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“Autismo Ligeiro: Compreender e Apoiar Pessoas no Espetro Autista de Alto Funcionamento”

Um Olhar sobre o Autismo Ligeiro O autismo é uma perturbação neurológica que afeta a forma como uma pessoa percebe e interage com o mundo à sua volta. Dentro do espetro autista, existem diferentes níveis de intensidade, sendo o autismo ligeiro um deles. Neste artigo, vamos explorar o autismo ligeiro, as suas características e como podemos oferecer apoio e compreensão às pessoas que se encontram nesta parte do espectro. Compreender o Autismo Ligeiro O autismo ligeiro, também conhecido como perturbação do espetro do autismo de alto funcionamento, é caracterizado por dificuldades na comunicação social e padrões de comportamento restritos e repetitivos. No entanto, as pessoas com autismo ligeiro geralmente apresentam habilidades cognitivas e linguísticas mais desenvolvidas em comparação com outras formas de autismo. Características do Autismo Ligeiro Embora cada pessoa seja única, algumas características comuns podem ser observadas em indivíduos com autismo ligeiro: Dificuldades na interação social: Podem existir dificuldades em compreender nuances sociais, interpretar expressões faciais e manter conversas informais. No entanto, muitas vezes, têm o desejo de fazer amizades e estabelecer relacionamentos significativos. Interesses e padrões de comportamento restritos: É comum que pessoas com autismo ligeiro tenham interesses específicos e se envolvam em atividades repetitivas. Esses interesses podem estar relacionados com as áreas de especialização e conhecimento aprofundado. Sensibilidades sensoriais: Algumas pessoas com autismo ligeiro podem ser sensíveis a estímulos sensoriais, como luzes, sons, cheiros ou texturas. Isso pode afetar a sua capacidade de concentração ou participação em determinadas atividades. Habilidades linguísticas e cognitivas: Pessoas com autismo ligeiro geralmente possuem habilidades de linguagem desenvolvidas, embora possam enfrentar desafios na compreensão de metáforas, ironias ou expressões idiomáticas. As suas habilidades cognitivas podem variar amplamente, com muitos indivíduos apresentando inteligência acima da média em áreas específicas. Apoio e Compreensão Para oferecer apoio e compreensão às pessoas com autismo ligeiro, é importante adotar uma abordagem individualizada e inclusiva. Aqui estão algumas estratégias úteis: Aceitar e valorizar as diferenças: Reconhecer e respeitar as particularidades e interesses das pessoas no espetro autista. Incentivar a expressão das suas paixões e fornecer oportunidades para que possam se envolver em atividades que lhes interessem. Praticar empatia e compreensão: Estar disposto a ouvir e compreender as experiências e perspetivas da pessoa com autismo ligeiro. Ter consciência das dificuldades sociais e sensoriais que podem enfrentar e oferecer apoio quando necessário. Promover a inclusão social: Incentivar a participação em atividades sociais e criar um ambiente acolhedor e seguro. Estimular a interação positiva entre pares e criar oportunidades para o desenvolvimento de habilidades sociais. Fornecer rotinas e estruturas: Muitas pessoas com autismo ligeiro beneficiam de rotinas previsíveis e estruturas claras. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade e proporcionar uma sensação de segurança. Oferecer apoio educacional adequado: Trabalhar em colaboração com professores e profissionais da educação para desenvolver um plano educacional individualizado que atenda às necessidades da pessoa com autismo ligeiro. Oferecer suporte adicional quando necessário e promover a inclusão na sala de aula. Conclusão O autismo ligeiro faz parte de um espectro diverso e único. Compreender as características e necessidades específicas das pessoas nesta parte do espetro é fundamental para oferecer apoio e inclusão adequados. Ao adotar uma abordagem compassiva e inclusiva, podemos criar um ambiente que valoriza e respeita as contribuições das pessoas com autismo ligeiro, permitindo-lhes alcançar todo o seu potencial.

