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Psicologia da atração: o que nos une às pessoas que amamos

Se pararmos um momento para pensar sobre o que nos atrai nas pessoas que amamos, surgirão muitas questões. O que nos aproximou do nosso parceiro? O que nos ajuda a sustentar esse relacionamento? Porque somos cumplices? Por que nos apaixonamos? Provavelmente não conseguiremos responder estas perguntas de maneira correta, porque normalmente o afeto surge sem que percebamos. No entanto, a psicologia nos aponta alguns dados sobre os ingredientes psicológicos que promovem a atração.   Por vezes a beleza dispensa qualquer apresentação.. no entanto…   Três ingredientes da fórmula da atração Para entender a química psicológica que nos une às pessoas que amamos, encontramos três ingredientes principais que nos fazem sentir atraídos por elas, vê-las com bons olhos e nos sentirmos emocionalmente próximos. 1- A proximidade: a convivência favorece o amor Antes que uma relação comece, é necessário que duas pessoas estejam próximas. Estar perto de alguém e senti-lo presente em nossas vidas faz-nos sentir carinho e cada vez mais desejo de estarmos perto dessa pessoa. A proximidade física é de extrema importância, ela envolve desejo, química e aproxima muito os casais porque ela promove uma sensação de familiaridade e segurança e nos faz sentir à vontade para além de aumentar os neurotransmissores responsáveis pela nossa felicidade, oferecendo-nos uma sensação de bem-estar e poder de autonomia e auto-estima. Essa resposta emocional é devido ao efeito de exposição, o que nos ajuda a determinar o que é familiar, seguro, acessível e desejável. Em outras palavras, com o passar do tempo, a simples presença dessas PESSOAS nos faz sentir “EM CASA”.   2- Atração física: comece a admirar alguém e o achará mais bonito Não é somente a proximidade física e emocional; também é necessária a combinação de outros ingredientes, como a atração física, para materializar a união de duas almas. O aspecto físico não é o único ingrediente que é levado em conta para que aconteça uma atração física. A sinceridade, a inteligência e a personalidade das pessoas nos afetam positivamente. Existem alguns estudos que demonstram que a aparência física não é o mais importante. Pode ser desconcertante, mas o aspecto físico nos afeta nos primeiros 10 minutos de contato, quando conhecemos alguém. Isto porque através do aspecto físico avaliamos se a pessoa é feliz, sensível ou sociável. Neste sentido, quanto mais atraente é a pessoa, mais qualidades psicológicas lhe atribuímos. Quando admiramos uma pessoa,  pelo que é , diz, da forma como se expôe perante o mundo, da forma como fala dos outros e como se mostra para os outros e da forma como se mostra para nós, o distingue e é isso que nos faz admirar ou repugnar cada pessoa. Isto pode parecer injusto e mesquinho, mas na realidade não é. Por quê? Porque quanto mais vamos conhecendo alguém e a admiramos mais vamos desejando conhecer e estar com ela, notamos menos imperfeições físicas e a atração física aumenta. O lado menos bom torna-se agradável e fácil de suportar ao ponto de designarmos de personalidade forte.   3- A semelhança torna o amor grandioso Quanto mais nos identificámos mais amamos ou ficamos amigos de alguém. Pensar, sentir e ter interesses semelhantes nos une. É claro que é impossível coincidir 100% em tudo; isto seria muito chato e irritante. Seria muito difícil conviver com o nosso espelho. A proximidade, a atração e a semelhança não são os únicos ingredientes que nos ajudam a construir um relacionamento. O fato de nos sentirmos gostados, mimados e não constantemente criticados, julgados, em constante competição faz-nos sentir especiais e que temos o nosso espaço em alguém.   By Natacha seixas  

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Covid-19 e o Impato Psicológico

