Psicopatologia Infantil

COMO SABER SE A PESSOA ESTÁ A MENTIR-LHE ATRAVÉS DAS MENSAGENS

Um novo estudo indica que agora seria possível detetar a pessoa que está a mentir por mensagens de texto. É lógico que é mais fácil atrás dos SMS, chat ou conversa em redes sociais do que presencialmente. Isto pode ser devido ao fato de que os interlocutores não se vêem. Segundo as pesquisa, de Brigham Young University (EUA), Tom Meservy, quando falamos com alguém e estes demoram a responder a uma de suas mensagens, então é provável que estejam a pensar numa mentira. Os pesquisadores nos ajudam a saber se a pessoa que está a trocar mensagens connosco está a dizer a verdade ou não. O elemento destacado é o tempo que essa pessoa leva para responder às nossas perguntas. Muito poucas pessoas podem detetar a pessoa que está mentir, e isso é ainda mais complicado quando se trata de uma troca por mensagens ou em redes sociais. Como detetar um mentiroso no Facebook? Não é fácil conhecer as intenções ou sentimentos que despertam o interesse em uma pessoa quando esta se esconde atrás do dispositivo para lhe enviar mensagens ou publicar templates no Facebook, por exemplo.  M as em 54% dos casos conseguimos detetar facilmente se nos estão a mentir. Ao passar pelas mensagens, os mentirosos são menos propensos a serem descobertos, o que torna mais fácil para estes inventarem histórias falsas. Como não estão frente do seu interlocutor, sabem que  estes não poderão ver as expressões do seu rosto nem perceber a ligeira mudança de sua voz. Esse estado de coisas permite que os indivíduos mintam com mais frequência, e isso é revelado em uma análise realizada em 2011 e publicada na revista Philpapers. Mas, então, como detetar a pessoa que está mentindo por mensagens de texto? A fim de determinar as pistas que podem sugerir que uma mensagem contém uma mentira, Tom Meservy  e mais quatro pesquisadores que fizeram um estudo chegaram à seguinte conclusão: Para descobrires se a pessoa que está enviar-te uma mensagem está mentir, tens que ter em atenção o tempo que ela leva a responder e as mensagens são também mais curtas e divididas em várias. Para conduzir o estudo, os cientistas submeteram uma centena de estudantes de duas universidades americanas a uma série de 30 perguntas, e deram-lhes a instrução para mentir a metade do tempo. Isso permitiu que os pesquisadores validassem as suas hipóteses sobre a questão, enquanto avaliavam vários parâmetros. Como resultado, os cientistas registraram 1.590 mensagens verdadeiras contra 1.572 mensagens contendo informações falsas. Depois de analisar os vários parâmetros, eles perceberam que quando uma pessoa está a mentir, eles levam 10% mais tempo para responder do que alguém que diz a verdade. Suas mensagens também são mais curtas e divididas em várias mensagens de texto. Embora a pesquisa não seja muito convincente, dado o pequeno número de participantes e as condições em que ela ocorreu, ela abrirá as portas para uma análise mais aprofundada. De fato, os pesquisadores planejam aprofundar os seus estudos, mas desta vez com câmeras capazes de analisar a expressão do rosto ou do corpo. No entanto, este novo estudo não nos permite saber por que as pessoas que mentem demoram a responder às mensagens. Para todos, a razão é bastante simples: antes de mentir, é necessário ter tempo para pensar, formular bem o que se quer dizer, considerar todos os parâmetros, etc. A fim de detetar quem está a mentir por texto, os pesquisadores norte-americanos estão a planear atualizar aplicativos que possam expor em conversas digitais. Natacha Seixas    

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15 fatos sobre ataques de pânico que precisas saber

