+Saúde, Ansiedade, Depressão, Relacionamentos

Covid-19 e o Impato Psicológico

O primeiro caso confirmado de coronavírus apareceu na china em 17 de Novembro de 2019. Até o final de dezembro, os médicos chineses comunicarem para o mundo as noticias desastrosas do que viria a ser cientificamente designado por Covid-19 . No entanto, o governo chinês tentou impedir que as informações sobre o vírus saíssem e prendeu médicos envolvidos no combate à disseminação do vírus mortal que origina pneumonia.  As pessoas na China continuaram suas atividades habituais desconhecendo o perigo do que estavam a correr. Verificaram-se 3.200 mkortes na China. Números que levantam suspeitas da CIA. Rapidamente, pelo número elevado de mortes, foi decretado pela Organização Mundial De Saúde (OMS) a dia 11 de Março de 2020, o estado de Pandemia Mundial e depressa o Covid-19 se espalhou aos 180 países do mundo. Até hoje (9 de Abril de 2020), 211.600 pessoas foram consideradas curadas da doença (Covid-19). Em termos de mortes, atingiu-se um novo máximo, 88.982 vítimas mortais por todo o Globo, e o número de recuperados eleva-se para 89.054. O número de infetados rondam 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo.   IMPATO PSICOLÓGICO DURANTE E PÓS QUARENTA Um estudo muito recente do impato psicológico da quarentena relata que a maioria dos  indivíduos em quarentena manifestou efeitos como confusão, raiva, ira, ansiedade, depressão e sintomas de stress pós- traumático, que poderá estender-se até três anos. Os mentalmente vulneráveis, os idosos, os hospitalizados As pessoas  com histórico de doenças psiquiátricas são designadas por pessoas com sofrimento psíquico crónico. Se uma pessoa é ansiogénica e sofre de Perturbação do Pânico , a sensação de desamparo e falta de controle induzida por uma quarentena forçada só pode exacerbar a ansiedade. Para pessoas que são claustrofóbicas, ficar confinado a um espaço pequeno pode ser extremamente aterrorizador. Pessoas com ideação suicida podem estar particularmente em risco nessas circunstâncias. Outra população vulnerável são os idosos, confinados em suas casas ou em lares, onde a infecção pode se espalhar facilmente se não for evitada. Como as pessoas mais velhas correm mais risco de mortalidade, devem permanecer em estado de quarentena até que a situação se resolva por completo. Os idosos podem ser os que mais podem apresentar sentimentos de abandono, medo e solidão. As pessoas que estão confinadas em hospitais, podem manifestar sentimentos de medo, confusão e desespero, por receio de ficarem contagiados e incertezas aquando poderão receber visitas dos seus familiares derivado ás restrições impostas pela quarentena, pelo fato, de perigo de contágio. Como atenuar os efeitos da quarentena Pesquisas que já foram efetuadas mostram que a quarentena é mais bem tolerada e a conformidade melhora quando as pessoas obtêm informações fidedignas sobre a natureza da doença e os benefícios da do isolamento. Se as pessoas forem forçadas não cumprem, é muito melhor explicar os riscos/benefícios da quarentena para a saúde para que desta forma consigamos uma melhor consciência coletiva e uma melhor gestão nesta situação de pandemia. As pessoas não se podem sentir vitimas da situação mas participantes ativos e responsáveis pelo sucesso da recuperação rápida de uma catástrofe mundial. É fundamental não abandonar aqueles que são mais vulneráveis. Pessoas que sofrem de doença mental precisam ter acesso a terapeutas e medicamentos – com telemedicina, médicos online, se necessário. Profissionais de saúde mental, membros da comunidade e da família precisam estar cientes dos desafios que o isolamento apresenta às pessoas sob seus cuidados – ou àqueles da comunidade – e verificá-los com frequência. Os idosos que moram sozinhos precisam ter alguém que os contate e que os tranquilize, é igualmente importante que possam contar com alguém da família ou uma pessoa destinada que tenha todos os cuidados indispensáveis para a não propagação do vírus, dada a sua vulnerabilidade à saúde. Aqueles em lares ou hospitais ainda têm acesso às pessoas que cuidam deles. Atualmente, as redes sociais são uma mais valia para intercomunicar e disfarçar o isolamento interpessoal:  telefone, mensagens de texto, e-mail e até cartas postadas podem fazer a diferença. O ato de alcançar é mais importante do que qualquer coisa que precise ser dita. Pacientes isolados precisam de sentir o quanto importantes são na sociedade. Os cuidados com as crianças são de extrema importância: fazer atividades rotineiras. Manter a rotina é demasiado importante. Os mais pequenos precisam de horas destinadas para se orientarem. Horas para estudar, horas para almoçar, lanchar e jantar. Horas para dormir e acordar. Horas para brincar com os pais. Os casais vão perceber que a adaptação a 24h em conjunto não vai ser nada fácil. Talvez poderão verificar que cada um mudou ao seu ritmo. Poderão até não reconhecer a pessoa com quem vivem atualmente. Não quer dizer que o cônjuge tivesse mudado mas poderá ser significado que você próprio mudou e seja o reflexo de si no outro. As divergências e conflitos pela força das circunstâncias poderão surgir e o desespero seja uma constante à medida que o tempo de isolamento aumenta.  E tenderá tendência agravar se a quarentena for passada com familiares mais próximos dos cônjuges. É benéfico que fique combinado que cada membro da família tenha 1 hora por dia para si sozinho, num espaço num canto da casa para que consiga reunir forças e energias para se estabilizar emocionalmente. É de prever que no fim da quarentena e quando estiver tudo mais estabilizado o número de divórcios tenda aumentar. by Natacha seixas VIDEO DE YOUTUBE

