Psicopatologia Infantil

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15 fatos sobre ataques de pânico que precisas saber

Os ataques de pânico podem atacar qualquer pessoa a qualquer momento – quer tenha um historial de ansiedade ou nenhum. Às vezes a causa pode ser óbvia (despedido do trabalho, dificuldades económicas graves, fobia social, ou momento inesperado que te aterroriza), mas outras vezes parece completamente aleatório 1.O número total estimado de pessoas que vivem com distúrbios de ansiedade no mundo é de 264 milhões. Neste momento encontra-se em 6º lugar como a doença que contribui para a incapacidade produtiva. 2.Há uma diferença entre ter o ataque de pânico ocasional e ter uma perturbação do pânico. Perturbação do pânico é caracterizado por ataques de pânico recorrentes, bem como preocupação significativa entre os episódios que poderá ter de ataques de pânico, que poderá interferir com sua vida diária. Se tem ataques de pânico recorrentes, provavelmente e segundo os critérios do DSM V, receberá o diagnóstico para Perturbação do Pânico. 3.Algumas pessoas são mais propensas a desenvolver Perturbação do Pânico do que outras. É mais comum em mulheres do que em homens, e geralmente começa no início da idade adulta. Pode existir uma predisposição genética para desenvolver Perturbação de Pânico se tiver um membro da família com ele ou outra Perturbação de Ansiedade. Algumas pessoas podem ter um único episódio ou dois, enquanto outros podem experimentar extrema preocupação e medo após um ataque de pânico, o que pode levar a uma Perturbação do Pânico. 4. Os sintomas de um ataque de pânico são incapacitantes e muito reais. Aqui estão alguns dos sintomas mais comuns: ∙ Ritmo cardíaco acelerado ou palpitações cardíacas ∙ Suor ∙ Tremor ∙ Falta de ar, dificuldade para respirar ou sentir-se sufocado ∙ Tontura, sensação de tontura ou desmaio ∙ Dor no peito ∙ Náusea ou dor de estômago ∙ Calafrios ou ondas de calor ∙ Dormência ou formigamento, especialmente nas mãos e pés ∙ Medo de morrer ∙ Medo de perder o controle ou enlouquecer Algumas pessoas também experimentam desrealização (sentimentos de irrealidade) ou despersonalização (sentimento de desapego de si mesmo), mas estas são menos comuns. Não há explicações para umas pessoas sentirem sintomas diferentes umas das outras, mas é geralmente entendido que um ataque de pânico envolve pelo menos quatro deles. Os sintomas surgem repentinamente e podem durar de alguns segundos a meia hora, embora geralmente sejam cerca de 10 minutos. Desta feita, pode sentir alguns sintomas residuais por um tempo após o término. 5. Um ataque de pânico é a híper-excitação do sistema nervoso simpático.   Um ataque de pânico é essencialmente o nosso corpo a dar um ponta pé na resposta de luta ou fuga quando realmente não há uma ameaça real. Então, se nós estivéssemos frente-a-frente com um leão, estaríamos totalmente prontos – mas na realidade não estamos, e parece que estamos prestes a morrer, ou a ter um ataque cardíaco.   Então, o que realmente está acontecer no nosso corpo para causar todo esse caos?  Primeiro, o nosso cérebro percebe alguma ameaça percebida, que pode ser algo como um pensamento assustador ao acaso, do qual nem estamos conscientes, ou um ritmo cardíaco galopante. O tálamo traz essa informação sensorial para a amígdala, que a traduz como sensação de perigo iminente  e desencadeia a excitação do sistema nervoso simpático, que libera a resposta de luta ou fuga. Durante esse período, a adrenalina do nosso corpo é secretada no cérebro e no corpo, desencadeando sintomas como o aumento da frequência cardíaca, respiração rápida, sudorese, aumento da pressão arterial, dilatação de pupilas, boca seca e outros. Estas são respostas simpáticas normais – elas aconteceriam naturalmente se estivéssemos verdadeiramente numa briga com um leão – mas como na verdade não estamos à frente de um leão, começamos a entrar em pânico e atribuímos significado a esses sintomas para tentar entendê-los, como se estivéssemos a morrer/ a ter um ataque cardíaco / uma reação alérgica / prestes a desmaiar / etc. Este medo e pânico podem causar outros sintomas e também podem desencadear hiperventilação (e pode adicionar sintomas como tremores, formigamento, tontura, dificuldade para respirar, dor no peito, etc.). 6. É totalmente comum visitar imensos médicos de várias especialidade ou ir até a às urgências do hospital por causa de um ataque de pânico. Obviamente, a maioria dos sintomas de um ataque de pânico também podem ser sintomas de outros problemas de saúde – isso é o que os torna tão assustadores e por que é tão difícil aceitar que seja um ataque de pânico e não um ataque cardíaco ou qualquer outra coisa. Então, se estás a sentir os sintomas acima descritos é aconselhável que consultes um médico para descartar qualquer outra coisa. 7. Os ataques de pânico parecem vir do nada, mas na verdade acontecem Sempre há algum tipo de gatilho, mas pode ser algo tão leve, como um pensamento passageiro no qual nem percebe que tinha. Por isso é tão importante a medicação para controlar os sintomas mas também de extrema importância para descortinar os gatilhos disparadores dessa ansiedade levada ao extremo. 8. Os ataques de Pânico tendem a ocorrer com maior frequência quando valorizas demasiado tudo o que se passa no teu corpo Algumas pessoas que são propensas à ansiedade estão super sintonizadas com suas sensações corporais, e isso por si só pode desencadear um ataque de pânico. Por exemplo, talvez percebas um batimento cardíaco estranho ou dificuldade para respirar ou alguma visão turva. A maioria das pessoas pode nem perceber (ou atribuem isso ao café matinal ou a alergias ou qualquer outra coisa), mas outras podem perceber essas pequenas sensações corporais e se concentrar nelas, desencadeando o ataque de pânico. Novamente, podes nem estar ciente desses gatilhos, então ainda pode parecer que surge do nada. 9. Para algumas pessoas, o medo não é que estejas a morrer, mas que percas o controle te humilhes Uma coisa que a maioria das pessoas não entende sobre os ataques de pânico é como eles podem ser tão assustadores quando as pessoas sabem que os recebem. O fato de entenderes que tens perturbação de pânico facilita a deixar de ter? Bem … não é tão simples assim. Muitas vezes o medo é de perder o controle, envergonhar-se em público, estar preso

