Auto-estima

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Dê-lhe espaço para ele sentir falta e voltar

O seu namorado precisa de espaço e não sabe o que fazer? Sempre que fala com ele verifica que ele fala menos e a despacha rapidamente a chamada e dá a entender que pretende ficar sozinho sem que ninguém o chateie. Não responde com tanta frequência às mensagens e não está tão emocionalmente aberto. Ou até lhe tenha dito abertamente que precisa de espaço e por isso quer ficar sozinho durante um tempo. Não é certamente o que mais desejaria ouvir e pode ser assustador para qualquer relacionamento ficar na incerteza entre um sim e um não. Se o ama de verdade acredito que esteja em pânico e com medo de perdê-lo. Então o que  deve fazer? O que fazer quando um homem está afastar-se e precisa de espaço? O seu maior medo é que se ele afaste de vez e a deixe. Talvez ele precise mesmo de espaço para se resolver internamente ou talvez esse espaço seja mesmo para magoá-la o menos possível e afastar-se devagar para que se habitue à ideia. Talvez ele queira mesmo terminar o relacionamento. É por isso que agora eu vou lhe dizer exatamente o que não fazer , para que possa aprender a dar-lhe espaço, sem o afastar ainda mais ou transformar essa relação num pesadelo. Faça o que fizer, não vá atrás dele . Não lhe escreva muito para, tente não lhe telefonar, não envie mensagens, não procure validação ou segurança. Deixe-lhe o tempo que ele precisar. Dê-lhe todo o espaço até que ele sinta a sua falta. Eu sei que dói não saber o que ele está a fazer e com quem está. Dói pensar na possibilidade de ele lhe deixar. Eu sei que é péssimo deitar a cabeça na almofada com essas emoções negativas e sentir que não está a fazer nada para que volte para os seus braços. São os estados ansiogénicos e a insegurança que nos levam a ligar vezes sem conta e ir procurá-lo vezes sem fim para nos certificar-mos que ele não está a sair com outra pessoa. Para ser claro: toda e qualquer uma dessas reações o levará ainda mais longe, talvez para sempre . Por quê? Não podemos deixar que o medo da perda determina as nossas ações. O que o medo da perda significa para o nosso relacionamento e por que nestas situações os homens o fogem de nós? Para colocá-lo da maneira mais simples possível, o medo da perda é quando os nossos sentimentos negativos controlam as nossas ações, em vez de nossos sentimentos positivos . Quando nós ainda estamos na fase de conhecimento de uma pessoa, que depois passamos à fase de namoro, nessa fase inicial, agimos como se não fossemos perder essa pessoa, porque na verdade não havia nada para perder. E agiamos de foma espontânea, livre, sem medos de perder. Era isso que era atraente para ele. Agir de forma calma, felicidade e confiança é o que atrai o homem.. Os homens querem estar com alguém relaxado, seguro e feliz – da mesma forma que as mulheres querem estar com alguém que age da mesma maneira. Então, inicialmente com alguém, agimos com positividade com essa pessoa. Mas quando sentimos que essa pessoa se afasta de nós, de repente começamos a sentir que o estamos a perder. era como se já estivesse a fazer parte da nossa vida que nos é agora retirado. Como se o chão estivesse escorregando sob os nossos pés.  e começamos a ficar assustados, em pânico, apavorados e com medo de perder. E sempre que estivermos com ele com medo de o perder, em vez de estarmos descontraídas e serenas, vamos estar retraídas, controladoras e diferentes do habitual e desta forma o afastaremos ainda mais. Então, se não se consegue controlar em frente dele e evitar o medo da perda … mantenha-se afastada também durante algum tempo.   O que deve realmente fazer para mantê-lo ao seu lado? Primeiro, é importante dizer que é completamente normal que um homem queira algum espaço, e é completamente normal dar-lhe esse espaço . Como eu disse antes, se tentar controlá-lo ou andar atrás dele constantemente para que fique consigo só vai afastá-lo ainda mais. Muitos homens precisam de tempo sozinhos (ou pelo menos longe de uma mulher) para descobrir como realmente se sentem. Um homem pode se divertir muito consigo em um encontro, pode sentir uma conexão incrível, pode estar louco ficar por si quase instantaneamente – e AINDA precisa de tempo e espaço longe de si. Por quê? É porque para muitos homens, o espaço entre quando ele se vê consigo verifica que poderá interfir muito nos seus planos porque sente que está a gostar demais de si e isso poderá atrapalhar os planos que estipulou para ele. Para muitos homens, esse tempo é crucial para resolver suas emoções. Tente dar a ele espaço para descobrir o que ele quer – na maioria dos casos, pode ser extremamente gratificante. Esse intervalo também é crucial para ele criar um desejo de vê-lo novamente. Quando estiverem privados de contato determinado tempo, ele começará a pensar em si cada vez mais, provavelmente a imaginar o que estará a fazer e a aumentar o desejo de vê-la novamente. O que é importante lembrar aqui é que a maioria dos homens precisa de tempo e espaço para começar a se sentir mais próximo e mais conectado com uma mulher . É por isso que agarrar-se a ele e tentar puxá-lo para mais perto vai sair pela culatra toda vez. Mas dar-lhe espaço o fará sentir sua falta e aumentará a probabilidade de ele voltar. Como dar-lhe espaço e fazê-lo sentir sua falta e voltar Se seu homem estiver agindo distante e quer que ele volte para si, serei sincera: persegui-lo não funcionará. A melhor coisa a fazer é dar-lhe o espaço que ele procura, para que ele possa resolver o que o está a incomodar e voltar ao normal. Persegui-lo apenas o afastará ainda mais. Tente dar a um homem espaço para descobrir as coisas – ele sentirá sua ausência assim que resolver

