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Gerir as emoções para ser feliz

Somos seres humos pensantes com emoções. Todos sentimentos, todos rimos e choramos. Todos gostamos mais ou menos. Para vivermos é preciso nascermos e sabemos que um dia vai acontecer. O dia vai chegar. Todos somos mortais. Então porque não fazemos para nos sentirmos bem e encaramos a vida tal e qual como ela é. Se vamos ao médico quando temos um braço partido e colocamos gesso para o tratar, se temos uma amigdalite e tomamos antibiótico para sarar, se achamos normal injetarmos insulina para a diabetes. Então porque temos vergonha e nos culpabilizamos por nos sentirmos tristes, sem ânimo, sem conseguirmos levantar da cama para fazermos a nossa rotina diária que antes nos era tão simples e normal. Sei que ao olhar do outro também possa ser preguiça e ao teu olhar sei que sentes que não se trata de uma simples preguiça ou querer faltar ao trabalho, até porque o teu corpo não consegue reagir, estás apático, as tuas emoções estão doentes. Quando se trata de procurar ajuda médica para o físico o ser humano vai. Mas no que se trata a procurar ajuda psicológica ainda existe um longo caminho a percorrer. Regista-se uma tendência a esconder as emoções e o teu verdadeiro estado exaustivo, ri quando pretende chorar, está presente quando só quer fugir, e assim se afoga amarguras e o quadro clinico se agrava. Não é vergonha estar afetado psicologicamente. Somos seres que falham e também temos os nossos interruptores mentais que avariam. Sabes que não  precisas de viver assim. há cura, há solução, não faças da tua doença um caminho sem saída.     Espero que um dia estes mitos acabem e que as pessoas vejam a saúde mental com normalidade e dêem o mesmo valor como dão à saúde física sem culpas e ressentimentos. Só assim podemos pòr fim às nossas dores e ter mais qualidade de vida e viver de emoções saudáveis- Emoções positivas geram comportamentos saudáveis logo sentimentos que promovem o bem-estar.   By Natacha seixas

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Como Identificar uma Pessoa Arrogante

O QUE É SER ARROGANTE ARROGANTE é, conforme a etimologia, derivado do latim adrogare. Esta palavra indica ao individuo o pleno direito de exigir dos outros determinadas posturas e comportamentos. As pessoas arrogantes pensam que são superiores às outras, são orgulhosas, prepotentes, acreditam que sabe tudo, são autoritárias, acreditam que são donos da razão e que têm ideias geniais, gostam de ser o centro das atenções e humilhar os demais. Quando trabalham em equipa, tendem arranjar problemas e criam um ambiente tenso, colocam as culpas no outros elementos do grupo. Os arrogantes possuem duas caraterísticas comuns: olham por cima do ombro com um ar de superioridade e tem um tom de voz caraterístico, de eu posso, quero e mando. O que o arrogante não sabe é que tem graves problemas de auto-estima e auto-afirmação e precisam constante da aprovação dos outros. São indivíduos inseguros, têm muitas dúvidas e têm receio de estar errados mas nunca manifestam esses sentimentos. UM COMPORTAMENTO ARROGANTE GERA REPULSA DO DEMAIS. NINGUÉM TEM PACIÊNCIA PARA LIDAR COM PESSOAS ASSIM. UM COMPOETAMENTO ARROGANTE É INACEITÁVEL  NO CONVIVIO SOCIAL. Uma pessoa arrogante tem falta de bom senso e uma falsa perceção da realidade, normalmente são ácidas a comentar e cínicas nas suas opiniões revelando um humor negro e falta de espiritualidade para enfrentar as situações. A falta de humildade é uma das principais caraterísticas do arrogante. Outra caraterística é a a suposta auto-confiança que fica gravemente lesada após uma critica negativa. O arrogante ao receber um feedback negativo  recebe-o como incongruente e não o aceita de forma alguma. Jamais se sente inferior ou ao mesmo nível que as outras pessoas. Esta falsa perceção de superioridade em que o arrogante vive, cria um egocentrismo de tal forma que funciona como um mecanismo de defesa para alimentar os seus medos, auto-estima, angústias e caprichos. Trabalhar com uma pessoa arrogante pode tornar-se insuportável. Tente entender e não entre em competição. Se não aguenta a arrogância dos arrogantes o melhor é afastar-se.   By Natacha Seixas

