Psicopatologia Infantil

Obrigada por me deixar ir embora!

Obrigada! By Natacha seixas Quando pensamos em nossos discursos imaginários para conseguirmos alcançar os nossos sonhos,  quando nos projetamos numa tela imaginária ao ver-mos a receber um óscar, um canudo por termos terminado o curso tão desejado ou ser-mos promovidos no emprego, muitas vezes esquecemos de agradecer às pessoas que saem do nosso caminho para que possamos continuar a fazer grandes coisas. Provavelmente deixamos de fora porque parece cruel. “Obrigado por seres mais feliz com outra pessoa para que eu também pudesse ser “ Não se culpabilize por parecer ser, segure na caneta e escreva “Obrigado”!  Todos sofremos por pessoas que nos deixaram, choramos e lamentamos. Só que não sabíamos que iriamos ficar melhor com a sua ausência. Até podemos ter ido ao fundo do poço, sei que há pessoas que chegam à depressão, desejam morrer ou tentam mesmo o suicídio. No entanto, mesmo que essas relações nos deixem com o coração partido no passado, num desespero e miséria completa, o facto é que no final vencemos. Ser capaz de seguir em frente, superar, sorrir é brutalmente poderoso.  Sei que a maioria não deseja escrever uma carta de agradecimento àqueles que os desfizeram em pedaços, que tal tirar um minuto mental para considerar refletir sobre aqueles que saíram do nosso caminho para que pudéssemos seguir as nossas vidas. Dizer coisas em sua mente, como estas:  Obrigado por não ser o Escolhido, por mais que eu quisesse que  fosses, para que eu pudesse encontrar-me e ser encontrado pela pessoa certa. Obrigado por não me amar mais para que eu pudesse aprender a me amar. Obrigado por mostrar as suas verdadeiras cores para que eu pudesse me lembrar das minhas. Obrigado por amar outra pessoa para que eu pudesse ir, eventualmente, amar outra pessoa, também. Obrigado pelos nossos filhos, ambos vamos criá-los amigavelmente  em casas separadas e cada um num caminho saudável e próspero. Obrigado por tuas desculpas – mesmo que as melhores desculpas tenham mudado o meu comportamento e atitudes. Obrigada por me dizeres que sou fantástica e demais para ti para que eu possa ver que não és o forte o suficiente para estares comigo. Obrigado por teres ido embora para que eu pudesse ser feliz. Facebook-f Twitter Linkedin-in

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Os efeitos do abandono emocional

Os efeitos do abandono emocional O abandono emocional na infância tem consequências para toda a vida. Os indivíduos manifestam comportamentos e atitudes comuns, como sintomas de ansiedade, desconfiança, timidez e sensação de inadequação – e esses sentimentos muitas vezes nos seguem até a idade adulta e dificultam a formação de relacionamentos saudáveis baseados na confiança.  O que é abandono emocional? Abandono emocional significa que alguém em que nós confiamos e normalmente desabafamos não está lá quando nós mais precisamos, que nos faz sentir seguros emocionalmente. As crianças dependem de seus pais para atender às suas necessidades físicas e emocionais. E como as crianças pequenas são completamente dependentes de seus pais, o abandono tem um efeito profundo sobre eles. A diferença entre abandono físico e abandono emocional O abandono físico é quando um pai ou cuidador não está fisicamente presente ou não atende às necessidades físicas de seus filhos. O abandono físico inclui: uma mãe que abandona o bebé *a porta da igreja ou num outro lugar, um pai não estar fisicamente presente devido à perda da custódia ou por um outro motivo, por trabalhar longe, por exemplo. Estar preso e também inclui deixar crianças sem supervisão e não protegê-las de abusos ou perigos. Se teus pais te abandonaram fisicamente, eles também te abandonaram emocionalmente. No entanto, o abandono emocional muitas vezes ocorre sem abandono físico. O abandono emocional é quando um pai ou cuidador não respondes às necessidades emocionais de seus filhos. Isso inclui não perceber os sentimentos de seus filhos e validá-los, não mostrar amor, estímulo ou apoio. O abandono emocional está relacionado sobre o que não aconteceu – é a perda da conexão emocional e a perda de ter suas necessidades emocionais atendidas. É possível que os teus pais tenham proporcionado todas as tuas necessidades físicas – afinal tinhas um lugar quentinho para te aconchegar, comida no frigorifico, roupas para vestir, medicação sempre que necessitavas – mas eles ignoraram as tuas necessidades emocionais. O abandono emocional é ainda mais comum do que o abandono físico. Isso pode acontecer quando os pais estão fisicamente presentes, mas não emocionalmente disponíveis para seus filhos. Os pais abandonam emocionalmente os filhos por várias razões. Muitas vezes há muito stress e o caos na se instala , como violência, abuso verbal ou um pai que luta contra o vício do álcool/ droga ou doença mental. E às vezes os pais se distraem com outras coisas – cuidar de um membro da família doente, luto, problemas financeiros ou outros grandes stressores que acabam por esgotam as suas reservas emocionais. E, como resultado, as necessidades da criança são ignoradas. Se sentes que isto se passou contigo que foste emocionalmente abandonado, é provável que seus pais também foram emocionalmente abandonados quando crianças. Se eles nunca aprenderam a entender, expressar e atender aos sentimentos próprios ou de outras pessoas, provavelmente vão repetir  o mesmo padrão contigo porque nunca aprenderam sobre a importância dos sentimentos e do afinamento emocional. O abandono também acontece quando os pais têm expectativas irreais para os seus filhos, como esperar que uma criança de seis anos cuide de um irmão bebê. Os pais podem ou não reconhecer que é um reconhecimento totalmente desproporcional para o desenvolvimento além do que uma criança de seis anos pode razoavelmente fazer (e deixará uma criança de seis anos a sentir-se sobrecarregada, com medo, exausta, etc.). Mais uma vez, isso acontece porque um pai não está a prestar atenção ou porque é o que se esperava deles quando crianças.  Como o abandono emocional afeta as crianças? Abandono é perda. E quando é crónico ou acontece repetidamente é traumático. O abandono é uma experiência extremamente dolorosa para as crianças. Nos sentimos rejeitados e não entendemos por que nossos pais não estão disponíveis e atentos. E para entender o comportamento deles, presumimos que fizemos algo errado para repulsar nossos pais. Passamos a acreditar que somos indignos de seu amor e atenção. Acreditamos que somos de baixo valor, que não somos bons o suficientes. Não nos achamos merecedores do seu amor, só porque fizemos algo errado, não sabemos é o quê – e esses sentimentos se tornam internalizados como vergonha, um profundo sentimento de ser inadequado e inamável. Abandono leva à ansiedade e dificuldade em confiar nas pessoas As crianças dependem dos pais ou cuidadores para atender às suas necessidades físicas e emocionais. Assim, quando os pais não atendem de forma confiável às suas necessidades – seja à necessidade de comida e abrigo ou à necessidade de apoio emocional e validação – aprendes que os outros não são confiáveis, que não podes contar com outros para estar lá para ti. O abandono crónico da infância pode criar uma sensação generalizada de insegurança. Isso pode nos fazer antecipar e temer o abandono, a rejeição e a traição em nossos relacionamentos adultos. Repare se não se vê a repetir um padrão na escolha de parceiros emocionalmente indisponíveis ou amigos que abandonam ou te traem. Este é um padrão inconsciente de escolher o que é familiar e o que achamos que merecemos, e um profundo desejo de recriar o passado com um resultado diferente e, assim, provar que somos adoráveis. Abandono leva a se sentir indigno e envergonhado É dever de um pai cuidar de seus filhos. Mas as crianças não podem entender por que os pais não agem de forma amorosa com elas. Suas habilidades limitadas de raciocínio os levam a concluir erroneamente que eles são a razão da rejeição dos pais – eles não são dignos do amor de seus pais, eles não são bons o suficiente. Como lidam as crianças com os sentimentos de vergonha e inadequação que resultam do abandono? As crianças internalizam essas experiências como vergonha, que é a crença de que estou errado ou ruim e sou indigno de amor, proteção e atenção. Assim, crianças abandonadas aprendem a suprimir seus sentimentos, necessidades, interesses e partes das suas personalidades para se sentirem aceitáveis. Algumas crianças transformam-se nas pessoas que agradam as outras como gostavam de ser tratadas e são muito exigente com elas próprias, autocriticas e muito perfeccionistas – com medo de falar por medo de desagradar ou ser um incômodo, juntam realizações e prémios