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Gerir as emoções para ser feliz

Somos seres humos pensantes com emoções. Todos sentimentos, todos rimos e choramos. Todos gostamos mais ou menos. Para vivermos é preciso nascermos e sabemos que um dia vai acontecer. O dia vai chegar. Todos somos mortais. Então porque não fazemos para nos sentirmos bem e encaramos a vida tal e qual como ela é. Se vamos ao médico quando temos um braço partido e colocamos gesso para o tratar, se temos uma amigdalite e tomamos antibiótico para sarar, se achamos normal injetarmos insulina para a diabetes. Então porque temos vergonha e nos culpabilizamos por nos sentirmos tristes, sem ânimo, sem conseguirmos levantar da cama para fazermos a nossa rotina diária que antes nos era tão simples e normal. Sei que ao olhar do outro também possa ser preguiça e ao teu olhar sei que sentes que não se trata de uma simples preguiça ou querer faltar ao trabalho, até porque o teu corpo não consegue reagir, estás apático, as tuas emoções estão doentes. Quando se trata de procurar ajuda médica para o físico o ser humano vai. Mas no que se trata a procurar ajuda psicológica ainda existe um longo caminho a percorrer. Regista-se uma tendência a esconder as emoções e o teu verdadeiro estado exaustivo, ri quando pretende chorar, está presente quando só quer fugir, e assim se afoga amarguras e o quadro clinico se agrava. Não é vergonha estar afetado psicologicamente. Somos seres que falham e também temos os nossos interruptores mentais que avariam. Sabes que não  precisas de viver assim. há cura, há solução, não faças da tua doença um caminho sem saída.     Espero que um dia estes mitos acabem e que as pessoas vejam a saúde mental com normalidade e dêem o mesmo valor como dão à saúde física sem culpas e ressentimentos. Só assim podemos pòr fim às nossas dores e ter mais qualidade de vida e viver de emoções saudáveis- Emoções positivas geram comportamentos saudáveis logo sentimentos que promovem o bem-estar.   By Natacha seixas

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10 sinais de alerta de que estás a lidar com uma pessoa má