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Porque não aprendemos com os erros

Errar é humano. Mas por que tantas pessoas cometem os mesmos erros repetidas vezes? Vários estudos recentes revelam como nossos cérebros não aprendem com nossos erros do passado na medida. Os atos falhos encontram-se arquivados no inconsciente e é nessas janelas da memória que estão as nossas crenças limitadoras.      Erros são oportunidades de crescimento. A melhor receita para lidar com o erro é retirar dele uma aprendizagem e tentar não repeti-lo. Na verdade o erro é cometido muitos vezes porque se passa ao nível do inconsciente e quantas mais vezes nós dizemos que não queremos mais essa mesma história para a nossa vida, só que já estamos tão concentrados nela e ainda está tão presente na nossa mente que acabamos por cair na mesma  teia de circunstâncias e tudo é vivido e repetido. Por exemplo se estamos num plano  alimentar de perda de peso e caímos na tentação de comer doces, a melhor estratégia, para não cair no mesmo erro, é lembrar-mo-nos das consequências a longo prazo de comer uma bola de Berlim, cuja negatividade associada à culpa que fica pode prejudicar a dopamina, neurotransmissor do sistema nervoso central responsável pelo bem-estar do nosso sistema cerebral De acordo com as investigações dos últimos anos se quiser evitar a repetição da história, é melhor não tentar aprender com isso. Em vez disso, pense no futuro e no que pode alcançar se evitar as armadilhas – e desta forma, alcançar o corpo que sempre desejou e a normalidade dos valores nas análises sanguíneas do colesterol e dos triglicéridos e/ou dos diabetes, poupará uns anos de vida e livrar-se-á de um ataque cardíaco ou Avc precoce. Se pensar nos benefícios que tem ao evitar o mesmo erro poderá concentrar-se na reflexão que talvez valerá o esforço e o empenho de procurar ajuda profissional para se estruturar a esse nível. Afinal viver bem e com qualidade é o sonho de qualquer ser humano. A verdade é que atraímos cenários de aprendizado para nós, então não é uma circunstância de azar, é uma questão de escolha. É também sobre compaixão e curiosidade para com o eu, olhando para dentro para desenvolver uma conexão mais profunda com a compreensão de quem somos, por que somos acionados para fazer as coisas que fazemos. Exemplos de perguntas que poderá fazer a si mesmo ao “cometer um erro” (ou, como prefiro dizer, “encarar uma oportunidade de crescimento”): Qual a crença que ficou por resolver em criança que ainda me mantém presa no presente e me impede os passos do futuro? Que recompensa (s) inconsciente (s) eu tenho ao cometer esse “erro”?   Natacha Seixas  

