Depressão

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Quando o desejo de comprar se torna um vício – a oniomania

PERTURBAÇÃO OBSESSIVA-COMPULSIVA POR COMPRAS   ONIOMANIA Perturbação Compulsiva por compras, ou a designada oniomania, palavra derivada dos termos gregos oné (a compra, a aquisição) e manía (a insânia, a fúria). “O vício em compras é um vício imperceptível. Ele começa de leve e rapidamente toma conta de nós”. O ato de comprar serve como remédio para a angústia e a depressão. O ato de comprar desperta nas pessoas uma sensação de bem-estar, prazer e satisfação. No compulsivo o desespero de comprar é ainda mais avassalador Procura intensamente esse prazer e de forma imediata, porque não consegue atingir essa satisfação de outra maneira. A solução para as sensações desagradáveis, negativas e frustrações está nas compras. Muitos dizem que compram para preencher um vazio afetivo-emocional. É muito comum encontrar antecedentes familiares viciados no jogo, bebida ou outros comportamentos desviantes. Outro factor deve-se à genética, estudos indicam que existem pessoas com handicaps e alterações numa enzima chamada mao e apresentam um elevado sistema de gratificação e recompensa. São pessoas que procuram incessantemente uma sensação de gratificação mais intensa. São viciadas no sistema de gratificação causado pelas compras. Esta patologia afeta 5% da população e as mulheres são mais afetadas que os homens. Os homens afetados compram principalmente artigos técnicos, acessórios para carros e computadores. Esta compulsão manifesta-se no desejo de comprar coisas que não precisa – às vezes até as deitam fora. O vício em compras é um substituto para o reconhecimento, para o amor ausente, um preenchimento do vazio interior, um consolo, um substituto do parceiro. O vício em compras é frequentemente associado à depressão e transtornos alimentares. Há um estilo desenfreado do consumo. Toda a vida gira em redor dessa compulssão. O comportamento repetitivo e crónico de gastar descontroladamente gera consequências negativas para o indivíduo, além dos elevados índices de comorbidade (duplo diagnóstico/doenças relacionadas), como bipolaridade e ansiedade.      TRATAMENTO O tratamento passa por psicoterapia e psicofármacos para controlar essa ansiedade e sintomas depressivos. É preciso Psico-educar o doente. O importante, é tentar “ressignificar” o comportamento compulsivo, mostrar outras formas de a pessoa obter recompensas e sentir-se amada que não seja pela via do consumo compulsivo. Não se deve dizer para a pessoa que não pode comprar nunca mais. Mas podemos ensiná-la a entender quando é uma compra compulsiva e quando é uma compra normal. Se a pessoa é impedida de comprar, inicia sintomas de abstinência que se manifestam em rápido ritmo cardíaco, sudorese e agitação. Natacha Seixas