É reconfortante acreditar que as pessoas são genuinamente boas mas essa não é a verdade. Há pessoas que cometem micro-agressões, são manipuladores, negativas, contaminam tudo por onde passam e gostam de ver os outros sofrer. Há realmente pessoas que já conheceste que são realmente tóxicas e malvadas com outras pessoas e que fazem coisas para benefício próprio designadas por pessoas más. 1-Gostam de ver as pessoas sofrer São pessoas que riem do sofrimento alheio, que dão a entender que tiram proveito da dor do outro e que obtém algum tipo de prazer. Este comportamento denota uma falta de empatia para com o outro. 2-São controladores Pessoas más são totalmente controladores. Elas se sentem mal se não estão no controlo da tua vida e farão de tudo para controlar tudo e todos à sua volta. Os manipuladores farão de tudo para fazer o que is outros façam o que eles querem e se possível brincam com os sentimentos das suas vitimas para se sentirem bem. 3-Deixam-te com uma sensação estranha perto delas Já tiveste aquela sensação de não te sentires bem diante de uma pessoa. Isso quer dizer que essa pessoa pode ser uma pessoa que não se deve ter por perto. Sentes-te esgotado e cansaço ou sentimentos estranhos e não sabes definir ao certo o que isso quer dizer, mas sabes que não é bom. O que precisas fazer é confiar nessa tua intuição e te afastares. 4-Não assumem a responsabilidade por tuas ações Não devemos assumir a responsabilidade pelas ações dos outros. As pessoas más tem a tendência de culpabilizar os outros pelas suas ações mas não tens de arrecadar com as tuas consequências.  Estas pessoas fazem o que querer e nunca se sentem responsáveis pela dor que causam nos outro 5-Tem o hábito de mentir Estas pessoas mentem descaradamente e acreditam na própria mentira.  Mente compulsivamente e falam em nome dos outros sem consentimento. Quando são apanhadas na própria mentira estas pessoas arranjam mais mentiras para camuflar todas as outras e além do mais não tem escrúpulos morais para progredir e conseguir o que deseja. Muitas destas pessoas mentem porque se divertem com esta situação. E chegam a mentir na tua cara porque não valorizam a amizade, nem a confiança e só priorizam a si próprias.   6-Não sentem remorso Pesoas má não tem remoros e não se desculpam pelo mal que fazem aos outros. E tudo o que tu te queixas pela maldade que eles te fazem ele acham que não é verdade e é consequência da gtua mente fértil.Portanto esperar um pedido de desculpa destas pessoas más, seria para elas um sinal de fraqueza e não espere delas algo deste tipo. 7-São cruéis Muitas delas expressam de forma subtil a sua forma de ser má. Outras magoam com palavras e ações seus ente queridos, espoo(a) filhos e amigos. Nem todas as pessoas más agem da mesma forma. Algumas são vitimas de prisões que construíram para de si mesmas e é por isso que se alegram tanto com o infortúnio e a dor dos outros. Elas não tem empatia pelo outro. Elas tem tensões negativas por trás das suas ações e podem estar a tentar magoar-te de forma deliberada exatamente por isso. 8-Amigos e familiares avisam-te Muitas vezes um dos sinais que essa pessoa é má, nossos amigos e familiares já nos alertaram sobre essa pessoa sobre comportamentos e atitudes sobre relacionamrntos anteriores que já tiveram. Isso pode ser visto como os sinal de alerta. Não é para levar à letras mas para estar à letra aos sinais. 9-Menospreza-te Uma das piores manipulações de uma pessoa malvada é a manipulação emocional que se veste em forma de menosprezo, bem como, ritualizar a tua aparência, os teus hobbies, a tua opinião, as tuas decisões, faz-te sentir sempre incompleta, que nunca és suficientemente boa, faz-te sentir incapaz, baixa a tua auto-estima e dependente dele(a). Faz-se de vitima, quando nunca fizeste nada de errado. 10. São maus para os animais É um indicador que é uma pessoa ruim.   Não deixes que uma pessoa manipulador, ruim, mau juiz de caráter, te diminua e de magoe. Não tentes salvar uma pessoa má quando ela própria não se quer salvar!

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Como Identificar uma Pessoa Arrogante

O QUE É SER ARROGANTE ARROGANTE é, conforme a etimologia, derivado do latim adrogare. Esta palavra indica ao individuo o pleno direito de exigir dos outros determinadas posturas e comportamentos. As pessoas arrogantes pensam que são superiores às outras, são orgulhosas, prepotentes, acreditam que sabe tudo, são autoritárias, acreditam que são donos da razão e que têm ideias geniais, gostam de ser o centro das atenções e humilhar os demais. Quando trabalham em equipa, tendem arranjar problemas e criam um ambiente tenso, colocam as culpas no outros elementos do grupo. Os arrogantes possuem duas caraterísticas comuns: olham por cima do ombro com um ar de superioridade e tem um tom de voz caraterístico, de eu posso, quero e mando. O que o arrogante não sabe é que tem graves problemas de auto-estima e auto-afirmação e precisam constante da aprovação dos outros. São indivíduos inseguros, têm muitas dúvidas e têm receio de estar errados mas nunca manifestam esses sentimentos. UM COMPORTAMENTO ARROGANTE GERA REPULSA DO DEMAIS. NINGUÉM TEM PACIÊNCIA PARA LIDAR COM PESSOAS ASSIM. UM COMPOETAMENTO ARROGANTE É INACEITÁVEL  NO CONVIVIO SOCIAL. Uma pessoa arrogante tem falta de bom senso e uma falsa perceção da realidade, normalmente são ácidas a comentar e cínicas nas suas opiniões revelando um humor negro e falta de espiritualidade para enfrentar as situações. A falta de humildade é uma das principais caraterísticas do arrogante. Outra caraterística é a a suposta auto-confiança que fica gravemente lesada após uma critica negativa. O arrogante ao receber um feedback negativo  recebe-o como incongruente e não o aceita de forma alguma. Jamais se sente inferior ou ao mesmo nível que as outras pessoas. Esta falsa perceção de superioridade em que o arrogante vive, cria um egocentrismo de tal forma que funciona como um mecanismo de defesa para alimentar os seus medos, auto-estima, angústias e caprichos. Trabalhar com uma pessoa arrogante pode tornar-se insuportável. Tente entender e não entre em competição. Se não aguenta a arrogância dos arrogantes o melhor é afastar-se.   By Natacha Seixas