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Surto psicótico: o que é, sintomas e causas?

Um surto psicótico pode ser causado por uma situação de intenso stress ou abuso de drogas, entre outros fatores… “Surto psicótico” é o termo que geralmente é usado para se referir a episódios psicóticos agudos, especialmente quando esta é a primeira vez que acontece com alguém. É determinado como um estado mental que compromete, em certa forma, uma perda de contato com a realidade, ou seja, uma confusão entre o que é real e o que não é. Neste artigo, pretendo explicar o que é um surto psicótico e quais são os sintomas e causas disso. Podem verificar ao longo do texto que, a cannabis, eventos traumáticos ou estresse intenso são algumas das razões mais comuns, mas não as únicas. O que é um surto psicótico? O conceito “surto psicótico” refere-se a um episódio agudo de psicose, isto é, estados de perda de contato com a realidade que se qualificam, entre outros sintomas e sinais, delírios (ideias em que se acredita com grande convicção apesar de sua incoerência), por alucinações (predominantemente auditivas) ou alterações na linguagem. Desta forma, os indivíduos não conseguem distinguir o real do produto imaginário. Por exemplo, nas alucinações acústicas é difícil atribuir uma voz a uma fonte externa que não seja a sua mente. Embora em muitas ocasiões essa Perturbação e transtorno aconteça no contexto de transtornos mentais como esquizofrenia ou demência, a maioria desse tipo de episódios acontece como consequência do consumo de cannabis ou outras substâncias psicoativas. Desta forma, um surto psicótico é uma perda de contato com a realidade que pode se intensificar e causar problemas crescentes se isso não for evitado a tempo. Embora possam ser abruptos, é mais comum que os sinais se desenvolvam ao longo de semanas ou até meses. Diagnóstico para breve Perturbação Psicótica Se nos basearmos nos critérios coletados pelos manuais de diagnóstico do DSM IV e da CID, o que conhecemos como um surto psicótico seria incluído na entidade “Perturbação Psicótico Breve”. Para que o individuo tenha um diagnóstico de PPB tem que  apresentar alguns do seguintes critérios: ilusões, alucinações, linguagem incoerente ou comportamento desorganizado. Em comparação com outras alterações psicológicas do espectro da psicose, as breves perturbações psicóticas breves são caracterizadas por uma duração muito limitada no tempo; um episódio psicótico é geralmente considerado curto quando dura menos de um mês. Em contrapartida, o diagnóstico de esquizofrenia requer sintomas relevantes por pelo menos um mês. De acordo com o DSM-IV, existem dois tipos de breve transtorno psicótico: surtos psicóticos que são causados como uma reação de estresse intenso (chamado de “breve psicose reativa”) e aqueles que aparecem sem fatores de risco tão evidentes. Por outro lado, o manual destaca que é relativamente comum que esse tipo de episódio ocorra no período pós-parto. Sintomas Nas fases iniciais, um surto psicótico é caracterizado pela presença de alguns sinais e sintomas diferentes dependendo do caso e que, se não for tratado corretamente, pode piorar e causar graves problemas para a pessoa afetada e para as pessoas que pertencem ao seu entorno social. Um dos sintomas mais típicos de surtos psicóticos é o isolamento social, o que, em muitos casos, significa o primeiro sinal do desenvolvimento de um episódio psicótico. Assim, nas semanas anteriores da deteção do intervalo, a pessoa pode evitar a interação com os amigos, perder o trabalho, optar pela reclusão e até evitar familiares próximos. As dificuldades de sono também são sintomas muito comuns (algo que também acontece em episódios maníacos de Perturbação Bipolar), e o mesmo pode ser dito de problemas de compreensão de textos escritos ou mensagens orais. Verifica-se outros sinais frequentes na Perturbação Psicótica, sendo ele uma negligência da aparência, higiene e autocuidado geral, expressões faciais estranhas e a emissão de sons sem sentido. Além disso, é possível que essas pessoas se magoem ou prejudiquem outras pessoas; isso pode depender do conteúdo de delírios e alucinações. Causas de um surto psicótico As possíveis causas de surtos psicóticos são múltiplas; por essa razão, é essencial ter em mente que os mecanismos pelos quais ocorrem podem variar muito, como o prognóstico ou sintomas e sinais específicos. Como mencionado acima, provavelmente o fator precipitante mais comum para episódios psicóticos breves é o consumo prolongado de substâncias com efeitos psicoativos. Essas quebras são bastante frequentes em pessoas viciadas em maconha, álcool, cocaína ou alucinógenos, entre outras drogas, mas também podem ocorrer em consumidores esporádicos. Intoxicação por drogas (ou medicação), eventos traumáticos e múltiplas doenças também podem facilitar o aparecimento de surtos psicóticos. As mais comuns são as doenças neurodegenerativas que perturbam o funcionamento do cérebro e, portanto, do pensamento. No entanto, acredita-se que uma predisposição biológica mais ou menos intensa é necessária para que um surto psicótico se desenvolva; esse fator hereditário também explica por que a psicose é mais provável em pessoas com parentes afetados. Nesse sentido, há a hipótese de que fatores precipitantes, como o consumo de grandes quantidades de drogas ou a experiência de stress intenso, desencadeariam os episódios ao agir em base biológica (alterações específicas na estrutura do cérebro, nomeadamente no sistema nervoso central, ou a liberação de neurotransmissores, por exemplo) e/ou a personalidade que os favorece. Episódios psicóticos parecem ser mais comuns em pessoas que mostram certos padrões de personalidade. Em particular, são mais prováveis naqueles com traços esquizoides (tendência ao isolamento social, baixa emoção), esquizofrênicos (ansiedade social, desorganização do pensamento, excentricísmo) e paranoicos (caracterizados pela suspeita e desconfiança dos outros). Surtos psicóticos pós-parto também são bastante frequentes. Geralmente, esse diagnóstico é distinguido da breve psicose reativa. De qualquer forma, a pessoa que sofre um surto psicótico geralmente terá uma predisposição genética para isso. Na maioria dos casos, o stress é um fator precipitante ou agravante desses episódios.  

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Vitimismo: Comportamentos de um vitimista

