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E quando tudo parece dar errado

A impotência quando nada dá certo Uma coisa é termos um dia menos bom. Outra coisa é termos dias sem fim em que nada dá certo. Passam-se meses e assim contínua. Vem a passagem de ano e ficamos cheios de esperança a pensar que agora sim tudo será diferente. E o balanço é miseravelmente o mesmo. Chorámos e por mais que nos tenhamos empenhado para que tudo tivesse resultado tudo permaneceu errado. Como uma fileira de dominós, uma peça após a outra desaba. Superar tempos difíceis certamente exige coragem, mas também requer autoconsciência e reconhecimento de quando fazer uma reset e reiniciar. É isso que quero compartilhar neste artigo – estratégias concretas para se sentir melhor, se recuperar e começar a seguir em frente novamente. Sei que não é nada fácil. Sei que sente-se sem tapete. Sei que talvez já tenha tentado vezes demais e esteja cansado(a) para tentar de novo. Mas também sei que um dia o sucesso vem. Sei que não é para sempre esta dor. Esta dor não é para sempre. Também sei que no inicio desabafava com os seus amigos e que agora deixou de o fazer porque chega a uma altura que sei que sabe que confiou e acreditou de verdade na palavra do amigos. Que abraçam com as palavras. Mas não eram abraços, ficou a saber que eram apenas palavras que o vento soprou e que tanto doem no peito e as lágrimas pelo seu rosto que já secaram de tanta desilusão, já se esgotaram no rio que secou e o coração se tornou amargo. Sei que sabe que os amigos que a ouviam lhe disseram sempre que estariam aí, para que não se preocupasse, que ajudariam na altura certa. E quando a altura certa chegou se não fosse você mesmo(a) a se auto-ajudar, eu sei que sabe que estaria sozinho(a) pior do que estava e todos se afastaram. E quando já melhoras de si sobressaíram os amigos voltaram a questionar se precisava de alguma coisa. Primeiro, reconheça que isso acontece com todos Eu sei que é muito difícil bater no fundo do poço, quando nos sentimos sem solução. Mas o que não tem solução é a morte. O fracasso é apenas uma mudança. O que assusta é não saber qual o rumo. Prepare-se porque o que muda é a zona de conforto e uma nova adaptação. Normalmente até é para melhor mas sei que passa pela ansiedade e angústia primeiro. Sei que pode passar por dificuldades, dores internas que o(a) levam ao desespero e o(a) faz temer o pior. Aproveite este tempo para refletir, tente ver o lado positivo nesse negativo. Use a sua criatividade e tente colocá-la em prática. Tente adaptar-se a vida não é delinear A verdade é que nem sempre a vida corre conforme o planeado. A estrada da vida passa por todos os tipos de reviravoltas, voltas e solavancos inesperados. Você pode dar o seu melhor e ainda assim não alcançar o objetivo que tinha em mente. Pode ter trabalhado imenso à meta que se propôs e não ter conseguido concluir. No entanto, não quer dizer que os próximos projetos têm o mesmo destino. Até porque a vida não é linear nem a estrada é reta, nem o mundo é quadrado, portanto as ideias não têm  sempre de ser cumpridas e os planos concretizados, tudo pode ser mudado ou moldado e/ou ajustado. Não se julgue nem culpe, adapte-se às circunstâncias. Até porque o que é hoje amanhã poderá não ser. Reiniciar: reconhecer quando fazer reset Faça pausas estratégicas para refrescar o cérebro e ativar a motivação para poder assumir mais tarde tarefas desafiantes. Ás vezes é necessário darmos alguns passos para trás para darmos um grande passo à frente. Cerque-se de pessoas solidárias Acredite em si. É normal nestas fases em que tudo parece não dar certo culpabilizarmo-nos por esse facto. Somos humanos e não quer dizer que o erro se deve a nós próprios. Trabalharmos a nossa autoestima é extremamente necessário para o nosso sucesso a todos os níveis. Se não conseguir superar esse momento sozinho procure ajuda de um profissional de saúde mental.   By Natacha Seixas  Consulta presencial e online   

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Como Identificar uma Pessoa Arrogante