O primeiro caso confirmado de coronavírus apareceu na china em 17 de Novembro de 2019. Até o final de dezembro, os médicos chineses comunicarem para o mundo as noticias desastrosas do que viria a ser cientificamente designado por Covid-19 . No entanto, o governo chinês tentou impedir que as informações sobre o vírus saíssem e prendeu médicos envolvidos no combate à disseminação do vírus mortal que origina pneumonia.  As pessoas na China continuaram suas atividades habituais desconhecendo o perigo do que estavam a correr. Verificaram-se 3.200 mkortes na China. Números que levantam suspeitas da CIA. Rapidamente, pelo número elevado de mortes, foi decretado pela Organização Mundial De Saúde (OMS) a dia 11 de Março de 2020, o estado de Pandemia Mundial e depressa o Covid-19 se espalhou aos 180 países do mundo. Até hoje (9 de Abril de 2020), 211.600 pessoas foram consideradas curadas da doença (Covid-19). Em termos de mortes, atingiu-se um novo máximo, 88.982 vítimas mortais por todo o Globo, e o número de recuperados eleva-se para 89.054. O número de infetados rondam 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo.   IMPATO PSICOLÓGICO DURANTE E PÓS QUARENTA Um estudo muito recente do impato psicológico da quarentena relata que a maioria dos  indivíduos em quarentena manifestou efeitos como confusão, raiva, ira, ansiedade, depressão e sintomas de stress pós- traumático, que poderá estender-se até três anos. Os mentalmente vulneráveis, os idosos, os hospitalizados As pessoas  com histórico de doenças psiquiátricas são designadas por pessoas com sofrimento psíquico crónico. Se uma pessoa é ansiogénica e sofre de Perturbação do Pânico , a sensação de desamparo e falta de controle induzida por uma quarentena forçada só pode exacerbar a ansiedade. Para pessoas que são claustrofóbicas, ficar confinado a um espaço pequeno pode ser extremamente aterrorizador. Pessoas com ideação suicida podem estar particularmente em risco nessas circunstâncias. Outra população vulnerável são os idosos, confinados em suas casas ou em lares, onde a infecção pode se espalhar facilmente se não for evitada. Como as pessoas mais velhas correm mais risco de mortalidade, devem permanecer em estado de quarentena até que a situação se resolva por completo. Os idosos podem ser os que mais podem apresentar sentimentos de abandono, medo e solidão. As pessoas que estão confinadas em hospitais, podem manifestar sentimentos de medo, confusão e desespero, por receio de ficarem contagiados e incertezas aquando poderão receber visitas dos seus familiares derivado ás restrições impostas pela quarentena, pelo fato, de perigo de contágio. Como atenuar os efeitos da quarentena Pesquisas que já foram efetuadas mostram que a quarentena é mais bem tolerada e a conformidade melhora quando as pessoas obtêm informações fidedignas sobre a natureza da doença e os benefícios da do isolamento. Se as pessoas forem forçadas não cumprem, é muito melhor explicar os riscos/benefícios da quarentena para a saúde para que desta forma consigamos uma melhor consciência coletiva e uma melhor gestão nesta situação de pandemia. As pessoas não se podem sentir vitimas da situação mas participantes ativos e responsáveis pelo sucesso da recuperação rápida de uma catástrofe mundial. É fundamental não abandonar aqueles que são mais vulneráveis. Pessoas que sofrem de doença mental precisam ter acesso a terapeutas e medicamentos – com telemedicina, médicos online, se necessário. Profissionais de saúde mental, membros da comunidade e da família precisam estar cientes dos desafios que o isolamento apresenta às pessoas sob seus cuidados – ou àqueles da comunidade – e verificá-los com frequência. Os idosos que moram sozinhos precisam ter alguém que os contate e que os tranquilize, é igualmente importante que possam contar com alguém da família ou uma pessoa destinada que tenha todos os cuidados indispensáveis para a não propagação do vírus, dada a sua vulnerabilidade à saúde. Aqueles em lares ou hospitais ainda têm acesso às pessoas que cuidam deles. Atualmente, as redes sociais são uma mais valia para intercomunicar e disfarçar o isolamento interpessoal:  telefone, mensagens de texto, e-mail e até cartas postadas podem fazer a diferença. O ato de alcançar é mais importante do que qualquer coisa que precise ser dita. Pacientes isolados precisam de sentir o quanto importantes são na sociedade. Os cuidados com as crianças são de extrema importância: fazer atividades rotineiras. Manter a rotina é demasiado importante. Os mais pequenos precisam de horas destinadas para se orientarem. Horas para estudar, horas para almoçar, lanchar e jantar. Horas para dormir e acordar. Horas para brincar com os pais. Os casais vão perceber que a adaptação a 24h em conjunto não vai ser nada fácil. Talvez poderão verificar que cada um mudou ao seu ritmo. Poderão até não reconhecer a pessoa com quem vivem atualmente. Não quer dizer que o cônjuge tivesse mudado mas poderá ser significado que você próprio mudou e seja o reflexo de si no outro. As divergências e conflitos pela força das circunstâncias poderão surgir e o desespero seja uma constante à medida que o tempo de isolamento aumenta.  E tenderá tendência agravar se a quarentena for passada com familiares mais próximos dos cônjuges. É benéfico que fique combinado que cada membro da família tenha 1 hora por dia para si sozinho, num espaço num canto da casa para que consiga reunir forças e energias para se estabilizar emocionalmente. É de prever que no fim da quarentena e quando estiver tudo mais estabilizado o número de divórcios tenda aumentar. by Natacha seixas VIDEO DE YOUTUBE

