Psicopatologia Infantil

+Saúde, Ansiedade, Ataques de Pânico, Auto-estima, Depressão, Prevenção, Psicopatologia Infantil

Violência Doméstica

Violência doméstica, é todo o ato Físico ou Verbal, literalmente praticado dentro ou fora de casa no âmbito familiar, entre indivíduos unidos por parentesco civil ou natural. Tanto mulheres como homens sofrem  de violência doméstica.             A violência doméstica pode envolver qualquer ou todas as ações que são: física sexual emocional econômica psicológica         Qualquer ação ou ameaça que tenha a intenção de influenciar outra pessoa a obter o controle dessa pessoa pode  ser considerada violência doméstica. Quando uma pessoa quer controlar a outra manifesta ações, ameaças e atividades que “intimidam, manipulam, humilham, isolam, amedrontam, aterrorizam, coagem, ameaçam, culpam, ferem, magoam ou violentam alguém”. Como todos imaginamos, “violência doméstica” é uma frase abrangente que inclui muitos comportamentos destrutivos, e assim como cada caso de violência doméstica pode ser único, assim são as repercussões duradouras para suas vítimas. Isso é violência doméstica? Existem casos semelhantes de violência doméstica, mas nenhum é igual ao outro. No entanto, existem cinco categorias nas quais a Justiça agrupa como ações abusivas. Esses são: Abuso psicológico: Geralmente caracterizado por ameaças, intimidação, destruição de propriedade e isolamento da família e dos amigos. Abuso físico: Qualquer tipo de dano físico causado à vítima, incluindo a negação de assistência médica e o uso forçado de drogas ou álcool. Abuso económico: Controlar alguém, tornando-os dependentes da receita financeira da outra pessoa. Isso também inclui reter dinheiro e manter controlo total sobre todas as finanças. Abuso sexual: qualquer comportamento sexual sem consentimento ou forçar a participação em qualquer atividade sexualmente degradante. Abuso emocional: Inclui (mas não se limita a) encorajar a baixa auto-estima de uma pessoa através de críticas, difamação, devassa da vida privada, ou prejudicando relacionamentos com a família / amigos. A violência doméstica não se limita a uma única forma de abuso. Em muitos casos, a violência doméstica é uma mistura complexa de todos os itens acima. Em algumas situações, as vítimas podem nem perceber que são vítimas de abuso porque as ações emocionais, financeiras e psicológicas não causam dor física imediata. As vitimas de violência doméstica podem sofrer dos seguintes sintomas: Dor crónica Problemas gastrointestinais Distúrbios alimentares Ansiedade Transtorno de estresse pós-traumático Depressão Dissossiação Irritabilidade Pânico Pesadelos Insónias Aumento do risco de infecções sexualmente transmissíveis Maior risco de abuso de substâncias Problemas de saúde reprodutiva / genital Morte Questões crónicas como aquelas acima são adicionais aos traumas físicos mais temporários, como hematomas, contusões, cortes e fraturas, limitações motoras, no caso de abuso físico. A principal vítima da violência doméstica não é a única que sofre, no entanto. As crianças da casa não são poupadas das consequências de relacionamentos adultos abusivos. As crianças em situação de violência doméstica podem experimentar: Abuso de várias formas, como forma de manipular a vítima adulta Défice no Crescimento  Défice no Desenvolvimento Cognitivo  Irritabilidade excessiva Sofrimento emocional Medo de ficar sozinho Comportamento imaturo Desenvolvimento de linguagem atrasada Problemas com o trabalho escolar Dificuldade de concentração Poderá haver dificuldade do controlo dos esfinteres Depressão Tendências suicidas Aumento do risco de gravidez juvenil Maior risco de abuso de substâncias As crianças expostas à violência doméstica também correm maior risco de se tornarem agressoras na escola, mostrarem comportamento agressivo e se tornarem agressoras quando adultas. E SABIA QUE, outros membros da família e amigos próximos também sofrem os efeitos da violência doméstica? Muitas vezes, a família e os amigos não entendem por que uma vítima se distancia, ou podem ser informados por coisas agressivas do agressor que está tentar afastá-los ou manté-los longe da vítima. Pior de tudo, o ente querido tem que viver calado e no silêncio sob a manipulação do agressor para que os seus ente queridos não sofram as consequências deste ser insano.   Natacha Seixas  

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Ficar horas em frente a uma Playstation pode ser sinal de uma Perturbação Mental