O QUE É SER ARROGANTE ARROGANTE é, conforme a etimologia, derivado do latim adrogare. Esta palavra indica ao individuo o pleno direito de exigir dos outros determinadas posturas e comportamentos. As pessoas arrogantes pensam que são superiores às outras, são orgulhosas, prepotentes, acreditam que sabe tudo, são autoritárias, acreditam que são donos da razão e que têm ideias geniais, gostam de ser o centro das atenções e humilhar os demais. Quando trabalham em equipa, tendem arranjar problemas e criam um ambiente tenso, colocam as culpas no outros elementos do grupo. Os arrogantes possuem duas caraterísticas comuns: olham por cima do ombro com um ar de superioridade e tem um tom de voz caraterístico, de eu posso, quero e mando. O que o arrogante não sabe é que tem graves problemas de auto-estima e auto-afirmação e precisam constante da aprovação dos outros. São indivíduos inseguros, têm muitas dúvidas e têm receio de estar errados mas nunca manifestam esses sentimentos. UM COMPORTAMENTO ARROGANTE GERA REPULSA DO DEMAIS. NINGUÉM TEM PACIÊNCIA PARA LIDAR COM PESSOAS ASSIM. UM COMPOETAMENTO ARROGANTE É INACEITÁVEL  NO CONVIVIO SOCIAL. Uma pessoa arrogante tem falta de bom senso e uma falsa perceção da realidade, normalmente são ácidas a comentar e cínicas nas suas opiniões revelando um humor negro e falta de espiritualidade para enfrentar as situações. A falta de humildade é uma das principais caraterísticas do arrogante. Outra caraterística é a a suposta auto-confiança que fica gravemente lesada após uma critica negativa. O arrogante ao receber um feedback negativo  recebe-o como incongruente e não o aceita de forma alguma. Jamais se sente inferior ou ao mesmo nível que as outras pessoas. Esta falsa perceção de superioridade em que o arrogante vive, cria um egocentrismo de tal forma que funciona como um mecanismo de defesa para alimentar os seus medos, auto-estima, angústias e caprichos. Trabalhar com uma pessoa arrogante pode tornar-se insuportável. Tente entender e não entre em competição. Se não aguenta a arrogância dos arrogantes o melhor é afastar-se.   By Natacha Seixas

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Estou com PPM: Uma perturbação de difícil diagnóstico

O que é a Perturbação Disfórica Pré-Menstrual e o que carateriza? A Perturbação Disfórica Pré-Menstrual – super TPM – é um tipo grave de Perturbação Pré-Menstrual ou PPM também designada por TPM, sendo causado por mudanças hormonais inerentes ao período que antecede a menstruação. O PPM atinge aproximadamente 6% da população feminina. Durante estes dias a mulher apresenta baixa produtividade a nível laboral e apresenta uma tendência para isolar-se e ficar em casa. Os níveis de ansiedade e depressão aumentam. Verifica-se baixa intolerância no relacionamento interpessoal, muita irritação interna oscilação de humor (alternância entre tristeza e alegria). Isto explica-se pelo neurotransmissor que é responsável pela regulação do sono e do humor, diminuindo os níveis da serotonina e da dopamina no cérebro, que por sua vez são responsáveis pelo bem-estar psicossomático do individuo. Os sintomas aparecem cerca de 10 até 2 dias antes do aparecimento da menstruação e tendem a disseminar-se após o decorrer da mesma. Entre os sintomas físicos mais comuns estão: cólicas dor de cabeça, inchaço, dor nas mamas, retenção de líquido. dores musculares. náuseas. Entre os emocionais estão: irritabilidade, sensação de perda de controlo, ansiedade, insónia ou sonolência, dificuldade de concentração, fome exagerada ou falta de apetite depressão. isolar-se. disforia, pensamentos negativos, desesperança. baixo autoestima. É importante referir que nem todas as mulheres manifestam todos os sintomas, algumas sentem em diferentes intensidade. Enquanto a PPM pode atingir até 75 % das mulheres, existe uma condição mais grave e exacerbada de PPM que atinge de 3% a 8%  delas, trata-se da Síndrome Disfórica Pré-Menstrual. A disforia, mudança repentina de ânimo e irritabilidade exacerbada, deve ser acompanhada por um psiquiatra, e tratada com antidepressivos na maioria desses casos. Para o diagnóstico da Perturbação Disfórica Pré-Mestrual -PDPP-os sintomas são os mesmos que a PPM mas mais  exacerbados, intensificados e severos e devem ocorrer por um mínimo três meses ininterruptos. By Natacha Seixas      

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Razões pelas quais as outras pessoas nos dececionam