+Saúde, Depressão, Prevenção

Quando o cancro bate à porta!

Durante os 17 anos que trabalhei com doentes de cancro e seus familiares assisti a muitos sonhos desfeitos, muitas vidas sem tempo, outras renasceram entre outras que não sabiam muito bem o que sentiam, faziam e iria acontecer na incerteza da certeza do diagnóstico. Todos os doentes passam pelas fases da zanga, raiva negação, recusa, à aceitação e esperança ainda que não sigam por esta ordem. Muitos agarram-se à fé enquanto outro afastam-se dela por sentirem que não mereciam ser abandonados por Deus. À medida que eu andava pelos corredores do hospital, com cheiro a éter, alternando entre silêncios dolorosos e gritos de dor eu analisava o processo do paciente seguinte antes de debater-me com mais uma realidade dura. A maioria em pré-cirurgia ou pós-cirurgia, outros para transplante. O meu papel era desmistificar o “bicho” do cancro que é “mortifero”. Nem sempre o é! Aliás, atualmente a taxa de sobrevivência já é muito alta. Baixar os níveis de ansiedade e encorajar a adesão aos tratamentos. Para além dos problemas associados ao passado e presente que eram trabalhados nos seus aspetos afetivo-emocionais. Muito do trabalho passa pelo apoio à família e aos profissionais de saúde. Quando o enfermo é uma criança a família precisa de apoio redobrado porque terá de ser os alicerces do filho. A criança vai reagir consoante a família reagir. A família ao receber um diagnóstico de cancro  expressa angústia intensa e persistente que interfere na sua qualidade de vida com sentimentos de impotência e desespero. As crianças só têm a noção da realidade da doença após os efeitos secundários dos tratamentos da quimioterapia que são nocivos e podem sofrer abstinência, fazer birras, ter dificuldade em comer ou dormir ou recusar-se a seguir o tratamento recomendado. Os próprios pais ao verem o filho a sofrerem de tal forma, procuram 2ª opinião e colocam tudo em questão. Uma onda de dúvidas do que poderá ser melhor para o seu filho se coloca e muitas vezes pensam também abandonar o tratamento e procurar outro no estrangeiro. A criança experimenta intensa angústia ou dor durante procedimentos ou outros aspectos do tratamento que interferem em sua qualidade de vida ou capacidade de acessar cuidados médicos. O paciente se recusa a frequentar a escola devido aos efeitos da medicação e é fisicamente incapaz de ir à escola. A fadiga é demasiado grandiosa e a aparência física deixa a criança com uma auto-estima baixa procurando o isolamento interpessoal. Há uma série de fatores condicionantes na vida da família, toda a rotina muda, a criança tem de ser novamente estimulada e consciencializada que os efeitos do tratamento são passageiros e os seus colegas também têm de estar preparados para a recepção desta mudança. É importante que a criança com cancro sinta-se integrada socialmente e útil, para que pense o menos possível nos menos bons momentos que tem passado. Tem de sentir apoio, compreensão e acreditar que é algo passageiro. Uma mente positiva contribui para o sucesso do tratamento. Uma coisa é certa, um doente sobrevivente de cancro jamais é o mesmo porque torna-se num ser muito melhor. Um doente de cancro, não tem medo de lutar pelos seus sonhos e dizer o que realmente pensa. As coisas materiais perdem o sentido e passam a viver numa dimensão superior da emoção e vivem mais intensamente e com mais tranquilidade. Dedico a todos os doentes oncológicos de coração apertadinho! By Natacha Seixas