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Violência Doméstica

Violência doméstica, é todo o ato Físico ou Verbal, literalmente praticado dentro ou fora de casa no âmbito familiar, entre indivíduos unidos por parentesco civil ou natural. Tanto mulheres como homens sofrem  de violência doméstica.             A violência doméstica pode envolver qualquer ou todas as ações que são: física sexual emocional econômica psicológica         Qualquer ação ou ameaça que tenha a intenção de influenciar outra pessoa a obter o controle dessa pessoa pode  ser considerada violência doméstica. Quando uma pessoa quer controlar a outra manifesta ações, ameaças e atividades que “intimidam, manipulam, humilham, isolam, amedrontam, aterrorizam, coagem, ameaçam, culpam, ferem, magoam ou violentam alguém”. Como todos imaginamos, “violência doméstica” é uma frase abrangente que inclui muitos comportamentos destrutivos, e assim como cada caso de violência doméstica pode ser único, assim são as repercussões duradouras para suas vítimas. Isso é violência doméstica? Existem casos semelhantes de violência doméstica, mas nenhum é igual ao outro. No entanto, existem cinco categorias nas quais a Justiça agrupa como ações abusivas. Esses são: Abuso psicológico: Geralmente caracterizado por ameaças, intimidação, destruição de propriedade e isolamento da família e dos amigos. Abuso físico: Qualquer tipo de dano físico causado à vítima, incluindo a negação de assistência médica e o uso forçado de drogas ou álcool. Abuso económico: Controlar alguém, tornando-os dependentes da receita financeira da outra pessoa. Isso também inclui reter dinheiro e manter controlo total sobre todas as finanças. Abuso sexual: qualquer comportamento sexual sem consentimento ou forçar a participação em qualquer atividade sexualmente degradante. Abuso emocional: Inclui (mas não se limita a) encorajar a baixa auto-estima de uma pessoa através de críticas, difamação, devassa da vida privada, ou prejudicando relacionamentos com a família / amigos. A violência doméstica não se limita a uma única forma de abuso. Em muitos casos, a violência doméstica é uma mistura complexa de todos os itens acima. Em algumas situações, as vítimas podem nem perceber que são vítimas de abuso porque as ações emocionais, financeiras e psicológicas não causam dor física imediata. As vitimas de violência doméstica podem sofrer dos seguintes sintomas: Dor crónica Problemas gastrointestinais Distúrbios alimentares Ansiedade Transtorno de estresse pós-traumático Depressão Dissossiação Irritabilidade Pânico Pesadelos Insónias Aumento do risco de infecções sexualmente transmissíveis Maior risco de abuso de substâncias Problemas de saúde reprodutiva / genital Morte Questões crónicas como aquelas acima são adicionais aos traumas físicos mais temporários, como hematomas, contusões, cortes e fraturas, limitações motoras, no caso de abuso físico. A principal vítima da violência doméstica não é a única que sofre, no entanto. As crianças da casa não são poupadas das consequências de relacionamentos adultos abusivos. As crianças em situação de violência doméstica podem experimentar: Abuso de várias formas, como forma de manipular a vítima adulta Défice no Crescimento  Défice no Desenvolvimento Cognitivo  Irritabilidade excessiva Sofrimento emocional Medo de ficar sozinho Comportamento imaturo Desenvolvimento de linguagem atrasada Problemas com o trabalho escolar Dificuldade de concentração Poderá haver dificuldade do controlo dos esfinteres Depressão Tendências suicidas Aumento do risco de gravidez juvenil Maior risco de abuso de substâncias As crianças expostas à violência doméstica também correm maior risco de se tornarem agressoras na escola, mostrarem comportamento agressivo e se tornarem agressoras quando adultas. E SABIA QUE, outros membros da família e amigos próximos também sofrem os efeitos da violência doméstica? Muitas vezes, a família e os amigos não entendem por que uma vítima se distancia, ou podem ser informados por coisas agressivas do agressor que está tentar afastá-los ou manté-los longe da vítima. Pior de tudo, o ente querido tem que viver calado e no silêncio sob a manipulação do agressor para que os seus ente queridos não sofram as consequências deste ser insano.   Natacha Seixas  