Porque será que as outras pessoas nos dececionam? És daquelas pessoas que se dececiona frequentemente com as pessoas? Convido-o a pensar um pouco comigo sobre este assunto. Será que não é culpado da maioria dessas deceções?   Ora vejamos: Foi a pessoa que nos decepcionou ou fomos nós que a decepcionamos primeiro? O motivo mais comum para as pessoas nos decepcionarem é porque nós mesmos decepcionamos outras pessoas. E este processo ocorre da mesma forma.  Por exemplo pessoas que não colaboram no trabalho é óbvio que vão reclamar que estão sobrecarregadas de trabalho. Pessoas que têm um olhar errante nos relacionamentos questionam a fidelidade de seus entes queridos. Se muitas pessoas ao seu redor o estão decepcionar exatamente da mesma maneira, isso é um sinal infalível de que somos nós realmente que estamos a manifestar esses comportamento e atitudes e  as pessoas que nos rodeiam não veem razão válida para dar-nos o que nós não damos a elas. Afirmação: Hoje, contemplo as falhas percebidas de outras pessoas e questiono se estou simplesmente projetando minhas falhas para fora. São as pessoas que te decepcionam ou às vezes somos desagradáveis Este é quase óbvio. O que não é óbvio para muitas pessoas é quando estamos a ser desagradáveis. Reclamar sobre as trivialidades de nossas próprias vidas, ter reações exageradas a situações padrão e ser obviamente incapaz de lidar com as coisas não é nada agradável e motivador de se ver e estar. Muitas pensam que se mostrarem que têm imensos problemas que deixaram os outros mais positivos e que os outros pensaram da seguinte forma: “_vez se tivesses a minha vida estarias pior por isso alegra-te”. Mas não de todo, as pessoas sentem-se sem energia e num tédio, quando outras incorporam a negatividade. O conceito de “vampiro de energia” é o de alguém que consciente ou inconscientemente, drena a energia das pessoas ao seu redor. Qualquer emoção negativa como raiva, autopiedade, indignação ou fraqueza autoindulgente cria um vácuo ao seu redor – e acabamos por sermos sugamos pelos problemas emocionais do outro sem nos ter pedido permissão para tal. Afirmação: Hoje, penso se meu “desabafo” me tornou insuportável para os outros. Questione se as pessoas te decepcionam porque tu és um preguiçoso É mais ou menos não faças aos outros o que não queres que te façam a ti. Ou por outro ponto de vista, o que esperas do outro, então porque não o fazes também com os outros? Não tenhas preguiça de fazer o bem. Predispõe-te a ouvir o outro a estar lá para o que o outro precisa. Pratica o bem e o bem virá até ti. Afirmação: Hoje, penso se realmente falo de maneira significativa em meus relacionamentos. As pessoas te decepcionam: és claro nas tuas  expectativas? Isso é importante tanto nos relacionamentos quanto nos negócios. Maridos e esposas em todo o mundo se relacionam esperando que seus entes queridos façam uma lista regular de ações, mas isso nunca é dito. Então, com o tempo, os fracassos repetidos percebidos por seus parceiros também não são mencionados e um ressentimento constante começa a se formar. A mesma coisa para proprietários de empresas e funcionários. Seu funcionário não está a ter o desempenho esperado.  E porquê? Porque à falta de diálogo,  e as pessoas não sabem o que é esperado, por um erro de comunicação as pessoas não sabem o que deveriam ou não fazer, quais as expectativas de cada um, sim porque as minhas expetativas podem não ir de encontro às tuas e daí advém os conflitos. Muitas pessoas simplesmente não sabem o que deveriam estar a fazer no trabalho. Elas obtêm essas ideias abstratas e direções aleatórias de uma dúzia de pessoas diferentes e apenas tentam lidar com a situação. Nenhum segmento da empresa é claramente seu domínio, tudo o que podem fazer requer supervisão e aprovação e, de modo geral, eles são tratados como crianças 8 horas por dia em troca de um ordenado ao fim do mês. Na maioria das vezes resulta em funcionários insatisfeitos com a falta de reconhecimento? E aqui eu questiono, já procurou o reconhecimento ou dinheiro extra? Os proprietários e a administração de empresas estão preocupados com os resultados financeiros e, em algum mundo de utopia, até se pode ser reconhecido por sua grandiosidade. Mais geralmente, porém, depois de o empregador ser incrível por um tempo, os chefes esperam que isso seja incrível  sempre. Afirmação: Hoje, penso se realmente pedi o que desejo. As pessoas te decepcionam: tens as ideias claras e objetivas Seja claro e objetivo consigo próprio e não culpabilize os outros pelas metas não alcançadas. Saiba distinguir o que tem que ser atingido por si e admita que os outros não têm nenhuma culpa nem interferência nas suas falhas. Não os culpabilize apenas por erros que são apenas seus. Afirmação: Hoje, separo meus objetivos entre aqueles que são viagens particulares e aqueles que são viagens de minha tribo. As pessoas te desapontam: Será que tens o direito de fazer muita pressão Se pressionamos continuamente por algo, então talvez outras pessoas se dobrem e se tornem instrumentos de nossa vontade. Certamente funciona para alguns proprietários de empresas e pessoas infelizes nos relacionamentos ou que estão solitárias na vida. O problema, porém, é que a maioria das pessoas têm uma certa dignidade que as impede de se tornarem completamente submissas em qualquer coisa. Portanto, fora do seu pequeno reino privado, se continuar a exigir/ explorar e pressionar demais as pessoas,  certamente poderá encontrar trabalhadores competentes e amigos e construir relações agressivas em condições desumanas. O trabalho sobre pressão terá menos rendimento e o ambiente tornar-se-á tenso. Afirmação: Hoje, penso se tenho respeitado o suficiente a todos ao meu redor. As pessoas te decepcionam: Olha para a pessoa como euros ou números? Tenho a certeza de que existe também nos círculos de familiares e amigos, mas vejo isso o tempo todo nas empresas. A administração busca introduzir medidas quantitativas que os ajudem a administrar seus negócios e, claro, isso é absolutamente a coisa certa a fazer. O problema é