Os ataques de pânico podem atacar qualquer pessoa a qualquer momento – quer tenha um historial de ansiedade ou nenhum. Às vezes a causa pode ser óbvia (despedido do trabalho, dificuldades económicas graves, fobia social, ou momento inesperado que te aterroriza), mas outras vezes parece completamente aleatório 1.O número total estimado de pessoas que vivem com distúrbios de ansiedade no mundo é de 264 milhões. Neste momento encontra-se em 6º lugar como a doença que contribui para a incapacidade produtiva. 2.Há uma diferença entre ter o ataque de pânico ocasional e ter uma perturbação do pânico. Perturbação do pânico é caracterizado por ataques de pânico recorrentes, bem como preocupação significativa entre os episódios que poderá ter de ataques de pânico, que poderá interferir com sua vida diária. Se tem ataques de pânico recorrentes, provavelmente e segundo os critérios do DSM V, receberá o diagnóstico para Perturbação do Pânico. 3.Algumas pessoas são mais propensas a desenvolver Perturbação do Pânico do que outras. É mais comum em mulheres do que em homens, e geralmente começa no início da idade adulta. Pode existir uma predisposição genética para desenvolver Perturbação de Pânico se tiver um membro da família com ele ou outra Perturbação de Ansiedade. Algumas pessoas podem ter um único episódio ou dois, enquanto outros podem experimentar extrema preocupação e medo após um ataque de pânico, o que pode levar a uma Perturbação do Pânico. 4. Os sintomas de um ataque de pânico são incapacitantes e muito reais. Aqui estão alguns dos sintomas mais comuns: ∙ Ritmo cardíaco acelerado ou palpitações cardíacas ∙ Suor ∙ Tremor ∙ Falta de ar, dificuldade para respirar ou sentir-se sufocado ∙ Tontura, sensação de tontura ou desmaio ∙ Dor no peito ∙ Náusea ou dor de estômago ∙ Calafrios ou ondas de calor ∙ Dormência ou formigamento, especialmente nas mãos e pés ∙ Medo de morrer ∙ Medo de perder o controle ou enlouquecer Algumas pessoas também experimentam desrealização (sentimentos de irrealidade) ou despersonalização (sentimento de desapego de si mesmo), mas estas são menos comuns. Não há explicações para umas pessoas sentirem sintomas diferentes umas das outras, mas é geralmente entendido que um ataque de pânico envolve pelo menos quatro deles. Os sintomas surgem repentinamente e podem durar de alguns segundos a meia hora, embora geralmente sejam cerca de 10 minutos. Desta feita, pode sentir alguns sintomas residuais por um tempo após o término. 5. Um ataque de pânico é a híper-excitação do sistema nervoso simpático.   Um ataque de pânico é essencialmente o nosso corpo a dar um ponta pé na resposta de luta ou fuga quando realmente não há uma ameaça real. Então, se nós estivéssemos frente-a-frente com um leão, estaríamos totalmente prontos – mas na realidade não estamos, e parece que estamos prestes a morrer, ou a ter um ataque cardíaco.   Então, o que realmente está acontecer no nosso corpo para causar todo esse caos?  Primeiro, o nosso cérebro percebe alguma ameaça percebida, que pode ser algo como um pensamento assustador ao acaso, do qual nem estamos conscientes, ou um ritmo cardíaco galopante. O tálamo traz essa informação sensorial para a amígdala, que a traduz como sensação de perigo iminente  e desencadeia a excitação do sistema nervoso simpático, que libera a resposta de luta ou fuga. Durante esse período, a adrenalina do nosso corpo é secretada no cérebro e no corpo, desencadeando sintomas como o aumento da frequência cardíaca, respiração rápida, sudorese, aumento da pressão arterial, dilatação de pupilas, boca seca e outros. Estas são respostas simpáticas normais – elas aconteceriam naturalmente se estivéssemos verdadeiramente numa briga com um leão – mas como na verdade não estamos à frente de um leão, começamos a entrar em pânico e atribuímos significado a esses sintomas para tentar entendê-los, como se estivéssemos a morrer/ a ter um ataque cardíaco / uma reação alérgica / prestes a desmaiar / etc. Este medo e pânico podem causar outros sintomas e também podem desencadear hiperventilação (e pode adicionar sintomas como tremores, formigamento, tontura, dificuldade para respirar, dor no peito, etc.). 6. É totalmente comum visitar imensos médicos de várias especialidade ou ir até a às urgências do hospital por causa de um ataque de pânico. Obviamente, a maioria dos sintomas de um ataque de pânico também podem ser sintomas de outros problemas de saúde – isso é o que os torna tão assustadores e por que é tão difícil aceitar que seja um ataque de pânico e não um ataque cardíaco ou qualquer outra coisa. Então, se estás a sentir os sintomas acima descritos é aconselhável que consultes um médico para descartar qualquer outra coisa. 7. Os ataques de pânico parecem vir do nada, mas na verdade acontecem Sempre há algum tipo de gatilho, mas pode ser algo tão leve, como um pensamento passageiro no qual nem percebe que tinha. Por isso é tão importante a medicação para controlar os sintomas mas também de extrema importância para descortinar os gatilhos disparadores dessa ansiedade levada ao extremo. 8. Os ataques de Pânico tendem a ocorrer com maior frequência quando valorizas demasiado tudo o que se passa no teu corpo Algumas pessoas que são propensas à ansiedade estão super sintonizadas com suas sensações corporais, e isso por si só pode desencadear um ataque de pânico. Por exemplo, talvez percebas um batimento cardíaco estranho ou dificuldade para respirar ou alguma visão turva. A maioria das pessoas pode nem perceber (ou atribuem isso ao café matinal ou a alergias ou qualquer outra coisa), mas outras podem perceber essas pequenas sensações corporais e se concentrar nelas, desencadeando o ataque de pânico. Novamente, podes nem estar ciente desses gatilhos, então ainda pode parecer que surge do nada. 9. Para algumas pessoas, o medo não é que estejas a morrer, mas que percas o controle te humilhes Uma coisa que a maioria das pessoas não entende sobre os ataques de pânico é como eles podem ser tão assustadores quando as pessoas sabem que os recebem. O fato de entenderes que tens perturbação de pânico facilita a deixar de ter? Bem … não é tão simples assim. Muitas vezes o medo é de perder o controle, envergonhar-se em público, estar preso