Vitimismo: 8 comportamentos típicos através dos quais se manifesta O vitimista já tem as suas ideias, comportamentos e atitudes tão internalizados que não está consciente do seu próprio comportamento.   Todos nós gostamos de estar com pessoas que nos façam sentir bem que emanam boas energias. No entanto, existem sempre pessoas negativas, que só estão bem a falar de desgraças e a contar as notícias desastrosas que acontecem diariamente ou estão constantemente a queixarem-se. Embora ajudar alguém em necessidade seja um gesto agradável, é essencial entender se a pessoa em questão realmente precisa de nossa ajuda ou se, em vez disso, está-nos a manipular. Normalmente, estas pessoas usam as queixas e o papel de vitima como ganho secundário, para obtenção de algo. Acabam por esgotar-nos e deixar-nos com uma sensação de cansaço. O vitimismo leva essas pessoas a culpar terceiros por seu sofrimento e, como muitas vezes encontram alguém disposto a ajudá-las, raramente resolvem seus problemas com seus próprios meios. É importante saber comoessas pessoasageme quais estratégias elas usam para nos fazer sentir obrigados ajudá-las. Aqui estão 8 comportamentos típicos de pessoas que sofrem vitimização. Comportamento típico de vitimização 1. Eles estão convencidos de que o mundo está contra eles Os vitimista tem uma personalidade tipo paranóica e distorcem a realidade. O sujeito reclama constantemente e está sempre na defensiva, ele está convencido de que o mundo inteiro se vira contra ele e alimenta-se de meias verdades e desgraças. Normalmente manifesta sinais de coitadismo, de que é vitima da sociedade, inventa história em que ele é sempre a vitima e chega mesmo a ser convincente no seu discurso. Geralmente, quando nós temos a oportunidade de conversar com essas pessoas, elas reclamam incansavelmente, alegando que não são amadas ou que são incapazes de entender a situação em que se encontram. 2. Eles não assumem suas responsabilidade. A incapacidade de assumir a responsabilidade é um dos principais comportamentos das pessoas que fazem do vitimismo seu estilo de vida. Estes indivíduos acham que nós temos o dever de ajudálos, mesmo que involuntariamente, esperam que os outros assumam suas responsabilidades. Para estas pessoas, é muito fácil ignorar suas responsabilidades e, em vez disso, prefere indicar os outros como culpados, sem se preocupar com as consequências. Eles se tornam tão manipuladores que, depois de ganharem a confiança dos outros, serão capazes de fazê-los sentir-se culpados quando não puderem ajudá-los. 3. Eles ampliam os problemas Quando há uma situação menos agradável os vitimistas tendem a exagerar o problema, por exemplo se temos uma dor de cabeça é um tumor, se estamos com dor no peito já estamos com um aneurisma ou ataque cardíaco, se um carro travou de repente já atropelou alguém. Como regra, eles exigem compaixão, choram ou ficam com raiva por seus supostos “agressores” se sentirem culpados e pedir desculpas de volta. 4. Dá sempre tudo errado Conversar com essas pessoas cansa-nos, deixa-nos irritados e de mau humor, não apenas por causa de sua mentalidade negativa, mas também porque suas histórias são sempre uma tragédia e falam sempre no mesmo vezes sem conta. Falam mal do trabalho, dos vizinhos, dos amigos, dos familiares, do cão da vizinha, da telenovela, das noticias macabras e de como são insensíveis as pessoas ao seu redor. Eles são incapazes de ver as oportunidades que podem surgir da adversidade e sua mentalidade é tão fechada que não conseguem entender que algo pode melhorar. 5. Eles nunca se desculpam Quando uma pessoa que sofre de vitimização pede desculpas, ela não faz isso sinceramente. Muito raramente, as “vítimas” reconhecem seus erros e pedem desculpas aos diretamente envolvidos. No entanto, quando o fazem logo de seguida dizem, mas eu tive razão, viste o que eu sofri, foste muita má(u) para mim… Seus mecanismos de manipulação são tão eficazes que lhes permitem sempre se justificar e desempenhar o papel de “bom”. 6. Eles sentem pena de si mesmos As pessoas que se acostumam a desempenhar o papel de vítima na frente dos outros estão acostumadas a apontar os seus pontos fracos e são altamente críticos a si mesmas. O hábito de sentir pena de si mesmos os leva a reconhecer-se como crianças indefesas ou pessoas frágeis diante da sociedade. Se eles não conseguem gerar simpatia ou empatia pelos outros, eles se consolam para segregar ainda mais em seu papel de vítimas. 7. Eles sentem-se constantes perdedores Mesmo quando algo de positivo aconteça com eles, eles encontram falhas em tudo e preferem fazer uma triagem dos pensamentos negativos e tóxicos. Todas as oportunidades no mundo são incapazes de fazer essas pessoas felizes. Eles reclamam se têm, se não têm, se alguém tem mais chance do que eles. Dessa maneira, eles mantêm vivo um círculo vicioso que os impede de progredir significativamente 8. Eles guardam rancores Para não pararem de sofrer, essas pessoas vivem de experiência dolorosas do passado em que alguém ou alguma coisa lhes causava dor. Eles são incapazes de deixar para trás os episódios que os fizeram sofrer e geralmente aproveitam qualquer oportunidade de revivê-los no presente. Se você conhece alguém com essas características, tenha cuidado! Se é um ente querido que  deseja ajudar, lembre-se de que muitas de suas ações são hábitos difíceis de abandonar. Não deixe que aqueles que recorrem ao vitimismo absorvam toda a sua energia e tente ficar longe dos problemas deles, para não arriscarem ser manipulados.   By Natacha Seixas  

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Dê-lhe espaço para ele sentir falta e voltar