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Vitimismo: Comportamentos de um vitimista

Vitimismo: 8 comportamentos típicos através dos quais se manifesta O vitimista já tem as suas ideias, comportamentos e atitudes tão internalizados que não está consciente do seu próprio comportamento.   Todos nós gostamos de estar com pessoas que nos façam sentir bem que emanam boas energias. No entanto, existem sempre pessoas negativas, que só estão bem a falar de desgraças e a contar as notícias desastrosas que acontecem diariamente ou estão constantemente a queixarem-se. Embora ajudar alguém em necessidade seja um gesto agradável, é essencial entender se a pessoa em questão realmente precisa de nossa ajuda ou se, em vez disso, está-nos a manipular. Normalmente, estas pessoas usam as queixas e o papel de vitima como ganho secundário, para obtenção de algo. Acabam por esgotar-nos e deixar-nos com uma sensação de cansaço. O vitimismo leva essas pessoas a culpar terceiros por seu sofrimento e, como muitas vezes encontram alguém disposto a ajudá-las, raramente resolvem seus problemas com seus próprios meios. É importante saber comoessas pessoasageme quais estratégias elas usam para nos fazer sentir obrigados ajudá-las. Aqui estão 8 comportamentos típicos de pessoas que sofrem vitimização. Comportamento típico de vitimização 1. Eles estão convencidos de que o mundo está contra eles Os vitimista tem uma personalidade tipo paranóica e distorcem a realidade. O sujeito reclama constantemente e está sempre na defensiva, ele está convencido de que o mundo inteiro se vira contra ele e alimenta-se de meias verdades e desgraças. Normalmente manifesta sinais de coitadismo, de que é vitima da sociedade, inventa história em que ele é sempre a vitima e chega mesmo a ser convincente no seu discurso. Geralmente, quando nós temos a oportunidade de conversar com essas pessoas, elas reclamam incansavelmente, alegando que não são amadas ou que são incapazes de entender a situação em que se encontram. 2. Eles não assumem suas responsabilidade. A incapacidade de assumir a responsabilidade é um dos principais comportamentos das pessoas que fazem do vitimismo seu estilo de vida. Estes indivíduos acham que nós temos o dever de ajudálos, mesmo que involuntariamente, esperam que os outros assumam suas responsabilidades. Para estas pessoas, é muito fácil ignorar suas responsabilidades e, em vez disso, prefere indicar os outros como culpados, sem se preocupar com as consequências. Eles se tornam tão manipuladores que, depois de ganharem a confiança dos outros, serão capazes de fazê-los sentir-se culpados quando não puderem ajudá-los. 3. Eles ampliam os problemas Quando há uma situação menos agradável os vitimistas tendem a exagerar o problema, por exemplo se temos uma dor de cabeça é um tumor, se estamos com dor no peito já estamos com um aneurisma ou ataque cardíaco, se um carro travou de repente já atropelou alguém. Como regra, eles exigem compaixão, choram ou ficam com raiva por seus supostos “agressores” se sentirem culpados e pedir desculpas de volta. 4. Dá sempre tudo errado Conversar com essas pessoas cansa-nos, deixa-nos irritados e de mau humor, não apenas por causa de sua mentalidade negativa, mas também porque suas histórias são sempre uma tragédia e falam sempre no mesmo vezes sem conta. Falam mal do trabalho, dos vizinhos, dos amigos, dos familiares, do cão da vizinha, da telenovela, das noticias macabras e de como são insensíveis as pessoas ao seu redor. Eles são incapazes de ver as oportunidades que podem surgir da adversidade e sua mentalidade é tão fechada que não conseguem entender que algo pode melhorar. 5. Eles nunca se desculpam Quando uma pessoa que sofre de vitimização pede desculpas, ela não faz isso sinceramente. Muito raramente, as “vítimas” reconhecem seus erros e pedem desculpas aos diretamente envolvidos. No entanto, quando o fazem logo de seguida dizem, mas eu tive razão, viste o que eu sofri, foste muita má(u) para mim… Seus mecanismos de manipulação são tão eficazes que lhes permitem sempre se justificar e desempenhar o papel de “bom”. 6. Eles sentem pena de si mesmos As pessoas que se acostumam a desempenhar o papel de vítima na frente dos outros estão acostumadas a apontar os seus pontos fracos e são altamente críticos a si mesmas. O hábito de sentir pena de si mesmos os leva a reconhecer-se como crianças indefesas ou pessoas frágeis diante da sociedade. Se eles não conseguem gerar simpatia ou empatia pelos outros, eles se consolam para segregar ainda mais em seu papel de vítimas. 7. Eles sentem-se constantes perdedores Mesmo quando algo de positivo aconteça com eles, eles encontram falhas em tudo e preferem fazer uma triagem dos pensamentos negativos e tóxicos. Todas as oportunidades no mundo são incapazes de fazer essas pessoas felizes. Eles reclamam se têm, se não têm, se alguém tem mais chance do que eles. Dessa maneira, eles mantêm vivo um círculo vicioso que os impede de progredir significativamente 8. Eles guardam rancores Para não pararem de sofrer, essas pessoas vivem de experiência dolorosas do passado em que alguém ou alguma coisa lhes causava dor. Eles são incapazes de deixar para trás os episódios que os fizeram sofrer e geralmente aproveitam qualquer oportunidade de revivê-los no presente. Se você conhece alguém com essas características, tenha cuidado! Se é um ente querido que  deseja ajudar, lembre-se de que muitas de suas ações são hábitos difíceis de abandonar. Não deixe que aqueles que recorrem ao vitimismo absorvam toda a sua energia e tente ficar longe dos problemas deles, para não arriscarem ser manipulados.   By Natacha Seixas  