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Saiba que se sentir ansioso com o Covid-19 em fase de confinamento é bem normal?

Saiba que se sentir ansioso com o Covid-19 em fase de confinamento é bem normal?   “O pânico cria realidades alternativas que dificultam a racionalidade e ESTAMOS DE FACTO a viver uma situação de pânico generalizada. ESTE CENÁRIO QUE SE ESTENDE A NIVEL MUNDIAL FAVORECE  o aparecimento de síndromes relacionadas com o pânico e  o isolamento pode ser O CLICK PARA ariadas perturbações mentais. As plataformas de redes sociais, lançam alertas a todo o momento, saturam de informações que aos poucos nos começam a angustiar, a colocar em nós próprios um mal-estar permanente, uma tristeza instalada. Com notícias sobre o aumento do número de mortos e o numero do desemprego a aumentar, os ventiladores que não chegam para curar pessoas, o dilema de escolher entre quem morre e quem vive. O medo do contágio e saber que até podemos ser um de nós. A incerteza do amanhã. O saber que começou e o saber quando termina e como termina para cada um de nós e para os nossos. A ansiedade é uma resposta natural ao desconhecido, por isso é normal sentir-se inquieto, já que muito do vírus é desconhecido, mesmo para os especialistas. “A ansiedade é a maneira da mãe natureza de tentar nos proteger, empurrando-nos a resolver incertezas e descobrir uma solução”, Além disso, há perda de empregos, problemas familiares, uma questão adaptativa de forma abrupta que é o periodo de quarentena. ficar confinado a 4 paredes. Isto tudo é nada mais do que uma valente recita para ter stress e ansiedade. e também pode conduzir à depresão. Porém, embora seja muito difícil eliminar o stress relacionado ao Covid-19, ele pode e deve ser gerenciado para que  possa manter sua saúde mental – e sua imunidade. E COMO PODEMOS GERENCIAR O STRESS DIANTE DO COVID-19 E O CONFINAMENTO? 1- Veja apenas o necessário na comunicação social e o fidedigno, especialmente se é uma pessoa muito ansiosa. Como o pânico surge quando as pessoas superestimam uma ameaça e subestimam suas habilidades de enfrentamento, “observar a cobertura que enfatiza repetidamente a rápida disseminação do coronavírus e a falta de tratamento eficaz” é um combustível para o fogo da ansiedade- ENTÃO VEJA APENAS FONTE CONFIAVEIS. 2-Faça o que puder para se proteger a si e à  sua família, incluindo excelentes práticas de higiene e distanciamento social. A ação é o antídoto para a ansiedade, e na verdade há muita coisa que as pessoas podem fazer para proteger a si  eas suas famílias. Lave as mãos com frequência e com cuidado, higienize superfícies de alto toque, evite pessoas doentes, verifique se  tem um suprimento de alimentos necessários para sair o menos possível. Fque em casa o máximo possível. Se desejar faça voluntariado e mostre o melhor de si ajude quem mais precisa sem colocar a sua vida em risco. Ofereça-se para levar alimentos ou medicamentos a quem está em risco ou doente, ou sozinho sem capacidades para o fazer. 3-SEJA GRATO, não deseje mudar ou desaparecer. Em vez de se preocupar em ser contagiado pelo Covid-19, ou o perigo do seu casamento estar por um fio e só de pensar que tem que ficar em tele-trabalho com os filhos a discutirem a toda a hora um com o outro até o Outono, ainda vale a pena concentrar-se no que valoriza e no que mais agradece”. 3.Faça uma “lista de gratidão” diária para criar resiliência psicológica. Prepararmos uma lista de gratidão amplia a nossa perspectiva e de reconhecer que embora as coisas sejam desafiadoras e incertas, também existem coisas boas em nossas vidas diárias e isso pode fazer uma grande diferença. 4-Procure ajuda virtual de profissionais de saúde mental ou faça o download de um aplicativo anti-stress. Se sente que se encontra num estado muito ansiogênico, com dificuldades em ouvir alguém, fica muito irritado, com raiva, zanga e não aguento porque torna-se explosivo rapidamente, então o melhor mesmo é procurar um psicólogo online para lhe ajudar a ultrapassar esta situação. Em ultimo caso, uma medicação S.O.S. poderá também ajudar-lhe a controlar os episódios de impulso. 5-Apenas Respire. Certamente, que há muito que ensinaram a arte de respirar e meditar, bem como os benefícios das mesmas. 6-Tente manter uma rotina. Mantenha uma  rotina. As crianças também agradecem, tornam-se menos tensas e angustiadas,  com horários de leitura programados e entre outras atividades. 7- Coma saudável, não fume e se exercite sempre que possível. Boa nutrição e movimento suficiente são bons para o corpo e a mente. “Fumar pode aumentar o risco de desenvolver doenças graves se você for infectado pelo COVID-19”, e agrava o quadro clinico. Para as pessoas quem está quem está em teletrabalho, convém que se levante para uma pequena pausa a cada 30 minutos. 8-Use o tempo para alcançar os entes queridos e reconectar-se com velhos amigos. O isolamento social pode alimentar a depressão e, a longo prazo, está até vinculado a uma vida útil mais curta. Podemos estar fisicamente longe das pessoas mas isso não nos limita a desconexão das mesmas. Felizmente, hoje é mais fácil do que nunca. Para evitarmos contrair o vírus  e continuar a manter-nos sociais não precisamos necessariamente de nos expormos ao mesmo temos felizmente hoje em dia muitas redes sociais a que podemos recorrer: Facebook, Intagram, Whatssap. Se as pessoas viverem num ambiente de amor, o ambiente de confinamento a que estamos sujeitos torna-se claramente mais suportável. By Natacha Seixas

