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Perturbações Traumáticas em Criança

AS CRIANÇAS E OS TRAUMAS Os traumas ocorrem com alguma frequência na infância e na adolescência. Nem todos eles levam ao aparecimento da Perturbação de Stress Pós-Traumático (PSPT), mas alguns argumentos mostram que, quando estão presentes, estas Perturbações são muitas vezes minimizadas pelos pais e até mesmo pelos profissionais. Em adultos, estas Perturbações Traumáticas são muito estudadas em contextos militares ou civis desde o final do século XIX  século, sob a neurose prazo ou neurose de guerra traumática. A partir de 1980, a terceira versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Perturbações Mentais (DSM-III) consagra o termo “Perturbação de Stress Pós-Traumático”. No entanto, o assunto não é estudado especificamente em crianças. Durante a Segunda Guerra Mundial, Anna Freud e Dorothy Burlingham foram as primeiras a se interessar pelos sintomas que aparecem em crianças submetidas a bombardeios da Força Aérea Alemã em Londres. deste estudo há que realçar que asz crianças lidam melhor com o trauma, num ambiente de pais calmos e solidários, no entanto, a ajuda das pessoas ao seu redor nem sempre evita distúrbios tardios. Só na década de 1970 registam-se mais estudos de desastres naturais, acidentes ou agressões, que se concentra na avaliação e acompanhamento de crianças.   O que é um evento traumático para a criança? Os eventos que podem levar à Perturbação de Stress Pós-Traumático (PSPT) compreendem algumas características: são repentinos e envolvem uma ameaça à vida ou risco de lesões graves ou abuso sexual. A criança pode ser a vítima ou a testemunha enquanto o evento acontece a um terceiro. Isso acarreta uma variedade de situações: abuso físico e sexual, violência doméstica, acidentes graves, ataques de cães, procedimentos médicos invasivos, incêndios, desastres naturais ou tecnológicos, guerras, etc. É muito importante a idade da criança, a maturidade, o índice de défice de coping, ou seja a sua capacidade de lidar com a situação, a perceção de ameaça e a decisão imediata de evitação e fuga em caso de perigo. Por exemplo, um ataque de um cão pequeno pode causar traumas em uma criança pequena, enquanto não o causará em um adolescente. Já nos abusos sexuais assim não se passa, pois trata-se de eventos muito traumáticos. Normalmente, as violações são de agressores parentes próximos, que acabam por agravar o trauma e são de forma intencional e com alguma frequência. A criança sente-se desprotegida e  cria medo com sintomas ansiogénicos agravados, pois a pessoa que deveria ser cuidadora acaba por destrui-la por dentro e fazer-lhe mal também fisicamente. A morte de um familiar (mãe, pai, irmão) são igualmente eventos muito traumáticos e difíceis de entender, aceitar e ultrapassar. Já a exposição a imagens violenta, vídeo jogos sangrentos e assustadores não representam por si só eventos traumáticos mas podem desencadear manifestações de ansiedade em crianças, como medo de adormecer sozinhos (terrores noturnos). O bullying, em casos extremamente graves podem ser traumáticos e originar o PSPT. Uma criança com o PSPT  fica com o seu sistema de crenças afetado e dá-se a  “Destruição das teorias sociais infantis ” (Bailly) . A criança que normalmente se sente protegida pela crença na invulnerabilidade de seus pais e na capacidade de sempre protegê-la vê essas crenças protetoras destruídas. A reação dos pais ao trauma e às dificuldades que dele podem resultar na criança também é um ponto importante no desenvolvimento e na persistência das dificuldades na criança. Se os próprios pais estão atordoados, oprimidos, ansiosos pelo evento ou pelos problemas da criança, a evolução será menos favorável. Por isso, nessas situações, é importante oferecer apoio a toda a família. Reações ao trauma Após o trauma, pode-se observar sintomas transitórios. Assim, no caso de sintomas pós-traumáticos no primeiro mês, falamos em “Perturbação de Stresse Agudo”. Em alguns casos, os sintomas melhoram em dias ou semanas. No entanto, as Perturbações Depressivas e as Perturbações de Ansiedade (especialmente a Ansiedade de Separação). A co-morbidade também foi encontrada com Abuso de Substâncias, Perturbações de Conduta, Perturbações de Oposição e Perturbações de Déficit de Atenção. Quais sintomas? A PSPT pode aparecer em qualquer idade e sempre inclui: – sintomas de recaída, que são re-atualizações do trauma que a criança revive com a mesma angústia e intensidade de quando o evento ocorreu: pensamentos intrusivos que podem resultar na criança pela necessidade de falar constantemente sobre assuntos relacionados ao evento, flashbacks (a criança parece reviver o evento sem haver nenhum lembrete particular, como se seu comportamento estivesse dissociado de sua finalidade ou de sua intencionalidade), pesadelos, angústia quando há um gatilho que faz relembrar o trauma; – sintomas de evitação de qualquer coisa que pudesse lembrar o evento; – estado de hiper-alerta: distúrbios do sono, dificuldade de concentração, hiperemotividade com irritabilidade e às vezes explosões de raiva com atitudes de vigilância, a criança fica muito ansiosa em relação ao meio; – manifestações cognitivas (memória) e emoções negativas (dor, tristeza, raiva, raiva, vergonha, culpa, sendo esta última muitas vezes importante, mas pouco verbalizada nas crianças). A idade da criança modifica a maneira como esses sintomas são expressos e condiciona o aparecimento de sintomas adicionais. Crianças em idade escolar As revivescências podem assumir a forma de um jogo traumático  em que a criança literalmente repete parte da cena traumática. Essa repetição é compulsiva, sem prazer, não alivia a criança de sua ansiedade e não deixa espaço para que terceiros desenvolvam um cenário lúdico. A brincadeira traumática não é um jogo, mas um sinal de sofrimento. Verifica-se uma incapacidade na diminuição no jogo imaginativo. Nessa idade, os sintomas frequentemente se manifestam na esfera escolar e a criança pode ver sua socialização e habilidades cognitivas prejudicadas pelo trauma. Crianças pré-escolares Antes dos 18-24 meses, observamos principalmente distúrbios do desenvolvimento psicomotor, perda de aquisições, estados de apatia com passividade ou agitação com choro e gritos incessantes, irritabilidade, medos, distúrbios do sono e alimentação, manifestações psicossomáticas, angústia de separação. Por volta dos 18 meses surge o acesso ao pensamento e aos jogos simbólicos. Esse estágio evolutivo pode condicionar a possibilidade de registrar, expressar e reviver memórias traumáticas, e os sintomas de revivescência são mais frequentes quando o trauma ocorreu após 18