Psicopatologia Infantil

Porque não aprendemos com os erros

Errar é humano. Mas por que tantas pessoas cometem os mesmos erros repetidas vezes? Vários estudos recentes revelam como nossos cérebros não aprendem com nossos erros do passado na medida. Os atos falhos encontram-se arquivados no inconsciente e é nessas janelas da memória que estão as nossas crenças limitadoras.      Erros são oportunidades de crescimento. A melhor receita para lidar com o erro é retirar dele uma aprendizagem e tentar não repeti-lo. Na verdade o erro é cometido muitos vezes porque se passa ao nível do inconsciente e quantas mais vezes nós dizemos que não queremos mais essa mesma história para a nossa vida, só que já estamos tão concentrados nela e ainda está tão presente na nossa mente que acabamos por cair na mesma  teia de circunstâncias e tudo é vivido e repetido. Por exemplo se estamos num plano  alimentar de perda de peso e caímos na tentação de comer doces, a melhor estratégia, para não cair no mesmo erro, é lembrar-mo-nos das consequências a longo prazo de comer uma bola de Berlim, cuja negatividade associada à culpa que fica pode prejudicar a dopamina, neurotransmissor do sistema nervoso central responsável pelo bem-estar do nosso sistema cerebral De acordo com as investigações dos últimos anos se quiser evitar a repetição da história, é melhor não tentar aprender com isso. Em vez disso, pense no futuro e no que pode alcançar se evitar as armadilhas – e desta forma, alcançar o corpo que sempre desejou e a normalidade dos valores nas análises sanguíneas do colesterol e dos triglicéridos e/ou dos diabetes, poupará uns anos de vida e livrar-se-á de um ataque cardíaco ou Avc precoce. Se pensar nos benefícios que tem ao evitar o mesmo erro poderá concentrar-se na reflexão que talvez valerá o esforço e o empenho de procurar ajuda profissional para se estruturar a esse nível. Afinal viver bem e com qualidade é o sonho de qualquer ser humano. A verdade é que atraímos cenários de aprendizado para nós, então não é uma circunstância de azar, é uma questão de escolha. É também sobre compaixão e curiosidade para com o eu, olhando para dentro para desenvolver uma conexão mais profunda com a compreensão de quem somos, por que somos acionados para fazer as coisas que fazemos. Exemplos de perguntas que poderá fazer a si mesmo ao “cometer um erro” (ou, como prefiro dizer, “encarar uma oportunidade de crescimento”): Qual a crença que ficou por resolver em criança que ainda me mantém presa no presente e me impede os passos do futuro? Que recompensa (s) inconsciente (s) eu tenho ao cometer esse “erro”?   Natacha Seixas  