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Dê-lhe espaço para ele sentir falta e voltar

O seu namorado precisa de espaço e não sabe o que fazer? Sempre que fala com ele verifica que ele fala menos e a despacha rapidamente a chamada e dá a entender que pretende ficar sozinho sem que ninguém o chateie. Não responde com tanta frequência às mensagens e não está tão emocionalmente aberto. Ou até lhe tenha dito abertamente que precisa de espaço e por isso quer ficar sozinho durante um tempo. Não é certamente o que mais desejaria ouvir e pode ser assustador para qualquer relacionamento ficar na incerteza entre um sim e um não. Se o ama de verdade acredito que esteja em pânico e com medo de perdê-lo. Então o que  deve fazer? O que fazer quando um homem está afastar-se e precisa de espaço? O seu maior medo é que se ele afaste de vez e a deixe. Talvez ele precise mesmo de espaço para se resolver internamente ou talvez esse espaço seja mesmo para magoá-la o menos possível e afastar-se devagar para que se habitue à ideia. Talvez ele queira mesmo terminar o relacionamento. É por isso que agora eu vou lhe dizer exatamente o que não fazer , para que possa aprender a dar-lhe espaço, sem o afastar ainda mais ou transformar essa relação num pesadelo. Faça o que fizer, não vá atrás dele . Não lhe escreva muito para, tente não lhe telefonar, não envie mensagens, não procure validação ou segurança. Deixe-lhe o tempo que ele precisar. Dê-lhe todo o espaço até que ele sinta a sua falta. Eu sei que dói não saber o que ele está a fazer e com quem está. Dói pensar na possibilidade de ele lhe deixar. Eu sei que é péssimo deitar a cabeça na almofada com essas emoções negativas e sentir que não está a fazer nada para que volte para os seus braços. São os estados ansiogénicos e a insegurança que nos levam a ligar vezes sem conta e ir procurá-lo vezes sem fim para nos certificar-mos que ele não está a sair com outra pessoa. Para ser claro: toda e qualquer uma dessas reações o levará ainda mais longe, talvez para sempre . Por quê? Não podemos deixar que o medo da perda determina as nossas ações. O que o medo da perda significa para o nosso relacionamento e por que nestas situações os homens o fogem de nós? Para colocá-lo da maneira mais simples possível, o medo da perda é quando os nossos sentimentos negativos controlam as nossas ações, em vez de nossos sentimentos positivos . Quando nós ainda estamos na fase de conhecimento de uma pessoa, que depois passamos à fase de namoro, nessa fase inicial, agimos como se não fossemos perder essa pessoa, porque na verdade não havia nada para perder. E agiamos de foma espontânea, livre, sem medos de perder. Era isso que era atraente para ele. Agir de forma calma, felicidade e confiança é o que atrai o homem.. Os homens querem estar com alguém relaxado, seguro e feliz – da mesma forma que as mulheres querem estar com alguém que age da mesma maneira. Então, inicialmente com alguém, agimos com positividade com essa pessoa. Mas quando sentimos que essa pessoa se afasta de nós, de repente começamos a sentir que o estamos a perder. era como se já estivesse a fazer parte da nossa vida que nos é agora retirado. Como se o chão estivesse escorregando sob os nossos pés.  e começamos a ficar assustados, em pânico, apavorados e com medo de perder. E sempre que estivermos com ele com medo de o perder, em vez de estarmos descontraídas e serenas, vamos estar retraídas, controladoras e diferentes do habitual e desta forma o afastaremos ainda mais. Então, se não se consegue controlar em frente dele e evitar o medo da perda … mantenha-se afastada também durante algum tempo.   O que deve realmente fazer para mantê-lo ao seu lado? Primeiro, é importante dizer que é completamente normal que um homem queira algum espaço, e é completamente normal dar-lhe esse espaço . Como eu disse antes, se tentar controlá-lo ou andar atrás dele constantemente para que fique consigo só vai afastá-lo ainda mais. Muitos homens precisam de tempo sozinhos (ou pelo menos longe de uma mulher) para descobrir como realmente se sentem. Um homem pode se divertir muito consigo em um encontro, pode sentir uma conexão incrível, pode estar louco ficar por si quase instantaneamente – e AINDA precisa de tempo e espaço longe de si. Por quê? É porque para muitos homens, o espaço entre quando ele se vê consigo verifica que poderá interfir muito nos seus planos porque sente que está a gostar demais de si e isso poderá atrapalhar os planos que estipulou para ele. Para muitos homens, esse tempo é crucial para resolver suas emoções. Tente dar a ele espaço para descobrir o que ele quer – na maioria dos casos, pode ser extremamente gratificante. Esse intervalo também é crucial para ele criar um desejo de vê-lo novamente. Quando estiverem privados de contato determinado tempo, ele começará a pensar em si cada vez mais, provavelmente a imaginar o que estará a fazer e a aumentar o desejo de vê-la novamente. O que é importante lembrar aqui é que a maioria dos homens precisa de tempo e espaço para começar a se sentir mais próximo e mais conectado com uma mulher . É por isso que agarrar-se a ele e tentar puxá-lo para mais perto vai sair pela culatra toda vez. Mas dar-lhe espaço o fará sentir sua falta e aumentará a probabilidade de ele voltar. Como dar-lhe espaço e fazê-lo sentir sua falta e voltar Se seu homem estiver agindo distante e quer que ele volte para si, serei sincera: persegui-lo não funcionará. A melhor coisa a fazer é dar-lhe o espaço que ele procura, para que ele possa resolver o que o está a incomodar e voltar ao normal. Persegui-lo apenas o afastará ainda mais. Tente dar a um homem espaço para descobrir as coisas – ele sentirá sua ausência assim que resolver