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Costrução da Auto-estima

A Auto-estima é a sua opinião de si mesmo. Ocasionalmente, todo mundo não auto-estima faz com que não tenhamos confiança em nós próprios, e é por isso que normalmente estas pessoas são infelizes ou insatisfeitas consigo mesmas a maior parte do tempo. É preciso atenção e prática diária para aumentar a baixa auto-estima. Construção de auto-estima A auto-estima está fortemente relacionada à maneira da forma como reagimos às situações que nos acontecem no dia-a-dia. As sugestões para construir a auto-estima incluem: Fale consigo mesmo de forma positiva – trate-se como se fosse seu melhor amigo. Seja solidário, gentil e compreensivo. Não seja duro consigo mesmo quando cometer um erro. Desafie o ‘diálogo interno’ negativo – toda vez que se auto- criticar, pare e procure por evidências objetivas de que a crítica é verdadeira. (Se pensa que não consegue fazer isto sozinho, peça a opinião de um amigo de confiança.) Acabará por entender que a maior parte de sua conversa interna negativa é infundada. Não se compare aos outros – reconheça que todos são diferentes e que toda vida humana tem valor por si só. Faça um esforço para aceitar a si mesmo, verrugas e tudo. Reconheça o positivo – por exemplo, não descarte elogios, descarte suas realizações como “azar” ou ignore seus traços positivos. Valorize as  qualidades especiais – lembre-se dos seus pontos positivos todos os dias. Escreva uma lista e consulte-a com frequência. (Se não o consgue fazer sozinhi, peça a um amigo de confiança para ajudá-lo a escrever a lista.) Esqueça o passado – concentre-se em viver no aqui e agora, em vez de reviver velhas mágoas e decepções. Diga a si mesmo uma mensagem positiva todos os dias– compre um conjunto de “cartões inspirados” e comece todos os dias  lendo um novo cartão e ande com a mensagem do cartão o dia todo. Pare de se preocupar – “se preocupar” é simplesmente se preocupar com o futuro. Aceite que  não pode ver ou mudar o futuro e tentefocar os seus pensamentos no aqui e agora. Divirta-se – programe eventos e atividades agradáveis ​​todas as semanas. Exercício – é um estímulo muito bom para o cérebro para todos os tipos de coisas, mas principalmente no combate à depressão e na ajuda a se sentir bem. As metas precisam ser passo a passo, como começar uma caminhada ao redor do quarteirão uma vez por dia.. Seja assertivo – comunique suas necessidades, vontades, sentimentos, crenças e opiniões aos outros de maneira direta e honesta. Pratique  por versões mais saudáveis. Reserve um tempo para estabelecer os novos hábitos. Mantenha um diário ou diário para registrar seu progresso.sugestões acima todos os dias preciso esforço e vigilância para substituir pensamentos e comportamentos inúas   de que nos podem conduzir ao erro. Consulte o seu médico para obter informações, conselhos e encaminhamento se estiver com problemas para melhorar sua auto-estima ou se a baixa auto-estima estiver causando problemas como depressão.   By Natacha Seixas

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Por que algumas pessoas repetem os mesmos erros de relacionamento? 