Ansiedade

11 sinais de uma amizade tóxica

Tem sempre aquele melhor amigo em que nós desabafamos e colocamos a nossa mão no fogo por eles. Cuidado, que podes-te queimar! Normalmente, até já podes ter reparado que esse teu amigo é manipulador com as outras pessoas e nem reparaste que tu próprio já foste vitima dessa mesma manipulação. Ele fala mal dos outros para ti e nas tuas costas fala mal de ti. Infelizmente, vivemos no tipo de mundo onde às vezes nos deparamos com esse tipo de pessoa. Não te culpabilizes como se de algo errado se passasse contigo, isto é um problema que é do teu amigo falso e não teu. Uma pessoa que é falsa para ti também é falsa para os outros. As probabilidades são de que essa pessoa falsa ter amigos verdadeiros é precária e tu não és excepção. Às vezes, em casos limítrofes, pode ser difícil dizer se alguém é um falso amigo, especialmente se eles estão a tentar ser falsos sobre o fato de que eles são falsos! Aqui estão alguns sinais para ajudá-lo a descobrir 1- Amizade condicional Uma amizade condicional é quando o teu amigo espera que tu sejas aquilo que tu não és. Que lhe ofereças certas coisas, ajas de uma determinada maneira, vistas determinadas roupas, ou sigas algum outro padrão superficial antes que elas se associem a ti. Não tem nada a ver contigo mas com o “boneco” que criam de ti. Se alguém exige que sejas alguma coisa para além de ti próprio em troca de uma amizade, então essa não é uma amizade verdadeira. 2-Quando começas a rejeitar chamadas desse amigo(a) Não é que  não pretendas ajudá-lo ou continuar essa amizade, mas talvez estejas um pouco desiludido e cansado de o único assunto entre vocês ser exclusivamente as necessidades dele, enquanto ele não se lembra nunca de perguntar como tu estás. 3- Ela nunca tem tempo para ti. Verificas que gastas o teu tempo com a tua amiga a ouvi-la e a dar-lhe opiniões. Dás-lhe o teu ombro para chorar e a tua cama para dormir nas horas mais difíceis dela. Mas  quando acontece algo de muito grave na tua vida, mesmo que seja a perda de um ente querido ele(a) não tem tempo para ti. Uma amizade verdadeira é um mútuo apoio. Se nessa relação apenas existe um que dá e um que recebe então algo de errado se passa. 4. Seu amigo tem um comportamento diferente quando está com outras pessoas Este é mais um sinal óbvio de um amigo tóxico. Quando a pessoa te trata de forma diferente dependendo de quem está por perto não é certamente o amigo que deves querer manter na tua vida. Eles te assumem no anonimato e te servem doces quando estão sozinhos mas dão o  ombro servido a frio e mantém a distância quando estão em público. Se assim for, isso não é apenas extremamente imaturo, mas definitivamente não é um verdadeiro amigo. Os verdadeiros amigos não se envergonham de tratar as pessoas com bondade, e certamente não terão medo de admitir que se dão bem contigo. 5. Tens receio de desiludir o teu amigo Já ouviste dizer aquela expressão que na amizade “amigo não empata amigo”. Então, se a amizade for verdadeira concerteza a pessoa vai querer saber-te feliz, se tens que passar uma noite de amor com o teu namorado ou se tens uma massagem turca num SPA maravilhoso, não tens de sentir-te culpada por dizer que nesse dia não estás disponível.   Enquanto pessoas e seres individuais que somos temos de saber, impor limites pessoais entre o nosso espaço pessoal e o do outros, seja quem for. Se o teu amigo ficar chateado contigo é porque te colocaste a jeito e à disposição o tempo todo. E desta forma inconsciente, reside o medo de magoar o amigo(a) – sendo que, na verdade, não estás a fazer nada além de cuidar da tua própria vida. 6. Ficas exausta após estar com o teu amigo(a) Amizades também têm seus altos e baixos, mas, para que elas sejam verdadeiras, é necessário que os momentos de alegria e parceria superem as dificuldades. Mas se começa a ser habitual ficar exausta sempre que estás com o teu amigo(a) claramente que esta relação não é mais benéfica. Pessoas que te deixam para baixo, despertam dúvidas sobre os teus sonhos e projetos, ou colocam-te em situações difíceis (sejam elas emocionais, morais ou financeiras) não acrescentam nada de bom na tua vida. Afastar-te pode ser a melhor opção. 7.  Cansaço físico após ver essa pessoa A única dor que todos deveríamos sentir depois de encontrar uma amiga é aquela leve tensão nas bochechas de tanto dar risada. Por outro lado, se começamos a ter dor de cabeça, dores musculares ou problemas gastrointestinais depois de passar algum tempo com um amigo em específico, esse é um sinal claro de que se trata de uma amizade tóxica. Ter bons amigos estimula nosso sistema imunológico e aumenta nossa expectativa de vida – e é claro que conviver com pessoas que te fazem mal vai causar os efeitos opostos. 8. Quando há um desacordo e ele deixa de falar contigo É normal que entre seres humanos pensantes exista divergências de opinião. Não somos obrigados a concordar com tudo o que o outro diz. Além disso,  seria chato se  concordássemos com os nossos amigos sobre absolutamente tudo, não concordas? O verdadeiro teste de uma amizade acontece quando tu e o teu amigo realmente discordam em algo. Isto é especialmente o caso se discordarmos sobre algo em que um de nós acredita apaixonadamente. São nestes momentos que a pessoa mostra a sua verdadeira personalidade. Os teus amigos vêem-te realmente como um ser humano? Ou eles apenas te vêm através do filtro das suas próprias opiniões? Se o teu amigo não consegue lidar com o fato de teres mudado de religião ou afiliação política, ele nunca foi um amigo verdadeiro . Eles gostaram de ti porque tu foste-lhes massajando o ego ao concordares sempre com as suas opiniões. Às vezes, as divergências nem precisam ser sobre algo importante como