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Estou com PPM: Uma perturbação de difícil diagnóstico

O que é a Perturbação Disfórica Pré-Menstrual e o que carateriza? A Perturbação Disfórica Pré-Menstrual – super TPM – é um tipo grave de Perturbação Pré-Menstrual ou PPM também designada por TPM, sendo causado por mudanças hormonais inerentes ao período que antecede a menstruação. O PPM atinge aproximadamente 6% da população feminina. Durante estes dias a mulher apresenta baixa produtividade a nível laboral e apresenta uma tendência para isolar-se e ficar em casa. Os níveis de ansiedade e depressão aumentam. Verifica-se baixa intolerância no relacionamento interpessoal, muita irritação interna oscilação de humor (alternância entre tristeza e alegria). Isto explica-se pelo neurotransmissor que é responsável pela regulação do sono e do humor, diminuindo os níveis da serotonina e da dopamina no cérebro, que por sua vez são responsáveis pelo bem-estar psicossomático do individuo. Os sintomas aparecem cerca de 10 até 2 dias antes do aparecimento da menstruação e tendem a disseminar-se após o decorrer da mesma. Entre os sintomas físicos mais comuns estão: cólicas dor de cabeça, inchaço, dor nas mamas, retenção de líquido. dores musculares. náuseas. Entre os emocionais estão: irritabilidade, sensação de perda de controlo, ansiedade, insónia ou sonolência, dificuldade de concentração, fome exagerada ou falta de apetite depressão. isolar-se. disforia, pensamentos negativos, desesperança. baixo autoestima. É importante referir que nem todas as mulheres manifestam todos os sintomas, algumas sentem em diferentes intensidade. Enquanto a PPM pode atingir até 75 % das mulheres, existe uma condição mais grave e exacerbada de PPM que atinge de 3% a 8%  delas, trata-se da Síndrome Disfórica Pré-Menstrual. A disforia, mudança repentina de ânimo e irritabilidade exacerbada, deve ser acompanhada por um psiquiatra, e tratada com antidepressivos na maioria desses casos. Para o diagnóstico da Perturbação Disfórica Pré-Mestrual -PDPP-os sintomas são os mesmos que a PPM mas mais  exacerbados, intensificados e severos e devem ocorrer por um mínimo três meses ininterruptos. By Natacha Seixas      

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Costrução da Auto-estima

A Auto-estima é a sua opinião de si mesmo. Ocasionalmente, todo mundo não auto-estima faz com que não tenhamos confiança em nós próprios, e é por isso que normalmente estas pessoas são infelizes ou insatisfeitas consigo mesmas a maior parte do tempo. É preciso atenção e prática diária para aumentar a baixa auto-estima. Construção de auto-estima A auto-estima está fortemente relacionada à maneira da forma como reagimos às situações que nos acontecem no dia-a-dia. As sugestões para construir a auto-estima incluem: Fale consigo mesmo de forma positiva – trate-se como se fosse seu melhor amigo. Seja solidário, gentil e compreensivo. Não seja duro consigo mesmo quando cometer um erro. Desafie o ‘diálogo interno’ negativo – toda vez que se auto- criticar, pare e procure por evidências objetivas de que a crítica é verdadeira. (Se pensa que não consegue fazer isto sozinho, peça a opinião de um amigo de confiança.) Acabará por entender que a maior parte de sua conversa interna negativa é infundada. Não se compare aos outros – reconheça que todos são diferentes e que toda vida humana tem valor por si só. Faça um esforço para aceitar a si mesmo, verrugas e tudo. Reconheça o positivo – por exemplo, não descarte elogios, descarte suas realizações como “azar” ou ignore seus traços positivos. Valorize as  qualidades especiais – lembre-se dos seus pontos positivos todos os dias. Escreva uma lista e consulte-a com frequência. (Se não o consgue fazer sozinhi, peça a um amigo de confiança para ajudá-lo a escrever a lista.) Esqueça o passado – concentre-se em viver no aqui e agora, em vez de reviver velhas mágoas e decepções. Diga a si mesmo uma mensagem positiva todos os dias– compre um conjunto de “cartões inspirados” e comece todos os dias  lendo um novo cartão e ande com a mensagem do cartão o dia todo. Pare de se preocupar – “se preocupar” é simplesmente se preocupar com o futuro. Aceite que  não pode ver ou mudar o futuro e tentefocar os seus pensamentos no aqui e agora. Divirta-se – programe eventos e atividades agradáveis ​​todas as semanas. Exercício – é um estímulo muito bom para o cérebro para todos os tipos de coisas, mas principalmente no combate à depressão e na ajuda a se sentir bem. As metas precisam ser passo a passo, como começar uma caminhada ao redor do quarteirão uma vez por dia.. Seja assertivo – comunique suas necessidades, vontades, sentimentos, crenças e opiniões aos outros de maneira direta e honesta. Pratique  por versões mais saudáveis. Reserve um tempo para estabelecer os novos hábitos. Mantenha um diário ou diário para registrar seu progresso.sugestões acima todos os dias preciso esforço e vigilância para substituir pensamentos e comportamentos inúas   de que nos podem conduzir ao erro. Consulte o seu médico para obter informações, conselhos e encaminhamento se estiver com problemas para melhorar sua auto-estima ou se a baixa auto-estima estiver causando problemas como depressão.   By Natacha Seixas

