Auto-estima

Ansiedade, Ataques de Pânico, Auto-estima

Ciúmes uma forma de Ansiedade

Os ciúmes são uma das emoções humanas mais potentes e chegam mesmo a “matar” um relacionamento. Se por um lado uma dose q.b. de ciúmes é saudável e sinal de que a pessoa gosta e se precoupa com a outra. Por outro,  o exagero desta emoção pode tornar-se doentia e obssessiva nas sua atitudes e comportamentos como o parceiro trata, sente e visualiza todos os passos da pessoa com quem compartilha o mais íntimo de si. Os ciúmes podem-se revelar sobre síndrome da inveja ou como uma forma de ansiedade. O individuo fantasia na sua cabeça que o seu parceiro(a) o traí e tudo é motivo de ciúme. “O ciúme nasce sempre do amor, mas nem sempre morre com ele.” François de la Rochefoucauld (escritor francês do século XVII) Se quer saber mais veja o video, em baixo:

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Como lidar com as emoções negativas causadas pela DEPRESSÃO

Estes métodos vão-lhe ajudar a lidar com as emoções negativas causadas pela depressão Quando estamos deprimidos, pode ser muito difícil lidar com as nossas emoções. Antes de compreender plenamente os nossos sentimentos, temos tendência a pensar que somos demasiado pessimistas. Mas não precisamos deixar que as emoções nos controlem. Se temos depressão porque não tentamos resolver as nossas emoções.  Aqui lhe deixo algumas dicas para melhor lidar com as emoções. I. Adira ao plano de tratamento Atualize o seu plano atual A depressão pode afetar o seu julgamento, que afeta o seu ponto de vista, e pode torna-se difícil de entender completamente como se sente sobre determinadas situações. Uma das coisas mais importantes para lidar com a depressão é aderir a um plano de tratamento para controlar efetivamente a depressão. Quando a sua depressão está controlada e supervisionada, certamente que irá sentir-se melhor. Se por algum motivo o seu plano de tratamento não está a funcionar terá que falar com o seu psiquiatra e para que vejam novas alternativas. “Recentemente tenho vindo a lidar com minhas emoções, mas o efeito não tem sido muito eficaz, eu sinto-me cada vez mais irritada e com muitos terrores noturnos, coisas que anteriormente não sentia, pode mudar meu plano de tratamento? “ Considere o gerenciamento dos medicamentos Existem um leque de medicamentos variados que podem ser usados ​​como parte de um plano de tratamento para ajudá-lo a controlar sua depressão. Trabalhe com seu médico ou psiquiatra para determinar qual o medicamento mais eficaz para si. Se a sua medicação não está a ter os efeitos desejados,  deve informar o seu médico. Pode informá-lo da seguinte forma: “Eu penso que seria melhor alterar a minha medicação, uma vez que esta está a trazer-me muitos efeitos secundários. Espero ser capaz de lidar com minhas emoções negativas sem afetar meu tratamento da depressão”. Considere o tratamento Assim como os psicofármacos, existem muitos tratamentos eficazes para a depressão. Por exemplo, terapia comportamental cognitiva, terapia de grupo e terapia interpessoal podem ser usadas para tratar a depressão. O ideal será sem dúvida uma tratamento entre ambas as terapias: psiquiatria e psicologia. O tratamento regular pode ajudá-lo a resolver muitos dos problemas que enfrenta com a depressão. Também pode ajudá-lo com suas emoções. 