Aqui estão cinco possíveis erros comuns 1: Uma família disfuncional Ironicamente, o futuro de nosso relacionamento pode estar intimamente ligado com o nosso passado. Quando pequenos aprendemos a nossa intimidade da forma como nos ensinaram. As crianças que crescem com um cuidado acrescido, sendo cuidadoras dos pais em vez de protegidas são mais desprovidas destes sentimentos. Ter pais rígidos e excessivamente controladores pode dificultar a tomada de decisões por crianças – e depois por adultos -, enquanto pais negligentes ou desligados podem criar indivíduos com uma forte necessidade de atenção e obsessão devido à insegurança neles próprios. Embora o problema tenha começado na infância, seus efeitos podem durar até a idade adulta, geralmente na forma de desconfiança, necessidade de controle ou dificuldade em construir e manter relacionamentos. Embora nenhuma infância seja perfeita, certos tipos de disfunção afetam ás vezes de forma trágica os relacionamentos. Veja o vício, por exemplo. Estudos mostram que crianças que crescem em famílias alcoólicas trazem os problemas de sua juventude para seus relacionamentos românticos. Filhos de alcoólatras tendem a se casar com famílias com problemas de álcool. Filhas de alcoólatras têm duas vezes mais hipóteses de se casar com um alcoólatra do que filhas de não alcoólatras. Ao escolher um parceiro, seguimos o que conhecemos e aí encontramos a nossa zona de conforto. 2: Trauma na infância O abuso físico, emocional ou sexual na infância pode ter efeitos ao longo da vida. Nos relacionamentos, os sobreviventes de traumas precoces costumam lutar com isolamento social, problemas de apego e incapacidade de confiar. Se eles puderem se comprometer com um relacionamento sério, seus parceiros poderão reclamar que são desnecessariamente ciumentos ou inseguros. Cerca de 80% das crianças vítimas de abuso preenchem os critérios para um distúrbio de saúde mental aos 21 anos – depressão, ansiedade, perturbação de stresse pós-traumático e perturbações alimentares – entre os mais comuns. Há muitos adolescentes que vão pelo mundo das drogas e que em criança sofreram abusos. Este fator consequentemente tem repercussões negativas nos seus relacionamentos. Para muitos, infelizmente o ciclo de abuso não termina com eles. Uma pessoa que fere é uma pessoa ferida. Segundo algumas estimativas, um terço das crianças vítimas de abuso continua a violar os seus próprios filhos. Outros encontram-se continuamente à procura de parceiros abusivos ou indisponíveis, sub conscientemente tentam recriar o trauma da infância como se desta forma pudesse resolver o seu problema do passado mal resolvido. Isto é um indicador de mais rejeição ao trauma e só acumula mais raiva e repugnância. 3: Vício em amor A intimidade genuína é impossível para as pessoas que lutam activamente com o vício em relacionamentos, romance ou amor. Isso ocorre porque os viciados em amor são atraídos repetidamente por pessoas do mesmo género de personalidade. Indivíduos que manifestam uma tendência em magoar os sentimentos e dar em troca desprezo. Quando raramente aparece alguém que tem boas intenções o viciado em amor rapidamente se cansa e parte para outra, sentem um vazio constante. Amam intensamente mas depressa o amor se vai e necessitam de preencher essa vazio afetivo novamente com outro novo amor. Fazem juras eternas e acreditam que pode ser para sempre mas de um dia para o outro vêem todos os defeitos e  e depressa perdem o interesse. Apesar de uma longa história de relacionamentos caóticos, os viciados em amor continuam a procurar desesperadamente a tal pessoa que só existe na realidade virtual, apaixonando-se rapidamente e o que acontece muitas das vezes, num ato impensado, junta-se rapidamente a um parceiro, sem medir as consequências, levado pelo sentimento do momento,  que fica aquém dos seus padrões. O vício em amor pode ser tratado. Teremos que entender a infância ou a disfunção desde a infância e aprender como é a intimidade saudável. 4: Expectativas irrealistas Nossas expectativas em relação ao sexo e aos relacionamentos estão sempre evoluindo, talvez nunca mais do que na era digital. Como resultado da explosão de pornografia online gratuita e facilmente acessível, sites de adultério, aplicativos para smartphone e outras mídias, ficamos perguntar se a Internet matou o Cupido? Há menos de uma década, as pessoas tinham que trabalhar duro para visualizar imagens classificadas como X, marcar um encontro e iniciar um relacionamento sexual. Agora, casados ​​ou solteiros, gays ou heterossexuais, jovens ou velhos, existem inúmeras oportunidades online para obter essas coisas em qualquer lugar, a qualquer hora. A Internet tem sido um salvador para alguns, mas tem sido destrutivo para muitas relações que se mostraram promissoras com histórico de trauma ou propensas ao vício. Tudo tem que ser gerido com peso e medida, caso contrário pode verificar e uma perda de interesse em parceiros da vida real. 5: Distúrbios da saúde mental Ter um distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade ou transtorno de personalidade borderline, pode tornar os relacionamentos românticos desafiadores. As pessoas vivem mais desequilibradas do que equilibradas numa roda de emoções entre raiva, tristeza, zanga, ira. A maioria anda de coração partido à procura do que não sabe, pensa que encontra o que não quer e anda como se quisesse. O mundo do sexo e da intimidade é muito complexo quando tudo poderia ser muito simples porque afinal não temos que fazer nada, nem pensar porque o nosso sentimento faz tudo, as borboletas na barriga, um friozinho, uns tremelicos, as bochechas vermelhas, um engasgo, não dizemos nada de jeito e aí faz todo o sentido mergulharmos a dois. Em um estudo, as pessoas com doença mental eram mais propensas do que aquelas sem doença mental a ter vários parceiros ao mesmo tempo e relacionamentos mais curtos. Eles também eram sexualmente íntimos antes. Com tratamento adequado e auto cuidado, as pessoas que lutam contra a doença mental podem ter relacionamentos saudáveis ​​e estáveis, mas isso exige esforço contínuo e um parceiro de apoio- mas hoje em dia ninguém tem paciência para si, nem se ouvi a si, nem se ama a si quanto mais ao outro. Da próxima vez que embarcar em um relacionamento romântico, olhe além das simples desculpas e crenças erróneas: ninguém me quer; já estou velha para estas coisas; os homens são todos iguais; as mulheres só querem dinheiro.  Em