Todo mundo conhece alguém que é viciado em games, aquele indivíduo que passa o dia inteiro fechado no quarto a jogar horas a fio e que fica de mau humor quando não pode jogar e  escolhe ficar em casa em vez de aproveitar um momento com a família ou amigos. Se conhecer alguém assim, fique atento. A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou recentemente que o vício em videogames  faz parte da categoria de Transtorno Mental, a Perturbação está presente na última edição da Classificação Internacional das Doenças. Com essa iniciativa, a OMS tem como finalidade dar notoriedade ao assunto, facilitar o diagnóstico e o tratamento do problema, além de incentivar pesquisas sobre o tema. Segundo a OMS, o transtorno carateriza-se por um padrão de comportamento frequente ou persistente pelo vício de jogos, é tão alarmante que leva a pessoa a dar preferência aos jogos do que a qualquer outro interesse; Não tem controlo sobre o tempo nem das consequências negativas que o excesso causa. A organização recomenda que para que o diagnóstico seja feito estes indivíduos devem estar sob vigília durante mais de 12 meses, entretanto o tempo poderá ser modificado de acordo com os sintomas. Apesar disso é preciso ter cuidado com os rótulos, nem todos o que gostam de jogar com mais frequência têm o distúrbio e precisam de tratamento ou medicação. O que deve ser levado em consideração é: o jogo está a comprometer atividades básicas, como dormir, socializar, comer ou ir à escola? Se a resposta for sim, então, pode ser um problema e deve-se procurar ajudar através de profissionais qualificados.

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Sabia que, o BEIJO É CURATIVO E PROFILÁTICO?

– um bom anti-rugas – antidepressivo -anti-colesterol – perda de peso… – felicidade = Beijar com prazer! Quando beijamos com prazer o cerebro produz dopamina, o que ajuda no combate ao stress, ansiedade e depressões. Esta substância também ajuda a aumentar o nível da ocitocina, uma espécie de “hormônio do amor”. Estudos mostram que o beijo proporciona benefícios incríveis ao corpo e ajuda a mantê-lo saudável. Beijar também estimula o metabolismo, o que pode proporcionar uma vida mais longa. As pessoas idosas deveriam beijar muito e não evitar o beijo. Os benefícios do beijo são inúmeros: – Beijar é o melhor processo de limpeza da boca. – Quando você beija, exercita aproximadamente 30 músculos faciais, e isso ajuda a manter o rosto mais jovem, a retardar o processo de envelhecimento e a manter a pele livre de rugas. – Beijar também ajuda no controle de peso. De acordo com estudos feitos sobre o beijo, quando você começar a beijar alguém, seu coração bate mais rápido. Esse processo lança adrenalina e diferentes tipos de neurotransmissores no sangue. O aumento da produção de adrenalina ajuda a acelerar o metabolismo e a queimar o excesso de calorias, o que favorece a perda de peso, com benefícios para a saúde. Por isso, o beijo é bom para aqueles que querem perder peso. – Beijar produz anticorpos que matam bactérias e isso aumenta a imunidade. Neste processo, um poderoso antidepressivo químico chamado oxitocina é lançado na corrente sanguínea, o que favorece o combate a problemas como depressão e estresse. Durante o beijo, outra forte substância química é produzida, a endorfina, que é mais potente do que a morfina para obter alívio imediato da dor sem qualquer efeito colateral no corpo. Por isso, beijar é uma alternativa para tratar a dor melhor do que a Aspirina. – Beijar ajuda a diminuir a pressão arterial; a reduzir o nível de colesterol; a aumentar a autoestima, a prevenir infeções no estômago, bexiga e no sangue; bom para insónias. Beije, beije muito! Mas beije!

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O que provoca a Baixo Auto-Estima