2. Realize os seus sentimentos   Pratique a atenção plena Mindfulness significa estar ciente do que está acontecer no aqui-e-agora ao seu redor e do que está dentro de si. Isso significa concentrar-se em seus pensamentos, sentimentos e corpo é uma boa maneira de identificar e lidar com suas emoções. Esta também é uma boa maneira de controlar a depressão, pois ajuda a reconhecer e evitar pensamentos e sentimentos negativos. Objetivo Às vezes, a depressão pode distorcer sua percepção das coisas e fazer sentir-se mais negativo do que o normal. Dando um passo atrás, é uma boa ideia olhar as coisas de uma nova perspectiva objetiva. Isso pode ajudá-lo a reconhecer seus verdadeiros sentimentos e emoções verdadeiras sem os efeitos da depressão. Por exemplo,  Coloque a seguinte questão: “Isso é por causa da minha condição, ou é por causa da minha depressão que sinto essas emoções?”   Respire profundamente algumas vezes Uma maneira de controlar suas emoções é praticar a respiração profunda. Essa forma de gestão do stress costuma funcionar muito bem para gerenciar o stress e as emoções. A prática regular também é útil porque alivia a tensão do seu corpo, diminui a frequência cardíaca e acalma o seu humor. Tire alguns minutos por dia para praticar diferentes técnicas de respiração profunda.  Tente inalar lentamente pelo nariz. Expire devagar da sua boca.       Por favor, faça uma pausa Tire um momento da situação atual para lhe fornecer o espaço físico e mental necessário para lidar com suas emoções. Este espaço e tempo é apenas seu e é muito útil para refletir sobre os seus sentimentos e são benéficos para o alívio automático das emoções negativas. Uma pequena pausa/ intervalo dá-lhe a oportunidade de se acalmar. Se puder, dê um passeio lá fora ou vá ao banheiro para lavar o rosto ou lavar o cabelo. Faça uma respiração profunda e tente prestar atenção às suas emoções. Se  não puder deixar essa situação, tente fechar os olhos por um tempo e respire fundo. . Faça algo positivo Você pode não querer ser ativo, mas a atividade física pode ajudá-lo a controlar seus sintomas depressivos. O exercício ativo pode aumentar o oxigênio no cérebro e liberar as substâncias químicas no corpo, melhorando assim o seu humor, o que pode ajudá-lo a controlar a depressão e lidar com as emoções. Ser pró-ativo  limpa a sua mente e ajuda-o a se concentrar, melhora a energia e alivia a tensão e o stress. Se  precisar de tempo para fazê-lo sozinho, opte por caminhadas, corridas, musculação, natação ou ciclismo. Considere também atividades em equipe como basquete, tênis, artes marciais ou rugby. As atividades interpessoais são de extrema importância para que o isolamento pessoal não se prolongue por muito tempo. Tenha um diário Anotar os seus sentimentos é uma boa maneira para lidar com eles. Dá-lhe a oportunidade de verificar completamente as suas emoções passadas e vai ajudá-lo a determinar se os seus sentimentos se devem à depressão ou à verdadeira autopercepção. Se precisar de partilhar os seus sentimentos com seu terapeuta ou com alguém da sua confiança, esta também é uma ótima maneira de registrar as suas emoções. Use o seu diário como um lugar seguro para explorar os seus sentimentos e emoções. É bom apontar como acha que a sua depressão pode estar a afetar o seu humor. Também pode utilizar o seu diário como um lugar para salvar algumas estratégias que lhe têm ajudado a gerenciar as emoções com sucesso. 3. Obtenha outra perspectiva Peça ajuda a familiares e amigos É sempre bom poder contar com alguém quando se está mais fragilizado. Ajude a família ou amigos a entender o que é isso da depressão. Eles podem ajudá-lo a controlar o caos e ajudá-lo a lidar com as suas emoções negativas. Eles podem-lhe ouvir, entender os seus sentimentos e aconselhar sobre isso. Conversar com outras pessoas também pode ajudá-lo a entender coisas

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Nunca tentes discutir com estas 5 pessoas