O seu namorado precisa de espaço e não sabe o que fazer? Sempre que fala com ele verifica que ele fala menos e a despacha rapidamente a chamada e dá a entender que pretende ficar sozinho sem que ninguém o chateie. Não responde com tanta frequência às mensagens e não está tão emocionalmente aberto. Ou até lhe tenha dito abertamente que precisa de espaço e por isso quer ficar sozinho durante um tempo. Não é certamente o que mais desejaria ouvir e pode ser assustador para qualquer relacionamento ficar na incerteza entre um sim e um não. Se o ama de verdade acredito que esteja em pânico e com medo de perdê-lo. Então o que  deve fazer? O que fazer quando um homem está afastar-se e precisa de espaço? O seu maior medo é que se ele afaste de vez e a deixe. Talvez ele precise mesmo de espaço para se resolver internamente ou talvez esse espaço seja mesmo para magoá-la o menos possível e afastar-se devagar para que se habitue à ideia. Talvez ele queira mesmo terminar o relacionamento. É por isso que agora eu vou lhe dizer exatamente o que não fazer , para que possa aprender a dar-lhe espaço, sem o afastar ainda mais ou transformar essa relação num pesadelo. Faça o que fizer, não vá atrás dele . Não lhe escreva muito para, tente não lhe telefonar, não envie mensagens, não procure validação ou segurança. Deixe-lhe o tempo que ele precisar. Dê-lhe todo o espaço até que ele sinta a sua falta. Eu sei que dói não saber o que ele está a fazer e com quem está. Dói pensar na possibilidade de ele lhe deixar. Eu sei que é péssimo deitar a cabeça na almofada com essas emoções negativas e sentir que não está a fazer nada para que volte para os seus braços. São os estados ansiogénicos e a insegurança que nos levam a ligar vezes sem conta e ir procurá-lo vezes sem fim para nos certificar-mos que ele não está a sair com outra pessoa. Para ser claro: toda e qualquer uma dessas reações o levará ainda mais longe, talvez para sempre . Por quê? Não podemos deixar que o medo da perda determina as nossas ações. O que o medo da perda significa para o nosso relacionamento e por que nestas situações os homens o fogem de nós? Para colocá-lo da maneira mais simples possível, o medo da perda é quando os nossos sentimentos negativos controlam as nossas ações, em vez de nossos sentimentos positivos . Quando nós ainda estamos na fase de conhecimento de uma pessoa, que depois passamos à fase de namoro, nessa fase inicial, agimos como se não fossemos perder essa pessoa, porque na verdade não havia nada para perder. E agiamos de foma espontânea, livre, sem medos de perder. Era isso que era atraente para ele. Agir de forma calma, felicidade e confiança é o que atrai o homem.. Os homens querem estar com alguém relaxado, seguro e feliz – da mesma forma que as mulheres querem estar com alguém que age da mesma maneira. Então, inicialmente com alguém, agimos com positividade com essa pessoa. Mas quando sentimos que essa pessoa se afasta de nós, de repente começamos a sentir que o estamos a perder. era como se já estivesse a fazer parte da nossa vida que nos é agora retirado. Como se o chão estivesse escorregando sob os nossos pés.  e começamos a ficar assustados, em pânico, apavorados e com medo de perder. E sempre que estivermos com ele com medo de o perder, em vez de estarmos descontraídas e serenas, vamos estar retraídas, controladoras e diferentes do habitual e desta forma o afastaremos ainda mais. Então, se não se consegue controlar em frente dele e evitar o medo da perda … mantenha-se afastada também durante algum tempo.   O que deve realmente fazer para mantê-lo ao seu lado? Primeiro, é importante dizer que é completamente normal que um homem queira algum espaço, e é completamente normal dar-lhe esse espaço . Como eu disse antes, se tentar controlá-lo ou andar atrás dele constantemente para que fique consigo só vai afastá-lo ainda mais. Muitos homens precisam de tempo sozinhos (ou pelo menos longe de uma mulher) para descobrir como realmente se sentem. Um homem pode se divertir muito consigo em um encontro, pode sentir uma conexão incrível, pode estar louco ficar por si quase instantaneamente – e AINDA precisa de tempo e espaço longe de si. Por quê? É porque para muitos homens, o espaço entre quando ele se vê consigo verifica que poderá interfir muito nos seus planos porque sente que está a gostar demais de si e isso poderá atrapalhar os planos que estipulou para ele. Para muitos homens, esse tempo é crucial para resolver suas emoções. Tente dar a ele espaço para descobrir o que ele quer – na maioria dos casos, pode ser extremamente gratificante. Esse intervalo também é crucial para ele criar um desejo de vê-lo novamente. Quando estiverem privados de contato determinado tempo, ele começará a pensar em si cada vez mais, provavelmente a imaginar o que estará a fazer e a aumentar o desejo de vê-la novamente. O que é importante lembrar aqui é que a maioria dos homens precisa de tempo e espaço para começar a se sentir mais próximo e mais conectado com uma mulher . É por isso que agarrar-se a ele e tentar puxá-lo para mais perto vai sair pela culatra toda vez. Mas dar-lhe espaço o fará sentir sua falta e aumentará a probabilidade de ele voltar. Como dar-lhe espaço e fazê-lo sentir sua falta e voltar Se seu homem estiver agindo distante e quer que ele volte para si, serei sincera: persegui-lo não funcionará. A melhor coisa a fazer é dar-lhe o espaço que ele procura, para que ele possa resolver o que o está a incomodar e voltar ao normal. Persegui-lo apenas o afastará ainda mais. Tente dar a um homem espaço para descobrir as coisas – ele sentirá sua ausência assim que resolver

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Saiba que se sentir ansioso com o Covid-19 em fase de confinamento é bem normal?