As crenças que você tem sobre si mesmo muitas vezes parecem ser declarações verdadeiras, embora, na verdade, essas perceções são apenas opiniões. Elas são baseadas nas experiências que você teve na vida, e as mensagens que estas experiências deram-lhe sobre o tipo de pessoa que você é. Se as suas experiências foram negativas, suas crenças sobre si mesmo são susceptíveis de ser negativas também. Experiências cruciais que ajudam a formar as nossas crenças sobre nós mesmos muitas vezes (embora nem sempre) ocorrem precocemente na vida. O que você viu, ouviu e experimentou na infância – em sua família, na sua comunidade e na sua escola – vai ter influenciado a maneira como você se vê. Exemplos de experiências anteriores que poderiam levar a sua pensar mal de si mesmo incluem: – Punição sistemática, negligência ou abuso. – Não se integrando com os padrões dos seus pais (sentimentos de falta de amor pelos pais e familiares). – Excluindo-se dos padrões de grupos de pares. – Vivenciar como se fosse seu, o sofrimento de outras pessoas. – Alvo de poucos elogios. Muitas criticas com falta de carinho, afeto ou interesse. – Isolamento interpessoal, viver preso dentro de si, não desabafando o que lhe perturba. – Às vezes, as crenças negativas sobre si mesmo acabam por atrair mais vivencias negativas, como experiências de assédio moral no trabalho ou intimidação, relacionamentos abusivos, stress persistente ou dificuldade e ou acontecimentos traumáticos. Por este prisma, o que diminui a auto-estima? São as críticas e autocríticas destrutivas, abandono, rejeição, inveja, frustação, carência, vergonha, medo, raiva, culpa insegurança, humilhação, e principalmente: perdas e dependência (financeira e emocional)

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Psicooncologia na Criança

Quando a doença já não responde ao tratamento, os indícios tornam-se cada vez mais claros, e os pais podem ter comportamentos que não entendem. Muitas vezes a própria criança e a família preferem que a morte se dê em casa. Neste caso, a dor pode ser controlada através de medicamentos e, geralmente, a morte processa-se com uma gradual entrada em coma. Muitos pais sentem sintomas físicos desagradáveis: um aperto na garganta, falta de forças nos braços e nas pernas e dificuldades em respirar-a desvinculação física está acontecer- associados a angústia, medo de não conseguirem sem o filho presente, forte ansiedade, tristeza, dor. Entre estas reacções encontram-se o sofrimento de culpa, pensamentos hostis contra o médico e pessoal hospitalar e algumas pessoas religiosas revoltam-se com Deus e perguntam Porquê eu? Que mal te fiz eu meu Deus? Estou a pagar porque Pequei?… Muito pais receiam involuntariamente ter causado a doença do filho, em consequência de uma alimentação errada, ou de qualquer outro erro nos cuidados ou na educação da criança. Ao sentirem-se tão infelizes, os pais podem a isolar-se a nível , cortando amizades e sentimentos de revolta que os levam à depressão. Deixam de ter interesse pelas actividades sociais. Aqui todo o processo de vinculação até com amigos começa a ser uma acto falhado. É muito importante para um ser humano crescer e partilhar com o outro seu semelhante, mas a perda de um filho vem em consequência de a perda também de capacidade de estabelecer uma Vinculação com outras pessoas. Quando há irmãos até os os próprios recebem menos atenção, e aí o processo de vinculação torna-se em isolamento de ambas as partes-pais e filhos(as). A criança não doente sofre prejuízo, com sentimento de injustiça e abandono. Ficam com fobias e podem ter medo de contrair a mesma doença. Precisam igualmente que os pais consigam estabelecer um acto de amor e harmonia e empatia no processo relacional afectivo e emocional com o outro filhos(as).

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A INVEJA é uma doença da emoção.

 Você conhece a história da serpente e do vaga-lume? Era uma vez um vagalume e uma serpente. A serpente segue o vaga-lume 3 dias sem parar. O vaga-lume já desesperado fala para a serpente: _Dona serpente eu posso lhe fazer 3 perguntas? Ela com sua arrogância diz: eu não costumo abrir excepção mas como eu vou te devorar de qualquer forma, pode perguntar! _Eu pertenço à sua cadeira alimentar? _Não. _Eu te fiz algum mal? _Não. _Porquê que você quer acabar comigo? _Porque eu não aguento te ver brilhar.Pense nisso e faça uma seleção nas pessoas em quem pode e deve confiar. Como se sentem as pessoas invejosas? – inferiores – Baixa auto-estima. – Não toleram o sucesso do outro. – Fazem-te sentir mal. – Inseguros. – Sugam as energias do outro. – Quer tudo igual ao outro, não porque precise mas porque tem que se sentir igual ou superior ao outro. – Assume um papel de vitima. – Não faz nada para mudar, fica sentado a observar o sucesso do outro. – Assume o que o outro tem, terá de ser seu, pode tornar-se patológico, na medida, que diz “não és minha não és de ninguém!”. Frases típicas: “Eu não presto”; “Tens tudo eu não tenho nada”, Sou um miserável”; Ninguém gosta de mim”, “Estou para aqui abandonado”: Tipos de inveja: – Narcisista (é so ele, ele e ele… é o centro do universo, quer tudo para ele(a), nao existe espaço para mais ninguem). – Bajulador (querem as migalhas do outro e estão sempre a elogiar o outro). – manipulador (o mais perigoso: sou um coitadinho. Chega até ti pela sedução e pela manipulação.  Apunhala-te sem dó nem piedade). – Paranóico (vê perigo em todos os lugares- “ele(a) está a querer me prejudicar”; “Ele(a) só diz mal de mim”. Ou Porque a sogra está a querer acabar com o seu casamento. Começa a difamar o outro. Causa: Tudo começa na infância. A todos os pais, pensem antes de comparar um filho com outro, afirmando sempre que o melhor é o irmão x. “Tu não sei a quem sais. Não sais ao teu irmão que nunca me deu problemas”; “O teu irmão consegue e tu não, porquê?” – a criança vai sentir-se um fracasso e se tiver o azar de conviver com amigos e professores que fazem o mesmo, pode ficar um Invejoso “profissional”.

