Auto-estima

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15 fatos sobre ataques de pânico que precisas saber

Os ataques de pânico podem atacar qualquer pessoa a qualquer momento – quer tenha um historial de ansiedade ou nenhum. Às vezes a causa pode ser óbvia (despedido do trabalho, dificuldades económicas graves, fobia social, ou momento inesperado que te aterroriza), mas outras vezes parece completamente aleatório 1.O número total estimado de pessoas que vivem com distúrbios de ansiedade no mundo é de 264 milhões. Neste momento encontra-se em 6º lugar como a doença que contribui para a incapacidade produtiva. 2.Há uma diferença entre ter o ataque de pânico ocasional e ter uma perturbação do pânico. Perturbação do pânico é caracterizado por ataques de pânico recorrentes, bem como preocupação significativa entre os episódios que poderá ter de ataques de pânico, que poderá interferir com sua vida diária. Se tem ataques de pânico recorrentes, provavelmente e segundo os critérios do DSM V, receberá o diagnóstico para Perturbação do Pânico. 3.Algumas pessoas são mais propensas a desenvolver Perturbação do Pânico do que outras. É mais comum em mulheres do que em homens, e geralmente começa no início da idade adulta. Pode existir uma predisposição genética para desenvolver Perturbação de Pânico se tiver um membro da família com ele ou outra Perturbação de Ansiedade. Algumas pessoas podem ter um único episódio ou dois, enquanto outros podem experimentar extrema preocupação e medo após um ataque de pânico, o que pode levar a uma Perturbação do Pânico. 4. Os sintomas de um ataque de pânico são incapacitantes e muito reais. Aqui estão alguns dos sintomas mais comuns: ∙ Ritmo cardíaco acelerado ou palpitações cardíacas ∙ Suor ∙ Tremor ∙ Falta de ar, dificuldade para respirar ou sentir-se sufocado ∙ Tontura, sensação de tontura ou desmaio ∙ Dor no peito ∙ Náusea ou dor de estômago ∙ Calafrios ou ondas de calor ∙ Dormência ou formigamento, especialmente nas mãos e pés ∙ Medo de morrer ∙ Medo de perder o controle ou enlouquecer Algumas pessoas também experimentam desrealização (sentimentos de irrealidade) ou despersonalização (sentimento de desapego de si mesmo), mas estas são menos comuns. Não há explicações para umas pessoas sentirem sintomas diferentes umas das outras, mas é geralmente entendido que um ataque de pânico envolve pelo menos quatro deles. Os sintomas surgem repentinamente e podem durar de alguns segundos a meia hora, embora geralmente sejam cerca de 10 minutos. Desta feita, pode sentir alguns sintomas residuais por um tempo após o término. 5. Um ataque de pânico é a híper-excitação do sistema nervoso simpático.   Um ataque de pânico é essencialmente o nosso corpo a dar um ponta pé na resposta de luta ou fuga quando realmente não há uma ameaça real. Então, se nós estivéssemos frente-a-frente com um leão, estaríamos totalmente prontos – mas na realidade não estamos, e parece que estamos prestes a morrer, ou a ter um ataque cardíaco.   Então, o que realmente está acontecer no nosso corpo para causar todo esse caos?  Primeiro, o nosso cérebro percebe alguma ameaça percebida, que pode ser algo como um pensamento assustador ao acaso, do qual nem estamos conscientes, ou um ritmo cardíaco galopante. O tálamo traz essa informação sensorial para a amígdala, que a traduz como sensação de perigo iminente  e desencadeia a excitação do sistema nervoso simpático, que libera a resposta de luta ou fuga. Durante esse período, a adrenalina do nosso corpo é secretada no cérebro e no corpo, desencadeando sintomas como o aumento da frequência cardíaca, respiração rápida, sudorese, aumento da pressão arterial, dilatação de pupilas, boca seca e outros. Estas são respostas simpáticas normais – elas aconteceriam naturalmente se estivéssemos verdadeiramente numa briga com um leão – mas como na verdade não estamos à frente de um leão, começamos a entrar em pânico e atribuímos significado a esses sintomas para tentar entendê-los, como se estivéssemos a morrer/ a ter um ataque cardíaco / uma reação alérgica / prestes a desmaiar / etc. Este medo e pânico podem causar outros sintomas e também podem desencadear hiperventilação (e pode adicionar sintomas como tremores, formigamento, tontura, dificuldade para respirar, dor no peito, etc.). 6. É totalmente comum visitar imensos médicos de várias especialidade ou ir até a às urgências do hospital por causa de um ataque de pânico. Obviamente, a maioria dos sintomas de um ataque de pânico também podem ser sintomas de outros problemas de saúde – isso é o que os torna tão assustadores e por que é tão difícil aceitar que seja um ataque de pânico e não um ataque cardíaco ou qualquer outra coisa. Então, se estás a sentir os sintomas acima descritos é aconselhável que consultes um médico para descartar qualquer outra coisa. 7. Os ataques de pânico parecem vir do nada, mas na verdade acontecem Sempre há algum tipo de gatilho, mas pode ser algo tão leve, como um pensamento passageiro no qual nem percebe que tinha. Por isso é tão importante a medicação para controlar os sintomas mas também de extrema importância para descortinar os gatilhos disparadores dessa ansiedade levada ao extremo. 8. Os ataques de Pânico tendem a ocorrer com maior frequência quando valorizas demasiado tudo o que se passa no teu corpo Algumas pessoas que são propensas à ansiedade estão super sintonizadas com suas sensações corporais, e isso por si só pode desencadear um ataque de pânico. Por exemplo, talvez percebas um batimento cardíaco estranho ou dificuldade para respirar ou alguma visão turva. A maioria das pessoas pode nem perceber (ou atribuem isso ao café matinal ou a alergias ou qualquer outra coisa), mas outras podem perceber essas pequenas sensações corporais e se concentrar nelas, desencadeando o ataque de pânico. Novamente, podes nem estar ciente desses gatilhos, então ainda pode parecer que surge do nada. 9. Para algumas pessoas, o medo não é que estejas a morrer, mas que percas o controle te humilhes Uma coisa que a maioria das pessoas não entende sobre os ataques de pânico é como eles podem ser tão assustadores quando as pessoas sabem que os recebem. O fato de entenderes que tens perturbação de pânico facilita a deixar de ter? Bem … não é tão simples assim. Muitas vezes o medo é de perder o controle, envergonhar-se em público, estar preso