Se as opiniões entre pessoas foram contraditórias, a disputa apropriada entre as duas partes permitirá que as outras troquem experiências e aprendam umas com as outras. Mas argumentar com alguns tipos de pessoas, os resultados são muito diferentes, a sua estrutura de pensamento é diferente das pessoas comuns e tentar chegar a um consenso com este tipo de indivíduos é de enlouquecer qualquer um. Os cinco tipos de pessoas que os psicólogos resumiram por meio de pesquisa e análise são os seguintes: se os encontrarem, não devem discutir com eles. 1- Desempenham sempre o papel de vítima Quando eles discutem, eles sempre se colocam na perspectiva de uma vítima e simulam choro e sofrimento sofre os prejuízos que sofreram.  Tudo isso é muito com naturalidade por estes indivíduos dissimulados, pode ser falso e, mas no final, acredite que podem muitas vezes obter a simpatia dos outros. Posto isto, tu serás o elo mais fraco e acusado em todas as direções. Afasta-se e não tentes sequer discutir com um vitimista. 2 – O clima é extremamente calmo, a linguagem é condescendente Algumas pessoas ficam sempre atordoadas quando discutem contigo, e falam com uma atitude condescendente. No processo, eles são muito calmos, como um estranho observar a tua reação e rir das tuas ações. Quando as suas emoções saem do controle, elas mostram reprovação para contigo. O objetivo do argumento é resolver o problema, e argumentar com estas pessoas, não só não pode confundir-te ainda mais, como te deixar à beira de um ataque de nervos. 3 – Indivíduos bons em jogos psicológicos No curso do debate constante, algumas pessoas são boas em “guerra psicológica”, atacam freneticamente as tuas fraquezas atuais e não permitem que tenhas a oportunidade  para te defenderes. Neste exato momento, terás que ser extremamente cuidadoso, pois o propósito destes indivíduos é fazer com que as tuas emoções se descontrolem e que consequentemente mantenhas um comportamento desadequado levando os outros a pensar que tu é que estás errado e incongruente. 4 – Personalidade múltipla Este tipo de personalidade tem uma variedade de emoções e por muito que tentes não vais conseguir entender o comportamento destes indivíduos. Eles às vezes tomam a iniciativa de pedir desculpas, mas de repente tudo se altera na cabeça deles e passam das desculpas ao insulto, e logo depois, podem te ignorar. Se eles não são mentalmente problemáticos,  então só podem estar a tentar controlar-te ou tentar deixar-te louco com táticas psicológicas que eles próprios conhecem. 5- Sentem prazer na criação de conflitos Em geral, conflitos e argumentos desnecessários custarão a energia mental de qualquer um. No entanto, há sempre pessoas que gostam de causar conflitos para ter uma sensação de felicidade e prazer. Este tipo de indivíduos deliberadamente gostam de nos provocar, criar conflitos e dá-lhes imenso prazer levar o outro ao limite, adoram ver o outro no fim das suas energias, nervoso, quase que a explodir de tanta raiva. Não perca tempo com este tipo de pessoas só gasta as suas energias físicas e psicológicas. Conclusão: Se encontrares as cinco pessoas listadas acima, não tentes discutir com elas. Podes sorrir, acenar com a cabeça ou ignorar e se tentares discutir aí a escolha como decides gerir o teu tempo e arriscar uma tensão desnecessária será um problema que é apenas teu e criado por ti. Natacha Seixas

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O maior problema com o diagnóstico de depressão é que ele não existe