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Quando o cancro bate à porta!

Durante os 17 anos que trabalhei com doentes de cancro e seus familiares assisti a muitos sonhos desfeitos, muitas vidas sem tempo, outras renasceram entre outras que não sabiam muito bem o que sentiam, faziam e iria acontecer na incerteza da certeza do diagnóstico. Todos os doentes passam pelas fases da zanga, raiva negação, recusa, à aceitação e esperança ainda que não sigam por esta ordem. Muitos agarram-se à fé enquanto outro afastam-se dela por sentirem que não mereciam ser abandonados por Deus. À medida que eu andava pelos corredores do hospital, com cheiro a éter, alternando entre silêncios dolorosos e gritos de dor eu analisava o processo do paciente seguinte antes de debater-me com mais uma realidade dura. A maioria em pré-cirurgia ou pós-cirurgia, outros para transplante. O meu papel era desmistificar o “bicho” do cancro que é “mortifero”. Nem sempre o é! Aliás, atualmente a taxa de sobrevivência já é muito alta. Baixar os níveis de ansiedade e encorajar a adesão aos tratamentos. Para além dos problemas associados ao passado e presente que eram trabalhados nos seus aspetos afetivo-emocionais. Muito do trabalho passa pelo apoio à família e aos profissionais de saúde. Quando o enfermo é uma criança a família precisa de apoio redobrado porque terá de ser os alicerces do filho. A criança vai reagir consoante a família reagir. A família ao receber um diagnóstico de cancro  expressa angústia intensa e persistente que interfere na sua qualidade de vida com sentimentos de impotência e desespero. As crianças só têm a noção da realidade da doença após os efeitos secundários dos tratamentos da quimioterapia que são nocivos e podem sofrer abstinência, fazer birras, ter dificuldade em comer ou dormir ou recusar-se a seguir o tratamento recomendado. Os próprios pais ao verem o filho a sofrerem de tal forma, procuram 2ª opinião e colocam tudo em questão. Uma onda de dúvidas do que poderá ser melhor para o seu filho se coloca e muitas vezes pensam também abandonar o tratamento e procurar outro no estrangeiro. A criança experimenta intensa angústia ou dor durante procedimentos ou outros aspectos do tratamento que interferem em sua qualidade de vida ou capacidade de acessar cuidados médicos. O paciente se recusa a frequentar a escola devido aos efeitos da medicação e é fisicamente incapaz de ir à escola. A fadiga é demasiado grandiosa e a aparência física deixa a criança com uma auto-estima baixa procurando o isolamento interpessoal. Há uma série de fatores condicionantes na vida da família, toda a rotina muda, a criança tem de ser novamente estimulada e consciencializada que os efeitos do tratamento são passageiros e os seus colegas também têm de estar preparados para a recepção desta mudança. É importante que a criança com cancro sinta-se integrada socialmente e útil, para que pense o menos possível nos menos bons momentos que tem passado. Tem de sentir apoio, compreensão e acreditar que é algo passageiro. Uma mente positiva contribui para o sucesso do tratamento. Uma coisa é certa, um doente sobrevivente de cancro jamais é o mesmo porque torna-se num ser muito melhor. Um doente de cancro, não tem medo de lutar pelos seus sonhos e dizer o que realmente pensa. As coisas materiais perdem o sentido e passam a viver numa dimensão superior da emoção e vivem mais intensamente e com mais tranquilidade. Dedico a todos os doentes oncológicos de coração apertadinho! By Natacha Seixas

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As relações são cada vez mais fugazes e muitas não passam de alugueres de fins-de-semana.