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Depressão

A depressão é uma desordem que mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, desde jovens a mais velhos. A depressão define-se como um distúrbio afetivo que atingem a autoestima, a inferioridade, o autoconceito, tristeza, pessimismo. Por isso é difícil ficar melhor apenas pela força de vontade, até porque é provável que a força de vontade esteja muito baixa. A depressão afeta mais as mulheres do que os homens. Os pesquisadores acreditam que existe uma vulnerabilidade para a Depressão, que é herdado geneticamente por essa vulnerabilidade e um dos possíveis mecanismos é na alteração de substâncias designadas por neurotransmissores que são responsáveis pelo funcionamento cerebral. Os estudos epidemiológicos mostram que a depressão sempre existiu o que mudou foi a capacidade de reconhecê-la. A Depressão é o último estado da dor humana e para a psicologia define-se por um quadro patológico de tristeza profunda permanente, que podem ser acompanhados por irritabilidade e intolerância (que pode levar a conflitos diferentes e que pode conduzir a sentimentos de culpa).  Na depressão a culpa passa a ser uma parceira constante. A Organização Mundial de Saúde (OMS), revela que a Depressão é a doença mais incapacitante do Mundo e muitas vezes é confundida com um sentimento de tristeza e entender as diferenças é fundamental para o diagnóstico precoce. A nível emocional as pessoas podem sentir-se tão impotentes e apáticas, sem vontade de nada que tendem a isolar-se de tudo isolando-se também das pessoas. Isolando-se socialmente e tentativas de suicídio. Uma das maiores causas do afastamento do trabalho é a depressão. A depressão é tão séria e a prevalência é tão grande que chega a levar ao suicídio e inutilizar a pessoa para o trabalho e processa-se ao nível do inconsciente. A pessoa não tem controle sob a sua condição. A depressão já é tão conhecida das pessoas. Há atualmente tanta informação e tratamentos com altos níveis de eficácia. Mas há existe o estigma social e as pessoas evitam procurar o profissional adequado para se tratarem. A depressão pode afectar qualquer pessoa. Homens e mulheres de todos os grupos etários, níveis de educação e estatuto socioeconómico podem sofrer de depressão. Um quadro de depressão afeta todas as áreas da vida: casamento, família, amigos, os cuidados parentais, a intimidade, o trabalho, os estudos, a carreira e as finanças. Muitos pacientes confundem depressão com tristeza profunda. Mas existe muitas diferenças. A tristeza é uma emoção momentânea e passageira. A depressão é a incapacidade de sentir prazer pelos prazeres da vida. Trata-se de uma Perturbação Psicológica que pode levar ao suicídio e ter resultados fatais enquanto que a tristeza o máximo que pode acontecer é quando nos levantamos da cama quem está à nossa volta levar com o nosso mau humor. SINTOMAS DA DEPRESSÃO Fraqueza Apatia Desânimo Baixo-autoestima Insónia ou Hiperinsónia Diminuição da concentração Diminuição da memória Aumento ou diminuição da libido Sentimentos de desesperança Negativismo Ansiedade Dificuldades em sair da cama Vazio afetivo e emocional Tentativas de suicídio. Manter uma alimentação equilibrada para produzir os neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar O funcionamento do intestino é muito importante porque produz serotonina que leva ao bem-estar daí a importância para uma alimentação saudável. Quanto mais peso se ganha mais deprimido se fica. Frutas, legumes e verduras Carnes brancas e peixes Castanhas CAUSAS DA DEPRESSÃO A depressão é de carater biopsicossocial e varia de pessoa para pessoa.  