Saiba que se sentir ansioso com o Covid-19 em fase de confinamento é bem normal?   “O pânico cria realidades alternativas que dificultam a racionalidade e ESTAMOS DE FACTO a viver uma situação de pânico generalizada. ESTE CENÁRIO QUE SE ESTENDE A NIVEL MUNDIAL FAVORECE  o aparecimento de síndromes relacionadas com o pânico e  o isolamento pode ser O CLICK PARA ariadas perturbações mentais. As plataformas de redes sociais, lançam alertas a todo o momento, saturam de informações que aos poucos nos começam a angustiar, a colocar em nós próprios um mal-estar permanente, uma tristeza instalada. Com notícias sobre o aumento do número de mortos e o numero do desemprego a aumentar, os ventiladores que não chegam para curar pessoas, o dilema de escolher entre quem morre e quem vive. O medo do contágio e saber que até podemos ser um de nós. A incerteza do amanhã. O saber que começou e o saber quando termina e como termina para cada um de nós e para os nossos. A ansiedade é uma resposta natural ao desconhecido, por isso é normal sentir-se inquieto, já que muito do vírus é desconhecido, mesmo para os especialistas. “A ansiedade é a maneira da mãe natureza de tentar nos proteger, empurrando-nos a resolver incertezas e descobrir uma solução”, Além disso, há perda de empregos, problemas familiares, uma questão adaptativa de forma abrupta que é o periodo de quarentena. ficar confinado a 4 paredes. Isto tudo é nada mais do que uma valente recita para ter stress e ansiedade. e também pode conduzir à depresão. Porém, embora seja muito difícil eliminar o stress relacionado ao Covid-19, ele pode e deve ser gerenciado para que  possa manter sua saúde mental – e sua imunidade. E COMO PODEMOS GERENCIAR O STRESS DIANTE DO COVID-19 E O CONFINAMENTO? 1- Veja apenas o necessário na comunicação social e o fidedigno, especialmente se é uma pessoa muito ansiosa. Como o pânico surge quando as pessoas superestimam uma ameaça e subestimam suas habilidades de enfrentamento, “observar a cobertura que enfatiza repetidamente a rápida disseminação do coronavírus e a falta de tratamento eficaz” é um combustível para o fogo da ansiedade- ENTÃO VEJA APENAS FONTE CONFIAVEIS. 2-Faça o que puder para se proteger a si e à  sua família, incluindo excelentes práticas de higiene e distanciamento social. A ação é o antídoto para a ansiedade, e na verdade há muita coisa que as pessoas podem fazer para proteger a si  eas suas famílias. Lave as mãos com frequência e com cuidado, higienize superfícies de alto toque, evite pessoas doentes, verifique se  tem um suprimento de alimentos necessários para sair o menos possível. Fque em casa o máximo possível. Se desejar faça voluntariado e mostre o melhor de si ajude quem mais precisa sem colocar a sua vida em risco. Ofereça-se para levar alimentos ou medicamentos a quem está em risco ou doente, ou sozinho sem capacidades para o fazer. 3-SEJA GRATO, não deseje mudar ou desaparecer. Em vez de se preocupar em ser contagiado pelo Covid-19, ou o perigo do seu casamento estar por um fio e só de pensar que tem que ficar em tele-trabalho com os filhos a discutirem a toda a hora um com o outro até o Outono, ainda vale a pena concentrar-se no que valoriza e no que mais agradece”. 3.Faça uma “lista de gratidão” diária para criar resiliência psicológica. Prepararmos uma lista de gratidão amplia a nossa perspectiva e de reconhecer que embora as coisas sejam desafiadoras e incertas, também existem coisas boas em nossas vidas diárias e isso pode fazer uma grande diferença. 4-Procure ajuda virtual de profissionais de saúde mental ou faça o download de um aplicativo anti-stress. Se sente que se encontra num estado muito ansiogênico, com dificuldades em ouvir alguém, fica muito irritado, com raiva, zanga e não aguento porque torna-se explosivo rapidamente, então o melhor mesmo é procurar um psicólogo online para lhe ajudar a ultrapassar esta situação. Em ultimo caso, uma medicação S.O.S. poderá também ajudar-lhe a controlar os episódios de impulso. 5-Apenas Respire. Certamente, que há muito que ensinaram a arte de respirar e meditar, bem como os benefícios das mesmas. 6-Tente manter uma rotina. Mantenha uma  rotina. As crianças também agradecem, tornam-se menos tensas e angustiadas,  com horários de leitura programados e entre outras atividades. 