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E quando tudo parece dar errado

A impotência quando nada dá certo Uma coisa é termos um dia menos bom. Outra coisa é termos dias sem fim em que nada dá certo. Passam-se meses e assim contínua. Vem a passagem de ano e ficamos cheios de esperança a pensar que agora sim tudo será diferente. E o balanço é miseravelmente o mesmo. Chorámos e por mais que nos tenhamos empenhado para que tudo tivesse resultado tudo permaneceu errado. Como uma fileira de dominós, uma peça após a outra desaba. Superar tempos difíceis certamente exige coragem, mas também requer autoconsciência e reconhecimento de quando fazer uma reset e reiniciar. É isso que quero compartilhar neste artigo – estratégias concretas para se sentir melhor, se recuperar e começar a seguir em frente novamente. Sei que não é nada fácil. Sei que sente-se sem tapete. Sei que talvez já tenha tentado vezes demais e esteja cansado(a) para tentar de novo. Mas também sei que um dia o sucesso vem. Sei que não é para sempre esta dor. Esta dor não é para sempre. Também sei que no inicio desabafava com os seus amigos e que agora deixou de o fazer porque chega a uma altura que sei que sabe que confiou e acreditou de verdade na palavra do amigos. Que abraçam com as palavras. Mas não eram abraços, ficou a saber que eram apenas palavras que o vento soprou e que tanto doem no peito e as lágrimas pelo seu rosto que já secaram de tanta desilusão, já se esgotaram no rio que secou e o coração se tornou amargo. Sei que sabe que os amigos que a ouviam lhe disseram sempre que estariam aí, para que não se preocupasse, que ajudariam na altura certa. E quando a altura certa chegou se não fosse você mesmo(a) a se auto-ajudar, eu sei que sabe que estaria sozinho(a) pior do que estava e todos se afastaram. E quando já melhoras de si sobressaíram os amigos voltaram a questionar se precisava de alguma coisa. Primeiro, reconheça que isso acontece com todos Eu sei que é muito difícil bater no fundo do poço, quando nos sentimos sem solução. Mas o que não tem solução é a morte. O fracasso é apenas uma mudança. O que assusta é não saber qual o rumo. Prepare-se porque o que muda é a zona de conforto e uma nova adaptação. Normalmente até é para melhor mas sei que passa pela ansiedade e angústia primeiro. Sei que pode passar por dificuldades, dores internas que o(a) levam ao desespero e o(a) faz temer o pior. Aproveite este tempo para refletir, tente ver o lado positivo nesse negativo. Use a sua criatividade e tente colocá-la em prática. Tente adaptar-se a vida não é delinear A verdade é que nem sempre a vida corre conforme o planeado. A estrada da vida passa por todos os tipos de reviravoltas, voltas e solavancos inesperados. Você pode dar o seu melhor e ainda assim não alcançar o objetivo que tinha em mente. Pode ter trabalhado imenso à meta que se propôs e não ter conseguido concluir. No entanto, não quer dizer que os próximos projetos têm o mesmo destino. Até porque a vida não é linear nem a estrada é reta, nem o mundo é quadrado, portanto as ideias não têm  sempre de ser cumpridas e os planos concretizados, tudo pode ser mudado ou moldado e/ou ajustado. Não se julgue nem culpe, adapte-se às circunstâncias. Até porque o que é hoje amanhã poderá não ser. Reiniciar: reconhecer quando fazer reset Faça pausas estratégicas para refrescar o cérebro e ativar a motivação para poder assumir mais tarde tarefas desafiantes. Ás vezes é necessário darmos alguns passos para trás para darmos um grande passo à frente. Cerque-se de pessoas solidárias Acredite em si. É normal nestas fases em que tudo parece não dar certo culpabilizarmo-nos por esse facto. Somos humanos e não quer dizer que o erro se deve a nós próprios. Trabalharmos a nossa autoestima é extremamente necessário para o nosso sucesso a todos os níveis. Se não conseguir superar esse momento sozinho procure ajuda de um profissional de saúde mental.   By Natacha Seixas  Consulta presencial e online   