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Costrução da Auto-estima

A Auto-estima é a sua opinião de si mesmo. Ocasionalmente, todo mundo não auto-estima faz com que não tenhamos confiança em nós próprios, e é por isso que normalmente estas pessoas são infelizes ou insatisfeitas consigo mesmas a maior parte do tempo. É preciso atenção e prática diária para aumentar a baixa auto-estima. Construção de auto-estima A auto-estima está fortemente relacionada à maneira da forma como reagimos às situações que nos acontecem no dia-a-dia. As sugestões para construir a auto-estima incluem: Fale consigo mesmo de forma positiva – trate-se como se fosse seu melhor amigo. Seja solidário, gentil e compreensivo. Não seja duro consigo mesmo quando cometer um erro. Desafie o ‘diálogo interno’ negativo – toda vez que se auto- criticar, pare e procure por evidências objetivas de que a crítica é verdadeira. (Se pensa que não consegue fazer isto sozinho, peça a opinião de um amigo de confiança.) Acabará por entender que a maior parte de sua conversa interna negativa é infundada. Não se compare aos outros – reconheça que todos são diferentes e que toda vida humana tem valor por si só. Faça um esforço para aceitar a si mesmo, verrugas e tudo. Reconheça o positivo – por exemplo, não descarte elogios, descarte suas realizações como “azar” ou ignore seus traços positivos. Valorize as  qualidades especiais – lembre-se dos seus pontos positivos todos os dias. Escreva uma lista e consulte-a com frequência. (Se não o consgue fazer sozinhi, peça a um amigo de confiança para ajudá-lo a escrever a lista.) Esqueça o passado – concentre-se em viver no aqui e agora, em vez de reviver velhas mágoas e decepções. Diga a si mesmo uma mensagem positiva todos os dias– compre um conjunto de “cartões inspirados” e comece todos os dias  lendo um novo cartão e ande com a mensagem do cartão o dia todo. Pare de se preocupar – “se preocupar” é simplesmente se preocupar com o futuro. Aceite que  não pode ver ou mudar o futuro e tentefocar os seus pensamentos no aqui e agora. Divirta-se – programe eventos e atividades agradáveis ​​todas as semanas. Exercício – é um estímulo muito bom para o cérebro para todos os tipos de coisas, mas principalmente no combate à depressão e na ajuda a se sentir bem. As metas precisam ser passo a passo, como começar uma caminhada ao redor do quarteirão uma vez por dia.. Seja assertivo – comunique suas necessidades, vontades, sentimentos, crenças e opiniões aos outros de maneira direta e honesta. Pratique  por versões mais saudáveis. Reserve um tempo para estabelecer os novos hábitos. Mantenha um diário ou diário para registrar seu progresso.sugestões acima todos os dias preciso esforço e vigilância para substituir pensamentos e comportamentos inúas   de que nos podem conduzir ao erro. Consulte o seu médico para obter informações, conselhos e encaminhamento se estiver com problemas para melhorar sua auto-estima ou se a baixa auto-estima estiver causando problemas como depressão.   By Natacha Seixas

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Por que algumas pessoas repetem os mesmos erros de relacionamento? 