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Pertubação do Pânico

O transtorno do pânico, é cada vez mais comum na nossa sociedade, é desencadeado por uma situação, mas causado por um acréscimo delas. Portugal é o segundo país da Europa com mais pacientes com ataques de pâncico. É como se vivesse prestes a explodir. Daí ser tão importante o acompanhamento psicológico, através duma anamnese clínica, do historial de vida do paciente, da biopatografia, ressignificando momentos angustiantes do passado e presente. Um acompanhamento psicofarmacológico é também essencial para o alivio dos sintomas que se monstram como sensação de morte eminente. O psicólogo vai atuar na causa que originam esses ataques de pânico que causam muito medo e afetando a sua vida social e tarefas simples. Sintomas: -falta de ar -tremores -sensação de asfixia/ sofucamento -náusea -desconforto abdominal -diarreia -sensação de tortura, vertigens ou mesmo desmaio iminente -desrealização -despersonalização -coração acelerado (taquicardia) -sensação de morte -suores quentes ou calafrios -medo de enlouquecer -medo de não se conseguir controlar -parestesias (formigueiro) -dor no peito (semelhante ao de um ataque cardiaco) -hiperventilação. Um ataque de pânico pode durar entre 5 a 15 minutos. É importante saber que as pessoas não morrem de ataque de pânico e que passa após este período. Causas: -podem ser de origem emocional, após um trauma (consciente ou inconsciente). -historial familiar -muitas pessoas manifestam um sistema nervoso muito irritável que pode desencadear um ataque agudo de ansiedade e despertar um ataque de pânico. -outros: causas desconhecidas. Se observar uma pessoa com ataque de pâncio o que deve fazer? -perceber se a pessoa tem consciência do que lhe está acontecer. -se a pessoa não costuma ter ataques de pâncio chame uma ambulância, um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardiaco. -tente falar com a pessoa e tranquilizá-la. -não a deixe sozinha até chegar apoio. -manter um discurso calmo e seguro-evitar excesso de estímulos. -evitar excesso de perguntas. Usar frases curtas -aconselhar a uma respiração lenta e regular -se a pessoa não está a ser tratada, tente sensibiizá-la para um possivel tratamento em psicoterapia e psicofarmacologia. Tratamento psicológico: -Restruturação cognitivia. -Eliminar o evitamento, de forma em que ambos terapeuta-paciente, encontrem estratégias de coping para melhor enfrentar a situação em vez de fuga à mesma. -Técnicas de relaxamento (reeducar o ato de respirar)-assim que restaurar o equilibrio de oxigénio no corpo as sensações desagradáveis tendem a desaparecer. -Prática do mindfulness. -Aumentar a resistência à ansiedade. -Re-estabelecer um sentimento de segurança e poder de autonomia. -Estabelecer um equilibrio entre as suas emoções negativas e acreditar que você é capaz (assertividade). Tratamento psicofarmacológico: Este tratamento não vai curar a doença apenas vai aliviar os sintomas. Os ansiolíticos mais comuns para ansiedade e ataques de pânico são as benzodiazepinas (alprozolam (xanax), bromazepam (lexotan)… e antidepressivos, inibidores de recaptação de seretonina -paroxetina, fluoxetina, sertralina, citalopram… mostram-se eficazes combinado com a psicoterapia. Em alguns paciente, para regular o ritmo cardiaco o proponol tem-se mostrado eficiente, visto ser um bloqueador beta-adrenérgico.

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