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Estou com PPM: Uma perturbação de difícil diagnóstico

O que é a Perturbação Disfórica Pré-Menstrual e o que carateriza? A Perturbação Disfórica Pré-Menstrual – super TPM – é um tipo grave de Perturbação Pré-Menstrual ou PPM também designada por TPM, sendo causado por mudanças hormonais inerentes ao período que antecede a menstruação. O PPM atinge aproximadamente 6% da população feminina. Durante estes dias a mulher apresenta baixa produtividade a nível laboral e apresenta uma tendência para isolar-se e ficar em casa. Os níveis de ansiedade e depressão aumentam. Verifica-se baixa intolerância no relacionamento interpessoal, muita irritação interna oscilação de humor (alternância entre tristeza e alegria). Isto explica-se pelo neurotransmissor que é responsável pela regulação do sono e do humor, diminuindo os níveis da serotonina e da dopamina no cérebro, que por sua vez são responsáveis pelo bem-estar psicossomático do individuo. Os sintomas aparecem cerca de 10 até 2 dias antes do aparecimento da menstruação e tendem a disseminar-se após o decorrer da mesma. Entre os sintomas físicos mais comuns estão: cólicas dor de cabeça, inchaço, dor nas mamas, retenção de líquido. dores musculares. náuseas. Entre os emocionais estão: irritabilidade, sensação de perda de controlo, ansiedade, insónia ou sonolência, dificuldade de concentração, fome exagerada ou falta de apetite depressão. isolar-se. disforia, pensamentos negativos, desesperança. baixo autoestima. É importante referir que nem todas as mulheres manifestam todos os sintomas, algumas sentem em diferentes intensidade. Enquanto a PPM pode atingir até 75 % das mulheres, existe uma condição mais grave e exacerbada de PPM que atinge de 3% a 8%  delas, trata-se da Síndrome Disfórica Pré-Menstrual. A disforia, mudança repentina de ânimo e irritabilidade exacerbada, deve ser acompanhada por um psiquiatra, e tratada com antidepressivos na maioria desses casos. Para o diagnóstico da Perturbação Disfórica Pré-Mestrual -PDPP-os sintomas são os mesmos que a PPM mas mais  exacerbados, intensificados e severos e devem ocorrer por um mínimo três meses ininterruptos. By Natacha Seixas      

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Vitimismo: Comportamentos de um vitimista