Psicopatologia Infantil

Serão os homens mais engraçados do que as mulheres?

Falar do estado do humor entre seres humanos é  um fenómeno complexo que envolve influências afetivosocioemocionais, cognitivas, físicas, educacionais, culturais e evolutivas. Um aspecto em comum que é inato e vence pela capacidade de fazer os outros rirem.  Vários estudos foram realizados por Psicólogos. Gil Greengross e Paul Silvia,  Emily Nusbaum daUniversity of North Carolina e Greensboro colocou o esteriótipo à prova. Revisaram 28 estudos anteriores que investigaram o quanto engraçados os participantes – 5.057 no total – eram. Os estudiosos tiveram como objeto de estudo um desenho animado sem legenda e os sujeitos convidados teriam que lhe atribuir uma legenda engraçada. Mais tarde, juízes independentes classificaram as respostas por diversão em uma escala (por exemplo, 1-5). Os analisadores não tinham acesso a nada dos sujeitos analisados, principalmente do sexo e do nível do seu humor. Neste estudo descartaram-se a idade ou a nacionalidade do participante, pelo que a equipe descobriu que 63% dos homens são mais engraçados do que as mulheres comuns. Mas isto não quer dizer que as mulheres não sejam engraçadas. O descontentamento e até criticas negativas surgiram por parte de muitas comediantes profissionais femininas como  sendo um estudo desnecessário e de “mais um estudo chato”. De referir que os homens sempre tiveram a tendência para usar o seu humor para competir entre os outros como estratégia de sedução perante as mulheres. Aliando esta estratégia à inteligência, as mulheres sempre apreciaram um homem inteligente com um óptimo sentido de humor. E culturalmente a Mulher sempre foi castrada para não dizer certas coisas porque um senhora que se prese não fala nem se comporta dessa maneira. De qualquer forma, isto é apenas um estudo e há sempre amigos nossos sejam eles ou elas que nos deixam bem dispostas sempre que estamos na sua companhia. P.s: Quero ver até onde o seu humor o leva, deixe uma legenda referente a esta imagem. Seja criativo(a)! By Natacha Seixas

+Saúde, Ansiedade

As relações são cada vez mais fugazes e muitas não passam de alugueres de fins-de-semana.

E assim nos acostumamos a viver em corpos de arrendamento. Muitas das nossas emoções secam as suas raízes, perdem tenacidade e destreza e vamos perdendo o que de melhor nos distingue dos outros seres vivos, a profundeza do nosso sentir. Sei que está a ser difícil criar laços nos dias atuais, seja por falta de tempo, seja por cansaço psicológico e falta de paciência em investir novamente num nova relação, investir num novo principio com medo de um novo fim. Os filhos serem novamente expostos a outro parceiro. Apresentarmos à família um novo namorado de x em x tempo. É verdade que a sociedade reprime esse comportamento e se for do sexo feminino há uma maior tendência a ficar com um rótulo bem feio. Sim, fica mais fácil e cómodo filtrar emoções e passar momentos a dois, ficarmos com o estaladiço e comer enquanto está quente, porque enquanto esfria e no momento do primeiro obstáculo dá uma enorme preguiça de sentar e conversar para entender o outro. Fique a saber que para criar laços é necessário manusear o nó. É bom cuidar e ser cuidado. Estar com alguém não significa morar junto, até porque quando aprendemos a estar sozinhos torna-se difícil abdicar do espaço pessoal que aprendemos a conquistar. No entanto, é possível ter-se relações ainda mais saudáveis e poderosas estando cada um na sua casa e tornar a relação até mais criativa e envolvente, desde que ambos estejam disponíveis para isso. Mas quando a relação estiver com saldo negativo não se repelem nem se culpabilizem mas juntem-se e juntos apoiem-se, até porque duas cabeças pensam melhor que uma só. By Natacha Seixas

+Saúde, Relacionamentos

Chegaram os Robots sexuais: o que pode contar? Ter satisfação sem problemas de relacionamento?