 Há um grande problema com o diagnóstico de “depressão”, e isso é que não existe. A depressão dói e doí muito mas o seu diagnóstico não é palpável mas saiba que pode ser fatal. Existe uma coisa como “melancolia”, outra chamada depressão leve, moderada a grave que implica risco de suicídio e contempla a perda de vontade de viver. Falando da Depressão atual que não faz “chorar”, durante anos, esta doença foi chamada por melancolia, e não há razão para que não possamos continuar a fazê-lo. A melancolia encontra-se designada pelo Manual Diagnóstico e Estatístico das Perturbações Mentais, o famoso DSM,  como um subtipo de Depressão Maior. Se tens muita melancolia, o que tens? Depressão? Sabes  que a depressão significa um descontrole de humor. É uma doença da emoção. Humor elevado seria euforia ou alguma forma de mania. Baixo humor seria tristeza. Mas o problema é que muitas pessoas que recebem o diagnóstico de Depressão Maior não são necessariamente tristes. O que quero dizer com isto é que elas não estão a chorar a toda a hora. Elas levantam-se da cama todos os dias, ainda que de forma arrastada, para ir trabalhar,  passam pela vida familiar apáticos, mas não ficam necessariamente com uma tristeza profunda.  Então que sente uma pessoa com Depressão? Sente-se disfóricos, desmoralizados e sem encanto por nada. É como tivessem uma sensação de vazio dentro delas e uma ansiedade difícil de controlar. Uma exaustão e uma fadiga esmagadora os perseguem. dizem estar exaustos e frequentemente relatam fadiga esmagadora. Apresentam vários tipos de dores somáticas que vêm e vão. Por vezes, torna-se obsessivos com todos estes sintomas. Tudo isto dá uma salada russa emocional. E todas as pessoas com depressão que se se sintam tristes ou não tristes recebem o mesmo tratamento com Antidepressivos e se não conseguem dormir com Sedativos ou Indutores do Sono e para Oscilações do Humor são receitados Estabilizadores de Humor que acarretam uma série de efeitos secundários, que por sua vez, trarão outras consequência na auto-estima como o fato da maioria fazer engordar. Uma pessoa com depressão que apenas se encontra exausta e não aguente mais mas que não se encontra numa tristeza profunda, apenas não consegue ouvir mais ninguém, apenas não consegue estar mais no trabalho, só precisa sair daqui para longe de tudo e de todos e nem chorar necessita, deveria de cuidar dos nervos e não da depressão.  Se a depressão é caraterizada por uma tristeza profunda uma pessoa diagnosticada com melancolia sem tristeza profunda estará mais perto do estado de Burnout: queimado de todo! Ou porque não mais perto de uma Distimia em que o sofrimento é de longa duração e a pessoa explodiu de um sofrimento duradouro. Acho que precisamos tirar os “holofotes” da palavra depressão para que todos os indivíduos o que se sintam cansados, exaustos, fartos de tudo, sem controlo na sua ansiedade e que só precisam de tratar dos nervos e não têm vontade de chorar, nem se sente deprimidos tem que existir outras escolhas. Há bons médicos que não receitam antidepressivos para todos os indivíduos que digam: _” sinto-me tão exausto e não aguento mais.” Nestes casos,  pela experiência que tenho em consultório vejo tudo corrido ao mesmo…! Em muitos é altamente necessário noutros completamente aberrante. Natacha Seixas

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13 desculpas para não ir trabalhar

Há dias, assim, em que realmente não queremos ir fazer nada a não ser ficar no sofá a olhar para o nada. E, ainda tem que encontrar uma boa desculpa para dar ao seu chefe! O despertador e de repente um síndrome terrível lhe invade, levando toda a motivação. Tu olhas para o relógio e colocas para despertar dez minutos mais tarde na esperança de uma recuperação milagroso. Mas uma “Preguicite” aguda te ataca nesses 10 minutos e tu estás feito num oito, essa síndrome afeta toda a população em um momento ou outro. Especialmente na aproximação das férias de verão, quando temos apenas um desejo: ir para bem longe daqui, na praia, sentir a areia da praia e ouvir música num outro local, ver pessoas diferentes, locais diferentes, comer comidas diferentes. O QUE FAZER EM CASO DE “PREGUICITE” AGUDA? Não importa se trabalhaste duro o tempo todo, raramente podes escapar da “preguicite” aguda. Infelizmente, para um empregador, esta “pseuopatologia” não é uma razão válida para perder a reunião tão aguardada e reservado há meses. Sabia que estudo revela que seis em cada dez chefes não acreditam nas desculpas dos empregados  No entanto, mais de 50% dos empregadores não acreditam em seus funcionários quando os chamam de pálidos. Além disso, 33% verificam nas redes sociais a veracidade dos fatos. Uma suspeita legítima desde que os funcionários admitem que poderiam ter vindo trabalhar em mais de um quinto dos casos. O estudo revela que o recebimento das desculpas dependeria, na maioria dos casos, da pessoa que as pronunciava. Alguns também seriam mais valiosos do que outros. Para os empregadores, náuseas, vírus e outras dores abdominais são as razões mais credíveis e aceitáveis ​​como desculpa de faltar ao trabalho. Aqui estão 10 boas desculpas ( ou não ) para dar ao seu chefe em caso de crise:  Estou com gripe.  Comi algo que me fez mal e estou com diarreia.  Meu filho vomitou toda a noite e tenho de dar assistência para ele.  Passei uma noite sem dormir.  Tive um furo.  Estou preso na minha casa porque a porta está quebrada.  Eu bebi demais e estou com uma terrível dor de cabeça.  Rasguei as calças no caminho. As chaves do carro estão lá dentro. Dores nas costa. Enxaquecas severas. Ansiedade. Depressão (confundem com sentimentos de tristeza). NATACHA SEIXAS

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10 motivos que fazem as pessoas se afastarem de ti