Vitimismo: 8 comportamentos típicos através dos quais se manifesta O vitimista já tem as suas ideias, comportamentos e atitudes tão internalizados que não está consciente do seu próprio comportamento.   Todos nós gostamos de estar com pessoas que nos façam sentir bem que emanam boas energias. No entanto, existem sempre pessoas negativas, que só estão bem a falar de desgraças e a contar as notícias desastrosas que acontecem diariamente ou estão constantemente a queixarem-se. Embora ajudar alguém em necessidade seja um gesto agradável, é essencial entender se a pessoa em questão realmente precisa de nossa ajuda ou se, em vez disso, está-nos a manipular. Normalmente, estas pessoas usam as queixas e o papel de vitima como ganho secundário, para obtenção de algo. Acabam por esgotar-nos e deixar-nos com uma sensação de cansaço. O vitimismo leva essas pessoas a culpar terceiros por seu sofrimento e, como muitas vezes encontram alguém disposto a ajudá-las, raramente resolvem seus problemas com seus próprios meios. É importante saber comoessas pessoasageme quais estratégias elas usam para nos fazer sentir obrigados ajudá-las. Aqui estão 8 comportamentos típicos de pessoas que sofrem vitimização. Comportamento típico de vitimização 1. Eles estão convencidos de que o mundo está contra eles Os vitimista tem uma personalidade tipo paranóica e distorcem a realidade. O sujeito reclama constantemente e está sempre na defensiva, ele está convencido de que o mundo inteiro se vira contra ele e alimenta-se de meias verdades e desgraças. Normalmente manifesta sinais de coitadismo, de que é vitima da sociedade, inventa história em que ele é sempre a vitima e chega mesmo a ser convincente no seu discurso. Geralmente, quando nós temos a oportunidade de conversar com essas pessoas, elas reclamam incansavelmente, alegando que não são amadas ou que são incapazes de entender a situação em que se encontram. 2. Eles não assumem suas responsabilidade. A incapacidade de assumir a responsabilidade é um dos principais comportamentos das pessoas que fazem do vitimismo seu estilo de vida. Estes indivíduos acham que nós temos o dever de ajudálos, mesmo que involuntariamente, esperam que os outros assumam suas responsabilidades. Para estas pessoas, é muito fácil ignorar suas responsabilidades e, em vez disso, prefere indicar os outros como culpados, sem se preocupar com as consequências. Eles se tornam tão manipuladores que, depois de ganharem a confiança dos outros, serão capazes de fazê-los sentir-se culpados quando não puderem ajudá-los. 3. Eles ampliam os problemas Quando há uma situação menos agradável os vitimistas tendem a exagerar o problema, por exemplo se temos uma dor de cabeça é um tumor, se estamos com dor no peito já estamos com um aneurisma ou ataque cardíaco, se um carro travou de repente já atropelou alguém. Como regra, eles exigem compaixão, choram ou ficam com raiva por seus supostos “agressores” se sentirem culpados e pedir desculpas de volta. 4. Dá sempre tudo errado Conversar com essas pessoas cansa-nos, deixa-nos irritados e de mau humor, não apenas por causa de sua mentalidade negativa, mas também porque suas histórias são sempre uma tragédia e falam sempre no mesmo vezes sem conta. Falam mal do trabalho, dos vizinhos, dos amigos, dos familiares, do cão da vizinha, da telenovela, das noticias macabras e de como são insensíveis as pessoas ao seu redor. Eles são incapazes de ver as oportunidades que podem surgir da adversidade e sua mentalidade é tão fechada que não conseguem entender que algo pode melhorar. 5. Eles nunca se desculpam Quando uma pessoa que sofre de vitimização pede desculpas, ela não faz isso sinceramente. Muito raramente, as “vítimas” reconhecem seus erros e pedem desculpas aos diretamente envolvidos. No entanto, quando o fazem logo de seguida dizem, mas eu tive razão, viste o que eu sofri, foste muita má(u) para mim… Seus mecanismos de manipulação são tão eficazes que lhes permitem sempre se justificar e desempenhar o papel de “bom”. 6. Eles sentem pena de si mesmos As pessoas que se acostumam a desempenhar o papel de vítima na frente dos outros estão acostumadas a apontar os seus pontos fracos e são altamente críticos a si mesmas. O hábito de sentir pena de si mesmos os leva a reconhecer-se como crianças indefesas ou pessoas frágeis diante da sociedade. Se eles não conseguem gerar simpatia ou empatia pelos outros, eles se consolam para segregar ainda mais em seu papel de vítimas. 7. Eles sentem-se constantes perdedores Mesmo quando algo de positivo aconteça com eles, eles encontram falhas em tudo e preferem fazer uma triagem dos pensamentos negativos e tóxicos. Todas as oportunidades no mundo são incapazes de fazer essas pessoas felizes. Eles reclamam se têm, se não têm, se alguém tem mais chance do que eles. Dessa maneira, eles mantêm vivo um círculo vicioso que os impede de progredir significativamente 8. Eles guardam rancores Para não pararem de sofrer, essas pessoas vivem de experiência dolorosas do passado em que alguém ou alguma coisa lhes causava dor. Eles são incapazes de deixar para trás os episódios que os fizeram sofrer e geralmente aproveitam qualquer oportunidade de revivê-los no presente. Se você conhece alguém com essas características, tenha cuidado! Se é um ente querido que  deseja ajudar, lembre-se de que muitas de suas ações são hábitos difíceis de abandonar. Não deixe que aqueles que recorrem ao vitimismo absorvam toda a sua energia e tente ficar longe dos problemas deles, para não arriscarem ser manipulados.   By Natacha Seixas  

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Saiba que se sentir ansioso com o Covid-19 em fase de confinamento é bem normal?