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Depressão

A depressão é uma desordem que mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, desde jovens a mais velhos. A depressão define-se como um distúrbio afetivo que atingem a autoestima, a inferioridade, o autoconceito, tristeza, pessimismo. Por isso é difícil ficar melhor apenas pela força de vontade, até porque é provável que a força de vontade esteja muito baixa. A depressão afeta mais as mulheres do que os homens. Os pesquisadores acreditam que existe uma vulnerabilidade para a Depressão, que é herdado geneticamente por essa vulnerabilidade e um dos possíveis mecanismos é na alteração de substâncias designadas por neurotransmissores que são responsáveis pelo funcionamento cerebral. Os estudos epidemiológicos mostram que a depressão sempre existiu o que mudou foi a capacidade de reconhecê-la. A Depressão é o último estado da dor humana e para a psicologia define-se por um quadro patológico de tristeza profunda permanente, que podem ser acompanhados por irritabilidade e intolerância (que pode levar a conflitos diferentes e que pode conduzir a sentimentos de culpa).  Na depressão a culpa passa a ser uma parceira constante. A Organização Mundial de Saúde (OMS), revela que a Depressão é a doença mais incapacitante do Mundo e muitas vezes é confundida com um sentimento de tristeza e entender as diferenças é fundamental para o diagnóstico precoce. A nível emocional as pessoas podem sentir-se tão impotentes e apáticas, sem vontade de nada que tendem a isolar-se de tudo isolando-se também das pessoas. Isolando-se socialmente e tentativas de suicídio. Uma das maiores causas do afastamento do trabalho é a depressão. A depressão é tão séria e a prevalência é tão grande que chega a levar ao suicídio e inutilizar a pessoa para o trabalho e processa-se ao nível do inconsciente. A pessoa não tem controle sob a sua condição. A depressão já é tão conhecida das pessoas. Há atualmente tanta informação e tratamentos com altos níveis de eficácia. Mas há existe o estigma social e as pessoas evitam procurar o profissional adequado para se tratarem. A depressão pode afectar qualquer pessoa. Homens e mulheres de todos os grupos etários, níveis de educação e estatuto socioeconómico podem sofrer de depressão. Um quadro de depressão afeta todas as áreas da vida: casamento, família, amigos, os cuidados parentais, a intimidade, o trabalho, os estudos, a carreira e as finanças. Muitos pacientes confundem depressão com tristeza profunda. Mas existe muitas diferenças. A tristeza é uma emoção momentânea e passageira. A depressão é a incapacidade de sentir prazer pelos prazeres da vida. Trata-se de uma Perturbação Psicológica que pode levar ao suicídio e ter resultados fatais enquanto que a tristeza o máximo que pode acontecer é quando nos levantamos da cama quem está à nossa volta levar com o nosso mau humor. SINTOMAS DA DEPRESSÃO Fraqueza Apatia Desânimo Baixo-autoestima Insónia ou Hiperinsónia Diminuição da concentração Diminuição da memória Aumento ou diminuição da libido Sentimentos de desesperança Negativismo Ansiedade Dificuldades em sair da cama Vazio afetivo e emocional Tentativas de suicídio. Manter uma alimentação equilibrada para produzir os neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar O funcionamento do intestino é muito importante porque produz serotonina que leva ao bem-estar daí a importância para uma alimentação saudável. Quanto mais peso se ganha mais deprimido se fica. Frutas, legumes e verduras Carnes brancas e peixes Castanhas CAUSAS DA DEPRESSÃO A depressão é de carater biopsicossocial e varia de pessoa para pessoa.  As causas podem estar na origem de: Processo de luto, seja por morte de um familiar, seja por o térmico de uma relação (divórcio) ou por um acontecimento traumático (acidente, diagnóstico de cancro); Antecedentes familiares; Abuso de substâncias (drogas, álcool); Traumas na infância; Violações; Caraterísticas inerentes à personalidade: baixa autoestima, autocrítica e pessimismo; Gravidez, parto, menopausa; Problemas conjugais e relacionais; Isolamentos social; Problemas financeiros (extrema pobreza, dividas). Orientação sexual não aceite pelos familiares e/ou por amigos ou por outrem. EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE DEPRESSÃO Depressão Recorrente ou Depressão Maior: A Perturbação Depressiva Major é caracterizado por um humor depressivo persistente e penetrante ou perda de interesse e / ou prazer na atividade diária que dura pelo menos 2 semanas.  Distimia: Depressão crónica que persiste ao longo do tempo. No entanto os sintomas são mais leves do que a depressão. Mas a pessoa sente-se recorrentemente triste. Perturbação Disruptiva da Desregulação do Humor: A Perturbação Disrutiva  da Desregulação do Humor (PDHD) é um distúrbio relativamente novo que descreve crianças que têm explosões de raiva frequentes e irritam-se facilmente. Perturbação Depressiva Sazonal: Este tipo de depressão  ocorre sazonalmente durante alterações do clima, no  Outono ou no Inverno. Normalmente, as pessoas recuperam o seu estado de ânimo quando a estação que lhes fez ficar depressivos termina. Depressão Depressiva Breve Recorrente: Trata-se de uma forma ligeira e menor de depressão que pode comprometer o funcionamento normal da pessoa. Afecta principalmente jovens, sendo caracterizada por períodos breves de humor deprimido ou misto (alternadamente humor deprimido e normal). Duram tipicamente menos de duas semanas, mas de elevada recorrência. Depressão Bipolar: doença mental grave caracterizada por alterações extremas do humor, configurando episódios de mania e depressão. Episódio Misto de Ansiedade e Depressão: Apesar de a ansiedade e os sintomas psicológicos e somáticos que a acompanham serem características comuns da depressão, e de os sintomas depressivos estarem frequentemente presentes nas perturbações de ansiedade, em geral é fácil diagnosticar se a depressão é o principal problema. Em todo o caso, no misto de ansiedade e depressão, existe uma combinação equilibrada entre os sintomas de ansiedade e de depressão. A depressão é uma condição séria. Não subestime a gravidade da depressão. A depressão deixa qualquer um exausto, pessimista e desmotivado.  Os sintomas da depressão não são pessoais. Não é nada de pessoal contra si. O estado depressivo, obriga a que as pessoas deprimidas muitas vezes digam coisas prejudiciais e acabam por dizer coisas da boca para fora. Ocultar o problema não vai fazer desaparecer. Se tu és amigo da pessoa deprimida não sejas um facilitador. Não alimentes a depressão. Na verdade, isso pode impedir a pessoa deprimida de buscar tratamento. TRATAMENTO Psiquiatria/Psicologia Antidepressivos; benzodiazepinas; estabilizadores de humor. Terapia cognitivo comportamental Foque em crenças e padrões