São muitos os indivíduos que me procuram em clínica privada para descobrirem o motivo em si que fazem com que as pessoas que se afastem delas. O que será que elas têm de tão errado que as torna tão insuportáveis para que o outro não aguentem com a sua presença e o fim seja sempre o mesmo-o afastamento. Muitas vezes as queixas baseiam-se em relacionamentos falhados que começam com loucura mas repetidamente a febre passa e o término imediatamente se dá sem qualquer tipo de explicação nem motivo aparente. “Tu não fizeste nada de mal mas eu perdi o interesse!”… e batem novamente de frente com a solidão pelo mesmo motivo, as pessoas se afastam de mim apesar de argumentarem de não ter sido nada de mal que eu tivesse feito ou dito. Talvez eu seja mesmo do tipo desinteressante, ou um pão sem sal. Estou certa que tu que está desse lado alguma vez que fizestes esta  mesma pergunta, segue uma lista de motivos possíveis: 10 motivos que fazem as pessoas se afastarem de ti 1– Querer dominador Ás vezes é muito bem-vindo ter alguém do lado que nos orienta quando estamos indecisos e não sabemos escolher entre uma ementa para o jantar quando estamos no restaurante ou na escolha do melhor vestido para os anos da melhor amiga. Outra coisa é teres do lado um ditador que quer ter razão em tudo e comandar tudo à sua volta. Conviveres com uma pessoa que até repara na forma como tu estendes a roupa e opina sobre isso é de muito mau gosto e deixar te com os cabelos em pé. Criticar-te porque o teu balde do lixo que compraste com gosto é laranja e não da cor das cadeiras azul e exigir que o troques é no fundo piquinhas demais para se aguentar. 2– Instabilidade emocional Sabes quando ora faz sol ora faz chuva e ficas indecisa se vestes este vestido ou estas calças? Sabes quando não sabes se ris ou choras? Sabes o que é andar numa montanha-russa onde sobes e desces numa adrenalina louca mas que o bom disso tudo é que é uma brincadeira a que te propusestes e sabes que termina rápido e só volta acontecer se voltares a entrar? Pois é, agora imagina o que é teres uma amiga, uma namorado ou conviveres com alguém que uma vez diz que sim passado dez minutos está a dizer quer não ou que já não sabe se sim ou se não. Com estas oscilações de humor torna-se dificílimo confiar nesta pessoas por mais queridas que elas sejam e ninguém quer ter relações profundas com este tipo de individuo instáveis. 3- Ser o centro das atenções Estas pessoas querem ser o centro das atenções para onde quer que vão. Não toleram que o seu amigo ou o seu companheiro brilhe mais do que elas e tornam-se insuportáveis e por vezes expõem-se a figuras ridículas. Mas o que interessa é que sejam o alvo e que sejam lembradas por tudo e por todos onde quem que se encontrem. Andar com alguém exibicionista o tempo todo só no circo. 4- Egoísmo excessivo Dividir o nosso espaço com alguém altamente egoísta e que pensa só nele e nele e se acha a última bolacha do pacote é insuportável. Alguém que vive na cidade e pensa ser o rei da selva é no mínimo hilariante. 5- Distração e trapalhice levada ao limite  Até pode ter o ar da sua graça conviver durante uns minutos e só de passagem com este tipo de pessoas que passam a vida a “escorregar na maionese”. Não conseguem ter a noção de saber-ser e saber-estar e facilmente se expões ao ridiculo e quando isso vem acompanhado de um ser ingénuo com falta de senso do ridículo o pacote fica completo para produzir alguém que não fala coisa com coisa. 6- Fazer jogos Isto acontece mais com pessoas que têm medo de sofrer humilhações e a ideia de serem manipulados pelos outros é dolorosa então jogam na defensiva mas quem  acaba por sofrer o xeque-mate na jogada final, normalmente, são elas próprias. 7- Nunca levar nada a sério Quem quer um relacionamento em que falam com pessoas que não as levam a sério e vivem num mundo totalmente à parte. Sim é bom viver descontraído mas sempre? Há situações que nos acontecem que estamos mais fragilizados e gostamos de poder contar com aquele amigo(a), parceiro(a) que nos aconchega, nos dá o seu ombro quando mais precisamos e em vez disso recebermos indiferença perante o nosso sofrimento. Não muito obrigada! 8- Agir com raiva diante das frustrações  Há pessoas que temos medo de ter por perto. Á mínima frustração passam para a agressividade, ora verbal ora mesmo física. Para sair com essa pessoa chegamos a evitar N de sítios e situações. E temos de deixar de ser quem somos com medo das consequências. Não podemos viver com medo das respostas de terceiros afinal não somos responsáveis nem podemos tomar as culpas por ações que não são nossas.  Querias estar perto de uma pessoas assim 9– Confundir assertividade com falta de educação Há pessoas indesejáveis que nos dão a opinião sem terem sido interpeladas. Costumam aproveitar da honestidade e bondade dos outros para depressa descarregar as suas frustrações no outros. Sabia que quem gosta de falar as verdades na cara dos outros está mais para amargurado do que sincero. Mais vale ficar sozinha e viver repleto da sua própria companhia, pelo menos essa é sincera. 10- Ser frio e insensível  Já basta os invernos rigorosos e as temperaturas a baixo de zero. O amor verdadeiro mostra-se com atos e não com palavras verbalizadas ao vento. Conviver com uma pedra de gelo que não reage a nada pode endurecer quem está por perto. A pessoa gelada tem tanto medo de aquecer e derreter a sua vulnerabilidade que acaba por afastar quem está ao seu redor. Natacha Seixas