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Psicologia da atração: o que nos une às pessoas que amamos

Se pararmos um momento para pensar sobre o que nos atrai nas pessoas que amamos, surgirão muitas questões. O que nos aproximou do nosso parceiro? O que nos ajuda a sustentar esse relacionamento? Porque somos cumplices? Por que nos apaixonamos? Provavelmente não conseguiremos responder estas perguntas de maneira correta, porque normalmente o afeto surge sem que percebamos. No entanto, a psicologia nos aponta alguns dados sobre os ingredientes psicológicos que promovem a atração.   Por vezes a beleza dispensa qualquer apresentação.. no entanto…   Três ingredientes da fórmula da atração Para entender a química psicológica que nos une às pessoas que amamos, encontramos três ingredientes principais que nos fazem sentir atraídos por elas, vê-las com bons olhos e nos sentirmos emocionalmente próximos. 1- A proximidade: a convivência favorece o amor Antes que uma relação comece, é necessário que duas pessoas estejam próximas. Estar perto de alguém e senti-lo presente em nossas vidas faz-nos sentir carinho e cada vez mais desejo de estarmos perto dessa pessoa. A proximidade física é de extrema importância, ela envolve desejo, química e aproxima muito os casais porque ela promove uma sensação de familiaridade e segurança e nos faz sentir à vontade para além de aumentar os neurotransmissores responsáveis pela nossa felicidade, oferecendo-nos uma sensação de bem-estar e poder de autonomia e auto-estima. Essa resposta emocional é devido ao efeito de exposição, o que nos ajuda a determinar o que é familiar, seguro, acessível e desejável. Em outras palavras, com o passar do tempo, a simples presença dessas PESSOAS nos faz sentir “EM CASA”.   2- Atração física: comece a admirar alguém e o achará mais bonito Não é somente a proximidade física e emocional; também é necessária a combinação de outros ingredientes, como a atração física, para materializar a união de duas almas. O aspecto físico não é o único ingrediente que é levado em conta para que aconteça uma atração física. A sinceridade, a inteligência e a personalidade das pessoas nos afetam positivamente. Existem alguns estudos que demonstram que a aparência física não é o mais importante. Pode ser desconcertante, mas o aspecto físico nos afeta nos primeiros 10 minutos de contato, quando conhecemos alguém. Isto porque através do aspecto físico avaliamos se a pessoa é feliz, sensível ou sociável. Neste sentido, quanto mais atraente é a pessoa, mais qualidades psicológicas lhe atribuímos. Quando admiramos uma pessoa,  pelo que é , diz, da forma como se expôe perante o mundo, da forma como fala dos outros e como se mostra para os outros e da forma como se mostra para nós, o distingue e é isso que nos faz admirar ou repugnar cada pessoa. Isto pode parecer injusto e mesquinho, mas na realidade não é. Por quê? Porque quanto mais vamos conhecendo alguém e a admiramos mais vamos desejando conhecer e estar com ela, notamos menos imperfeições físicas e a atração física aumenta. O lado menos bom torna-se agradável e fácil de suportar ao ponto de designarmos de personalidade forte.   3- A semelhança torna o amor grandioso Quanto mais nos identificámos mais amamos ou ficamos amigos de alguém. Pensar, sentir e ter interesses semelhantes nos une. É claro que é impossível coincidir 100% em tudo; isto seria muito chato e irritante. Seria muito difícil conviver com o nosso espelho. A proximidade, a atração e a semelhança não são os únicos ingredientes que nos ajudam a construir um relacionamento. O fato de nos sentirmos gostados, mimados e não constantemente criticados, julgados, em constante competição faz-nos sentir especiais e que temos o nosso espaço em alguém.   By Natacha seixas  