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Estou com PPM: Uma perturbação de difícil diagnóstico

O que é a Perturbação Disfórica Pré-Menstrual e o que carateriza? A Perturbação Disfórica Pré-Menstrual – super TPM – é um tipo grave de Perturbação Pré-Menstrual ou PPM também designada por TPM, sendo causado por mudanças hormonais inerentes ao período que antecede a menstruação. O PPM atinge aproximadamente 6% da população feminina. Durante estes dias a mulher apresenta baixa produtividade a nível laboral e apresenta uma tendência para isolar-se e ficar em casa. Os níveis de ansiedade e depressão aumentam. Verifica-se baixa intolerância no relacionamento interpessoal, muita irritação interna oscilação de humor (alternância entre tristeza e alegria). Isto explica-se pelo neurotransmissor que é responsável pela regulação do sono e do humor, diminuindo os níveis da serotonina e da dopamina no cérebro, que por sua vez são responsáveis pelo bem-estar psicossomático do individuo. Os sintomas aparecem cerca de 10 até 2 dias antes do aparecimento da menstruação e tendem a disseminar-se após o decorrer da mesma. Entre os sintomas físicos mais comuns estão: cólicas dor de cabeça, inchaço, dor nas mamas, retenção de líquido. dores musculares. náuseas. Entre os emocionais estão: irritabilidade, sensação de perda de controlo, ansiedade, insónia ou sonolência, dificuldade de concentração, fome exagerada ou falta de apetite depressão. isolar-se. disforia, pensamentos negativos, desesperança. baixo autoestima. É importante referir que nem todas as mulheres manifestam todos os sintomas, algumas sentem em diferentes intensidade. Enquanto a PPM pode atingir até 75 % das mulheres, existe uma condição mais grave e exacerbada de PPM que atinge de 3% a 8%  delas, trata-se da Síndrome Disfórica Pré-Menstrual. A disforia, mudança repentina de ânimo e irritabilidade exacerbada, deve ser acompanhada por um psiquiatra, e tratada com antidepressivos na maioria desses casos. Para o diagnóstico da Perturbação Disfórica Pré-Mestrual -PDPP-os sintomas são os mesmos que a PPM mas mais  exacerbados, intensificados e severos e devem ocorrer por um mínimo três meses ininterruptos. By Natacha Seixas      

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Razões pelas quais as outras pessoas nos dececionam