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A Diabetes e a Depressão um efeito Bidirecional

Não és a tua doença mas a doença é tua! Um individuo diagnosticado com uma doença autoimune como a diabetes tipo 1 ou tipo 2 encontra muitos desafios na sua caminhada. o facto de ter que vigiar constantemente o nível de açúcar no sangue, as várias idas pelos serviços de saúde, os efeitos colaterais dos medicamentos e outras condições de saúde relacionadas podem levar a um aumento do risco de depressão. Se não tratar a depressão pode resultar em escolhas de estilo de vida pobres que pioram a saúde física. Se tens diabetes  é importante estar ciente do risco de desenvolver depressão.   A relação entre diabetes tipo 2 e depressão é bidirecional, o que significa que cada um pode colocar uma pessoa em risco para o outro.  Se uma pessoa tem depressão, ela corre um risco maior de levar um estilo de vida sedentário e de ingerir alimentos açucarados ou gorduras trans, que pode levar a diabetes tipo 2. Se os indivíduos já têm diabetes tipo 2, o facto de ter de controlar a doença e as carências relacionadas à mesma podem  levar à depressão. Enquanto isso, as pessoas com diabetes tipo 1 – que não são causadas por dieta ou estilo de vida, mas um resultado de um pâncreas que não pode fabricar insulina – também podem ser incrivelmente difíceis de administrar, o que coloca em risco o desenvolvimento de sintomas depressivos. Quando começam a sentir os primeiros os sintomas depressivos, pode tornar-se cada vez mais difícil gerir a diabetes e pode levar a complicações físicas e a uma diminuição da esperança média de vida. Fatores de Risco Associados ao Diabetes e Depressão Existem muitos fatores ambientais que podem afetar o risco de desenvolver ambas as condições. Estas podem incluir: Situações de pobreza Traumas da infância Ambientes sociais pouco estimulantes  Menor atividade física Stress na gravidez Pesquisadores chegaram à conclusão que existem relação na toma antidepressivos, uma vez que estes podem contribuir indiretamente para a diabetes, converse com seu médico sobre os riscos de alterações de peso e efeitos hiperglicêmicos e hipoglicêmicos que podem colocá-lo em risco de desenvolver diabetes tipo 2. Eles também descobriram que pessoas com diabetes tipo 2 que usam insulina têm maior risco de desenvolver depressão em comparação com pessoas que tomam medicamentos não-insulínicos ou que apenas ajustam hábitos de dieta ou estilos de vida. Isso ocorre porque estas pessoas ao fazer a gestão da doença criam índices de stress muito elevados e têm de ir ao centro de saúde mais do que as pessoas sem doença.  Fale com o seu médico se tiver um histórico de depressão em sua família ou se achar que os desafios de administrar seu diabetes sejam cansativos. Opções de tratamento Intervenções comuns para a depressão incluem a terapia comportamental cognitiva, que ajuda as pessoas a corrigir padrões de pensamento prejudiciais e comportamentos que podem aumentar os sintomas depressivos, bem como intervenções como solução estruturada de problemas, entrevista motivacional e abordagens interpessoais e psicodinâmicas.  A medicação ajuda no alívio dos sintomas e na melhor gestão do stress. As opções de tratamento para diabetes: acompanhamento médico padrão; programas comportamentais (psicoterapia)de autogerenciamento que ajudam as pessoas a aumentar os hábitos saudáveis ​​e melhorar o controle sobre o açúcar no sangue. Tanto o diabetes quanto a depressão podem melhorar com foco nas mudanças no estilo de vida, como melhorar a dieta e fazer exercícios com regularidade. Seria proveitoso que todos os intervenientes de saúde trabalhassem em equipe multidisciplinar de modo a encontrarem soluções imediatas, num curto espaço de tempo indo de encontro às necessidades de cada doente como ser individual inserido numa sociedade. Se não sabes ao certo por onde começar, conversa com o teu médico sobre os problemas de saúde física e psiquiátrica da tua família, além das tuas próprias preocupações. Psicoeducação será uma boa alternativa para compreender e lidar melhor com a doença. Não és a tua doença mas a doença é tu! Cuida-te!        NATACHA SEIXAS