7- Coma saudável, não fume e se exercite sempre que possível. Boa nutrição e movimento suficiente são bons para o corpo e a mente. “Fumar pode aumentar o risco de desenvolver doenças graves se você for infectado pelo COVID-19”, e agrava o quadro clinico. Para as pessoas quem está quem está em teletrabalho, convém que se levante para uma pequena pausa a cada 30 minutos. 8-Use o tempo para alcançar os entes queridos e reconectar-se com velhos amigos. O isolamento social pode alimentar a depressão e, a longo prazo, está até vinculado a uma vida útil mais curta. Podemos estar fisicamente longe das pessoas mas isso não nos limita a desconexão das mesmas. Felizmente, hoje é mais fácil do que nunca. Para evitarmos contrair o vírus  e continuar a manter-nos sociais não precisamos necessariamente de nos expormos ao mesmo temos felizmente hoje em dia muitas redes sociais a que podemos recorrer: Facebook, Intagram, Whatssap. Se as pessoas viverem num ambiente de amor, o ambiente de confinamento a que estamos sujeitos torna-se claramente mais suportável. By Natacha Seixas

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Costrução da Auto-estima

A Auto-estima é a sua opinião de si mesmo. Ocasionalmente, todo mundo não auto-estima faz com que não tenhamos confiança em nós próprios, e é por isso que normalmente estas pessoas são infelizes ou insatisfeitas consigo mesmas a maior parte do tempo. É preciso atenção e prática diária para aumentar a baixa auto-estima. Construção de auto-estima A auto-estima está fortemente relacionada à maneira da forma como reagimos às situações que nos acontecem no dia-a-dia. As sugestões para construir a auto-estima incluem: Fale consigo mesmo de forma positiva – trate-se como se fosse seu melhor amigo. Seja solidário, gentil e compreensivo. Não seja duro consigo mesmo quando cometer um erro. Desafie o ‘diálogo interno’ negativo – toda vez que se auto- criticar, pare e procure por evidências objetivas de que a crítica é verdadeira. (Se pensa que não consegue fazer isto sozinho, peça a opinião de um amigo de confiança.) Acabará por entender que a maior parte de sua conversa interna negativa é infundada. Não se compare aos outros – reconheça que todos são diferentes e que toda vida humana tem valor por si só. Faça um esforço para aceitar a si mesmo, verrugas e tudo. Reconheça o positivo – por exemplo, não descarte elogios, descarte suas realizações como “azar” ou ignore seus traços positivos. Valorize as  qualidades especiais – lembre-se dos seus pontos positivos todos os dias. Escreva uma lista e consulte-a com frequência. (Se não o consgue fazer sozinhi, peça a um amigo de confiança para ajudá-lo a escrever a lista.) Esqueça o passado – concentre-se em viver no aqui e agora, em vez de reviver velhas mágoas e decepções. Diga a si mesmo uma mensagem positiva todos os dias– compre um conjunto de “cartões inspirados” e comece todos os dias  lendo um novo cartão e ande com a mensagem do cartão o dia todo. Pare de se preocupar – “se preocupar” é simplesmente se preocupar com o futuro. Aceite que  não pode ver ou mudar o futuro e tentefocar os seus pensamentos no aqui e agora. Divirta-se – programe eventos e atividades agradáveis ​​todas as semanas. Exercício – é um estímulo muito bom para o cérebro para todos os tipos de coisas, mas principalmente no combate à depressão e na ajuda a se sentir bem. As metas precisam ser passo a passo, como começar uma caminhada ao redor do quarteirão uma vez por dia.. Seja assertivo – comunique suas necessidades, vontades, sentimentos, crenças e opiniões aos outros de maneira direta e honesta. Pratique  por versões mais saudáveis. Reserve um tempo para estabelecer os novos hábitos. Mantenha um diário ou diário para registrar seu progresso.sugestões acima todos os dias preciso esforço e vigilância para substituir pensamentos e comportamentos inúas   de que nos podem conduzir ao erro. Consulte o seu médico para obter informações, conselhos e encaminhamento se estiver com problemas para melhorar sua auto-estima ou se a baixa auto-estima estiver causando problemas como depressão.   By Natacha Seixas