Porque será que as outras pessoas nos dececionam? És daquelas pessoas que se dececiona frequentemente com as pessoas? Convido-o a pensar um pouco comigo sobre este assunto. Será que não é culpado da maioria dessas deceções?   Ora vejamos: Foi a pessoa que nos decepcionou ou fomos nós que a decepcionamos primeiro? O motivo mais comum para as pessoas nos decepcionarem é porque nós mesmos decepcionamos outras pessoas. E este processo ocorre da mesma forma.  Por exemplo pessoas que não colaboram no trabalho é óbvio que vão reclamar que estão sobrecarregadas de trabalho. Pessoas que têm um olhar errante nos relacionamentos questionam a fidelidade de seus entes queridos. Se muitas pessoas ao seu redor o estão decepcionar exatamente da mesma maneira, isso é um sinal infalível de que somos nós realmente que estamos a manifestar esses comportamento e atitudes e  as pessoas que nos rodeiam não veem razão válida para dar-nos o que nós não damos a elas. Afirmação: Hoje, contemplo as falhas percebidas de outras pessoas e questiono se estou simplesmente projetando minhas falhas para fora. São as pessoas que te decepcionam ou às vezes somos desagradáveis Este é quase óbvio. O que não é óbvio para muitas pessoas é quando estamos a ser desagradáveis. Reclamar sobre as trivialidades de nossas próprias vidas, ter reações exageradas a situações padrão e ser obviamente incapaz de lidar com as coisas não é nada agradável e motivador de se ver e estar. Muitas pensam que se mostrarem que têm imensos problemas que deixaram os outros mais positivos e que os outros pensaram da seguinte forma: “_vez se tivesses a minha vida estarias pior por isso alegra-te”. Mas não de todo, as pessoas sentem-se sem energia e num tédio, quando outras incorporam a negatividade. O conceito de “vampiro de energia” é o de alguém que consciente ou inconscientemente, drena a energia das pessoas ao seu redor. Qualquer emoção negativa como raiva, autopiedade, indignação ou fraqueza autoindulgente cria um vácuo ao seu redor – e acabamos por sermos sugamos pelos problemas emocionais do outro sem nos ter pedido permissão para tal. Afirmação: Hoje, penso se meu “desabafo” me tornou insuportável para os outros. Questione se as pessoas te decepcionam porque tu és um preguiçoso É mais ou menos não faças aos outros o que não queres que te façam a ti. Ou por outro ponto de vista, o que esperas do outro, então porque não o fazes também com os outros? Não tenhas preguiça de fazer o bem. Predispõe-te a ouvir o outro a estar lá para o que o outro precisa. Pratica o bem e o bem virá até ti. Afirmação: Hoje, penso se realmente falo de maneira significativa em meus relacionamentos. As pessoas te decepcionam: és claro nas tuas  expectativas? Isso é importante tanto nos relacionamentos quanto nos negócios. Maridos e esposas em todo o mundo se relacionam esperando que seus entes queridos façam uma lista regular de ações, mas isso nunca é dito. Então, com o tempo, os fracassos repetidos percebidos por seus parceiros também não são mencionados e um ressentimento constante começa a se formar. A mesma coisa para proprietários de empresas e funcionários. Seu funcionário não está a ter o desempenho esperado.  E porquê? Porque à falta de diálogo,  e as pessoas não sabem o que é esperado, por um erro de comunicação as pessoas não sabem o que deveriam ou não fazer, quais as expectativas de cada um, sim porque as minhas expetativas podem não ir de encontro às tuas e daí advém os conflitos. Muitas pessoas simplesmente não sabem o que deveriam estar a fazer no trabalho. Elas obtêm essas ideias abstratas e direções aleatórias de uma dúzia de pessoas diferentes e apenas tentam lidar com a situação. Nenhum segmento da empresa é claramente seu domínio, tudo o que podem fazer requer supervisão e aprovação e, de modo geral, eles são tratados como crianças 8 horas por dia em troca de um ordenado ao fim do mês. Na maioria das vezes resulta em funcionários insatisfeitos com a falta de reconhecimento? E aqui eu questiono, já procurou o reconhecimento ou dinheiro extra? Os proprietários e a administração de empresas estão preocupados com os resultados financeiros e, em algum mundo de utopia, até se pode ser reconhecido por sua grandiosidade. Mais geralmente, porém, depois de o empregador ser incrível por um tempo, os chefes esperam que isso seja incrível  sempre. Afirmação: Hoje, penso se realmente pedi o que desejo. As pessoas te decepcionam: tens as ideias claras e objetivas Seja claro e objetivo consigo próprio e não culpabilize os outros pelas metas não alcançadas. Saiba distinguir o que tem que ser atingido por si e admita que os outros não têm nenhuma culpa nem interferência nas suas falhas. Não os culpabilize apenas por erros que são apenas seus. Afirmação: Hoje, separo meus objetivos entre aqueles que são viagens particulares e aqueles que são viagens de minha tribo. As pessoas te desapontam: Será que tens o direito de fazer muita pressão Se pressionamos continuamente por algo, então talvez outras pessoas se dobrem e se tornem instrumentos de nossa vontade. Certamente funciona para alguns proprietários de empresas e pessoas infelizes nos relacionamentos ou que estão solitárias na vida. O problema, porém, é que a maioria das pessoas têm uma certa dignidade que as impede de se tornarem completamente submissas em qualquer coisa. Portanto, fora do seu pequeno reino privado, se continuar a exigir/ explorar e pressionar demais as pessoas,  certamente poderá encontrar trabalhadores competentes e amigos e construir relações agressivas em condições desumanas. O trabalho sobre pressão terá menos rendimento e o ambiente tornar-se-á tenso. Afirmação: Hoje, penso se tenho respeitado o suficiente a todos ao meu redor. As pessoas te decepcionam: Olha para a pessoa como euros ou números? Tenho a certeza de que existe também nos círculos de familiares e amigos, mas vejo isso o tempo todo nas empresas. A administração busca introduzir medidas quantitativas que os ajudem a administrar seus negócios e, claro, isso é absolutamente a coisa certa a fazer. O problema é