Saiba que se sentir ansioso com o Covid-19 em fase de confinamento é bem normal?   “O pânico cria realidades alternativas que dificultam a racionalidade e ESTAMOS DE FACTO a viver uma situação de pânico generalizada. ESTE CENÁRIO QUE SE ESTENDE A NIVEL MUNDIAL FAVORECE  o aparecimento de síndromes relacionadas com o pânico e  o isolamento pode ser O CLICK PARA ariadas perturbações mentais. As plataformas de redes sociais, lançam alertas a todo o momento, saturam de informações que aos poucos nos começam a angustiar, a colocar em nós próprios um mal-estar permanente, uma tristeza instalada. Com notícias sobre o aumento do número de mortos e o numero do desemprego a aumentar, os ventiladores que não chegam para curar pessoas, o dilema de escolher entre quem morre e quem vive. O medo do contágio e saber que até podemos ser um de nós. A incerteza do amanhã. O saber que começou e o saber quando termina e como termina para cada um de nós e para os nossos. A ansiedade é uma resposta natural ao desconhecido, por isso é normal sentir-se inquieto, já que muito do vírus é desconhecido, mesmo para os especialistas. “A ansiedade é a maneira da mãe natureza de tentar nos proteger, empurrando-nos a resolver incertezas e descobrir uma solução”, Além disso, há perda de empregos, problemas familiares, uma questão adaptativa de forma abrupta que é o periodo de quarentena. ficar confinado a 4 paredes. Isto tudo é nada mais do que uma valente recita para ter stress e ansiedade. e também pode conduzir à depresão. Porém, embora seja muito difícil eliminar o stress relacionado ao Covid-19, ele pode e deve ser gerenciado para que  possa manter sua saúde mental – e sua imunidade. E COMO PODEMOS GERENCIAR O STRESS DIANTE DO COVID-19 E O CONFINAMENTO? 1- Veja apenas o necessário na comunicação social e o fidedigno, especialmente se é uma pessoa muito ansiosa. Como o pânico surge quando as pessoas superestimam uma ameaça e subestimam suas habilidades de enfrentamento, “observar a cobertura que enfatiza repetidamente a rápida disseminação do coronavírus e a falta de tratamento eficaz” é um combustível para o fogo da ansiedade- ENTÃO VEJA APENAS FONTE CONFIAVEIS. 2-Faça o que puder para se proteger a si e à  sua família, incluindo excelentes práticas de higiene e distanciamento social. A ação é o antídoto para a ansiedade, e na verdade há muita coisa que as pessoas podem fazer para proteger a si  eas suas famílias. Lave as mãos com frequência e com cuidado, higienize superfícies de alto toque, evite pessoas doentes, verifique se  tem um suprimento de alimentos necessários para sair o menos possível. Fque em casa o máximo possível. Se desejar faça voluntariado e mostre o melhor de si ajude quem mais precisa sem colocar a sua vida em risco. Ofereça-se para levar alimentos ou medicamentos a quem está em risco ou doente, ou sozinho sem capacidades para o fazer. 3-SEJA GRATO, não deseje mudar ou desaparecer. Em vez de se preocupar em ser contagiado pelo Covid-19, ou o perigo do seu casamento estar por um fio e só de pensar que tem que ficar em tele-trabalho com os filhos a discutirem a toda a hora um com o outro até o Outono, ainda vale a pena concentrar-se no que valoriza e no que mais agradece”. 3.Faça uma “lista de gratidão” diária para criar resiliência psicológica. Prepararmos uma lista de gratidão amplia a nossa perspectiva e de reconhecer que embora as coisas sejam desafiadoras e incertas, também existem coisas boas em nossas vidas diárias e isso pode fazer uma grande diferença. 4-Procure ajuda virtual de profissionais de saúde mental ou faça o download de um aplicativo anti-stress. Se sente que se encontra num estado muito ansiogênico, com dificuldades em ouvir alguém, fica muito irritado, com raiva, zanga e não aguento porque torna-se explosivo rapidamente, então o melhor mesmo é procurar um psicólogo online para lhe ajudar a ultrapassar esta situação. Em ultimo caso, uma medicação S.O.S. poderá também ajudar-lhe a controlar os episódios de impulso. 5-Apenas Respire. Certamente, que há muito que ensinaram a arte de respirar e meditar, bem como os benefícios das mesmas. 6-Tente manter uma rotina. Mantenha uma  rotina. As crianças também agradecem, tornam-se menos tensas e angustiadas,  com horários de leitura programados e entre outras atividades. 7- Coma saudável, não fume e se exercite sempre que possível. Boa nutrição e movimento suficiente são bons para o corpo e a mente. “Fumar pode aumentar o risco de desenvolver doenças graves se você for infectado pelo COVID-19”, e agrava o quadro clinico. Para as pessoas quem está quem está em teletrabalho, convém que se levante para uma pequena pausa a cada 30 minutos. 8-Use o tempo para alcançar os entes queridos e reconectar-se com velhos amigos. O isolamento social pode alimentar a depressão e, a longo prazo, está até vinculado a uma vida útil mais curta. Podemos estar fisicamente longe das pessoas mas isso não nos limita a desconexão das mesmas. Felizmente, hoje é mais fácil do que nunca. Para evitarmos contrair o vírus  e continuar a manter-nos sociais não precisamos necessariamente de nos expormos ao mesmo temos felizmente hoje em dia muitas redes sociais a que podemos recorrer: Facebook, Intagram, Whatssap. Se as pessoas viverem num ambiente de amor, o ambiente de confinamento a que estamos sujeitos torna-se claramente mais suportável. By Natacha Seixas