E assim nos acostumamos a viver em corpos de arrendamento. Muitas das nossas emoções secam as suas raízes, perdem tenacidade e destreza e vamos perdendo o que de melhor nos distingue dos outros seres vivos, a profundeza do nosso sentir. Sei que está a ser difícil criar laços nos dias atuais, seja por falta de tempo, seja por cansaço psicológico e falta de paciência em investir novamente num nova relação, investir num novo principio com medo de um novo fim. Os filhos serem novamente expostos a outro parceiro. Apresentarmos à família um novo namorado de x em x tempo. É verdade que a sociedade reprime esse comportamento e se for do sexo feminino há uma maior tendência a ficar com um rótulo bem feio. Sim, fica mais fácil e cómodo filtrar emoções e passar momentos a dois, ficarmos com o estaladiço e comer enquanto está quente, porque enquanto esfria e no momento do primeiro obstáculo dá uma enorme preguiça de sentar e conversar para entender o outro. Fique a saber que para criar laços é necessário manusear o nó. É bom cuidar e ser cuidado. Estar com alguém não significa morar junto, até porque quando aprendemos a estar sozinhos torna-se difícil abdicar do espaço pessoal que aprendemos a conquistar. No entanto, é possível ter-se relações ainda mais saudáveis e poderosas estando cada um na sua casa e tornar a relação até mais criativa e envolvente, desde que ambos estejam disponíveis para isso. Mas quando a relação estiver com saldo negativo não se repelem nem se culpabilizem mas juntem-se e juntos apoiem-se, até porque duas cabeças pensam melhor que uma só. By Natacha Seixas

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Chegaram os Robots sexuais: o que pode contar? Ter satisfação sem problemas de relacionamento?

Ter satisfação sem problemas de relacionamento! Uma forma de calar as emoções! A nossa geração está próxima e cada vez mais o Ser Humano caminha para a singularidade. As pessoas são programadas para viver sem emoções e amam mecânicamente com um mecanismo que lhe fará todas as vontades. A chatice deste relacionamento é não haver chatices. Também não espere ser surpreendida nem tão pouco ouvir aquela palavra tão esperada pelos mais românticos e que qualquer pessoa que ama gosta de ouvir, o “amo-te” a não ser que reprograme o “robot” para lhe pronunciar as suas próprias vontades. Tudo virá de si para si. Nada será gratuito. Compra-se o falso amor mecanizado e faz-se sexo com um objeto semelhante a uma imagem perfeita. O hipotálamo tende a diminuir já que as emoções não são estimuladas e o que prevejo é uma geração egocêntrica, sem amor, que relaciona-se consigo e tudo o que tiver do exterior é o que ela programará. Não me parece de todo que alguém vá ter facilidade em lidar com a frustração à mínima critica por parte do outro, quando pode ter tudo o que não precisa de ouvir que é reprogramado por si. Já a leitura da mente pode estar a décadas de distância e se é que ela algum dia seja humanamente possível, mas os sexbots já estão mais próximos. Em T urned On: Ciência, sexo e Robots , Universidade de Londres a pesquisadora de”robosexologist” Kate Devlin, empenha-se na produção do AI-driven dos parceiros sexuais artificiais. Beneficios do robot Sexual Pode fazer sexo quando quiser há hora que quiser e não tem que fazer forçada só para não magoar o parceiro ou para agradar; O robot responderá a todas as suas necessidades, ritmos e fantasias sexuais. No início da relação sexual  pode optar por um pénis mais flácido e ir aumentando a intensidade para mais erétil. Está protegida das doenças sexualmente transmissíveis. O robot não sai porta fora para contar aos amigos que foi mais uma para a lista das mulheres com quem dormiu, como se de um troféu se tratasse. É um bom anti-contraceptivo. Sabe que não vai se decepcionar. Não precisa fingir orgasmos. Ajuda a pessoa a melhorar a auto-estima e a ficar mais desinibida no ato sexual. Não terá problemas de intimidade, vergonha ou repugnância. Saberá que não irá estar a ser avaliada pela sua celulite, gordura ou postura. Penso que estes robots seriam ótimos para fins terapêuticos, para pessoas idosas que estão sozinhas e não pretendem ter mais ninguém. Para pedófilos e agressores sexuais como forma de descarregarem a sua fúria e descontrolo na prática sexual. Para ninfomaníacas que sofrem muito com a ausência da não satisfação imediata. Penso que os benefícios podem ser maiores se usados como anti-traição. No entanto, acredito que a traição vai para além da química e desejo carnal por organismos vivos e não por objetos criados pela mão humana. By Natacha Seixas  

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Porque o Natal é tão deprimente para alguns?