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Atitudes sexuais de um narcisista

Se você namora um narcisista e espera ouvir da boca dele “envelheça comigo que o melhor ainda está por vir”, desapegue-se dessa ideia ela não vai chegar nunca. Os narcisistas são mais propensos a namorar e trocar de parceiro. São pouco de intimidade e de relação duradouras. Associam o sexo ao poder e ousadia e não ao carinho e proximidade. Mesmo em uma relação eles já estão à procura de outra. Estudos não clarificam se é por uma sexualidade elevada ou por uma melhora de auto-estima e egocentricidade. Os narcisistas são em maior escala o sexo masculino e costumam causar uma boa primeira impressão por causa de suas fortes habilidades sociais que os fazem parecer charmosos e, às vezes, até empáticos, mas isso geralmente é apenas um estratagema para atrair a atenção. No entanto, após o convívio, percebemos rapidamente que os narcisistas são muito focados em si mesmos e o mundo gira em volta deles próprios. By Natacha seixas  

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Costrução da Auto-estima

A Auto-estima é a sua opinião de si mesmo. Ocasionalmente, todo mundo não auto-estima faz com que não tenhamos confiança em nós próprios, e é por isso que normalmente estas pessoas são infelizes ou insatisfeitas consigo mesmas a maior parte do tempo. É preciso atenção e prática diária para aumentar a baixa auto-estima. Construção de auto-estima A auto-estima está fortemente relacionada à maneira da forma como reagimos às situações que nos acontecem no dia-a-dia. As sugestões para construir a auto-estima incluem: Fale consigo mesmo de forma positiva – trate-se como se fosse seu melhor amigo. Seja solidário, gentil e compreensivo. Não seja duro consigo mesmo quando cometer um erro. Desafie o ‘diálogo interno’ negativo – toda vez que se auto- criticar, pare e procure por evidências objetivas de que a crítica é verdadeira. (Se pensa que não consegue fazer isto sozinho, peça a opinião de um amigo de confiança.) Acabará por entender que a maior parte de sua conversa interna negativa é infundada. Não se compare aos outros – reconheça que todos são diferentes e que toda vida humana tem valor por si só. Faça um esforço para aceitar a si mesmo, verrugas e tudo. Reconheça o positivo – por exemplo, não descarte elogios, descarte suas realizações como “azar” ou ignore seus traços positivos. Valorize as  qualidades especiais – lembre-se dos seus pontos positivos todos os dias. Escreva uma lista e consulte-a com frequência. (Se não o consgue fazer sozinhi, peça a um amigo de confiança para ajudá-lo a escrever a lista.) Esqueça o passado – concentre-se em viver no aqui e agora, em vez de reviver velhas mágoas e decepções. Diga a si mesmo uma mensagem positiva todos os dias– compre um conjunto de “cartões inspirados” e comece todos os dias  lendo um novo cartão e ande com a mensagem do cartão o dia todo. Pare de se preocupar – “se preocupar” é simplesmente se preocupar com o futuro. Aceite que  não pode ver ou mudar o futuro e tentefocar os seus pensamentos no aqui e agora. Divirta-se – programe eventos e atividades agradáveis ​​todas as semanas. Exercício – é um estímulo muito bom para o cérebro para todos os tipos de coisas, mas principalmente no combate à depressão e na ajuda a se sentir bem. As metas precisam ser passo a passo, como começar uma caminhada ao redor do quarteirão uma vez por dia.. Seja assertivo – comunique suas necessidades, vontades, sentimentos, crenças e opiniões aos outros de maneira direta e honesta. Pratique  por versões mais saudáveis. Reserve um tempo para estabelecer os novos hábitos. Mantenha um diário ou diário para registrar seu progresso.sugestões acima todos os dias preciso esforço e vigilância para substituir pensamentos e comportamentos inúas   de que nos podem conduzir ao erro. Consulte o seu médico para obter informações, conselhos e encaminhamento se estiver com problemas para melhorar sua auto-estima ou se a baixa auto-estima estiver causando problemas como depressão.   By Natacha Seixas