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Costrução da Auto-estima

A Auto-estima é a sua opinião de si mesmo. Ocasionalmente, todo mundo não auto-estima faz com que não tenhamos confiança em nós próprios, e é por isso que normalmente estas pessoas são infelizes ou insatisfeitas consigo mesmas a maior parte do tempo. É preciso atenção e prática diária para aumentar a baixa auto-estima. Construção de auto-estima A auto-estima está fortemente relacionada à maneira da forma como reagimos às situações que nos acontecem no dia-a-dia. As sugestões para construir a auto-estima incluem: Fale consigo mesmo de forma positiva – trate-se como se fosse seu melhor amigo. Seja solidário, gentil e compreensivo. Não seja duro consigo mesmo quando cometer um erro. Desafie o ‘diálogo interno’ negativo – toda vez que se auto- criticar, pare e procure por evidências objetivas de que a crítica é verdadeira. (Se pensa que não consegue fazer isto sozinho, peça a opinião de um amigo de confiança.) Acabará por entender que a maior parte de sua conversa interna negativa é infundada. Não se compare aos outros – reconheça que todos são diferentes e que toda vida humana tem valor por si só. Faça um esforço para aceitar a si mesmo, verrugas e tudo. Reconheça o positivo – por exemplo, não descarte elogios, descarte suas realizações como “azar” ou ignore seus traços positivos. Valorize as  qualidades especiais – lembre-se dos seus pontos positivos todos os dias. Escreva uma lista e consulte-a com frequência. (Se não o consgue fazer sozinhi, peça a um amigo de confiança para ajudá-lo a escrever a lista.) Esqueça o passado – concentre-se em viver no aqui e agora, em vez de reviver velhas mágoas e decepções. Diga a si mesmo uma mensagem positiva todos os dias– compre um conjunto de “cartões inspirados” e comece todos os dias  lendo um novo cartão e ande com a mensagem do cartão o dia todo. Pare de se preocupar – “se preocupar” é simplesmente se preocupar com o futuro. Aceite que  não pode ver ou mudar o futuro e tentefocar os seus pensamentos no aqui e agora. Divirta-se – programe eventos e atividades agradáveis ​​todas as semanas. Exercício – é um estímulo muito bom para o cérebro para todos os tipos de coisas, mas principalmente no combate à depressão e na ajuda a se sentir bem. As metas precisam ser passo a passo, como começar uma caminhada ao redor do quarteirão uma vez por dia.. Seja assertivo – comunique suas necessidades, vontades, sentimentos, crenças e opiniões aos outros de maneira direta e honesta. Pratique  por versões mais saudáveis. Reserve um tempo para estabelecer os novos hábitos. Mantenha um diário ou diário para registrar seu progresso.sugestões acima todos os dias preciso esforço e vigilância para substituir pensamentos e comportamentos inúas   de que nos podem conduzir ao erro. Consulte o seu médico para obter informações, conselhos e encaminhamento se estiver com problemas para melhorar sua auto-estima ou se a baixa auto-estima estiver causando problemas como depressão.   By Natacha Seixas

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Por que algumas pessoas repetem os mesmos erros de relacionamento? 