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Depressão

A depressão é uma desordem que mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, desde jovens a mais velhos. A depressão define-se como um distúrbio afetivo que atingem a autoestima, a inferioridade, o autoconceito, tristeza, pessimismo. Por isso é difícil ficar melhor apenas pela força de vontade, até porque é provável que a força de vontade esteja muito baixa. A depressão afeta mais as mulheres do que os homens. Os pesquisadores acreditam que existe uma vulnerabilidade para a Depressão, que é herdado geneticamente por essa vulnerabilidade e um dos possíveis mecanismos é na alteração de substâncias designadas por neurotransmissores que são responsáveis pelo funcionamento cerebral. Os estudos epidemiológicos mostram que a depressão sempre existiu o que mudou foi a capacidade de reconhecê-la. A Depressão é o último estado da dor humana e para a psicologia define-se por um quadro patológico de tristeza profunda permanente, que podem ser acompanhados por irritabilidade e intolerância (que pode levar a conflitos diferentes e que pode conduzir a sentimentos de culpa).  Na depressão a culpa passa a ser uma parceira constante. A Organização Mundial de Saúde (OMS), revela que a Depressão é a doença mais incapacitante do Mundo e muitas vezes é confundida com um sentimento de tristeza e entender as diferenças é fundamental para o diagnóstico precoce. A nível emocional as pessoas podem sentir-se tão impotentes e apáticas, sem vontade de nada que tendem a isolar-se de tudo isolando-se também das pessoas. Isolando-se socialmente e tentativas de suicídio. Uma das maiores causas do afastamento do trabalho é a depressão. A depressão é tão séria e a prevalência é tão grande que chega a levar ao suicídio e inutilizar a pessoa para o trabalho e processa-se ao nível do inconsciente. A pessoa não tem controle sob a sua condição. A depressão já é tão conhecida das pessoas. Há atualmente tanta informação e tratamentos com altos níveis de eficácia. Mas há existe o estigma social e as pessoas evitam procurar o profissional adequado para se tratarem. A depressão pode afectar qualquer pessoa. Homens e mulheres de todos os grupos etários, níveis de educação e estatuto socioeconómico podem sofrer de depressão. Um quadro de depressão afeta todas as áreas da vida: casamento, família, amigos, os cuidados parentais, a intimidade, o trabalho, os estudos, a carreira e as finanças. Muitos pacientes confundem depressão com tristeza profunda. Mas existe muitas diferenças. A tristeza é uma emoção momentânea e passageira. A depressão é a incapacidade de sentir prazer pelos prazeres da vida. Trata-se de uma Perturbação Psicológica que pode levar ao suicídio e ter resultados fatais enquanto que a tristeza o máximo que pode acontecer é quando nos levantamos da cama quem está à nossa volta levar com o nosso mau humor. SINTOMAS DA DEPRESSÃO Fraqueza Apatia Desânimo Baixo-autoestima Insónia ou Hiperinsónia Diminuição da concentração Diminuição da memória Aumento ou diminuição da libido Sentimentos de desesperança Negativismo Ansiedade Dificuldades em sair da cama Vazio afetivo e emocional Tentativas de suicídio. Manter uma alimentação equilibrada para produzir os neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar O funcionamento do intestino é muito importante porque produz serotonina que leva ao bem-estar daí a importância para uma alimentação saudável. Quanto mais peso se ganha mais deprimido se fica. Frutas, legumes e verduras Carnes brancas e peixes Castanhas CAUSAS DA DEPRESSÃO A depressão é de carater biopsicossocial e varia de pessoa para pessoa.  