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Quando o cancro bate à porta!

Durante os 17 anos que trabalhei com doentes de cancro e seus familiares assisti a muitos sonhos desfeitos, muitas vidas sem tempo, outras renasceram entre outras que não sabiam muito bem o que sentiam, faziam e iria acontecer na incerteza da certeza do diagnóstico. Todos os doentes passam pelas fases da zanga, raiva negação, recusa, à aceitação e esperança ainda que não sigam por esta ordem. Muitos agarram-se à fé enquanto outro afastam-se dela por sentirem que não mereciam ser abandonados por Deus. À medida que eu andava pelos corredores do hospital, com cheiro a éter, alternando entre silêncios dolorosos e gritos de dor eu analisava o processo do paciente seguinte antes de debater-me com mais uma realidade dura. A maioria em pré-cirurgia ou pós-cirurgia, outros para transplante. O meu papel era desmistificar o “bicho” do cancro que é “mortifero”. Nem sempre o é! Aliás, atualmente a taxa de sobrevivência já é muito alta. Baixar os níveis de ansiedade e encorajar a adesão aos tratamentos. Para além dos problemas associados ao passado e presente que eram trabalhados nos seus aspetos afetivo-emocionais. Muito do trabalho passa pelo apoio à família e aos profissionais de saúde. Quando o enfermo é uma criança a família precisa de apoio redobrado porque terá de ser os alicerces do filho. A criança vai reagir consoante a família reagir. A família ao receber um diagnóstico de cancro  expressa angústia intensa e persistente que interfere na sua qualidade de vida com sentimentos de impotência e desespero. As crianças só têm a noção da realidade da doença após os efeitos secundários dos tratamentos da quimioterapia que são nocivos e podem sofrer abstinência, fazer birras, ter dificuldade em comer ou dormir ou recusar-se a seguir o tratamento recomendado. Os próprios pais ao verem o filho a sofrerem de tal forma, procuram 2ª opinião e colocam tudo em questão. Uma onda de dúvidas do que poderá ser melhor para o seu filho se coloca e muitas vezes pensam também abandonar o tratamento e procurar outro no estrangeiro. A criança experimenta intensa angústia ou dor durante procedimentos ou outros aspectos do tratamento que interferem em sua qualidade de vida ou capacidade de acessar cuidados médicos. O paciente se recusa a frequentar a escola devido aos efeitos da medicação e é fisicamente incapaz de ir à escola. A fadiga é demasiado grandiosa e a aparência física deixa a criança com uma auto-estima baixa procurando o isolamento interpessoal. Há uma série de fatores condicionantes na vida da família, toda a rotina muda, a criança tem de ser novamente estimulada e consciencializada que os efeitos do tratamento são passageiros e os seus colegas também têm de estar preparados para a recepção desta mudança. É importante que a criança com cancro sinta-se integrada socialmente e útil, para que pense o menos possível nos menos bons momentos que tem passado. Tem de sentir apoio, compreensão e acreditar que é algo passageiro. Uma mente positiva contribui para o sucesso do tratamento. Uma coisa é certa, um doente sobrevivente de cancro jamais é o mesmo porque torna-se num ser muito melhor. Um doente de cancro, não tem medo de lutar pelos seus sonhos e dizer o que realmente pensa. As coisas materiais perdem o sentido e passam a viver numa dimensão superior da emoção e vivem mais intensamente e com mais tranquilidade. Dedico a todos os doentes oncológicos de coração apertadinho! By Natacha Seixas