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Distimia -Perturbação Depressiva Persistente

DISTIMIA é uma depressão crónica que persiste ao longo do tempo. No entanto os sintomas são mais leves do que a depressão. Mas a pessoa sente-se recorrentemente triste. Os sintomas da distimia em adultos são: Sentimentos de culpa Falta de apetite Diminuição da produtividade Evita atividades sociais Perda de interesse nas atividades diárias Sentimentos de tristeza Autocrítica Sentimentos de desesperança Falta de energia Fadiga Baixa auto-estima Dificuldade de concentração Dificuldade na tomada de decisões Comer excessivamente Insónias Em crianças, os sintomas de Distimia podem incluir: Uma atitude pessimista Irritabilidade Baixo rendimento escolar baixo Imaturidade social É perfeitamente normal sentir-se triste ou desconfortável quando se depara com situações de stress na vida. Mas se for portador de com a distimia, saiba que se não procurar tratamento estes sentimos duram por anos e interferem nas relações e atividades diárias. Causas da Distimia  Não se conhece a causa exata para o transtorno depressivo persistente. É semelhante ao diagnóstico da Depressão. Pesquisadores apontam para causas: Bioquímicas, na medida que as substâncias químicas do cérebro chamadas neurotransmisores, que estão vinculados com o humor, podem desempenhar um papel na causa do distimia. Genéticas, a depressão parece apontar para uma vulnaverabilidade genética. Ambientais, situações imprevisiveis e inesperadas, como a perda de um entequerido, as dificuldades financeiros e um nível de stresse elevado. Tratamento Medicamentos: Os fármacos mais comuns ​​para tratar a distimia são os antidepresivos, electivos inibitórios da recaptação de serotonina (SSRI), os Inibidores de monoaminooxidasa (MAOI), os Inibidores da recaptação de serotonina e norepinefrina (IRSN) e os medicamentos de gerações mais antigas os antidepresivos tricíclicos (ATC). Quando se tem Distimia, é possível que necessite tomar antidepressivos a largo prazo para manter os sintomas sob controle. O seu Psiquiatra saberá qual a melhor opção para si. É fundamental um acompanhamento Psicoterapêutico. E porquê? A psicoterapia pode ajudá-lo a aprender sobre a sua doença e estados de animo, sentimentos, pensamentos e comportamentos. Seja o accionista da sua vida, tome controle dos seus sentimentos e estados de ânimo e aprenda a lidar com eles. É muito importante que aprenda a monotorizar as suas emoções, fazer  a própria gestão do stress  e ser o autor da sua própria história. Faça terapia e sinta-se livre na tomada de decisões e atitudes. Eleve a sua autoestima e autoconceito. Aprenda a refletir e ser o que realmente deseja e não se deixe manipular por fatores exteriores a si. Se tem algum sintoma de Distimia, procure ajuda de um profissional de Saúde Mental. Só somos tratados de forma eficaz, se o diagnóstico estiver correto. MARQUE A SUA CONSULTA NATACHA SEIXAS  

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Riscos Psicossociais e Stress no Trabalho