É tão comum ouvir sentimentos negativos nesta época de Natal. Tais como, “se pudesse evitava estes dias. Para mim o Natal é uma hipocrisia. Para mim o Natal é muito triste”. Mas o que acontece nesta Época festiva para deixar algumas pessoas tão desanimadas e deprimidas? Muitos são os indivíduos que vêm as suas expetativas idolotradas. Outros,  ficam demasiado cansados e sobre stress intenso devido à carga de atividades que se intensificam nesta época, compromissos e excesso de informação. A pressão maior vem da reunião familiar na noite de consoada e no dia de Natal, que se tornou demasiado consumista e acarreta um peso na carteira que não está ao alcance de todos. O ter de “dar e receber” presentes tornou-se uma obrigação, num período de crise e desemprego. Como se não bastasse compra-se o que não se pode, com o que não se tem, esgota-se os plafons dos cartões de crédito para oferecer-se a quem não se simpatiza. E a frustração vem para ficar com as dividas a acumular. Para outras pessoas que têm a família longe, a impossibilidade de estar com os familiares ou amigos, por luto, separações e conflitos ou até mesmo por doenças torna o Natal uma época de sentimentos tristes. As crianças que sofrem mais com os conflitos paternais e nada fizeram para merecer tais atitudes e comportamentos negligentes por parte dos mesmos. Sem perceberem muito bem o porquê não recebem um telefonema do Pai (normalmente acontece em grande predominância por parte paterna) na noite de Natal ou nem têm a tão esperada prenda do pai na mágica árvore de Natal. E que sentimentos originam na criança? Revolta, raiva e zanga. O Natal e suas vivências Uns vivem o Natal de forma mais intensiva que outros. Ou seja, muitas são as pessoas que se juntam neste dia para estar com a família e trocar presentes à meia-noite e sentem extrema alegria e bem-estar enquanto outros são mais passivos e sem planos, tentam passar ilesos apesar dos milhares de estímulos alusivos ao Natal por todo o lado onde passam, quer seja na rua, nos placard’s, nas montras das lojas, no pacote de açucar do café, os rebuçados no pires do café, na Tv, na Net, na estação de Rádio, na caixa de correio, junto da Pizza que encomendou, o panfleto no vidro do carro com 50% de desconto, etc. Muitas pessoas vivem com muito no Natal enquanto outros vivem com pouco e outros sobrevivem sem nada. E não existe só Natal. Come-se e bebe-se e tem-se família todos os dias. Durante o Ano também se lembra que eles existem? Um Bom Ano 2019 para si! Natacha Seixas  

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Como o excesso de informação afeta a nossa vida?

