. Além disso, nenhuma previsão pode ser feita. Existem poucos estudos sobre o tratamento da Ansiedade Mista e da Perturbação Depressiva. Por causa disso, os médicos tendem a oferecer tratamentos de acordo com os sintomas, sua extensão e sua própria experiência com determinados métodos. No que diz respeito à psicoterapia, por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental é usada. Isto é principalmente sobre a redução do grau de ativação do paciente. Esta vontade (por meio de técnicas de respiração e de relaxamento obtidos (por exemplo, a respiração diafragmática, relaxamento muscular, a formação autógeno, atenção, imagética etc.). Ainda também usar alguns clínicos abordagens psicoterapêuticos menos estruturados, tais como introspecção. Em resumo, é necessário melhorar o humor do paciente. Isso pode ser conseguido de diferentes maneiras. Isso permite que o terapeuta encoraje o paciente a realizar atividades prazerosas. Estes já podem ser conhecidos por ele ou ele pode reaprendê-los. Ao mesmo tempo, a educação psicológica deve ser feita. É importante que o paciente aprenda o que acontece com ele e por quê. Ele se adapta a ideias básicas sobre ansiedade e depressão que podem ajudar a normalizar sua experiência. Além disso, muitas vezes é necessário trabalhar em crenças e pensamentos específicos que alimentam o problema. Como podemos ver, a ansiedade mista e a Perturbação Depressivo não têm um lugar firme em alguns sistemas de diagnóstico, mas possuem uma identidade. Também é difundido. É um distúrbio que pode ser tratado. E se não for tratada a tempo, pode se tornar crónica e afetar permanentemente a qualidade de vida das pessoas com esta doença.   Natacha Seixas

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