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Estudo revela que mulheres divorciadas ou solteiras são as mais felizes

Estudo revela tudo e diz que as mulheres que preferem estar solteiras e as que se divorciaram são as mais felizes. Este estudo foi realizado em 79 mil mulheres e veio confirmar o que eu já desconfiava que as mulheres são bem mais felizes livres do que a maioria (nem todas) que passa por uma vida de aparências a viver aquilo que não tem, a imaginar o que não sente e a querer o que pode ter mas não tem coragem de colocar um fim na relação por muitas questões que são secundárias, se ponderarmos pesar com a sua própria felicidade. A zona de conforto parece causar menos dor do que o desconhecido. Viver uma vida insatisfeito não pode ser mais hipnótico do que viver uma vida de desafios e sentir-se vivo nas emoções. Este estudo durou três anos, com mulheres que já tinham todas passado pela menopausa, viúvas não foram incluídas, de idades compreendidas entre os 50 a 79 anos, que foram recrutadas de vários lugares dos Estados Unidos da América, e estas  durante este percurso ou se casaram, ou viveram em uma união de facto ou se divorciaram e eis o que aconteceu por este período de tempo: As mulheres solteiras que se casaram começaram a ingerir mais álcool, o seu IMC aumentou e deu-se também o aumento da tensão arterial. As mulheres casadas que se divorciaram ou separam em comparação com as que continuaram casadas ou em união de facto, o IMC diminuiu, verificou-se uma melhoria nos hábitos sedentários, começaram adotar hábitos de vida saudáveis, maior atividade física e uma alimentação saudável, com diminuição da circunferência da cintura. Em contrapartida um dado não muito saudável as mulheres que não fumavam antes do estudo, quando se divorciavam manifestavam maiores probabilidades a começar a fumar. Quer uma dica: Pense muito bem antes de casar. Natacha Seixas     Texto originalmente publicado no Psychology Today

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A emoção é a fonte de todas as doenças

Esse tipo de condicionamento é mais simples e eficaz São cada vez mais as pessoas que sofrem da doença da emoção. Se as emoções não forem devidamente limpas ou aliviadas, elas vão  afetar a função do nosso corpo e, eventualmente, transformar-se-ão em uma doença física. Não importa que sintomas apareçam no corpo, como espirros, febre, irritação etc., esses sintomas estão, na verdade, a dizer-nos que o nosso organismo está em desequilíbrio. Existem problemas que precisam ser ajustados: a maioria das pessoas escolhe a medicina ocidental e muitas pessoas gostam da medicina chinesa. Na verdade, há outro método que também é muito eficaz e é a terapia natural. A terapia natural é uma ciência e arte que utiliza materiais e métodos que estão diretamente relacionados à vida humana, bem como fatores mentais que são benéficos à saúde para manter e restaurar a saúde. Para melhor entendimento, há  algumas pessoas que têm dores de estômago depois de ficarem com sentimentos de raiva e zanga. Na medicina ocidental, o médico acha que a dor é uma inflamação e vai curar os sintomas com um protetor do estômago. Um terapeuta de medicina chinesa, talvez lhe motivo a comer algum sabor que normalmente nós achamos estranho ou algumas ervas chinesas para regular e desintoxicar o organismo. Se, no entanto, optarmos por escolher remédios naturais, e estarmos mais atentos à emoção e resolvemos o problema num estado hipnótico, através de técnicas de respiração e podemos sempre procurar um terapêutica para nos guiar a encontrar as nossas emoções e nelas verificar os desarranjos que estão inerentes às mesmas e crenças associadas. Podemos tentar aceitar as nossas emoções e arranjar uma forma de reprimi-las cada vez menos. Esse sintoma não apenas desaparece, mas o mais importante é sabermos expressá-lo quando nos sentimos zangados ou deprimidos, e não haverá problemas semelhantes de doenças no futuro. Felicidade e tristeza são emoções naturais ao ser humano. Não devemos fugir delas, principalmente tanto no medo de ser feliz como no medo da frustração e infelicidade. Ultrapassar a zona de conforto é necessário e sentir emoções é inerente do ser humano. É isso que nos distingue de todos os outros seres vivos. Aqui não se coloca em causa doenças que têm que ser tratadas urgentemente numa cirurgia médica ou com tratamentos invasivos, não se trata de tratar, nem mudar, mas orientar-nos no sentido de melhorar a nossa capacidade de autocura e na prevenção. Ficarmos mais saudáveis e não doentes. Ajudar as pessoas a se ajudarem e ajudarem a si mesmas a se curarem é o objetivo a ser alcançado. necessário viver a tristeza como a felicidade. Devemos expressar as nossas emoções com consciência. Natacha Seixas