Ter satisfação sem problemas de relacionamento! Uma forma de calar as emoções! A nossa geração está próxima e cada vez mais o Ser Humano caminha para a singularidade. As pessoas são programadas para viver sem emoções e amam mecânicamente com um mecanismo que lhe fará todas as vontades. A chatice deste relacionamento é não haver chatices. Também não espere ser surpreendida nem tão pouco ouvir aquela palavra tão esperada pelos mais românticos e que qualquer pessoa que ama gosta de ouvir, o “amo-te” a não ser que reprograme o “robot” para lhe pronunciar as suas próprias vontades. Tudo virá de si para si. Nada será gratuito. Compra-se o falso amor mecanizado e faz-se sexo com um objeto semelhante a uma imagem perfeita. O hipotálamo tende a diminuir já que as emoções não são estimuladas e o que prevejo é uma geração egocêntrica, sem amor, que relaciona-se consigo e tudo o que tiver do exterior é o que ela programará. Não me parece de todo que alguém vá ter facilidade em lidar com a frustração à mínima critica por parte do outro, quando pode ter tudo o que não precisa de ouvir que é reprogramado por si. Já a leitura da mente pode estar a décadas de distância e se é que ela algum dia seja humanamente possível, mas os sexbots já estão mais próximos. Em T urned On: Ciência, sexo e Robots , Universidade de Londres a pesquisadora de”robosexologist” Kate Devlin, empenha-se na produção do AI-driven dos parceiros sexuais artificiais. Beneficios do robot Sexual Pode fazer sexo quando quiser há hora que quiser e não tem que fazer forçada só para não magoar o parceiro ou para agradar; O robot responderá a todas as suas necessidades, ritmos e fantasias sexuais. No início da relação sexual  pode optar por um pénis mais flácido e ir aumentando a intensidade para mais erétil. Está protegida das doenças sexualmente transmissíveis. O robot não sai porta fora para contar aos amigos que foi mais uma para a lista das mulheres com quem dormiu, como se de um troféu se tratasse. É um bom anti-contraceptivo. Sabe que não vai se decepcionar. Não precisa fingir orgasmos. Ajuda a pessoa a melhorar a auto-estima e a ficar mais desinibida no ato sexual. Não terá problemas de intimidade, vergonha ou repugnância. Saberá que não irá estar a ser avaliada pela sua celulite, gordura ou postura. Penso que estes robots seriam ótimos para fins terapêuticos, para pessoas idosas que estão sozinhas e não pretendem ter mais ninguém. Para pedófilos e agressores sexuais como forma de descarregarem a sua fúria e descontrolo na prática sexual. Para ninfomaníacas que sofrem muito com a ausência da não satisfação imediata. Penso que os benefícios podem ser maiores se usados como anti-traição. No entanto, acredito que a traição vai para além da química e desejo carnal por organismos vivos e não por objetos criados pela mão humana. By Natacha Seixas  