As causas podem estar na origem de: Processo de luto, seja por morte de um familiar, seja por o térmico de uma relação (divórcio) ou por um acontecimento traumático (acidente, diagnóstico de cancro); Antecedentes familiares; Abuso de substâncias (drogas, álcool); Traumas na infância; Violações; Caraterísticas inerentes à personalidade: baixa autoestima, autocrítica e pessimismo; Gravidez, parto, menopausa; Problemas conjugais e relacionais; Isolamentos social; Problemas financeiros (extrema pobreza, dividas). Orientação sexual não aceite pelos familiares e/ou por amigos ou por outrem. EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE DEPRESSÃO Depressão Recorrente ou Depressão Maior: A Perturbação Depressiva Major é caracterizado por um humor depressivo persistente e penetrante ou perda de interesse e / ou prazer na atividade diária que dura pelo menos 2 semanas.  Distimia: Depressão crónica que persiste ao longo do tempo. No entanto os sintomas são mais leves do que a depressão. Mas a pessoa sente-se recorrentemente triste. Perturbação Disruptiva da Desregulação do Humor: A Perturbação Disrutiva  da Desregulação do Humor (PDHD) é um distúrbio relativamente novo que descreve crianças que têm explosões de raiva frequentes e irritam-se facilmente. Perturbação Depressiva Sazonal: Este tipo de depressão  ocorre sazonalmente durante alterações do clima, no  Outono ou no Inverno. Normalmente, as pessoas recuperam o seu estado de ânimo quando a estação que lhes fez ficar depressivos termina. Depressão Depressiva Breve Recorrente: Trata-se de uma forma ligeira e menor de depressão que pode comprometer o funcionamento normal da pessoa. Afecta principalmente jovens, sendo caracterizada por períodos breves de humor deprimido ou misto (alternadamente humor deprimido e normal). Duram tipicamente menos de duas semanas, mas de elevada recorrência. Depressão Bipolar: doença mental grave caracterizada por alterações extremas do humor, configurando episódios de mania e depressão. Episódio Misto de Ansiedade e Depressão: Apesar de a ansiedade e os sintomas psicológicos e somáticos que a acompanham serem características comuns da depressão, e de os sintomas depressivos estarem frequentemente presentes nas perturbações de ansiedade, em geral é fácil diagnosticar se a depressão é o principal problema. Em todo o caso, no misto de ansiedade e depressão, existe uma combinação equilibrada entre os sintomas de ansiedade e de depressão. A depressão é uma condição séria. Não subestime a gravidade da depressão. A depressão deixa qualquer um exausto, pessimista e desmotivado.  Os sintomas da depressão não são pessoais. Não é nada de pessoal contra si. O estado depressivo, obriga a que as pessoas deprimidas muitas vezes digam coisas prejudiciais e acabam por dizer coisas da boca para fora. Ocultar o problema não vai fazer desaparecer. Se tu és amigo da pessoa deprimida não sejas um facilitador. Não alimentes a depressão. Na verdade, isso pode impedir a pessoa deprimida de buscar tratamento. TRATAMENTO Psiquiatria/Psicologia Antidepressivos; benzodiazepinas; estabilizadores de humor. Terapia cognitivo comportamental Foque em crenças e padrões

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Distimia -Perturbação Depressiva Persistente