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Por que algumas pessoas repetem os mesmos erros de relacionamento? 

Aqui estão cinco possíveis erros comuns 1: Uma família disfuncional Ironicamente, o futuro de nosso relacionamento pode estar intimamente ligado com o nosso passado. Quando pequenos aprendemos a nossa intimidade da forma como nos ensinaram. As crianças que crescem com um cuidado acrescido, sendo cuidadoras dos pais em vez de protegidas são mais desprovidas destes sentimentos. Ter pais rígidos e excessivamente controladores pode dificultar a tomada de decisões por crianças – e depois por adultos -, enquanto pais negligentes ou desligados podem criar indivíduos com uma forte necessidade de atenção e obsessão devido à insegurança neles próprios. Embora o problema tenha começado na infância, seus efeitos podem durar até a idade adulta, geralmente na forma de desconfiança, necessidade de controle ou dificuldade em construir e manter relacionamentos. Embora nenhuma infância seja perfeita, certos tipos de disfunção afetam ás vezes de forma trágica os relacionamentos. Veja o vício, por exemplo. Estudos mostram que crianças que crescem em famílias alcoólicas trazem os problemas de sua juventude para seus relacionamentos românticos. Filhos de alcoólatras tendem a se casar com famílias com problemas de álcool. Filhas de alcoólatras têm duas vezes mais hipóteses de se casar com um alcoólatra do que filhas de não alcoólatras. Ao escolher um parceiro, seguimos o que conhecemos e aí encontramos a nossa zona de conforto. 2: Trauma na infância O abuso físico, emocional ou sexual na infância pode ter efeitos ao longo da vida. Nos relacionamentos, os sobreviventes de traumas precoces costumam lutar com isolamento social, problemas de apego e incapacidade de confiar. Se eles puderem se comprometer com um relacionamento sério, seus parceiros poderão reclamar que são desnecessariamente ciumentos ou inseguros. Cerca de 80% das crianças vítimas de abuso preenchem os critérios para um distúrbio de saúde mental aos 21 anos – depressão, ansiedade, perturbação de stresse pós-traumático e perturbações alimentares – entre os mais comuns. Há muitos adolescentes que vão pelo mundo das drogas e que em criança sofreram abusos. Este fator consequentemente tem repercussões negativas nos seus relacionamentos. Para muitos, infelizmente o ciclo de abuso não termina com eles. Uma pessoa que fere é uma pessoa ferida. Segundo algumas estimativas, um terço das crianças vítimas de abuso continua a violar os seus próprios filhos. Outros encontram-se continuamente à procura de parceiros abusivos ou indisponíveis, sub conscientemente tentam recriar o trauma da infância como se desta forma pudesse resolver o seu problema do passado mal resolvido. Isto é um indicador de mais rejeição ao trauma e só acumula mais raiva e repugnância. 3: Vício em amor A intimidade genuína é impossível para as pessoas que lutam activamente com o vício em relacionamentos, romance ou amor. Isso ocorre porque os viciados em amor são atraídos repetidamente por pessoas do mesmo género de personalidade. Indivíduos que manifestam uma tendência em magoar os sentimentos e dar em troca desprezo. Quando raramente aparece alguém que tem boas intenções o viciado em amor rapidamente se cansa e parte para outra, sentem um vazio constante. Amam intensamente mas depressa o amor se vai e necessitam de preencher essa vazio afetivo novamente com outro novo amor. Fazem juras eternas e acreditam que pode ser para sempre mas de um dia para o outro vêem todos os defeitos e  e depressa perdem o interesse. Apesar de uma longa história de relacionamentos caóticos, os viciados em amor continuam a procurar desesperadamente a tal pessoa que só existe na realidade virtual, apaixonando-se rapidamente e o que acontece muitas das vezes, num ato impensado, junta-se rapidamente a um parceiro, sem medir as consequências, levado pelo sentimento do momento,  que fica aquém dos seus padrões. O vício em amor pode ser tratado. Teremos que entender a infância ou a disfunção desde a infância e aprender como é a intimidade saudável. 4: Expectativas irrealistas Nossas expectativas em relação ao sexo e aos relacionamentos estão sempre evoluindo, talvez nunca mais do que na era digital. Como resultado da explosão de pornografia online gratuita e facilmente acessível, sites de adultério, aplicativos para smartphone e outras mídias, ficamos perguntar se a Internet matou o Cupido? Há menos de uma década, as pessoas tinham que trabalhar duro para visualizar imagens classificadas como X, marcar um encontro e iniciar um relacionamento sexual. Agora, casados ​​ou solteiros, gays ou heterossexuais, jovens ou velhos, existem inúmeras oportunidades online para obter essas coisas em qualquer lugar, a qualquer hora. A Internet tem sido um salvador para alguns, mas tem sido destrutivo para muitas relações que se mostraram promissoras com histórico de trauma ou propensas ao vício. Tudo tem que ser gerido com peso e medida, caso contrário pode verificar e uma perda de interesse em parceiros da vida real. 5: Distúrbios da saúde mental Ter um distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade ou transtorno de personalidade borderline, pode tornar os relacionamentos românticos desafiadores. As pessoas vivem mais desequilibradas do que equilibradas numa roda de emoções entre raiva, tristeza, zanga, ira. A maioria anda de coração partido à procura do que não sabe, pensa que encontra o que não quer e anda como se quisesse. O mundo do sexo e da intimidade é muito complexo quando tudo poderia ser muito simples porque afinal não temos que fazer nada, nem pensar porque o nosso sentimento faz tudo, as borboletas na barriga, um friozinho, uns tremelicos, as bochechas vermelhas, um engasgo, não dizemos nada de jeito e aí faz todo o sentido mergulharmos a dois. Em um estudo, as pessoas com doença mental eram mais propensas do que aquelas sem doença mental a ter vários parceiros ao mesmo tempo e relacionamentos mais curtos. Eles também eram sexualmente íntimos antes. Com tratamento adequado e auto cuidado, as pessoas que lutam contra a doença mental podem ter relacionamentos saudáveis ​​e estáveis, mas isso exige esforço contínuo e um parceiro de apoio- mas hoje em dia ninguém tem paciência para si, nem se ouvi a si, nem se ama a si quanto mais ao outro. Da próxima vez que embarcar em um relacionamento romântico, olhe além das simples desculpas e crenças erróneas: ninguém me quer; já estou velha para estas coisas; os homens são todos iguais; as mulheres só querem dinheiro.  Em