Aqui estão cinco possíveis erros comuns 1: Uma família disfuncional Ironicamente, o futuro de nosso relacionamento pode estar intimamente ligado com o nosso passado. Quando pequenos aprendemos a nossa intimidade da forma como nos ensinaram. As crianças que crescem com um cuidado acrescido, sendo cuidadoras dos pais em vez de protegidas são mais desprovidas destes sentimentos. Ter pais rígidos e excessivamente controladores pode dificultar a tomada de decisões por crianças – e depois por adultos -, enquanto pais negligentes ou desligados podem criar indivíduos com uma forte necessidade de atenção e obsessão devido à insegurança neles próprios. Embora o problema tenha começado na infância, seus efeitos podem durar até a idade adulta, geralmente na forma de desconfiança, necessidade de controle ou dificuldade em construir e manter relacionamentos. Embora nenhuma infância seja perfeita, certos tipos de disfunção afetam ás vezes de forma trágica os relacionamentos. Veja o vício, por exemplo. Estudos mostram que crianças que crescem em famílias alcoólicas trazem os problemas de sua juventude para seus relacionamentos românticos. Filhos de alcoólatras tendem a se casar com famílias com problemas de álcool. Filhas de alcoólatras têm duas vezes mais hipóteses de se casar com um alcoólatra do que filhas de não alcoólatras. Ao escolher um parceiro, seguimos o que conhecemos e aí encontramos a nossa zona de conforto. 2: Trauma na infância O abuso físico, emocional ou sexual na infância pode ter efeitos ao longo da vida. Nos relacionamentos, os sobreviventes de traumas precoces costumam lutar com isolamento social, problemas de apego e incapacidade de confiar. Se eles puderem se comprometer com um relacionamento sério, seus parceiros poderão reclamar que são desnecessariamente ciumentos ou inseguros. Cerca de 80% das crianças vítimas de abuso preenchem os critérios para um distúrbio de saúde mental aos 21 anos – depressão, ansiedade, perturbação de stresse pós-traumático e perturbações alimentares – entre os mais comuns. Há muitos adolescentes que vão pelo mundo das drogas e que em criança sofreram abusos. Este fator consequentemente tem repercussões negativas nos seus relacionamentos. Para muitos, infelizmente o ciclo de abuso não termina com eles. Uma pessoa que fere é uma pessoa ferida. Segundo algumas estimativas, um terço das crianças vítimas de abuso continua a violar os seus próprios filhos. Outros encontram-se continuamente à procura de parceiros abusivos ou indisponíveis, sub conscientemente tentam recriar o trauma da infância como se desta forma pudesse resolver o seu problema do passado mal resolvido. Isto é um indicador de mais rejeição ao trauma e só acumula mais raiva e repugnância. 3: Vício em amor A intimidade genuína é impossível para as pessoas que lutam activamente com o vício em relacionamentos, romance ou amor. Isso ocorre porque os viciados em amor são atraídos repetidamente por pessoas do mesmo género de personalidade. Indivíduos que manifestam uma tendência em magoar os sentimentos e dar em troca desprezo. Quando raramente aparece alguém que tem boas intenções o viciado em amor rapidamente se cansa e parte para outra, sentem um vazio constante. Amam intensamente mas depressa o amor se vai