Auto-estima

8 hábitos que destroem a auto-estima

Há 8 hábitos que costumamos ter que destroem a nossa auto-estima e de quem está ao nosso redor. Existem alguns padrões de comportamento que se tornam hábitos e podem destruir completamente a auto-estima de uma pessoa. A auto-estima é a avaliação que fazes de ti próprio, seja ela negativa ou positiva. Sabemos que ter uma baixo auto-estima interfere no nosso desempenho em todas as áreas da nossa vida. A auto-estima não se vende, não se compra e não se empresta. É algo que é inerente ao ser humano e um bem precioso para estarmos de bem connosco e com a vida. Em baixo, seguem 8 hábitos que destoem a nossa auto-estima: 1.COMPARAÇÃO Comparação mata a auto-estima. Não te compares com outros. Não te diminuas. 2. ESPERAR A APROVAÇÃO DOS OUTROS Faz algo bem feito e não esperes a aprovação dos outros isso pode nunca acontecer. Não esperes dos outros. Reconhece-te. Valoriza-te. 3. ESPERAR MUITO DOS OUTROS Muitas pessoas acabam por elevar demais as expetativas dos outros. Não coloques a expetativas e o poder nas mãos de outra pessoa. Determina o resultado que tu traçaste sem esperar do outro. Traça  o teu resultado e não a tua expetativa. 4. COLOCAR O OUTRO SEMPRE EM PRIMEIRO LUGAR Vais morrer emocionalmente, se colocares o outro sempre em primeiro lugar. Não estás a viver está a existir no Universo. Coloca-te em primeiro lugar. Não tem a ver com ser egoísta. Tem a ver com ser feliz. Se fizeres primeiro pelos outros vai faltar ar para ti. 5. COMPETIÇÃO EM EXCESSO Competição em excesso é maligno, faz gastares energia em algo que não compensa. Se cooperares estás a agregar valor na vida do outro. Se queres elevar a tua auto-estima diminui o nível da competitividade e aumenta o teu nível de cooperação. 6.PENSAR QUE NÃO ÉS CAPAZ Se alucinas que não és capaz o teu cérebro acredita no comando que tu dás e não precisa ser verdade. O teu cérebro dá o comando para responder como se fosse verdade. Imagina, quando estás a dormir e tens um pesadelo teu corpo todo responde a essas sensações, teu coração acelera, teu corpo transpira, tua mente fica perturbada, tu acordas assustado. Ou quando tens a sensação que vais cair da cama, tens a reação imediata de tentares te agarrar a algo, correto? É a mesma coisa. Se pensares que não és suficientemente bom para… teu cérebro vai assumir isso como verdade.  Agora que sabes disto és tu que tens o poder da decisão de saber como te queres sentir. 7. GUARDAR RANCOR E MÁGOA É como se tivesses uma pedra de carvão na mão e como se fosses atirar na outra pessoa, mas ao mesmo tempo que tentas atirar essa “bola” quente certamente que nem chegas acertar em quem te faz sentir menos bem. Mas uma coisa que sei, a tua mão ficou queimada. Então a falta de perdão só te prejudica e destrói a tua auto-estima. 8. FOCAR NO FUTURO OU FOCAR NO PASSADO Quem foca só no futuro é extremamente ansioso. Quem se foca apenas no passado é demasiado depressivo e se torna demasiado maçador para quem convive com estas pessoas. Quem está demasiado agarrado ao passado é por falta de relação no presente. O tempo é demasiado precioso na tua vida. O segredo é vivenciar o presente e desfrutá-lo da melhor forma possível. Se sabes mais formas que destroem a auto-estima deixa o teu comentário em baixo do texto.   Natacha Seixas