DISTIMIA é uma depressão crónica que persiste ao longo do tempo. No entanto os sintomas são mais leves do que a depressão. Mas a pessoa sente-se recorrentemente triste. Os sintomas da distimia em adultos são: Sentimentos de culpa Falta de apetite Diminuição da produtividade Evita atividades sociais Perda de interesse nas atividades diárias Sentimentos de tristeza Autocrítica Sentimentos de desesperança Falta de energia Fadiga Baixa auto-estima Dificuldade de concentração Dificuldade na tomada de decisões Comer excessivamente Insónias Em crianças, os sintomas de Distimia podem incluir: Uma atitude pessimista Irritabilidade Baixo rendimento escolar baixo Imaturidade social É perfeitamente normal sentir-se triste ou desconfortável quando se depara com situações de stress na vida. Mas se for portador de com a distimia, saiba que se não procurar tratamento estes sentimos duram por anos e interferem nas relações e atividades diárias. Causas da Distimia  Não se conhece a causa exata para o transtorno depressivo persistente. É semelhante ao diagnóstico da Depressão. Pesquisadores apontam para causas: Bioquímicas, na medida que as substâncias químicas do cérebro chamadas neurotransmisores, que estão vinculados com o humor, podem desempenhar um papel na causa do distimia. Genéticas, a depressão parece apontar para uma vulnaverabilidade genética. Ambientais, situações imprevisiveis e inesperadas, como a perda de um entequerido, as dificuldades financeiros e um nível de stresse elevado. Tratamento Medicamentos: Os fármacos mais comuns ​​para tratar a distimia são os antidepresivos, electivos inibitórios da recaptação de serotonina (SSRI), os Inibidores de monoaminooxidasa (MAOI), os Inibidores da recaptação de serotonina e norepinefrina (IRSN) e os medicamentos de gerações mais antigas os antidepresivos tricíclicos (ATC). Quando se tem Distimia, é possível que necessite tomar antidepressivos a largo prazo para manter os sintomas sob controle. O seu Psiquiatra saberá qual a melhor opção para si. É fundamental um acompanhamento Psicoterapêutico. E porquê? A psicoterapia pode ajudá-lo a aprender sobre a sua doença e estados de animo, sentimentos, pensamentos e comportamentos. Seja o accionista da sua vida, tome controle dos seus sentimentos e estados de ânimo e aprenda a lidar com eles. É muito importante que aprenda a monotorizar as suas emoções, fazer  a própria gestão do stress  e ser o autor da sua própria história. Faça terapia e sinta-se livre na tomada de decisões e atitudes. Eleve a sua autoestima e autoconceito. Aprenda a refletir e ser o que realmente deseja e não se deixe manipular por fatores exteriores a si. Se tem algum sintoma de Distimia, procure ajuda de um profissional de Saúde Mental. Só somos tratados de forma eficaz, se o diagnóstico estiver correto. MARQUE A SUA CONSULTA NATACHA SEIXAS  

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12 Estágios do Síndrome de Burnout

Burnout é um estado de exaustão profunda. Os cientistas, Herbert Freudenberger e Gail North (1970), desenvolveram 12 estágios do Síndrome de Burnout: A compulsão de provar a si mesmo: Têm uma ideia obsessivas de quererem ser os melhores e prontificam-se a fazer de tudo, exigem muito de si mesmos. Trabalham de forma exaustiva: incapacidade de desligar. Negligência de necessidades básicas: dormir pouco, comer à pressa e qualquer coisa serve com isolamento interpessoal. Retiram-se de Conflitos: descartam-se dos problemas; mas sentem-se ameaçados, em pânico e nervosos. Revisão dos Valores : Os valores são distorcidos, amigos e familiares demitidos, os hobbies são encarados como irrelevantes. O trabalho é o único foco. Negação de problemas emergentes : intolerância; perceber os colaboradores como estúpidos, preguiçosos, exigentes ou indisciplinados; contatos sociais mais difíceis; cinismo, agressão; os problemas são vistos como causados ​​pela pressão do tempo e pelo trabalho, não por causa das mudanças de vida. Retirada : escassez de vida social, para sentir alívio do stress como recorrer ao álcool/ drogas. Mudanças comportamentais ímpares : alterações drásticas nas mudanças de comportamento. Despersonalização: não enxergar nem o eu nem os outros como valiosos e não mais perceber as próprias necessidades. Vazio Interior : sensação de vazio interior e para preencher essa vazio ou come compulsivamente, procura sexo, abusa no álcool ou drogas e as atividades são frequentemente exageradas. Depressão : sentindo-se perdido e inseguro, exausto, o futuro parece sombrio e sombrio. Síndrome de Burnout: pode incluir colapso mental e físico total; tempo para atendimento médico completo.Como se pode verificar, os sintomas do burnout variam de comportamentos leves, moderados a graves, que se tornam muito preocupantes. Provavelmente, todos nós já nos deparamos com algum colega nosso no trabalho com algum destes sintomas. Não se esqueça dos sinais de alerta apenas porque eles, numa fase inicial, parecem suaves. Se perceber em si ou em alguém familiar ou até colega de trabalho estes sintomas não hesite em procurar ajuda poderá estar a salvar uma vida.   NATACHA SEIXAS