As causas podem estar na origem de: Processo de luto, seja por morte de um familiar, seja por o térmico de uma relação (divórcio) ou por um acontecimento traumático (acidente, diagnóstico de cancro); Antecedentes familiares; Abuso de substâncias (drogas, álcool); Traumas na infância; Violações; Caraterísticas inerentes à personalidade: baixa autoestima, autocrítica e pessimismo; Gravidez, parto, menopausa; Problemas conjugais e relacionais; Isolamentos social; Problemas financeiros (extrema pobreza, dividas). Orientação sexual não aceite pelos familiares e/ou por amigos ou por outrem. EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE DEPRESSÃO Depressão Recorrente ou Depressão Maior: A Perturbação Depressiva Major é caracterizado por um humor depressivo persistente e penetrante ou perda de interesse e / ou prazer na atividade diária que dura pelo menos 2 semanas.  Distimia: Depressão crónica que persiste ao longo do tempo. No entanto os sintomas são mais leves do que a depressão. Mas a pessoa sente-se recorrentemente triste. Perturbação Disruptiva da Desregulação do Humor: A Perturbação Disrutiva  da Desregulação do Humor (PDHD) é um distúrbio relativamente novo que descreve crianças que têm explosões de raiva frequentes e irritam-se facilmente. Perturbação Depressiva Sazonal: Este tipo de depressão  ocorre sazonalmente durante alterações do clima, no  Outono ou no Inverno. Normalmente, as pessoas recuperam o seu estado de ânimo quando a estação que lhes fez ficar depressivos termina. Depressão Depressiva Breve Recorrente: Trata-se de uma forma ligeira e menor de depressão que pode comprometer o funcionamento normal da pessoa. Afecta principalmente jovens, sendo caracterizada por períodos breves de humor deprimido ou misto (alternadamente humor deprimido e normal). Duram tipicamente menos de duas semanas, mas de elevada recorrência. Depressão Bipolar: doença mental grave caracterizada por alterações extremas do humor, configurando episódios de mania e depressão. Episódio Misto de Ansiedade e Depressão: Apesar de a ansiedade e os sintomas psicológicos e somáticos que a acompanham serem características comuns da depressão, e de os sintomas depressivos estarem frequentemente presentes nas perturbações de ansiedade, em geral é fácil diagnosticar se a depressão é o principal problema. Em todo o caso, no misto de ansiedade e depressão, existe uma combinação equilibrada entre os sintomas de ansiedade e de depressão. A depressão é uma condição séria. Não subestime a gravidade da depressão. A depressão deixa qualquer um exausto, pessimista e desmotivado.  Os sintomas da depressão não são pessoais. Não é nada de pessoal contra si. O estado depressivo, obriga a que as pessoas deprimidas muitas vezes digam coisas prejudiciais e acabam por dizer coisas da boca para fora. Ocultar o problema não vai fazer desaparecer. Se tu és amigo da pessoa deprimida não sejas um facilitador. Não alimentes a depressão. Na verdade, isso pode impedir a pessoa deprimida de buscar tratamento. TRATAMENTO Psiquiatria/Psicologia Antidepressivos; benzodiazepinas; estabilizadores de humor. Terapia cognitivo comportamental Foque em crenças e padrões