Antigamente, para termos acesso à informação precisávamos de ir até ela. Ou comprávamos um jornal, uma revista, ligávamos a TV, o rádio ou perguntávamos ao vizinho pelas novidades. Há 20 anos atrás só tínhamos acessos a alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism. Navegar na Internet pode simbolizar afogar-se na Internet. Saiba como o nosso cérebro está a ser afetado por isso? Sabia que os nossos cérebros não gostam de muita informação. Inúmeras pesquisas mostram que embora no inicio o indivíduo sinta um certo entusiasmo por ter diversidade de escolha para a tomada de decisão o resultado final mostra-se ineficaz e notoriamente infeliz. Um estudo do consumidor exemplificou isso de forma drástica. Quando os clientes dos supermercados receberam amostras de 6 tipos diferentes de geleia, 30% deles compraram um pote de geleia. No entanto, após  24 opções diferentes, apenas 3% acabaram por comprar uma geleia. A nossa memória não está preparada para reter uma quantidade ilimitada de informações. A nossa memória tem limite e apresenta lapsos de memorização quando atinge esse patamar de esgotamento. Não conseguimos fixar números de telemóvel ao mesmo tempo, por isso, é que temos agendas para não esquecermos. O cérebro humano precisa de tempo para aprender. Não aprendemos e consolidamos a informação sob pressão.  Por isso, é que se diz aos estudantes que não devem estudar no dia anterior aos exames porque a matéria não fica consolidada, a mente precisa de tempo para processar a informação. Respeitar as horas e a qualidade do sono é muito importante neste caso. Patologias associadas ao excesso de informação Os indivíduo que acordam com sede de informação, seja por meio das redes sociais, noticiários na Tv, rádio, a ler livros, Jornais ou revistas e mesmo assim sente um vazio por falta de informação. Então, cuidado porque é sinal que sofre de Síndrome da Fadiga por Informação. Este síndrome pode afetar a nossa vida de tal forma até ao ponto de nos asfixiar de ansiedade. Sentimentos de escassez de informação induz-nos a uma busca incessante o que esgota de forma brutal o sistema cerebral. Uma apatia pode instalar-se devido ao excesso de astenia psíquica e física. E quanto mais preocupados e cansados estamos manifestamos mais dificuldades de concentração e dificuldades na atividade onírica o que agrava ainda mais o quadro ansiogénico. Como lidar com tantas informações? DIETA DAS INFORMAÇÕES – passar a “consumir” informação em menor quantidade: limitar as horas de ligação à net ou outro orgão de informação que use. Estabeleça esse contrato consigo e seja eficaz. -Não consuma mais do que é capaz de administrar. -Tenha contato com a natureza. -Pratique exercício físico, ajuda a descontrair e diminuir o stress. -Faça atividades com os amigos. -Marque na sua agenda um dia por semana para descanso das informações: fique em modo off. Natacha Seixas  

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Não percas a tua essência

Não percas a tua essência. Mesmo que o mundo se vire contra ti. Mesmo que sintas que não podes confiar em mais ninguém. Mesmo que tenhas passado pela maior desilusão da tua vida. Não percas a essência de ti. Podes perder quase tudo, casa, marido, amigos que afinal não o eram, carro, emprego, bater no fundo, mas não percas a tua essência. Retira dessa perda uma aprendizagem e acredita que é no meio da tempestade que tens a oportunidade de crescer e a tua essência vem contigo. A dor produzida por alguém que nos rejeita totalmente é por vezes insuportável Ninguém quer ter pessoas ao seu lado que o rejeitem completamente ou que boicotem seu o desenvolvimento pessoal. Todos queremos ter ao nosso lado pessoas que nos dêem algo, nos ajudem a ter boas experiências e boas lembranças. Mas nem tudo funciona preto no branco. Existirá sempre momentos em que alguém tem a força de nos colocar menos bem, mas em contra partida em outros momentos consegue compensar com outras suas qualidades e nos deixar rendidas e pensar que vale a pena, afinal ninguém é perfeito. É como o yin e o yang, como a tristeza e a alegria, como a dia e a noite, como o sol e a lua, como o frio e o calor. Temos sempre o lado oposto para que tudo tenha um novo sabor. Ninguém é completamente bom ou completamente ruim Todos nós somos o melhor que podemos ser, perfeitos dentro de um ser completamente imperfeito e devemos estar atentos às lesões da emoção e protegê-las da melhor forma que soubermos de forma a serem  evitáveis ​​e previsíveis. Por isso, muitas vezes usamos uma espécie de equilíbrio emocional. Temos que estar atentos às pessoas que são emocionalmente tóxicas para nós, que esgotam a nossa energia. Se forem nossos familiares, muito próximos não quer dizer que os coloquemos de lado, mas podemos perfeitamente aprender a lidar com eles e como evitar que essa toxidade nos prejudique e estrague, e/ou controle, manipule as nossas decisões e planos do dia-a-dia. Sejamos justos, não percamos a nossa essência Quantas vezes já saímos magoados de situações em que investimos muito de nós mas que no final tudo deu errado e saímos frustrados. No entanto, nem houve culpados mas a tendência por vezes é ficarmos cegos pela desilusão que tomou conta do nosso bom-senso e temos atitudes e comportamentos que transcendem a nossa essência e sem nos apercebermos erramos. E como também magoamos? Tendo manifestações de incompreensão e maus julgamentos sobre pessoas e somos injustos com as mesmas. Temos de nos esforçar para sermos mais justos nas nossas avaliações e não atribuirmos culpas pelas nossas próprias dificuldades em lidarmos com as frustrações. Não se afaste da sua própria essência. Natacha Seixas    