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Quatro fases do Stress

Até que o Stress atinja o esgotamento físico e mental passa por 4 fases: alerta, resistência, quase-exaustão e exaustão. Alerta: esta fase carateriza-se pelo stress positivo. Ocorrem mudanças hormonais que geram sentimentos positivos, como motivação e coragem, que levam o indivíduo a ser mais produtivo. No entanto, devido ao ritmo acelerado o corpo físico já começa a dar sinais de alerta de que algo já não está bem, como dificuldades para dormir, tensão muscular, taquicardia, sudorese, respiração ofegante e irritabilidade. Resistência: Esta segunda fase, o corpo aumenta a capacidade de resistência além do que podemos suportar para tentar manter a homeostase interna (equilíbrio interior). Os sintomas aumentas e o cansaço físico e mental é o sintoma predominante, acompanhados de lapsos de memória, perda de apetite, queda de cabelo, problemas na pele e bruxismo (ranger os dentes). Quase-Exaustão: Nesta fase o sistema imunitário começa a enfraquecer de forma drástica e dá-se uma acentuação dos sintomas, predominando o cansaço e a ansiedade. Exaustão: Nesta última fase do stress, o indivíduo já não consegue se manter física e psicologicamente bem para realizar as suas atividades diárias. O cansaço torna-se crónico e as doenças mais graves começam a aparecer.É comum o indivíduo desenvolver úlcera, insónia, diabetes, hipertensão, dificuldades sexuais, Depressão e Síndrome de Burnout. Nessa fase, é preciso procurar ajuda profissional para se recuperar, pois o corpo está em completo estado de exaustão e não consegue restaurar-se sozinho.   NATACHA SEIXAS

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Síndrome de Burnout

A palavra Bournout foi criada pelo psicanalista nova-iorquino Freudenberger na década de 1970. É a junção do inglês burn (queima) e out (exterior), que traduzindo do inglês algo como queimar por completo, fritar-se. Burnout é uma desistência de quem ainda está lá. Encalacrado em uma situação de trabalho que não pode mais suportar, mas também não pode desistir. O trabalhador arma, inconscientemente, uma retirada psicológica, um modo de abandonar o trabalho, apesar de continuar no posto. Codo e Vasques-Menezes (1999) Burnout é um estado de exaustão emocional, mental e física causada por um estado de stress intenso e prolongado. Ocorre quando o indivíduo sente sobrecarregado, emocionalmente esgotado e incapaz de atender às solicitações constantes. À medida que o stress aumenta a pessoa começa a ter dificuldades de resposta e falta de iniciativa e motivação para continuar a exercer as suas funções e tudo parece demasiado difícil e sombrio. O burnout reduz a produtividade e desgasta a energia de qualquer um, e faz com que o sujeito comece a sentir emoções de desespero e desesperança, prevendo um mau resultado para o seu futuro.  O Síndrome de Burnout prejudica todas as áreas da vida do indivíduo afetado, como a vida social, laboral e de casa. Procure ajuda imediata de um profissional de Saúde Mental, se: __apresenta os seguintes sintomas e os mesmos persistem por mais de duas semanas: Sentimentos contínuos, tristes, ansiosos ou vazios; Sentimentos de desesperança; Sentimentos de culpa, inutilidade ou desamparo; Irritabilidade ou inquietação; Perda de interesse em atividades ou hobbies que já foram prazerosos, incluindo sexo; Cansaço constante; Dificuldade em se concentrar, lembrar detalhes ou tomar decisões; Insónias ou hiperinsónias; Diminuição ou aumento do apetite; Pensamentos suicidas ou tentativas de suicídio; Dores constantes, dores de cabeça, cãibras ou problemas digestivos que não desaparecem; Muitas dificuldades em sair da cama para ir trabalhar; Procrastinar, dispensa mais tempo para fazer as coisas Isola-se das outras pessoas (deixa de sair com os amigos e inclusive de atender os telefonemas); Descarrega as suas frustrações no outro; Desresponsabilização; Abuso de substâncias ilícitas; Ignora o trabalho, entra tarde e sai cedo; Sistema imunitário enfraquecido. Pode estar a sofrer de esgotamento emocional por excesso de trabalho, mais conhecido por Síndrome de Burnout. Diferenças entre Stress e Burnout Estresse vs. Burnout Stress Esgotamento Caracterizado por overengagement (estado de alerta constante, hipervigilante, sensação de comprometimento com o stress e situações em si) Caracterizado por desengajamento (desinteresse por tudo). Emoções são exageradas Embotamento emocional Requer reposta urgente e produz inquietação Produz desamparo e desesperança Perda de energia Perda de motivação, ideais e esperança Perturbação de ansiedade Desapego e depressão O primeiro prejuízo pode ser físico O primeiro prejuízo pode ser emocional Pode matá-lo prematuramente Sentimentos de que a vida não vale nada, vontade de desistir Quanto mais precoce for diagnosticado a doença mais rapidamente se recupera. É importante que a Entidade Patronal tenha conhecimentos destas situações e promovam a prevenção da Saúde Mental para bem-estar dos seus funcionários e do próprio rendimento dos mesmos. Acredite que o Síndrome de Burnout pode matar. Traços de Personalidade mais susceptíveis ao Síndrome de Burnout Personalidades do Tipo A: indivíduos perfecionistas, ambiciosos mas muito stressados. Pessoas muito pessimistas. Pessoas muito perfecionistas. Pessoas que têm necessidade de ter o controle das situações. Alguma dicas de prevenção: Para que não tenha que passar pelas chamas do fogo, totalmente queimado, do estado de Burnout, mantenha uma atitude positiva perante a vida. Faça exercício físico, no mínimo, 3 vezes por semana. Mantenha o contato com a natureza. Pode optar por actividades com os amigos e família ao ar livre. Tire férias. Faça folgas. Conviva com os amigos. Mantenha relacionamentos positivos. Afaste-se de relacionamentos tóxicos. Se conhece pouca gente é hora de aumentar a sua rede de contatos. Mantenha uma alimentação saudável e reduza os alimentos que provoca alterações no estado de humor: gorduras trans, açucar, carboidratos refinados, produtos altamente processados e industrializados. Evite a nicotina e beba álcool com moderação.  Tome suplementos de ómega 3 que ajudam no melhor funcionamento do cérebro e ajudam no bem-estar. NATACHA SEIXAS Saiba mais 12 Estágios de Burnout                         4 fases do Stress      