O stress é encarado como uma realidade normal inerente à vida moderna. Mas saiba que o stress tem um custo alto em termos de saúde, absentismo e menor desempenho dos trabalhadores. Embora o stress não seja uma doença, é o primeiro sintoma do começo dela; Se o corpo experimenta uma tensão contínua, o stress pode causar alterações agudas e cronicas que podem provocar danos a longo prazo em sistemas e órgãos, particularmente se o corpo não puder descansar e se recuperar. A longo prazo, o stress pode contribuir para a perda de memória, úlceras pépticas, doenças inflamatórias intestinais e distúrbios músculo esqueléticos, assim como hipertensão e, consequentemente, para o desenvolvimento de doenças cardíacas e cardiovasculares. Pode também alterar as funções imunológicas, o que pode, por sua vez, contribuir para o desenvolvimento do cancro. Concluindo, estas perturbações são responsáveis ​​pela grande maioria das doenças, morte, incapacidade e uso de cuidados médicos na maioria dos países industrializados. São também causas significativas de morte nos países em desenvolvimento. O stress relacionado com o trabalho é determinado pelos riscos psicossociais encontrados em: Exigência de carga de trabalho excessiva; exigências pouco explicitas ou contraditórias e falta de clareza na definição das funções; não têm direito a emitir qualquer tipo de opinião face à tomada de decisões que o atingem enquanto trabalhador e falta de controlo sobre a forma como executa o trabalho; má gestão de mudanças organizacionais, insegurança laboral; dificuldades de comunicação entre chefias e colegas; assédio moral  (psicológico ou sexual), violência de terceiros. Surge quando o conhecimento e as habilidades para lidar com um trabalhador individual ou de um grupo não correspondem às ordens do trabalho e às expectativas da cultura organizacional de uma empresa. Torna-se um risco para a saúde e segurança do trabalhador quando os trabalhadores estão sob presença de stress quando as exigências do seu trabalho são excessivas, superando a sua capacidade de lhes fazer face. Os trabalhadores que são afetados pelo stress no trabalho desenvolvem não só doenças psicológicas (depressão e burnout) como doenças físicas (cardiovasculares e lesões músculo-esqueléticas). No entanto, a boa notícia é que há estudos que provam que existem soluções eficazes para a prevenção de riscos psicossociais e stress relacionado ao trabalho. Os melhores oferecem um retorno muito bom em termos de redução do absenteísmo (os trabalhadores estão doentes e aparecem no trabalho mas apresentam um rendimento muito fraco), prevenção e promoção de melhor estado de saúde, maior eficiência e produtividade e menores custos médicos e outros benefícios. Os Europeus são os que mais faltam ao trabalho por indicadores de stress e este número tende a aumentar. Este fator tanto prejudica o trabalhador em termos de sofrimento e qualidade de  vida como o empregador em termos económicos. O mundo laboral está em mudança, verifica-se uma maior necessidade de flexibilidade em termos de função e habilidades, aumento do uso de contratos temporários, maior insegurança no trabalho, maior carga de trabalho e mais pressão, os trabalhadores ficam sobrecarregados e stressados sem tempo e paciência para a sua vida pessoal que equilibra as suas emoções. Todos estas condicionantes contribuem para o stress relacionado ao trabalho e para a carga de stress em todo o mundo, seja nos países industrializados ou nos países em desenvolvimento. Pesquisadores dizem que a prevenção dos riscos psicossociais e stress no trabalho passam por novos padrões de prevenção: fazer uma avaliação da gestão de risco no meio coletivo, como é feito com outros riscos no local de trabalho; adoção de medidas preventivas e de controle coletivas e individuais; trabalhar de estratégias de coping dos trabalhadores, aumentando o controle sobre suas tarefas; melhorar a comunicação organizacional; dar a oportunidade aos trabalhadores na tomada de decisão; existência de um gabinete de apoio social para os trabalhadores no local de trabalho; existência de apoio psicológico para os trabalhadores; ter em consideração as condições de trabalho e de vida; valorizar a segurança e a saúde psicológica dentro da organização. organizar atividades prazerosas ajudam a relaxar e motivar os trabalhadores aumentando a sua produtividade no trabalho. para as médias e grandes organizações seria uma mais valia proporcionarem atividades físicas de 30 minutos. Sabe-se que estas atividades produzem serotonina no cérebro o que previna depressões e aliviam a carga de stress.     Não basta ser patrão tem que saber liderar. Não basta nascer um Humano tem de saber Ser Humano.       NATACHA SEIXAS

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Educar não é “palmada”