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Não percas a tua essência

Não percas a tua essência. Mesmo que o mundo se vire contra ti. Mesmo que sintas que não podes confiar em mais ninguém. Mesmo que tenhas passado pela maior desilusão da tua vida. Não percas a essência de ti. Podes perder quase tudo, casa, marido, amigos que afinal não o eram, carro, emprego, bater no fundo, mas não percas a tua essência. Retira dessa perda uma aprendizagem e acredita que é no meio da tempestade que tens a oportunidade de crescer e a tua essência vem contigo. A dor produzida por alguém que nos rejeita totalmente é por vezes insuportável Ninguém quer ter pessoas ao seu lado que o rejeitem completamente ou que boicotem seu o desenvolvimento pessoal. Todos queremos ter ao nosso lado pessoas que nos dêem algo, nos ajudem a ter boas experiências e boas lembranças. Mas nem tudo funciona preto no branco. Existirá sempre momentos em que alguém tem a força de nos colocar menos bem, mas em contra partida em outros momentos consegue compensar com outras suas qualidades e nos deixar rendidas e pensar que vale a pena, afinal ninguém é perfeito. É como o yin e o yang, como a tristeza e a alegria, como a dia e a noite, como o sol e a lua, como o frio e o calor. Temos sempre o lado oposto para que tudo tenha um novo sabor. Ninguém é completamente bom ou completamente ruim Todos nós somos o melhor que podemos ser, perfeitos dentro de um ser completamente imperfeito e devemos estar atentos às lesões da emoção e protegê-las da melhor forma que soubermos de forma a serem  evitáveis ​​e previsíveis. Por isso, muitas vezes usamos uma espécie de equilíbrio emocional. Temos que estar atentos às pessoas que são emocionalmente tóxicas para nós, que esgotam a nossa energia. Se forem nossos familiares, muito próximos não quer dizer que os coloquemos de lado, mas podemos perfeitamente aprender a lidar com eles e como evitar que essa toxidade nos prejudique e estrague, e/ou controle, manipule as nossas decisões e planos do dia-a-dia. Sejamos justos, não percamos a nossa essência Quantas vezes já saímos magoados de situações em que investimos muito de nós mas que no final tudo deu errado e saímos frustrados. No entanto, nem houve culpados mas a tendência por vezes é ficarmos cegos pela desilusão que tomou conta do nosso bom-senso e temos atitudes e comportamentos que transcendem a nossa essência e sem nos apercebermos erramos. E como também magoamos? Tendo manifestações de incompreensão e maus julgamentos sobre pessoas e somos injustos com as mesmas. Temos de nos esforçar para sermos mais justos nas nossas avaliações e não atribuirmos culpas pelas nossas próprias dificuldades em lidarmos com as frustrações. Não se afaste da sua própria essência. Natacha Seixas    

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5 características de pessoas emocionalmente imaturas

Há muitas opiniões sobre quando uma pessoa demonstra maturidade e imaturidade Ninguém gosta de receber um rótulo ou ser comprado com este e aquele. No entanto, existem pessoas cuja imaturidade emocional não passa despercebida. Mas o que é uma pessoa imatura. Assemelha-se mais ou menos a uma pessoa semelhante a uma criança de 6 anos de idade, que quando quer uma coisa faz birra e não entende porque não a pode ter, quer e pronto. Não percebe o ponto de vista dos demais e a sua opinião é a que importa e é a mais válida. Manifestam desejos e fantasias relacionadas a ideias de que o mundo gira em volta de si mesmos. Vivem num mundo da fantasia e surreal. Já a  maturidade emocional é um estado de força e moderação que leva a uma ação realista e equilibrada. Mas mais do que uma definição abstrata torna a maturidade ou imaturidade visível no comportamento. Abaixo, apresento cinco características que são características de humanos emocionalmente imaturos. 1. Eles são pessoas egocêntricas O ser humano terá de entender que o mundo não gira em torno dele. Para os imaturas esta tarefa torna-se difícil de gerir. Para os bebés já isto é compreensível, visto que não têm qualquer problema em chorar a plenas horas da madrugada e acordar seja quer for para se alimentar e suprir as suas necessidades básicas. Mas é para isso que socializar e o crescimento serve para se integrar numa sociedade como ser individual que é e adaptar-se como ser relacional. Amadurecer significa escapar da prisão do ego. Significa perder a esperança de que a vida poderia ser como a de um bebê. Quando começamos a ignorar essa ideia, nos tornamos conscientes do que mais a vida nos reserva: inúmeras aventuras e descobertas. Na melhor das hipóteses, aprendemos a colocar e retirar o ego e às vezes colocá-lo em primeiro plano, mantendo um equilíbrio saudável. 2. Eles mal cumprem as obrigações É mais que óbvio que os imaturos não conseguem cumprir com as suas obrigações. É o mesmo que dares a uma criança um chocolate e dizeres que ela só pode come-lo daqui a 3 horas. Vai ser difícil para a criança cumprir com as suas obrigações. No curso do processo de amadurecimento, a criança compreenderá que sacrificar e retomar o tempo é necessário para alcançar seu objetivo . Também compreenderá que não é uma incisão à sua liberdade de cumprir uma obrigação ou colocar as necessidades de outra pessoa acima da sua, mas um pré-requisito para uma melhor orientação a longo prazo. 3. Hábito de culpar os outros Quando erramos é difícil aceitar tal erro. Mas é preciso termos maturidade para saber assumir as consequências dos nosso atos e pedir desculpas por tal. Os imaturos preferem ficar nessa doce irresponsabilidade. Não entendem   que somos os únicos responsáveis ​​por nossas ações ou nossa passividade.  4. Geralmente são dependentes dos outros Para pessoas imaturas, outras pessoas são os meios para um fim e nunca o propósito em si , não precisam dos outros porque os amam, mas os amam porque precisam deles. Por causa disso, eles tendem a depender muito dos outros. As pessoas emocionalmente imaturas não entendem muito do conceito de autonomia. Às vezes, eles pensam que o comportamento autónomo é o mesmo que fazer o que querem. Mas quando se trata de suportar as consequências das suas ações, eles precisam que outros sejam capazes de se responsabilizar por eles. É como os jovens adolescentes, quando passam aquela fase em que pensam que sabem tudo e já podem ir sozinhos para todo o lado mas quando algo errado acontece lá estão os pais para os ajudarem. 5.  São demasiado impulsivos e gastam o que não têm O comportamento impulsivo é uma das características mais distintivas das pessoas imaturas. Normalmente, acumulam dividas por gastar dinheiro que ainda não têm. Seja por altos créditos, ações entre outros. Tudo para satisfazer os seus caprichos e na maioria das vezes em coisas que nem são necessárias. Geralmente, este tipo de comportamento, é consequência de uma educação de super-proteção ou inadequada durante a infância. Acredite que viver uma vida própria e ser responsável pelos seus próprios atos e errar muito na vida são apenas atos de amadurecimento e não de uma pessoa “falhada”. Quanto mais nós errados mais nós crescemos emocionalmente. Natacha Seixas    