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Porque insistimos em relacionamentos que nos fazem mal

Muitas são as pessoas que chegam ao meu consultório, angustiadas, em pânico, com depressão pelo fato, de estarem em um relacionamento de sofrimento. De repente, o encanto se perdeu, a magia se acabou e todas aquelas juras de amor eterno desmorou, a admiração e até o respeito deixaram de fazer sentido. Para muitas pessoas, esses são os sintomas mais evidentes que precedem o fim de um relacionamento, mas para outras é apenas o início de uma nova fase, difícil de aceitar, mas muitos acreditam que é a fase calma do amor ou até uma fase menos boa da relação. Manter-se em um namoro ou casamento massacrados pode ter consequências desastrosas, mesmo assim são imensas as pessoas que insistem manter as aparências e a relação fracassada. Conheça os principais motivos e descubra que o fim pode ser o início de um novo começo. O QUE ADIA A “SEPARAÇÃO”  1 – Os filhos Embora seja de conhecimento de todos a máxima que afirma que filhos não seguram relacionamentos, muitos casais abdicam da própria felicidade em nome do bem estar dos filhos e evitam se separar para não causar traumas e sofrimentos. De fato, as crianças devem ser preservadas de todas as crises que fazem parte de qualquer relacionamento, mas é preciso ver se inconscientemente não serão os adultos a usarem as próprias crianças para manterem o que já terminou. Dependendo da idade e da personalidade da criança, uma separação pode ser traumática, mas o fundamental é que os filhos entendam que a relação entre eles e os pais são vínculos eternos, ou seja, é preciso que a criança fique perfeitamente esclarecida que quem se separa afetiva-emocionalmente são apenas os pais entre si e nunca eles. As crianças são astutas e apercebem-se de tudo o que as rodeia e crescer em um ambiente onde a infelicidade e as discussões são uma constantes interferem no seu desenvolvimento, por isso entenda que as crianças um dia crescerão e da mesma maneira que pais querem ver os filhos felizes, filho nenhum quererá viver numa casa infeliz. 2 – Dependência financeira Ao se casarem, muitas mulheres abrem mão da vida profissional para se dedicar com exclusivamente à casa, ao marido e principalmente aos filhos. O conflito começa a acontecer quando a mulher começa a necessitar de mais e manifesta comportamentos e atitudes de insatisfação com sua relação. Sente falta de aprovação laboral e por se manter afastada do trabalho à algum tempo a auto-estima e sentimentos de inutilidade começam a rondar a sua mente. Verificam que perderam a capacidade de autonomia. Não têm meio de sustento para si nem para os seus filhos. É quando se vêem totalmente dependentes do marido e a maioria tende a conformar-se com a situação. É por este motivo que aparecem os dissabores das patologias mentais por prisões do inconsciente. Embora já se verifique em muitos casais dependência financeira em ambos os casos, seja por parte da mulher, seja por parte do homem, em que os dois estão empregados e o salário de um não chega para própria sobrevivência. Neste caso, é importante avaliar se essa zona de conforto é tão confortável assim ao ponto de hipotecar o futuro e a felicidade. 3 – Comodismo O comodismo é um dos principais motivos para manter-se em um relacionamento menos bom. A pessoa acredita que nada pode fazer para melhorar a relação e acomoda-se ao seu apático destino. Como ganho secundário de um mau relacionamento a pessoa opta por acomodar-se à situação e como escape isola as suas mágoas numa outra relação em simultâneo. Acredite que pode demorar o seu tempo, mas a separação após um relacionamento sem sucesso pode ter um saldo positivo e fundamental para que a pessoa evolua como ser humano. 4 – Esperança de que tudo irá melhorar Quando nos apaixonamos tudo é um paraíso e amor eterno. Um dia acorda-se com o príncipe no outro com o sapo. Existem mulheres que passam anos esperando que esse príncipe volte, se é que ele algum dia tenha existido em outro lugar além de sua própria imaginação. A constatação de que aquele homem maravilhoso só era visto pelos olhos de uma paixão que já não existe mais pode ser duro, mas admitir que fez uma escolha errada pode ser mais fácil e satisfatório do que permanecer em uma relação onde nenhuma das partes tem nada de bom a oferecer ao outro. É óbvio que terminar um relacionamento não é fácil, mas viver infeliz é certamente mais doloroso. Não adie a felicidade, assuma o controle da sua vida e evite mais sofrimento. 5 – Culpabilidade São muitas as mulheres que se culpabilizam pelo fato da chama apagar. Questionam-se onde erraram e lamentam não investirem mais na relação. Tudo na vida caminha para a entropia (tendência para o desgaste) e não há culpados. Foi bonito, apaixonante mas um dia acaba. Da mesma forma que uma relação é construída a dois, ela pode ser destruída por ambas as partes, sem que nenhum dos dois tenha refletido sobre isso. Não se massacre com o que não deu certo. Não se conforme numa relação que já não lhe dá prazer. Não viva o presente com a felicidade do passado. Já era, agora já não é e amanhã não será, certamente. Invista na vida, invista em si, agradeça a felicidade do que passou nesse que já foi bonito relacionamento e aceite a sua verdade. Sonhe alto porque novas oportunidades virão. 6 – Medo de ficar sozinha Quando assumimos uma relação ou nos casamos não pensamos num afastamento ou divórcio. Mas se por alguma razão aconteceu e a relação acabou, cada um tem de seguir o seu caminho e ser feliz. Ninguém está livre de se apaixonar dentro do casamento. Ás vezes o medo de ficar sozinho leva ao comodismo relacional e ao mesmo dissabor, todos os dias. Não será um  relacionamento sem amor e, às vezes até com traição mais assustador que recomeçar do zero. Ninguém é propriedade. Ninguém terá de ficar com outro alguém por pena ou por obrigação.