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Distimia -Perturbação Depressiva Persistente

DISTIMIA é uma depressão crónica que persiste ao longo do tempo. No entanto os sintomas são mais leves do que a depressão. Mas a pessoa sente-se recorrentemente triste. Os sintomas da distimia em adultos são: Sentimentos de culpa Falta de apetite Diminuição da produtividade Evita atividades sociais Perda de interesse nas atividades diárias Sentimentos de tristeza Autocrítica Sentimentos de desesperança Falta de energia Fadiga Baixa auto-estima Dificuldade de concentração Dificuldade na tomada de decisões Comer excessivamente Insónias Em crianças, os sintomas de Distimia podem incluir: Uma atitude pessimista Irritabilidade Baixo rendimento escolar baixo Imaturidade social É perfeitamente normal sentir-se triste ou desconfortável quando se depara com situações de stress na vida. Mas se for portador de com a distimia, saiba que se não procurar tratamento estes sentimos duram por anos e interferem nas relações e atividades diárias. Causas da Distimia  Não se conhece a causa exata para o transtorno depressivo persistente. É semelhante ao diagnóstico da Depressão. Pesquisadores apontam para causas: Bioquímicas, na medida que as substâncias químicas do cérebro chamadas neurotransmisores, que estão vinculados com o humor, podem desempenhar um papel na causa do distimia. Genéticas, a depressão parece apontar para uma vulnaverabilidade genética. Ambientais, situações imprevisiveis e inesperadas, como a perda de um entequerido, as dificuldades financeiros e um nível de stresse elevado. Tratamento Medicamentos: Os fármacos mais comuns ​​para tratar a distimia são os antidepresivos, electivos inibitórios da recaptação de serotonina (SSRI), os Inibidores de monoaminooxidasa (MAOI), os Inibidores da recaptação de serotonina e norepinefrina (IRSN) e os medicamentos de gerações mais antigas os antidepresivos tricíclicos (ATC). Quando se tem Distimia, é possível que necessite tomar antidepressivos a largo prazo para manter os sintomas sob controle. O seu Psiquiatra saberá qual a melhor opção para si. É fundamental um acompanhamento Psicoterapêutico. E porquê? A psicoterapia pode ajudá-lo a aprender sobre a sua doença e estados de animo, sentimentos, pensamentos e comportamentos. Seja o accionista da sua vida, tome controle dos seus sentimentos e estados de ânimo e aprenda a lidar com eles. É muito importante que aprenda a monotorizar as suas emoções, fazer  a própria gestão do stress  e ser o autor da sua própria história. Faça terapia e sinta-se livre na tomada de decisões e atitudes. Eleve a sua autoestima e autoconceito. Aprenda a refletir e ser o que realmente deseja e não se deixe manipular por fatores exteriores a si. Se tem algum sintoma de Distimia, procure ajuda de um profissional de Saúde Mental. Só somos tratados de forma eficaz, se o diagnóstico estiver correto. MARQUE A SUA CONSULTA NATACHA SEIXAS  