Aqui estão cinco possíveis erros comuns 1: Uma família disfuncional Ironicamente, o futuro de nosso relacionamento pode estar intimamente ligado com o nosso passado. Quando pequenos aprendemos a nossa intimidade da forma como nos ensinaram. As crianças que crescem com um cuidado acrescido, sendo cuidadoras dos pais em vez de protegidas são mais desprovidas destes sentimentos. Ter pais rígidos e excessivamente controladores pode dificultar a tomada de decisões por crianças – e depois por adultos -, enquanto pais negligentes ou desligados podem criar indivíduos com uma forte necessidade de atenção e obsessão devido à insegurança neles próprios. Embora o problema tenha começado na infância, seus efeitos podem durar até a idade adulta, geralmente na forma de desconfiança, necessidade de controle ou dificuldade em construir e manter relacionamentos. Embora nenhuma infância seja perfeita, certos tipos de disfunção afetam ás vezes de forma trágica os relacionamentos. Veja o vício, por exemplo. Estudos mostram que crianças que crescem em famílias alcoólicas trazem os problemas de sua juventude para seus relacionamentos românticos. Filhos de alcoólatras tendem a se casar com famílias com problemas de álcool. Filhas de alcoólatras têm duas vezes mais hipóteses de se casar com um alcoólatra do que filhas de não alcoólatras. Ao escolher um parceiro, seguimos o que conhecemos e aí encontramos a nossa zona de conforto. 2: Trauma na infância O abuso físico, emocional ou sexual na infância pode ter efeitos ao longo da vida. Nos relacionamentos, os sobreviventes de traumas precoces costumam lutar com isolamento social, problemas de apego e incapacidade de confiar. Se eles puderem se comprometer com um relacionamento sério, seus parceiros poderão reclamar que são desnecessariamente ciumentos ou inseguros. Cerca de 80% das crianças vítimas de abuso preenchem os critérios para um distúrbio de saúde mental aos 21 anos – depressão, ansiedade, perturbação de stresse pós-traumático e perturbações alimentares – entre os mais comuns. Há muitos adolescentes que vão pelo mundo das drogas e que em criança sofreram abusos. Este fator consequentemente tem repercussões negativas nos seus relacionamentos. Para muitos, infelizmente o ciclo de abuso não termina com eles. Uma pessoa que fere é uma pessoa ferida. Segundo algumas estimativas, um terço das crianças vítimas de abuso continua a violar os seus próprios filhos. Outros encontram-se continuamente à procura de parceiros abusivos ou indisponíveis, sub conscientemente tentam recriar o trauma da infância como se desta forma pudesse resolver o seu problema do passado mal resolvido. Isto é um indicador de mais rejeição ao trauma e só acumula mais raiva e repugnância. 3: Vício em amor A intimidade genuína é impossível para as pessoas que lutam activamente com o vício em relacionamentos, romance ou amor. Isso ocorre porque os viciados em amor são atraídos repetidamente por pessoas do mesmo género de personalidade. Indivíduos que manifestam uma tendência em magoar os sentimentos e dar em troca desprezo. Quando raramente aparece alguém que tem boas intenções o viciado em amor rapidamente se cansa e parte para outra, sentem um vazio constante. Amam intensamente mas depressa o amor se vai e necessitam de preencher essa vazio afetivo novamente com outro novo amor. Fazem juras eternas e acreditam que pode ser para sempre mas de um dia para o outro vêem todos os defeitos e  e depressa perdem o interesse. Apesar de uma longa história de relacionamentos caóticos, os viciados em amor continuam a procurar desesperadamente a tal pessoa que só existe na realidade virtual, apaixonando-se rapidamente e o que acontece muitas das vezes, num ato impensado, junta-se rapidamente a um parceiro, sem medir as consequências, levado pelo sentimento do momento,  que fica aquém dos seus padrões. O vício em amor pode ser tratado. Teremos que entender a infância ou a disfunção desde a infância e aprender como é a intimidade saudável. 4: Expectativas irrealistas Nossas expectativas em relação ao sexo e aos relacionamentos estão sempre evoluindo, talvez nunca mais do que na era digital. Como resultado da explosão de pornografia online gratuita e facilmente acessível, sites de adultério, aplicativos para smartphone e outras mídias, ficamos perguntar se a Internet matou o Cupido? Há menos de uma década, as pessoas tinham que trabalhar duro para visualizar imagens classificadas como X, marcar um encontro e iniciar um relacionamento sexual. Agora, casados ​​ou solteiros, gays ou heterossexuais, jovens ou velhos, existem inúmeras oportunidades online para obter essas coisas em qualquer lugar, a qualquer hora. A Internet tem sido um salvador para alguns, mas tem sido destrutivo para muitas relações que se mostraram promissoras com histórico de trauma ou propensas ao vício. Tudo tem que ser gerido com peso e medida, caso contrário pode verificar e uma perda de interesse em parceiros da vida real. 5: Distúrbios da saúde mental Ter um distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade ou transtorno de personalidade borderline, pode tornar os relacionamentos românticos desafiadores. As pessoas vivem mais desequilibradas do que equilibradas numa roda de emoções entre raiva, tristeza, zanga, ira. A maioria anda de coração partido à procura do que não sabe, pensa que encontra o que não quer e anda como se quisesse. O mundo do sexo e da intimidade é muito complexo quando tudo poderia ser muito simples porque afinal não temos que fazer nada, nem pensar porque o nosso sentimento faz tudo, as borboletas na barriga, um friozinho, uns tremelicos, as bochechas vermelhas, um engasgo, não dizemos nada de jeito e aí faz todo o sentido mergulharmos a dois. Em um estudo, as pessoas com doença mental eram mais propensas do que aquelas sem doença mental a ter vários parceiros ao mesmo tempo e relacionamentos mais curtos. Eles também eram sexualmente íntimos antes. Com tratamento adequado e auto cuidado, as pessoas que lutam contra a doença mental podem ter relacionamentos saudáveis ​​e estáveis, mas isso exige esforço contínuo e um parceiro de apoio- mas hoje em dia ninguém tem paciência para si, nem se ouvi a si, nem se ama a si quanto mais ao outro. Da próxima vez que embarcar em um relacionamento romântico, olhe além das simples desculpas e crenças erróneas: ninguém me quer; já estou velha para estas coisas; os homens são todos iguais; as mulheres só querem dinheiro.  Em

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Covid-19 e o Impato Psicológico