Porque o método de Educação de antigamente não resulta mais? Primeiro os tempos mudaram. Tudo mudou e as pessoas mudaram com o tempo e o tempo muda com as pessoas. A nova Era da tecnologia trás novas exigências. As crianças já não podem receber o mesmo tipo de atenção que antigamente. Para se comparar a educação do antigamente então vamos comparar os pais de antigamente e a mentalidade, bem como, a capacidade das crianças de antigamente. O que difere? O GRANDE PROBLEMA NÃO É A FALTA DE EDUCAÇÃO MAS A FALTA DE AMOR E AFETOS. As crianças precisam de aprender a gerir as suas emoções. Para isso é necessário recriar programas de prevenção nas escolas. Disciplina da gestão da emoção. Programas de parentalidade e gestão de conflitos para os pais. Antigamente: A maioria dos pais eram casados e estavam em casa à noite. Comiam todos reunidos à mesa. Viam todos os mesmos programas. Não haviam telemóveis para incomodar constantemente nem pessoas para partilhar todos os nossos momentos. Um dia durava uma eternidade. As férias pareciam anos. A escola era mais motivadora. Os livros eram ótimos porque eram materiais estimulantes. O recreio era interessante porque brincávamos uns com os outros. Havia sempre brincadeiras interessantes e eram sempre mais ou menos as mesmas e todos conhecíamos as nossas regras e limites. Por isso era fácil escolher. Atualmente: A maioria dos pais são divorciados. A maioria das crianças conhecem vários padrastos e madrastas. Uns chegam a  até conhecer apenas madrastas e ou só padrastos ou uma mistura de ambos. Raramente comem todos juntos e se comem, é a família e mais um milhão e tal de pessoas e três ou quatro telemóveis. Um dia passa a correr e o que se fazia em dois ou mais dias obrigatoriamente tem que se conseguir em um. As férias escolares parecem semanas. A escola é uma chatice. Entre bullyng, professores desesperados e sem paciência para crianças e adolescentes cansados de gente sem paciência e sem tempo para ter responsabilidade por eles, porque na verdade eles estão aprender a viver, é a primeira vez que são crianças e quem tem que ter a responsabilidade por eles são os pais mas como os pais estão numa correria desenfreada para ganhar uns trocos não conseguem desempenhar o papel paternal, os professores não podem ocupar o papel de pais e dá-se um colapso total. Os estímulos são imensos.  A cada instante somos bombardeados por milhões de estímulos e fica difícil de escolher com o que brincar, ou estudar, ou jogar, ou até com quem namorar porque a oferta é muita. Tudo está à distância de um clique. Nunca o ser humano teve tanta liberdade. Nunca o ser humano teve tanta escolha. E nunca o ser humana esteve tão perdido e tão preso dentro de si. PORQUE A SURRA PODE LEVAR POR MAUS CAMINHOS Porque fartos de uma educação de violência. Fartos de serem incompreendidos. Fartos de serem tratados como coisas. Porque amar e educar não é bater. Nada se resolve com violência. Como a criança só conhece esse meio de se comunicar então ela vai ser violenta de uma forma ou de outra ou contra si ou contra outros, ou ambos. A droga acaba por ser uma fuga e um analgésico para a alma. E dizem que antigamente isto não acontecia? Claro que acontecia. Sempre aconteceu. Lembram-se do Elvis Presley? Ele consumia drogas. Apenas, sabe-se porque era famoso e naquele tempo não havia internet nem a facilidade para chegar à oferta como há hoje. Atualmente, é só enviar um sms e está tudo ao nosso alcance. Pense comigo se a criança não está bem então menos bem ficará se levar porrada. Se você estiver triste vai melhor com uma notícia ainda mais triste. Se você estiver com dores de cabeça vai ficar melhor com mais um acréscimo de dor de barriga. Suponho que não. Então é exatamente a mesma coisa. O diálogo, atitude, perseverança, empatia, serenidade e amor pelo próximo resolve o que a porrada cala momentaneamente por medo. É bem mais fácil arrumar o assunto com uma chapada do que tentar perceber o que perturba a emoção do seu filho. Mas é nessa emoção que é necessário mexer e remexer para que ele aprenda a gerir e controlar esses aspetos emocionais. Natacha Seixas.