Psicopatologia Infantil

Quando o coração está magoado a mente só lembra da dor

Quando temos o coração magoado a nossa mente manifesta uma tendência para fazer lembrar a dor de forma sistemática intensificando as emoções negativas. Tudo o que nos preocupa é a pessoa que nos magoou, relembramos os momentos bons e menos bons milésimas vezes. Há uma tendência para nos sentir-mos culpados pelo que dissemos e pelo que deixamos de fazer e dizer. São contradições nas atitudes e comportamentos tidas e não tidas pelas palavras igualmente trocadas e não ditas. Nada nem ninguém mais importa, de repente tudo passou de arco-íris para ser visualizado a preto e branco. O dia passou a noite e lá fora deixou de existir e o mundo resumiu-se a quatro paredes e a uma memória, a dele(a). A nossa mente está a fazer o papel dela que é de nos proteger da dor, ou seja, quer que fique bem clarificado a dor e dano que essa pessoa nos causou para que na próxima vez não façamos novamente a mesma coisa que determinou a separação. É como se tivéssemos levado um escaldão com água quente. Para a próxima vez vamos ter mais cuidado para não nos queimarmos novamente. Por isso, quanto mais dolorosa for a experiência mais a nossa mente vai fazer questão de nos lembrar para que não a esqueçamos, de forma a que não cometamos o mesmo erro. ARMADILHAS DA MENTE Com o passar do tempo a tendência será esquecer os momentos dolorosos e lembrar apenas das qualidades da pessoa que nos magoou. É uma idealização irrealista que já existiu no inicio do relacionamento em que apenas conhecia o que também fantasiava. Não, o seu Ex não é o ÚNICO. O relacionamento foi SEMPRE equilibrado. Não é verdade. Nenhum relacionamento é Sempre o tempo todo. Nem Nunca o tempo todo. Houve frutrações, raiva e zanga, momentos muito bons e outros menos felizes como em todos os casais. Desejos de enviar MESSAGENS, EMAILS, constantemente. Isso só mostrará o nosso desespero e humilhação. Isso é um erro. Falar sobre a perda para os amigos e todos conhecidos. Não é boa ideia falar para toda a gente sobre a sua vida pessoal, para além disso sabemos que as pessoas gostam muito de fofoca e poucos se preocupam verdadeiramente com a nossa tristeza. Por outro lado, falar o tempo todo sobre o nosso mal-estar só aumentará o nosso estado de tristeza. Não descansar enquanto não entender o porquê do rompimento da relação. Tentar perceber o porquê do seu namorado ter terminado a relação, por vezes, pode não ser perceptível à sua visão mas não à nossa intuição até porque o que nós queremos é ter a pessoa de volta. Então, por este prisma nós queremos apenas um pretexto para estar mais uma última vez para estarmos perto da pessoa, como se isso fosse mais uma tentativa de a fazer voltar. A pessoa já está determinada, aceite que conforme as pessoas se apaixonam também deixam de gostar. Acredite que não era o par ideal para si. By Natacha Seixas.    

Psicopatologia Infantil

Fazes Sexo de Olhos Fechados? Então Porque Apagas a Luz?

Se fazes sexo de olhos fechados não precisas de apagar a luz já fica tudo suficientemente escuro. Ou não? Penso que o problema para muita gente não está na luz mas no corpo. E a não-aceitação de si própio faz com que não consiga se concentrar em seu parceiro porque a luz que está acesa aumenta os comportamentos de baixa auto-estima, por insegurança em relação ao seu corpo, por medo de rejeição pela gordorinha localizada, ou celulite acumulada, ou uma curva a mais outras a menos, maminhas pequenas outras demasiado grandes, zonas genitais que desejariam mais perfeitas e ficam reprimidas. Os homens geralmente por um pénis pequeno.Mas saiba que se concentrar o seu olhar no outro olhar saberá que quando verdadeiro tudo se transcende e passa a ser secundário. A alma está refletida no olhar. Os olhos são considerados por muitos como o espelho da mente. Descartes afirmou que não há paixão que os olhos não revelem. Quantos de nós já ouvimos a célebre frase que o amor é cego. No entanto, é através dos olhos que manifestamos as nossas emoções intensas e que nem sempre conseguimos controlar, como é o caso das lágrimas que caiem em circunstâncias de extremo sofrimento interno.  Quando nos falta coragem para enfrentar alguém apresentamos uma tendência para enfrentar as pessoas nos olhos evitando o contato direto. Ou quando a nossa timidez vence o desvio do olhar é uma constante. São muitos os poemas de amor transformados em lindas melodias que expressam o papel do olhar no amor romântico. São os olhos que gritam e têm mais poder que qualquer palavra. Logo posso afirmar que fazer sexo de olhos fechados pode intensificar outros sentidos mas esconde outras visões já que o contato direto com o outro olhar humano poderá proporcionar-lhe emoções avassaladores e intensas. São os olhos a parte mais sexy do corpo, são eles os responsáveis por toda a sensualidade percebida. O contato visual é vital na comunicação romântica. No entanto, durante o sexo, que é central no romance, muitas pessoas fecham os olhos. A aparência do sexo é diferente da aparência do amor? Se fechas os olhos durante o sexo e se és daquelas pessoas que adoras ter espelhos no quarto, porque gastas dinheiro em espelhos elegantes? Porque muitas pessoas preferem fazer sexo com a luz desligada? E por que o sexo de olhos vendados é tão excitante? O valor do contato visual na comunicação romântica “Matas-me com esse olhar!”– Um olhar pode ter este poder fatal de originar no coração do outro uma atração tal… uma química arrebatadora e aí tudo começa! Pesquisas sugerem que fazer sexo com as luzes acesas pode levar a uma melhor relação sexual. No entanto, tudo depende da personalidade de cada um e de vários fatores: cultura, personalidade, tempo de relacionamento, comunicação entre o casal. Alguns testemunhos dos meus clientes em consulta (nomes fictícios): “Quando faço amor com o meu namorado, abro e fecho os olhos. Eu gosto de ver a ser penetrada, e gosto de fechar os olhos quando estou atingir o orgasmo!”-Maria Fechar os olhos durante o sexo não é um hábito universal – nem todas as pessoas o fazem da mesma forma, não são gostos comuns. “Meus olhos naturalmente se fecham quando eu estou a chegar ao climax”-Tânia “Olhar fixamente um para o outro enquanto ele me penetra devagar é uma sensação do outro mundo e o nosso relacionamento fortalece. “-Mira “Eu frequentemente fecho meus olhos por alguns segundos seguidos, especialmente quando estou perto de gozar.”-Rui De olhos fechados ou abertos, com vendas ou sem vendas, não abdique de sentir as emoções, faça sexo com amor, paixão e uma pitada e loucura. Deixe o seu comentário-Aqui no Site. By Natacha Seixas