O primeiro caso confirmado de coronavírus apareceu na china em 17 de Novembro de 2019. Até o final de dezembro, os médicos chineses comunicarem para o mundo as noticias desastrosas do que viria a ser cientificamente designado por Covid-19 . No entanto, o governo chinês tentou impedir que as informações sobre o vírus saíssem e prendeu médicos envolvidos no combate à disseminação do vírus mortal que origina pneumonia.  As pessoas na China continuaram suas atividades habituais desconhecendo o perigo do que estavam a correr. Verificaram-se 3.200 mkortes na China. Números que levantam suspeitas da CIA. Rapidamente, pelo número elevado de mortes, foi decretado pela Organização Mundial De Saúde (OMS) a dia 11 de Março de 2020, o estado de Pandemia Mundial e depressa o Covid-19 se espalhou aos 180 países do mundo. Até hoje (9 de Abril de 2020), 211.600 pessoas foram consideradas curadas da doença (Covid-19). Em termos de mortes, atingiu-se um novo máximo, 88.982 vítimas mortais por todo o Globo, e o número de recuperados eleva-se para 89.054. O número de infetados rondam 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo.   IMPATO PSICOLÓGICO DURANTE E PÓS QUARENTA Um estudo muito recente do impato psicológico da quarentena relata que a maioria dos  indivíduos em quarentena manifestou efeitos como confusão, raiva, ira, ansiedade, depressão e sintomas de stress pós- traumático, que poderá estender-se até três anos. Os mentalmente vulneráveis, os idosos, os hospitalizados As pessoas  com histórico de doenças psiquiátricas são designadas por pessoas com sofrimento psíquico crónico. Se uma pessoa é ansiogénica e sofre de Perturbação do Pânico , a sensação de desamparo e falta de controle induzida por uma quarentena forçada só pode exacerbar a ansiedade. Para pessoas que são claustrofóbicas, ficar confinado a um espaço pequeno pode ser extremamente aterrorizador. Pessoas com ideação suicida podem estar particularmente em risco nessas circunstâncias. Outra população vulnerável são os idosos, confinados em suas casas ou em lares, onde a infecção pode se espalhar facilmente se não for evitada. Como as pessoas mais velhas correm mais risco de mortalidade, devem permanecer em estado de quarentena até que a situação se resolva por completo. Os idosos podem ser os que mais podem apresentar sentimentos de abandono, medo e solidão. As pessoas que estão confinadas em hospitais, podem manifestar sentimentos de medo, confusão e desespero, por receio de ficarem contagiados e incertezas aquando poderão receber visitas dos seus familiares derivado ás restrições impostas pela quarentena, pelo fato, de perigo de contágio. Como atenuar os efeitos da quarentena Pesquisas que já foram efetuadas mostram que a quarentena é mais bem tolerada e a conformidade melhora quando as pessoas obtêm informações fidedignas sobre a natureza da doença e os benefícios da do isolamento. Se as pessoas forem forçadas não cumprem, é muito melhor explicar os riscos/benefícios da quarentena para a saúde para que desta forma consigamos uma melhor consciência coletiva e uma melhor gestão nesta situação de pandemia. As pessoas não se podem sentir vitimas da situação mas participantes ativos e responsáveis pelo sucesso da recuperação rápida de uma catástrofe mundial. É fundamental não abandonar aqueles que são mais vulneráveis. Pessoas que sofrem de doença mental precisam ter acesso a terapeutas e medicamentos – com telemedicina, médicos online, se necessário. Profissionais de saúde mental, membros da comunidade e da família precisam estar cientes dos desafios que o isolamento apresenta às pessoas sob seus cuidados – ou àqueles da comunidade – e verificá-los com frequência. Os idosos que moram sozinhos precisam ter alguém que os contate e que os tranquilize, é igualmente importante que possam contar com alguém da família ou uma pessoa destinada que tenha todos os cuidados indispensáveis para a não propagação do vírus, dada a sua vulnerabilidade à saúde. Aqueles em lares ou hospitais ainda têm acesso às pessoas que cuidam deles. Atualmente, as redes sociais são uma mais valia para intercomunicar e disfarçar o isolamento interpessoal:  telefone, mensagens de texto, e-mail e até cartas postadas podem fazer a diferença. O ato de alcançar é mais importante do que qualquer coisa que precise ser dita. Pacientes isolados precisam de sentir o quanto importantes são na sociedade. Os cuidados com as crianças são de extrema importância: fazer atividades rotineiras. Manter a rotina é demasiado importante. Os mais pequenos precisam de horas destinadas para se orientarem. Horas para estudar, horas para almoçar, lanchar e jantar. Horas para dormir e acordar. Horas para brincar com os pais. Os casais vão perceber que a adaptação a 24h em conjunto não vai ser nada fácil. Talvez poderão verificar que cada um mudou ao seu ritmo. Poderão até não reconhecer a pessoa com quem vivem atualmente. Não quer dizer que o cônjuge tivesse mudado mas poderá ser significado que você próprio mudou e seja o reflexo de si no outro. As divergências e conflitos pela força das circunstâncias poderão surgir e o desespero seja uma constante à medida que o tempo de isolamento aumenta.  E tenderá tendência agravar se a quarentena for passada com familiares mais próximos dos cônjuges. É benéfico que fique combinado que cada membro da família tenha 1 hora por dia para si sozinho, num espaço num canto da casa para que consiga reunir forças e energias para se estabilizar emocionalmente. É de prever que no fim da quarentena e quando estiver tudo mais estabilizado o número de divórcios tenda aumentar. by Natacha seixas VIDEO DE YOUTUBE

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