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Como Identificar um Agressor Psicológico

Não é fácil identificar um agressor psicológico. Até porque a maioria das pessoas têm a crença de que só somos agredidos que nos magoarem fisicamente. Mas o que não sabem é que o dano psicológico é tão ou mais violento do que o físico. Achar-se o Elo mais forte, seja por machismo, por poder monetário, discriminação, estatuto social, sucesso profissional é uma das causas que muitos se acham no direito de maltratar a quem considere mais fraco. O Agressor Emocional, pode ser um familiar seu, um amigo, o seu marido, colega de trabalho ou escola, o vizinho. Como este poderá estar bem perto de si é bom que saiba identificar os seus perfis característicos a fim de interpretar as verdadeiras intenções da pessoa. Estas são cinco delas. 1. A intolerância O agressor não aceita as diferenças. Rejeita tudo e todos que são diferentes dele. 2. Rigidez Cognitiva Apenas a sua opinião prevalece. Pensa ser o dono da verdade. Impõe as suas ideias independentemente do contexto onde se enquadra. Ele acredita que domina perfeitamente todas as situações e certo de ter sempre razão. Como líder é negativo pelo fato de negligenciar qualquer ideia vindo de outra pessoa. Acredita apenas na sua própria razão. É   um manipulador nato, egocêntrico, cuja intenção é de aparecer e ser o principal em tudo. 3. Pensamento dicotômico Para uma pessoa com esta configuração psicológica, só existe o branco e o preto. Um sim e não. Bom e mau. Amor e ódio. Ganhar ou perder. Não existe nuances de nenhum tipo. Não admite erros, enganos nem o perdão. 4. Hipersensibilidade O agressor é o tipo de pessoa que tem dificuldade para lidar com suas emoções. Lida muito mal com a frustração. Quando obtém sucesso ninguém o pára e pensa que tem o mundo na mão. O Agressor julga-se severamente e por isso deprime-se com facilidade e mais frequentemente cai num buraco do qual é muito difícil sair. É um indivíduo com uma autoestima muito baixa e assume rapidamente o papel de vítima. 5. Carisma, sedução e encanto Numa fase inicial, é difícil as pessoas saberem as verdadeiras intenções do agressor, porque eles são muito agradáveis e se comportam como as melhores pessoas do planeta. São pessoas carismáticas. Doutorados em autênticos atores de cinema onde representam os melhores papeis principais. Quando o verdadeiro Eu do agressor se revela, a própria vitima tem dificuldades em acreditar que estão perante um agressor. E ás vezes algumas pessoas nunca consigam aceitar este facto. A vítima não é o único lesado nesta situação, o próprio agressor a nível psicológico costuma ter uma vida repleta de tormentos. É claramente penoso para ele não conseguir amar ninguém. Por isso existe solidão e vazio no seu dia a dia. Tal como o agredido, o agressor acaba por ser vítima de si mesmo. Um caso que ilustra bem a realidade um Agressor Emocional. Clique no Link Abaixo http://selfie.iol.pt/videos/gabriela-e-cesar-discutem-forte-e-feio/5aeb1b4b0cf29778fd1f4cdb