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Duas maneiras para se livrar da depressão

Estado mental e sentimentos das Pessoas com Depressão Os indivíduos com Depressão manifestam sentimentos de impotência e perda de interesses que as pessoas comuns não conseguem entender. Quando se tem depressão perde-se os pequenos prazeres que se tinha, por exemplo, quando alguém não dispensava o seu gelado de baunilha e chocolate e quando deprimido começa a dispensá-lo, algo está muito errado. Perde-se a vontade de estar com outras pessoas, a nossa mente concentra-se apenas em desgastar a energia em coisas negras da vida. A atitude em relação às coisas muda, todos os problemas são atribuídos a nós próprios, e a vida sem esperança vem corroer gradualmente a nossa própria consciência. Apenas uma expressão emocional, caminha numa estrada para as ruínas, até chegar a um ponto de tal apatia que um dia na nossa cabeça faz um click e diz-nos ou mudas ou continuarás “morto”? Fazer exercício físico  Muitas instituições no tratamento da depressão propuseram o mesmo caminho efetivo – exercício.  Quando o exercitar a mente é mau, o pensamento está cheio de neblina matinal e perfurações na caminhada, com mau humor e um jeito deprimido, que contempla a perda da motivação, do poder, dos objetivos e fica-se ali estático sem se mover, apático reduzido a uma cama entre 4 paredes vestidas branco sujo com os estores fechados onde toda a luz que há são as que tu permites que trespassem pelos buracos das persianas… e quando te lembras de ir ao wc e tens de ligar a luz para que não te estampes no meio do chão e por entre a escuridão e os objetos que vais acumulando com a pouca vontade de nada, preferes manter essa desarrumação, que fica bem semelhante aos teus pensamentos perturbados que te assombram noite e dia, que nem tu a sabes bem distinguir, se o que está pior, a confusão do teu quarto ou a confusão da tua cabeça. Posto isto, temos de fazer alguma coisa, mesmo sem vontade vamos arejar as ideias, chocalhar a cabeça e ventilar a emoção. Mesmo que essa ventilação seja provocada pelo excesso de suor quando te exercitas fisicamente. As endorfinas produzidas pelo corpo humano durante o exercício vão-te fazer com que te sintas mais aliviado e trazer-te ligeiramente uma sensação de felicidade. Se necessário que mantenhas uma intensidade de mais de meia hora diária para garantir a produção de endorfinas. Mesmo que inicialmente persistas em menos de meia hora, podes sempre investir no teu processo de melhoria gradual e, em geral, promoveres o desenvolvimento saudável do corpo. Há registos de estudos que referem que os indivíduo após o exercício físico, verificam um declínio significativo na sensação dos pensamentos e emoções negativas melhoram a sensação de felicidade, o que melhora o teu estado depressivo progressivamente. 2. Muda a tua postura e o teu estado de humor muda contigo Os psicólogos James e Lange propuseram uma teoria das emoções (periféricos emocionais) que acreditam ser influenciadas pelo ambiente e pela fisiologia. Por exemplo, quando nos encontramos em situação de perigo, o comportamento de escapar desencadeia a sensação de medo e pode conduzir-nos a uma situação de pânico. Embora a sua teoria não tenha sido reconhecida por todos, ela existe na vida real. Por exemplo, quando nos sentimos ansiosos ao falar em público, técnicas de relaxamento de respiração nos ajudará a acalmar, gritar durante um jogo de futebol só aumentará a coragem e a confiança, etc. Essas são maneiras de controlar o comportamento psicológico controlando o comportamento fisiológico. Por meio de pesquisas, estes estudos concluíram, que se a melhoria do comportamento fisiológico e da postura física tem o poder de moldar o comportamento humano,  também num indivíduo com depressão mediante a sua postura adquada e contraditória ao que sente pode obter resultados surpreendentes, por exemplo, em vez de uma postura cabisbaixa manter-se firme e de cabeça erguida e olhar em frente. Não postar os olhos no chão mas olhar mais para cima. Peito direcionado para a frente com ombro firme em vez de descaídos, sorrir em frente ao espelho. Sabia, que o impacto positivo pode diminuir os nossos sintomas depressivos, a preocupação do paciente será transferida do eu para as coisas periféricas, ignorando assim a consciência subjetiva de autonegação. Portanto, mesmo que  nós tenhamos sido diagnosticados com depressão, sabemos que podemos contrariar a doença desta forma. É uma sugestão psicológica positiva que podemos treinar no conforto da nossa casa e um comportamento fisiológico saudável que nos ajudarão a evitar a depressão. NATACHA SEIXAS