e necessitam de preencher essa vazio afetivo novamente com outro novo amor. Fazem juras eternas e acreditam que pode ser para sempre mas de um dia para o outro vêem todos os defeitos e  e depressa perdem o interesse. Apesar de uma longa história de relacionamentos caóticos, os viciados em amor continuam a procurar desesperadamente a tal pessoa que só existe na realidade virtual, apaixonando-se rapidamente e o que acontece muitas das vezes, num ato impensado, junta-se rapidamente a um parceiro, sem medir as consequências, levado pelo sentimento do momento,  que fica aquém dos seus padrões. O vício em amor pode ser tratado. Teremos que entender a infância ou a disfunção desde a infância e aprender como é a intimidade saudável. 4: Expectativas irrealistas Nossas expectativas em relação ao sexo e aos relacionamentos estão sempre evoluindo, talvez nunca mais do que na era digital. Como resultado da explosão de pornografia online gratuita e facilmente acessível, sites de adultério, aplicativos para smartphone e outras mídias, ficamos perguntar se a Internet matou o Cupido? Há menos de uma década, as pessoas tinham que trabalhar duro para visualizar imagens classificadas como X, marcar um encontro e iniciar um relacionamento sexual. Agora, casados ​​ou solteiros, gays ou heterossexuais, jovens ou velhos, existem inúmeras oportunidades online para obter essas coisas em qualquer lugar, a qualquer hora. A Internet tem sido um salvador para alguns, mas tem sido destrutivo para muitas relações que se mostraram promissoras com histórico de trauma ou propensas ao vício. Tudo tem que ser gerido com peso e medida, caso contrário pode verificar e uma perda de interesse em parceiros da vida real. 5: Distúrbios da saúde mental Ter um distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade ou transtorno de personalidade borderline, pode tornar os relacionamentos românticos desafiadores. As pessoas vivem mais desequilibradas do que equilibradas numa roda de emoções entre raiva, tristeza, zanga, ira. A maioria anda de coração partido à procura do que não sabe, pensa que encontra o que não quer e anda como se quisesse. O mundo do sexo e da intimidade é muito complexo quando tudo poderia ser muito simples porque afinal não temos que fazer nada, nem pensar porque o nosso sentimento faz tudo, as borboletas na barriga, um friozinho, uns tremelicos, as bochechas vermelhas, um engasgo, não dizemos nada de jeito e aí faz todo o sentido mergulharmos a dois. Em um estudo, as pessoas com doença mental eram mais propensas do que aquelas sem doença mental a ter vários parceiros ao mesmo tempo e relacionamentos mais curtos. Eles também eram sexualmente íntimos antes. Com tratamento adequado e auto cuidado, as pessoas que lutam contra a doença mental podem ter relacionamentos saudáveis ​​e estáveis, mas isso exige esforço contínuo e um parceiro de apoio- mas hoje em dia ninguém tem paciência para si, nem se ouvi a si, nem se ama a si quanto mais ao outro. Da próxima vez que embarcar em um relacionamento romântico, olhe além das simples desculpas e crenças erróneas: ninguém me quer; já estou velha para estas coisas; os homens são todos iguais; as mulheres só querem dinheiro.  Em

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