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12 Estágios do Síndrome de Burnout

Burnout é um estado de exaustão profunda. Os cientistas, Herbert Freudenberger e Gail North (1970), desenvolveram 12 estágios do Síndrome de Burnout: A compulsão de provar a si mesmo: Têm uma ideia obsessivas de quererem ser os melhores e prontificam-se a fazer de tudo, exigem muito de si mesmos. Trabalham de forma exaustiva: incapacidade de desligar. Negligência de necessidades básicas: dormir pouco, comer à pressa e qualquer coisa serve com isolamento interpessoal. Retiram-se de Conflitos: descartam-se dos problemas; mas sentem-se ameaçados, em pânico e nervosos. Revisão dos Valores : Os valores são distorcidos, amigos e familiares demitidos, os hobbies são encarados como irrelevantes. O trabalho é o único foco. Negação de problemas emergentes : intolerância; perceber os colaboradores como estúpidos, preguiçosos, exigentes ou indisciplinados; contatos sociais mais difíceis; cinismo, agressão; os problemas são vistos como causados ​​pela pressão do tempo e pelo trabalho, não por causa das mudanças de vida. Retirada : escassez de vida social, para sentir alívio do stress como recorrer ao álcool/ drogas. Mudanças comportamentais ímpares : alterações drásticas nas mudanças de comportamento. Despersonalização: não enxergar nem o eu nem os outros como valiosos e não mais perceber as próprias necessidades. Vazio Interior : sensação de vazio interior e para preencher essa vazio ou come compulsivamente, procura sexo, abusa no álcool ou drogas e as atividades são frequentemente exageradas. Depressão : sentindo-se perdido e inseguro, exausto, o futuro parece sombrio e sombrio. Síndrome de Burnout: pode incluir colapso mental e físico total; tempo para atendimento médico completo.Como se pode verificar, os sintomas do burnout variam de comportamentos leves, moderados a graves, que se tornam muito preocupantes. Provavelmente, todos nós já nos deparamos com algum colega nosso no trabalho com algum destes sintomas. Não se esqueça dos sinais de alerta apenas porque eles, numa fase inicial, parecem suaves. Se perceber em si ou em alguém familiar ou até colega de trabalho estes sintomas não hesite em procurar ajuda poderá estar a salvar uma vida.   NATACHA SEIXAS

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Quatro fases do Stress

Até que o Stress atinja o esgotamento físico e mental passa por 4 fases: alerta, resistência, quase-exaustão e exaustão. Alerta: esta fase carateriza-se pelo stress positivo. Ocorrem mudanças hormonais que geram sentimentos positivos, como motivação e coragem, que levam o indivíduo a ser mais produtivo. No entanto, devido ao ritmo acelerado o corpo físico já começa a dar sinais de alerta de que algo já não está bem, como dificuldades para dormir, tensão muscular, taquicardia, sudorese, respiração ofegante e irritabilidade. Resistência: Esta segunda fase, o corpo aumenta a capacidade de resistência além do que podemos suportar para tentar manter a homeostase interna (equilíbrio interior). Os sintomas aumentas e o cansaço físico e mental é o sintoma predominante, acompanhados de lapsos de memória, perda de apetite, queda de cabelo, problemas na pele e bruxismo (ranger os dentes). Quase-Exaustão: Nesta fase o sistema imunitário começa a enfraquecer de forma drástica e dá-se uma acentuação dos sintomas, predominando o cansaço e a ansiedade. Exaustão: Nesta última fase do stress, o indivíduo já não consegue se manter física e psicologicamente bem para realizar as suas atividades diárias. O cansaço torna-se crónico e as doenças mais graves começam a aparecer.É comum o indivíduo desenvolver úlcera, insónia, diabetes, hipertensão, dificuldades sexuais, Depressão e Síndrome de Burnout. Nessa fase, é preciso procurar ajuda profissional para se recuperar, pois o corpo está em completo estado de exaustão e não consegue restaurar-se sozinho.   NATACHA SEIXAS

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