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Nunca tentes discutir com estas 5 pessoas

Se as opiniões entre pessoas foram contraditórias, a disputa apropriada entre as duas partes permitirá que as outras troquem experiências e aprendam umas com as outras. Mas argumentar com alguns tipos de pessoas, os resultados são muito diferentes, a sua estrutura de pensamento é diferente das pessoas comuns e tentar chegar a um consenso com este tipo de indivíduos é de enlouquecer qualquer um. Os cinco tipos de pessoas que os psicólogos resumiram por meio de pesquisa e análise são os seguintes: se os encontrarem, não devem discutir com eles. 1- Desempenham sempre o papel de vítima Quando eles discutem, eles sempre se colocam na perspectiva de uma vítima e simulam choro e sofrimento sofre os prejuízos que sofreram.  Tudo isso é muito com naturalidade por estes indivíduos dissimulados, pode ser falso e, mas no final, acredite que podem muitas vezes obter a simpatia dos outros. Posto isto, tu serás o elo mais fraco e acusado em todas as direções. Afasta-se e não tentes sequer discutir com um vitimista. 2 – O clima é extremamente calmo, a linguagem é condescendente Algumas pessoas ficam sempre atordoadas quando discutem contigo, e falam com uma atitude condescendente. No processo, eles são muito calmos, como um estranho observar a tua reação e rir das tuas ações. Quando as suas emoções saem do controle, elas mostram reprovação para contigo. O objetivo do argumento é resolver o problema, e argumentar com estas pessoas, não só não pode confundir-te ainda mais, como te deixar à beira de um ataque de nervos. 3 – Indivíduos bons em jogos psicológicos No curso do debate constante, algumas pessoas são boas em “guerra psicológica”, atacam freneticamente as tuas fraquezas atuais e não permitem que tenhas a oportunidade  para te defenderes. Neste exato momento, terás que ser extremamente cuidadoso, pois o propósito destes indivíduos é fazer com que as tuas emoções se descontrolem e que consequentemente mantenhas um comportamento desadequado levando os outros a pensar que tu é que estás errado e incongruente. 4 – Personalidade múltipla Este tipo de personalidade tem uma variedade de emoções e por muito que tentes não vais conseguir entender o comportamento destes indivíduos. Eles às vezes tomam a iniciativa de pedir desculpas, mas de repente tudo se altera na cabeça deles e passam das desculpas ao insulto, e logo depois, podem te ignorar. Se eles não são mentalmente problemáticos,  então só podem estar a tentar controlar-te ou tentar deixar-te louco com táticas psicológicas que eles próprios conhecem. 5- Sentem prazer na criação de conflitos Em geral, conflitos e argumentos desnecessários custarão a energia mental de qualquer um. No entanto, há sempre pessoas que gostam de causar conflitos para ter uma sensação de felicidade e prazer. Este tipo de indivíduos deliberadamente gostam de nos provocar, criar conflitos e dá-lhes imenso prazer levar o outro ao limite, adoram ver o outro no fim das suas energias, nervoso, quase que a explodir de tanta raiva. Não perca tempo com este tipo de pessoas só gasta as suas energias físicas e psicológicas. Conclusão: Se encontrares as cinco pessoas listadas acima, não tentes discutir com elas. Podes sorrir, acenar com a cabeça ou ignorar e se tentares discutir aí a escolha como decides gerir o teu tempo e arriscar uma tensão desnecessária será um problema que é apenas teu e criado por ti. Natacha Seixas

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