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Psicologia da atração: o que nos une às pessoas que amamos

Se pararmos um momento para pensar sobre o que nos atrai nas pessoas que amamos, surgirão muitas questões. O que nos aproximou do nosso parceiro? O que nos ajuda a sustentar esse relacionamento? Porque somos cumplices? Por que nos apaixonamos? Provavelmente não conseguiremos responder estas perguntas de maneira correta, porque normalmente o afeto surge sem que percebamos. No entanto, a psicologia nos aponta alguns dados sobre os ingredientes psicológicos que promovem a atração.   Por vezes a beleza dispensa qualquer apresentação.. no entanto…   Três ingredientes da fórmula da atração Para entender a química psicológica que nos une às pessoas que amamos, encontramos três ingredientes principais que nos fazem sentir atraídos por elas, vê-las com bons olhos e nos sentirmos emocionalmente próximos. 1- A proximidade: a convivência favorece o amor Antes que uma relação comece, é necessário que duas pessoas estejam próximas. Estar perto de alguém e senti-lo presente em nossas vidas faz-nos sentir carinho e cada vez mais desejo de estarmos perto dessa pessoa. A proximidade física é de extrema importância, ela envolve desejo, química e aproxima muito os casais porque ela promove uma sensação de familiaridade e segurança e nos faz sentir à vontade para além de aumentar os neurotransmissores responsáveis pela nossa felicidade, oferecendo-nos uma sensação de bem-estar e poder de autonomia e auto-estima. Essa resposta emocional é devido ao efeito de exposição, o que nos ajuda a determinar o que é familiar, seguro, acessível e desejável. Em outras palavras, com o passar do tempo, a simples presença dessas PESSOAS nos faz sentir “EM CASA”.   2- Atração física: comece a admirar alguém e o achará mais bonito Não é somente a proximidade física e emocional; também é necessária a combinação de outros ingredientes, como a atração física, para materializar a união de duas almas. O aspecto físico não é o único ingrediente que é levado em conta para que aconteça uma atração física. A sinceridade, a inteligência e a personalidade das pessoas nos afetam positivamente. Existem alguns estudos que demonstram que a aparência física não é o mais importante. Pode ser desconcertante, mas o aspecto físico nos afeta nos primeiros 10 minutos de contato, quando conhecemos alguém. Isto porque através do aspecto físico avaliamos se a pessoa é feliz, sensível ou sociável. Neste sentido, quanto mais atraente é a pessoa, mais qualidades psicológicas lhe atribuímos. Quando admiramos uma pessoa,  pelo que é , diz, da forma como se expôe perante o mundo, da forma como fala dos outros e como se mostra para os outros e da forma como se mostra para nós, o distingue e é isso que nos faz admirar ou repugnar cada pessoa. Isto pode parecer injusto e mesquinho, mas na realidade não é. Por quê? Porque quanto mais vamos conhecendo alguém e a admiramos mais vamos desejando conhecer e estar com ela, notamos menos imperfeições físicas e a atração física aumenta. O lado menos bom torna-se agradável e fácil de suportar ao ponto de designarmos de personalidade forte.   3- A semelhança torna o amor grandioso Quanto mais nos identificámos mais amamos ou ficamos amigos de alguém. Pensar, sentir e ter interesses semelhantes nos une. É claro que é impossível coincidir 100% em tudo; isto seria muito chato e irritante. Seria muito difícil conviver com o nosso espelho. A proximidade, a atração e a semelhança não são os únicos ingredientes que nos ajudam a construir um relacionamento. O fato de nos sentirmos gostados, mimados e não constantemente criticados, julgados, em constante competição faz-nos sentir especiais e que temos o nosso espaço em alguém.   By Natacha seixas  

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