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O Cérebro de um Psicopata

O Cérebro de um Psicopata O psicopata é o termo psicológico para descrever o monstruo violento nascido dos piores pesadelos. Para saber como identificar um psicopata, não há nada melhor do que ver o filme Silence of the Lambs (1991). Talvez, a maioria de nós nunca encontrará um Hannibal Lecter, mas os psicopatas realmente existem. Às vezes, os psicopatas encontram-se entre as pessoas mais bem-sucedidas da sociedade. Eles são doutorados na manipulação dos sentimentos outros, enquanto eles próprios não conseguem sentir as emoções. A psicopatia é uma Perturbação Mental que afeta 1% a 2% da população mundial, diz Souza (2016). “É muito mais comum do que nós pensamos”. Certamente nunca nos cruzaremos com um psicopata. Mas é melhor prestar atenção às características da sua personalidade. Geralmente, estes incluem falta de remorso e empatia, são incapazes de assumir a culpa pelos seus atos e manifestar algum tipo de responsabilidade por suas ações. Os psicopatas desenham o plano ao pormenor sem deixar escapar nada e evitar que alguém descubra o próprio plano maqueavélico, ao qual, revelam desta forma um forte controlo sobre os seus próprios impulsos, Silva (2010). Os imensos estudos feitos para compreender a psicopatia indica-nos que se trata de um distúrbio de origem que também se refere a problemas neurobiológicos e psicossociais relacionados ao desenvolvimento da personalidade (Perez, 2012). Indivíduos com psicopatia têm déficits na amígdala que contribuem para sintomas emocionais e comportamentais de psicopatia até aos oito ou nove anos de idade e o aumento da matéria cinzenta que esta estrutura pode representar nos próximos anos de desenvolvimento até a idade adulta. Este fenónemo pode explicar a origem de muitos atos delinquentes (Uematsu, et al, 2012). Palavras-chave: psicopatas, cérebros de psicopatas, estudos neurológicos. Características da personalidade psicopática Blackburn (1998) numa fase inicial desenvolveu dois tipos de personalidade, ambos com alto grau de impulsividade e semelhanças, no que diz respeito à falta de sentimento de culpa ou arrependimento. O tipo primário que se carateriza por uma socialização adequada e uma falta total de distúrbios emocionais. Eles mostram características impulsivas, agressivas, hostis, extrovertidas, autoconfiantes e baixos níveis de ansiedade. Neste grupo, as pessoas narcisistas, histriónicas e anti-sociais são dominantes. Existem mais excitações corticais e autonómicas neste grupo, e uma maior tendência para buscar sensações. É comum encontrarmos muitos destes indivíduos ocuparem cargos políticos. O tipo secundário, caracterizado por isolamento social e características neuróticas, socialmente ansiosas e isoladas, temperamentais e de baixa auto-estima, geralmente hostis, impulsivas, agressivas, esquizóides, evitativas, paranóicas e dependentes. Geralmente ocupam lugares de líderes excêntricos, de seitas e cultos, Blackburn (1998). Ao nível dos exames médicos, estes são os que apresentam maior anormalidade no EEG, Blackburn (1998). Eles são mais isolados e aparentemente submissos, Blackburn (1998). Confirmações mais fortes são registradas por roubo. Esse grupo mostra mais fúria sobre a ameaça, tanto física quanto verbal Blackburn (1998). Ambos os grupos podem corresponder à classificação brilhante de Millon (1998) do Psicopata do Princípio-Lição. A partir da teoria da decência dominante dos psicopatas primários e