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PERTURBAÇÃO DO PÂNICO

 A Perturbação do Pânico, é cada vez mais comum na nossa sociedade, é desencadeado por uma situação, mas causado por um acréscimo delas. Portugal é o segundo país da Europa com mais pacientes com ataques de pâncico. É como se vivesse prestes a explodir. Daí ser tão importante o acompanhamento psicológico, através duma anamnese clínica, do historial de vida do paciente, da biopatografia, ressignificando momentos angustiantes do passado e presente. Um acompanhamento psicofarmacológico é também essencial para o alivio dos sintomas que se monstram como sensação de morte eminente. O psicólogo vai atuar na causa que originam esses ataques de pânico que causam muito medo e afetando a sua vida social e tarefas simples. Sintomas: -falta de ar -tremores -sensação de asfixia/ sofucamento -náusea -desconforto abdominal -diarreia -sensação de tortura, vertigens ou mesmo desmaio iminente -desrealização -despersonalização -coração acelerado (taquicardia) -sensação de morte -suores quentes ou calafrios -medo de enlouquecer -medo de não se conseguir controlar -parestesias (formigueiro) -dor no peito (semelhante ao de um ataque cardiaco) -hiperventilação. Um ataque de pânico pode durar entre 5 a 15 minutos. É importante saber que as pessoas não morrem de ataque de pânico e que passa após este período. Causas: -podem ser de origem emocional, após um trauma (consciente ou inconsciente). -historial familiar -muitas pessoas manifestam um sistema nervoso muito irritável que pode desencadear um ataque agudo de ansiedade e despertar um ataque de pânico. -outros: causas desconhecidas. Se observar uma pessoa com ataque de pâncio o que deve fazer? -perceber se a pessoa tem consciência do que lhe está acontecer. -se a pessoa não costuma ter ataques de pâncio chame uma ambulância, um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardiaco. -tente falar com a pessoa e tranquilizá-la. -não a deixe sozinha até chegar apoio. -manter um discurso calmo e seguro-evitar excesso de estímulos. -evitar excesso de perguntas. Usar frases curtas -aconselhar a uma respiração lenta e regular -se a pessoa não está a ser tratada, tente sensibiizá-la para um possivel tratamento em psicoterapia e psicofarmacologia. Tratamento psicológico: -Restruturação cognitivia. -Eliminar o evitamento, de forma em que ambos terapeuta-paciente, encontrem estratégias de coping para melhor enfrentar a situação em vez de fuga à mesma. -Técnicas de relaxamento (reeducar o ato de respirar)-assim que restaurar o equilibrio de oxigénio no corpo as sensações desagradáveis tendem a desaparecer. -Prática do mindfulness. -Aumentar a resistência à ansiedade. -Re-estabelecer um sentimento de segurança e poder de autonomia. -Estabelecer um equilibrio entre as suas emoções negativas e acreditar que você é capaz (assertividade). Tratamento psicofarmcológico: Este tratamento não vai curar a doença apenas vai aliviar os sintomas. Os ansiolíticos mais comuns para ansiedade e ataques de pânico são as benzodiazepinas (alprozolam (xanax), bromazepam (lexotan)… e antidepressivos, inibidores de recaptação de seretonina -paroxetina, fluoxetina, sertralina, citalopram… mostram-se eficazes combinado com a psicoterapia. Em alguns paciente, para regular o ritmo cardiaco o proponol tem-se mostrado eficiente, visto ser um bloqueador beta-adrenérgico.  

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DEPRESSÃO

Depressão Na Rubrica Mensal da Rádio Popular falamos sobre DEPRESSÃO. SUBRSCREVA O CANAL NO YOUTUBE E NÃO SE ESQUEÇA DO SEU INSIGHT (O SEU LIKE NO VIDEO). Muito Obrigada. Veja os canais disponíveis em baixo. Fans Page: https://www.facebook.com/draclaudia.net/ https://www.facebook.com/claudianatacha.costa Site: www.natachaseixas.com Blog: https://natachaseixas.com/blog/ Rubrica Mensal Rádio Popular- Programa Portugalissimo Psicóloga Clínica Natacha Seixas Apresentação de Zeze Miranda~ A Depressão Sabemos que a DEPRESSÃO é a Doença mais incapacitante do Mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde em 2 pessoas um vai sofrer de Perturbação Mental nos próximos tempos. No mundo 322 milhões de pessoas são afetadas pela Depressão. Em Portugal 400 mil pessoas estão diagnosticadas com esta Perturbação. O Brasil é recordista mundial em prevalência de transtornos de ansiedade: 9,3% da população sofre com o problema da Depressão. Nesta entrevista a especialista resposta as seguintes perguntas, entre outras: 1- Como saber se é tristeza ou Depressão? 2- O que é a depressão? 3- Dados importantes sobre a depressão? 4- Dra. quais os sinais e sintomas da depressão? 5- Como é feito ou como é possível o diagnostico de depressão? 6- Quais as Causas e factores de risco da depressão? 7- A depressão varia consoante o género e a idade? 8- Que tipos de depressão existem? 9- Como é feito o tratamento? 10- Gostaria de saber se é possível uma pessoa ficar com sequelas neurológicas devido a um estado de depressão/Stress? 11- Seus Conselhos, Sugestões ou Dicas para vivermos melhor?

Depressão

​Se preencher mais de dois requisitos poderá estar a sofrer de Depressão

​Se sente alguns destes sinais e sintomas, especialmente o primeiro de dois e insistem em permanecer, pode estar a sofrer de depressão. -sente-se inútil e impotente; -perdeu o interesse nos amigos, atividades e coisas que lhe davam prazer; -sente-se cansado o tempo todo; -dificuldades em dormir; -perturbações alimentares; -tem dificuldades em se concentrar ou descobrir que tarefas previamente fáceis são agora difíceis; -dificuldades em controlar os seus pensamentos negativos; -sente mais irritação, raiva e zanga sem motivo aparente; -bebe mais álcool e/ou fuma mais do que o habitual. Procure o seu médico e/ou o seu psicólogo..  

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