+Saúde, Depressão

Porque o Natal é tão deprimente para alguns?

É tão comum ouvir sentimentos negativos nesta época de Natal. Tais como, “se pudesse evitava estes dias. Para mim o Natal é uma hipocrisia. Para mim o Natal é muito triste”. Mas o que acontece nesta Época festiva para deixar algumas pessoas tão desanimadas e deprimidas? Muitos são os indivíduos que vêm as suas expetativas idolotradas. Outros,  ficam demasiado cansados e sobre stress intenso devido à carga de atividades que se intensificam nesta época, compromissos e excesso de informação. A pressão maior vem da reunião familiar na noite de consoada e no dia de Natal, que se tornou demasiado consumista e acarreta um peso na carteira que não está ao alcance de todos. O ter de “dar e receber” presentes tornou-se uma obrigação, num período de crise e desemprego. Como se não bastasse compra-se o que não se pode, com o que não se tem, esgota-se os plafons dos cartões de crédito para oferecer-se a quem não se simpatiza. E a frustração vem para ficar com as dividas a acumular. Para outras pessoas que têm a família longe, a impossibilidade de estar com os familiares ou amigos, por luto, separações e conflitos ou até mesmo por doenças torna o Natal uma época de sentimentos tristes. As crianças que sofrem mais com os conflitos paternais e nada fizeram para merecer tais atitudes e comportamentos negligentes por parte dos mesmos. Sem perceberem muito bem o porquê não recebem um telefonema do Pai (normalmente acontece em grande predominância por parte paterna) na noite de Natal ou nem têm a tão esperada prenda do pai na mágica árvore de Natal. E que sentimentos originam na criança? Revolta, raiva e zanga. O Natal e suas vivências Uns vivem o Natal de forma mais intensiva que outros. Ou seja, muitas são as pessoas que se juntam neste dia para estar com a família e trocar presentes à meia-noite e sentem extrema alegria e bem-estar enquanto outros são mais passivos e sem planos, tentam passar ilesos apesar dos milhares de estímulos alusivos ao Natal por todo o lado onde passam, quer seja na rua, nos placard’s, nas montras das lojas, no pacote de açucar do café, os rebuçados no pires do café, na Tv, na Net, na estação de Rádio, na caixa de correio, junto da Pizza que encomendou, o panfleto no vidro do carro com 50% de desconto, etc. Muitas pessoas vivem com muito no Natal enquanto outros vivem com pouco e outros sobrevivem sem nada. E não existe só Natal. Come-se e bebe-se e tem-se família todos os dias. Durante o Ano também se lembra que eles existem? Um Bom Ano 2019 para si! Natacha Seixas  

Psicopatologia Infantil

Há pessoas que se acham a última bolacha do pacote… há quem aprecie bolos!