Psicopatologia Infantil

Se quer EDUCAR tem que SER EDUCADO

Não há evidências de pesquisa de que a surra melhore o comportamento infantil. Pelo contrário, a surra está associada a agressividade, comportamento antissocial, problemas de saúde mental e relacionamentos negativos com os pais. O comportamento abusivo Creio que o comportamento abusivo de muitos pais seja um reflexo condicionado ao que cada um viveu. Segundo pesquisas, o abusado tende a se tornar um abusador. Esta tendência tendência acontece mais com os meninos que com as meninas. Embora não seja uma regra, normalmente as meninas geralmente não repetem o comportamento abusivo. Bater nos filhos é abuso? Se considerarmos o significado de abuso (qualquer ação humana onde exista uma pré-condição de desnível de poder), sim. Bater nos filhos é abuso infantil e/ou juvenil. O nome de tal atitude é violência doméstica. Segundo a UNICEF, ao bater na criança os pais cometem no mínimo dois tipos de violência: Violência Física: toda ação que causa dor física numa criança, desde um simples tapa até ao espancamento que pode ser fatal. Violência Psicológica: comportamentos que levam a criança a sofrimentos e lágrimas através de palavras ou atos, que a faz sentir-se desprezada, culpada, indesejada ou uma má pessoa. A violência psicológica tem a sua face “doce” que é a manipulação que faz a criança atender aos desejos do adulto através de frases como: “se não fizeres isto, eu não vou mais gostar de ti”. Disfarçado sobre o nome de “disciplina” ou “palmadinha”, o castigo físico pode magoar as crianças. Pesquisas têm revelado que o castigo físico e o comportamento agressivo afetam psicologicamente a criança. Palmadinha- geralmente definido como acertar uma criança nas nádegas com a mão aberta – é uma forma comum de manter regras e limites como disciplina mais usada em todo o mundo.  No entanto, até o momento, a surra foi proibida em 53 países. O uso da surra tem sido muito debatido nas últimas décadas. Os defensores afirmam que é seguro, necessário e eficaz; opositores argumentam que a surra é prejudicial para as crianças e viola os direitos humanos. Pesquisas mostram claramente que a surra está relacionada a uma maior probabilidade de muitos problemas de saúde, sociais e de desenvolvimento. Esses resultados revelam-se negativos e incluem problemas de saúde mental, como o uso de substâncias, tentativas de suicídio e condições de saúde física, juntamente com problemas de desenvolvimento, comportamentais, sociais e cognitivos. Igualmente importante é que não há estudos de pesquisa a mostrar que a surra é benéfica para as crianças.  Quando ouvimos profissionais de saúde que dizem que a surra é segura para uma criança, se feita de uma maneira específica, simplesmente expressam opiniões. E essas opiniões não são apoiadas por evidências científicas. A evidência sobre a palmada Já houve centenas de estudos de pesquisa de alta qualidade com uma grande variedade de amostras e projetos de estudo. Ao longo do tempo, a qualidade das pesquisas tem melhorado para incluir melhores medidas de spanking e projetos de pesquisa mais sofisticados e métodos estatísticos. As evidências científicas desses estudos mostraram consistentemente que a surra está relacionada a resultados prejudiciais para crianças. Isso foi melhor demonstrado em duas metanálises importantes conduzidas pela Dra. Elizabeth Gershoff. O primeiro artigo, publicado em 2002, revisou e analisou 88 estudos publicados nos 62 anos anteriores e descobriu que o castigo físico estava associado a abuso físico, delinquência e comportamento antissocial.  Uma metanálise atualizada foi publicada mais recentemente em 2016. Isso revisou e analisou 75 estudos dos 13 anos anteriores, concluindo que não havia evidência que as crianças após a surra ficassem com um melhor comportamento infantil e que a surra estivesse associada a um risco aumentado de desfechos prejudiciais.  Estes incluem agressão, comportamento anti-social, problemas de saúde mental e relacionamentos negativos com os pais. Agora temos dados que demonstram claramente que a surra não é segura nem eficaz. No passado, simplesmente não sabíamos os riscos. Para estratégias parentais positivas Evidências de mais de 20 anos de pesquisa indicam consistentemente os danos da surra. Há também crescente reconhecimento global dos direitos das crianças à proteção e à dignidade, conforme inscrito pela ONU sobre os Direitos da Criança, clique aqui. É importante agora encontrar maneiras de ajudar os pais a usar estratégias positivas e não físicas com os seus filhos. Investir em programas parentais que previnam punições físicas costumam ser bem sucedidos. Quando os pais apresentam muita dificuldade em gerir a situação devem recorrer a um profissional e podem recorrer à terapia de interação pai-filho. Intervenções domiciliárias do terapeuta também tem-se mostrado eficaz. Porque a educação de antigamente incentiva à raiva, zanga e violência. Saiba mais. Natacha Seixas

Psicopatologia Infantil

O que fazer quando as crianças pequenas não têm apetite?