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Por que algumas pessoas repetem os mesmos erros de relacionamento? 

Aqui estão cinco possíveis erros comuns 1: Uma família disfuncional Ironicamente, o futuro de nosso relacionamento pode estar intimamente ligado com o nosso passado. Quando pequenos aprendemos a nossa intimidade da forma como nos ensinaram. As crianças que crescem com um cuidado acrescido, sendo cuidadoras dos pais em vez de protegidas são mais desprovidas destes sentimentos. Ter pais rígidos e excessivamente controladores pode dificultar a tomada de decisões por crianças – e depois por adultos -, enquanto pais negligentes ou desligados podem criar indivíduos com uma forte necessidade de atenção e obsessão devido à insegurança neles próprios. Embora o problema tenha começado na infância, seus efeitos podem durar até a idade adulta, geralmente na forma de desconfiança, necessidade de controle ou dificuldade em construir e manter relacionamentos. Embora nenhuma infância seja perfeita, certos tipos de disfunção afetam ás vezes de forma trágica os relacionamentos. Veja o vício, por exemplo. Estudos mostram que crianças que crescem em famílias alcoólicas trazem os problemas de sua juventude para seus relacionamentos românticos. Filhos de alcoólatras tendem a se casar com famílias com problemas de álcool. Filhas de alcoólatras têm duas vezes mais hipóteses de se casar com um alcoólatra do que filhas de não alcoólatras. Ao escolher um parceiro, seguimos o que conhecemos e aí encontramos a nossa zona de conforto. 2: Trauma na infância O abuso físico, emocional ou sexual na infância pode ter efeitos ao longo da vida. Nos relacionamentos, os sobreviventes de traumas precoces costumam lutar com isolamento social, problemas de apego e incapacidade de confiar. Se eles puderem se comprometer com um relacionamento sério, seus parceiros poderão reclamar que são desnecessariamente ciumentos ou inseguros. Cerca de 80% das crianças vítimas de abuso preenchem os critérios para um distúrbio de saúde mental aos 21 anos – depressão, ansiedade, perturbação de stresse pós-traumático e perturbações alimentares – entre os mais comuns. Há muitos adolescentes que vão pelo mundo das drogas e que em criança sofreram abusos. Este fator consequentemente tem repercussões negativas nos seus relacionamentos. Para muitos, infelizmente o ciclo de abuso não termina com eles. Uma pessoa que fere é uma pessoa ferida. Segundo algumas estimativas, um terço das crianças vítimas de abuso continua a violar os seus próprios filhos. Outros encontram-se continuamente à procura de parceiros abusivos ou indisponíveis, sub conscientemente tentam recriar o trauma da infância como se desta forma pudesse resolver o seu problema do passado mal resolvido. Isto é um indicador de mais rejeição ao trauma e só acumula mais raiva e repugnância. 