Há pessoas que parecem não saber que a terra gira em torno do Sol, e não em torno delas. Não entendem que a vida não gira só ao seu redor, que seu umbigo não é o centro do mundo nem das pessoas que o rodeiam. Por isso se auto-proclamam importantíssimos, e depois esperam ser aceites socialmente e ficam escandalizados quando não o são. Porque será? Manifestam comportamentos egocêntricos e histriónicos e chamam desesperadamente a todo o instante a nossa atenção e cansam a nossa paciência. Lidar com uma pessoa assim é cansativo por muitas razões. Analisemos algumas delas: O egocentrismo, o excessivo culto ao adorado “eu e eu e só eu” Acreditar que você mesmo é o centro do mundo e sentir-se mais importante que todas as outras pessoas é um ato desastroso e uma burrice. É altamente contraditório para o efeito que se pretende. Se quer mesmo atrair pessoas não as repele desta forma. Isto é pior que repelente. É um massacre altamente tóxico e um “manter” qualquer um à distância com sucesso. Ninguém gosta que os outros imponham as suas opiniões, pensamentos e interesses de forma gratuita como se de uma única verdade se tratasse. Ter humildade e ser verdadeiro e não ter de recorrer à chantagem emocional como auto-piedade como última estratégia para persuadir o outro também não é de todo inteligente como é cansativo para ambas as partes. A arrogância não se importa com o bem-estar dos demais, não sabe que este é tão importante quanto o bem-estar pessoal. Elas, as pessoas egocêntricas, estão certas de que são especiais, e mais, de que sua personalidade é absolutamente encantadora. No entanto, quando algo não segue o caminho que o egocêntrico deseja, este faz de tudo para que o jogo siga o destina que ele mesmo projetou nem que para isso tenha que ser maquiavélico e manipulador. Estas pessoas não precisam de promoção elas fazem muito bem esse papel. Se auto-promovem e se consideram especiais, superiores aos outros. É óbvio que as relações interpessoais não vão ser de laços profundos não há pachorra para alimentar taras e manias e muito menos aturarmos alguém que teima em colocar tudo e todos abaixo dele próprio. A autoestima, no entanto, não tem nada a ver com o egocentrismo: a autoestima é um sentimento saudável e tolerante, o egocentrismo é um modo de ser oco, irreflexivo, excessivo e intolerante. Mas a grande verdade aqui é que há um enorme contrasenso, as pessoas egocêntricas sofrem de uma distorçao no ego, elas não gostam realmente de si mesmas e do que veem em si, na verdade usam como escudo essa proclamação excessiva de seu amor próprio como modo de distorcer a imagem negativa que os assombra. Esse é o motivo pelo qual precisam se sentir tão adorados e admirados. Tipos de egocentrismo Estrelas: são aquelas pessoas que buscam admiração e contemplação de si. Nero: são aquelas pessoas que costumam dominar e submeter os outros. Afirmar o seu poder através da máxima “nunca confie em ninguém”. Vitimista: são os vitimistas que fazem do seu dia-a-dia um sofrimento eterno, queixinhas a toda a hora para conseguir a atenção dos outros. Sozinho: Aquele negativo que diz que o mundo não é um bom lugar para e estar, critica-o e reprova-o, acreditando que ninguém, além dele próprio, merece nada. Além desses, há tantos tipos de egocentrismo como pessoas que pecam sendo egocêntricas. Muitos de nós já fomos assim em algum momento de nossas vidas, ou vamos ainda ser um dia. é importante lembrar que os comportamentos egoístas tanto fazem sofrer quem o é como quem lida com ele. O importante é não dar crédito e atenção aos comportamentos que alimentam o ego, pois se o alimentarmos só contribuiremos para que essas pessoas sigam se considerando o centro do mundo e, como já sabemos, o centro do universo não é um lugar que está ocupado por ninguém. O Sol quando nasceu nasceu para todos. E todos nós somos uma passagem. By Natacha Seixas

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