secundários de Blackburn, Millom considera vários subtipos de psicopatas e menciona que esses indivíduos são muito egocêntricos e têm um profundo desprezo pelos sentimentos e necessidades dos outros, Millom (1998). Millom (1998), apresenta  subtipos mais abrangentes do que Blakburn (1998) e afirma que os psicopatas conformes são autênticos influenciadores de pessoas, castos, sedutores, da mesma forma adotam um ar de inocência, às vezes assumem papel de vítima, líder, em suma, assumem encenam o que melhor lhes convém consoante a circunstância. Neste estudo de Millom (1998), analisamos aqui algumas das características que o Millom atribui aos subtipos Malevolentes, Tirânicos e Maléficos, Ambiciosos e Explosivos. Os psicopatas malevolentes são particularmente vingativos, hostis e destrutivos da vida social convencional. Eles são paranóicos, desconfiados e sofrem por antecipação, imaginam jogos de traições e castigos, e pré-visualisam uma crueldade fria e um intenso desejo de vingança. São rancorosos, desumanos, sádicos e paranóicos. Quanto mais castigados e presos por isso, mais sentem fome de vingança, Millom (1998). Millom (1998) refere-se a Disfarce Psicótico, em que o comportamento é caraterizado por um forte disfarce de amizade e sociabilidade. Apesar desta aparência agradável, eles escondem a falta de confiança, tendências impulsivas e profundo ressentimento e mau humor em relação à sua família e pessoas chegadas e tendem a conspirar, mentir, adotar uma abordagem perspicaz para a vida social, serem calculadores, mentirosos e falsos. Quanto aos psicopatas ambiciosos que são apenas ressentidos, mas que ainda têm controle minimamente crítico de suas ações, pequenas transgressões e algumas aquisições são suficientes para moderar essas motivações. Eles estão insatisfeitos pela natureza e querem sempre mais, Millom (1998). A explosão agressiva ocorre de forma precipitada, sem dar tempo para prevenir ou conter. Estes indivíduos explodem sem provocação aparente. São pessoas que representam um perigo iminente para aqueles que moram com eles, Millom (1998) Estudando os cérebros dos psicopatas Em 2007, um estudo focado no uso de linguagem psicopática identificou que eles tendem a planear estratégias relacionais como forma de distrair a atenção do interlocutor e não as mentiras proferidas. Neste grupo, movimentos de cabeça alta e fala mais rápida foram registrados em situações de mentira deliberada (Klaver, Lee e Hart, 2007). Em uma prisão de segurança média, os pesquisadores dividiram 2 grupos e compararam os cérebros de 20 prisioneiros diagnosticados com psicopatia com os outros 20 prisioneiros que cometeram crimes similares, mas não foram chamados de psicopatas. Os resultados revelam diferenças entre os dois grupos, Joseph Newman et al. (2009). O resultado revelou que os indivíduos têm menos conexões entre o córtex pré-frontal ventromedial (ou vmPFC, uma parte do cérebro responsável por sentimentos como empatia e culpa) e a amígdala, responde ao medo e à ansiedade. Ou seja, este estudo vai contra as investigações anteriores sobre psicopatia, as duas estruturas do cérebro, que os cientistas acreditam serem responsáveis ​​pela regulação das emoções e do comportamento para viver na sociedade, não estão a conetar-se em condições normais. Isso pode ser um indicador que justifica a insensibilidade e os comportamentos antisociais de muitos psicopatas. De acordo com Michael Koenigs, este estudo ajuda a

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