3: Vício em amor A intimidade genuína é impossível para as pessoas que lutam activamente com o vício em relacionamentos, romance ou amor. Isso ocorre porque os viciados em amor são atraídos repetidamente por pessoas do mesmo género de personalidade. Indivíduos que manifestam uma tendência em magoar os sentimentos e dar em troca desprezo. Quando raramente aparece alguém que tem boas intenções o viciado em amor rapidamente se cansa e parte para outra, sentem um vazio constante. Amam intensamente mas depressa o amor se vai e necessitam de preencher essa vazio afetivo novamente com outro novo amor. Fazem juras eternas e acreditam que pode ser para sempre mas de um dia para o outro vêem todos os defeitos e  e depressa perdem o interesse. Apesar de uma longa história de relacionamentos caóticos, os viciados em amor continuam a procurar desesperadamente a tal pessoa que só existe na realidade virtual, apaixonando-se rapidamente e o que acontece muitas das vezes, num ato impensado, junta-se rapidamente a um parceiro, sem medir as consequências, levado pelo sentimento do momento,  que fica aquém dos seus padrões. O vício em amor pode ser tratado. Teremos que entender a infância ou a disfunção desde a infância e aprender como é a intimidade saudável. 4: Expectativas irrealistas Nossas expectativas em relação ao sexo e aos relacionamentos estão sempre evoluindo, talvez nunca mais do que na era digital. Como resultado da explosão de pornografia online gratuita e facilmente acessível, sites de adultério, aplicativos para smartphone e outras mídias, ficamos perguntar se a Internet matou o Cupido? Há menos de uma década, as pessoas tinham que trabalhar duro para visualizar imagens classificadas como X, marcar um encontro e iniciar um relacionamento sexual. Agora, casados ​​ou solteiros, gays ou heterossexuais, jovens ou velhos, existem inúmeras oportunidades online para obter essas coisas em qualquer lugar, a qualquer hora. A Internet tem sido um salvador para alguns, mas tem sido destrutivo para muitas relações que se mostraram promissoras com histórico de trauma ou propensas ao vício. Tudo tem que ser gerido com peso e medida, caso contrário pode verificar e uma perda de interesse em parceiros da vida real. 5: Distúrbios da saúde mental Ter um distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade ou transtorno de personalidade borderline, pode tornar os relacionamentos românticos desafiadores. As pessoas vivem mais desequilibradas do que equilibradas numa roda de emoções entre raiva, tristeza, zanga, ira. A maioria anda de coração partido à procura do que não sabe, pensa que encontra o que não quer e anda como se quisesse. O mundo do sexo e da intimidade é muito complexo quando tudo poderia ser muito simples porque afinal não temos que fazer nada, nem pensar porque o nosso sentimento faz tudo, as borboletas na barriga, um friozinho, uns tremelicos, as bochechas vermelhas, um engasgo, não dizemos nada de jeito e aí faz todo o sentido mergulharmos a dois. Em um estudo, as pessoas com doença mental eram mais propensas do que aquelas sem doença mental a ter vários parceiros ao mesmo tempo e relacionamentos mais curtos. Eles também eram sexualmente íntimos antes. Com tratamento adequado e auto cuidado, as pessoas que lutam contra a doença mental podem ter relacionamentos saudáveis ​​e estáveis, mas isso exige esforço contínuo e um parceiro de apoio- mas hoje em dia ninguém tem paciência para si, nem se ouvi a si, nem se ama a si quanto mais ao outro. Da próxima vez que embarcar em um relacionamento romântico, olhe além das simples desculpas e crenças erróneas: ninguém me quer; já estou velha para estas coisas; os homens são todos iguais; as mulheres só querem dinheiro.  Em

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