Anorexia infantil e transtornos alimentares são observados em 40% das crianças com cerca de 1 ano de idade. O fato de as crianças comerem menos ou não terem muito apetite aparece no topo dos tópicos que as famílias mais reclamam. Diante dessa situação temporária, as famílias devem se manter tranquilas em vez de exibir atitudes repressivas. Forçar as crianças a comer pode causar problemas emocionais Eles costumam dizer que não conseguem alimentar seus filhos de todas as maneiras que tentam.  São muitas as crianças serrarem a colher ou comida em sua boca. Por causa dessa situação, as crianças são forçadas e pressionadas  a comer compulsivamente, afetando negativamente o estado emocional da criança. Os pais devem abandonar a sua atitude opressiva Os pais que são opressivos e desafiadores e recorrem a técnicas erradas de nutrição abandonar os métodos e comportamentos aplicados, a eliminação da pressão e da fiscalização contribuirão significativamente para a melhoria dos problemas alimentares. Sugestões importantes para os pais – As crianças devem se alimentar em intervalos de 3-4 horas. Se elas consomem muitas bebidas, como o leite, suco de frutas deve ser restringido durante o intervalo. Se eles bebem muita água, a água deve ser dada apenas quando estão com sede. Alimentos líquidos devem ser cortados 1 hora antes das refeições. – A criança pode comer menos no início, após 1 hora pode exigir mamadeira ou leite materno. Deve esperar até à próxima refeição. As crianças se adaptam facilmente com as mudanças de regras. – Sirva pequenas porções. – As crianças devem comer até se sentirem cheias, não tanto quanto seus pais querem. Não deve ser difícil comer, mas todos devem poder permanecer na mesa até terminarem de comer. – As refeições não devem durar mais de 20 a 30 minutos. Refeições longas contribuem significativamente para comer mais. – Ajude à criança diante da percepção da comida. Sirva-lhe no prato maior a mesma quantidade de comida, de modo que perceba pouca comida dentro do seu prato. – Não é aconselhável recompensá-los ou puni-los por quanto eles comem ou quanto comem. Comer nunca deve ser considerado um desempenho. A criança deve ser capaz de se alimentar com a colher e suas realizações devem ser recompensadas verbalmente. – A televisão deve ser desligada durante a alimentação, os brinquedos e coisas ao redor da mesa devem ser removidos. – Não permita que as crianças mais velhas brinquem com os alimentos. – As crianças adoram conversar. É por esta razão que na hora de comer, as crianças com problemas alimentares, devem ter estas regras bem esclarecidas e o excesso de estímulos deve ser evitado. No entanto, estabeleça um equilíbrio não será necessário um regime militar; não precisa nem deve ser completamente silencioso. – Alimentos que causam reações como queimação, vómito e cuspir não devem ser administrados. – É importante aguardar o momento em que a criança deseja experimentar novos alimentos. Colocar um novo nutriente no prato da criança aumentará a rejeição de alimentos. – Evite conflitos durante as refeições. Se o conflito acabar, algumas crianças sentem-se confortáveis, as suas preocupações diminuem e até querem experimentar novos alimentos. – A comida que a família ama aumenta a curiosidade e interesse das crianças para comer. Estimula a criança dessa forma. Verbalizem o quanto é bom determinado alimento à medida que o ingerem. Se a criança for mais crescida pode convidá-la ajudar nas tarefas que uma refeição exige. Como por exemplo, ajudá-la a colocar a mesa, na escolha da ementa, de forma a que ela sinta que tem um papel ativo e importante também neste setor.   Se o problema persistir de forma a criar conflitos emocionais dentro da família, consulte o pediatra da criança. Tenha em conta que cada criança é única também na alimentação, nem todas necessitam comer o mesmo.     Natacha Seixas

Psicopatologia Infantil

A dor pode ser de origem psicológica

A fonte da sua dor pode ser de origem psicológica A dor que pode ser vista de tempos em tempos em várias partes do corpo pode, na verdade, dever-se a problemas psicológicos. Como você pode encontrar soluções para a dor causada por problemas psicológicos? A dor crónica é a dor mais comum em nossa vida diária e as causas não são totalmente compreendidas. O corpo geralmente cria essas dores no cérebro como uma reação à situação em que o corpo está localizado. Se você tem uma dor que regularmente reclama repetidamente em diferentes partes do seu corpo, elas podem ser realmente de origem psicológica. As dores psicogénicas, podem aparecer em diferentes áreas, tais como no abdómen e pode ocorrer por diferentes motivos. E essa dor se não for tratada pode ocorrer com mais intensidade, dependendo do estado mental do paciente. Quais são as dores psicogénicas? Os tipos mais comuns de dor psicogénica são dores de cabeça tipo tensão. Enquanto as dores permanecem, o paciente reclama especialmente da dor de cabeça e pescoço. A dor geralmente aparece como uma sensação de aperto, e os músculos na região da cabeça e pescoço  se contraem devido ao stress e aperto da mandíbula. Além disso, dores musculares e algumas dores abdominais também se manifestam como problemas psicológicos, desconforto ou stress no corpo. Essas dores podem ser derivadas por um acontecimento passado ou pelo stress diário. Podem também surgir da ansiedade pelo o futuro. Se  está com este tipo de dores, procure ajuda de um profissional de saúde. Não se esqueça de que uma intervenção precoce evitará que sinta um desconforto maior no futuro. Natacha Seixas

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