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Reconhecer Sinais Físicos Comuns das Pessoas Que Mentem

Quando vez nós já sentimos que por alguma razão alguém nos está a mentir. Mas não temos a certeza desse facto. Infelizmente, isso acontece com mais frequência do que gostávamos. O problema aqui é que nem sempre sabemos se estamos certos ou errados com a nossa suposição e isso nos deixa com dúvidas. Mas como podemos reconhecer que estamos a ser alvo de uma mentira? Neste artigo,vou-lhe ajudar a identificar alguns sinais físicos comuns que as pessoas costumam ter quando estão a mentir. 1-Um mentiroso mexe muito com a cabeça quando mente O primeiro sinal de que o individuo está a mentir é que ele não consegue parar quieto com a cabeça e  muda constantemente de posição com a cabeça. Este é frequentemente o caso quando fazemos uma pergunta que o faz se sentir obrigado a responder com uma mentira. Isso ocorre porque, em uma resposta errada, ambas as os hemisférios cerebrais são reivindicadas. Se alguém está apenas a mentir, tende a evitar o contato visual. Isso acontece de forma não intencional e é muito difícil de controlar. O mentiroso não quer ser apanhado e não quer se sentir culpado e envergonhado pelo que está a dizer, que é tudo menos a verdade. 2-Alterações respiratórias A pessoa que mente tende a alternar a sua respiração. Ele pode respirar mais rápido ou mais devagar que o normal. Outras mudanças, como um pescoço vermelho e um rosto vermelho, podem sugerir uma mentira. Se suspeita que a pessoa está mesmo a mentir pressione com perguntas e verá que as narinas se abrem mais e a respiração torna-se mais ofegante à medida que a tensão aumenta e a necessidade de elaborar  a mentira também. Além disso, existem outros efeitos secundários físicos, tais como o movimento excessivo apenas mencionado da cabeça. 3-O corpo está escondido atrás dos braços Um sinal muito óbvio de que estamos a ser enganados é proteger o corpo. Este é um instinto primitivo com o qual cruzamos nossos braços. Isso faz parecer que existe um muro entre nós e nossa contraparte. 4-Frases ou palavras são repetidas Outra característica física de um mentiroso é que ele repete as mesmas frases repetidas vezes sem conta. Ao contrário de alguém que diz a verdade, um mentiroso já preparou as suas palavras. É por isso que ouvimos as mesmas frases na mesma ordem. O único propósito do mentiroso é evitar quaisquer dúvidas que surjam connosco. Para ter sucesso, ele memorizou a sua história e não muda para que tudo corra bem no seu plano. Como resultado, ele se sente do lado seguro. 5-A boca está coberta A pessoa que mente tem a tendência para cobrir a boca. O mentiroso pode cobri-lo com a mão ou virar o rosto para conversar . Inconscientemente, um mentiroso busca a oportunidade de construir uma barreira entre suas mentiras e a sua boca por onde pronuncia as palavras que te enganam. Se uma pessoa cobre a boca com a mão enquanto fala ou responde uma pergunta, é muito provável que esteja a mentir-te. Ouve com atenção. E repara na postura da sua mão a seguir. Como a pessoa se comporta, vê se fica confortável ou numa posição intimidativa. 6-Os pés movem-se de forma constante Não podemos fixar-nos apenas no que acontece com as mãos, boca e nariz do mentiroso. Os pés também não param quietos. Alguém que quer esconder algo está constantemente movendo os pés para a frente e para trás. Primeiro um e depois alguns minutos o outro. As pernas também são movidas no estado sentado sem controle para frente e para trás. Certifique-se de que esta linguagem corporal é sugestiva de uma mentira ou um hábito. O que devemos fazer se estiverem a mentir? Se acreditas que estás a ser enganado, tens duas opções: a primeira é continuar a ouvir sem contradizeres para evitar conflitos. A segunda é confrontares de forma direta sobre essa mentira. Seria melhor ponderar sobre a decisão que faz mais sentido para ti com base na seriedade da mentira e a importância para que essa pessoa representa para ti. Imagina que é um individuo que nem privas muito e é algo irrelevante talvez nem mereça a pena perderes tempo e energia com alguém que nada te diz. Se for para perderes tempo, magoares-te, arranjares conflitos, que seja por algo que mereça o teu esforço. Natacha Seixas

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