Ansiedade, Auto-estima, Depressão

As 4 frases mais pronunciadas por alguém com depressão

A depressão dói e doí muito mas o seu diagnóstico não é palpável mas saiba que pode ser fatal. A  maioria de nós conhece alguém que sofreu ou sofre de depressão ou, indiretamente, algum caso conhecido. Há 580 mil casos em Portugal diagnosticados com depressão, é a perturbação psicológicas que mais afeta os portugueses, o que torna Portugal no segundo país da Europa com maior número de casos com depressão. Neste momento a Depressão é a condição mental com mais prevalência no mundo inteiro. Segundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) existe mais de 300 milhões de casos. Sabia que os números de suicido dispararam e a causa está na origem da depressão. Estatísticas apontam para  800 mil pessoas que morrem por ano por optarem por pôr termo à vida. E ainda existem pessoas que dizem que depressão é frescura. Sintomas de Depressão É importante que esteja familiarizado com os sintomas de depressão. Estes podem ser  físicos, emocionais ou psicológicos: humor deprimido; tristeza quase diária; sentimentos de vazio; choro fácil; isolamento interpessoal; a perda de interesse nas atividades que anteriormente eram prazerosas; perda ou ganho de apetite; insónia ou hiperinsónia; agitação ou lentificação psicomotora; fadiga e perda de energia; sentimento de inutilidade ou de culpa; baixa concentração ou dificuldade em tomar decisões. Estou farta de tudo A pessoa com depressão sente-se tão desesperada que vê-se numa situação de incapacidade para tudo. Nada lhe apetece. Não suporta o barulho, as vozes, a luz do dia, os outros, nada de nada e só quer desaparecer.   Sinto-me tão cansada Os indivíduos nesta condição sentem um cansaço físico, para além do cansaço psicológico, muito grande , e não pense que é frescura, porque este cansaço é real e incapacitante. O corpo fica “colado” à cama e torna-se doloroso sair de lá.   Não aguento mais Uma das frases típicas que se ouve muito da boca de quem está com depressão. Sentimentos de que não vão aguentar por muito mais tempo a dor, o cansaço, a tristeza profunda, o desânimo, a desesperança, a perda de objetivos, o vegetar numa vida sem vida, o não ver “piada” em nada, o não encontrar motivo para sorrir nem existir é um desespero constante na vida destes doentes.   Quero morrer Esta frase é muito vulgar e alarmante quando dita em voz alta por estes indivíduos depressivos. Por vezes não ficam só pelas palavras. Existe mesmo uma vontade em passar à ação e é preciso estarmos atentos e ajudar o quanto antes. Muitos dos suicídios teriam sido evitados se os familiares  e amigos acreditassem que a depressão é uma doença grave e se em vez de criticar ajudassem a pessoa que está num sofrimento profundo.                 Natacha Seixas

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