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Violência Doméstica

Violência doméstica, é todo o ato Físico ou Verbal, literalmente praticado dentro ou fora de casa no âmbito familiar, entre indivíduos unidos por parentesco civil ou natural. Tanto mulheres como homens sofrem  de violência doméstica.             A violência doméstica pode envolver qualquer ou todas as ações que são: física sexual emocional econômica psicológica         Qualquer ação ou ameaça que tenha a intenção de influenciar outra pessoa a obter o controle dessa pessoa pode  ser considerada violência doméstica. Quando uma pessoa quer controlar a outra manifesta ações, ameaças e atividades que “intimidam, manipulam, humilham, isolam, amedrontam, aterrorizam, coagem, ameaçam, culpam, ferem, magoam ou violentam alguém”. Como todos imaginamos, “violência doméstica” é uma frase abrangente que inclui muitos comportamentos destrutivos, e assim como cada caso de violência doméstica pode ser único, assim são as repercussões duradouras para suas vítimas. Isso é violência doméstica? Existem casos semelhantes de violência doméstica, mas nenhum é igual ao outro. No entanto, existem cinco categorias nas quais a Justiça agrupa como ações abusivas. Esses são: Abuso psicológico: Geralmente caracterizado por ameaças, intimidação, destruição de propriedade e isolamento da família e dos amigos. Abuso físico: Qualquer tipo de dano físico causado à vítima, incluindo a negação de assistência médica e o uso forçado de drogas ou álcool. Abuso económico: Controlar alguém, tornando-os dependentes da receita financeira da outra pessoa. Isso também inclui reter dinheiro e manter controlo total sobre todas as finanças. Abuso sexual: qualquer comportamento sexual sem consentimento ou forçar a participação em qualquer atividade sexualmente degradante. Abuso emocional: Inclui (mas não se limita a) encorajar a baixa auto-estima de uma pessoa através de críticas, difamação, devassa da vida privada, ou prejudicando relacionamentos com a família / amigos. A violência doméstica não se limita a uma única forma de abuso. Em muitos casos, a violência doméstica é uma mistura complexa de todos os itens acima. Em algumas situações, as vítimas podem nem perceber que são vítimas de abuso porque as ações emocionais, financeiras e psicológicas não causam dor física imediata. As vitimas de violência doméstica podem sofrer dos seguintes sintomas: Dor crónica Problemas gastrointestinais Distúrbios alimentares Ansiedade Transtorno de estresse pós-traumático Depressão Dissossiação Irritabilidade Pânico Pesadelos Insónias Aumento do risco de infecções sexualmente transmissíveis Maior risco de abuso de substâncias Problemas de saúde reprodutiva / genital Morte Questões crónicas como aquelas acima são adicionais aos traumas físicos mais temporários, como hematomas, contusões, cortes e fraturas, limitações motoras, no caso de abuso físico. A principal vítima da violência doméstica não é a única que sofre, no entanto. As crianças da casa não são poupadas das consequências de relacionamentos adultos abusivos. As crianças em situação de violência doméstica podem experimentar: Abuso de várias formas, como forma de manipular a vítima adulta Défice no Crescimento  Défice no Desenvolvimento Cognitivo  Irritabilidade excessiva Sofrimento emocional Medo de ficar sozinho Comportamento imaturo Desenvolvimento de linguagem atrasada Problemas com o trabalho escolar Dificuldade de concentração Poderá haver dificuldade do controlo dos esfinteres Depressão Tendências suicidas Aumento do risco de gravidez juvenil Maior risco de abuso de substâncias As crianças expostas à violência doméstica também correm maior risco de se tornarem agressoras na escola, mostrarem comportamento agressivo e se tornarem agressoras quando adultas. E SABIA QUE, outros membros da família e amigos próximos também sofrem os efeitos da violência doméstica? Muitas vezes, a família e os amigos não entendem por que uma vítima se distancia, ou podem ser informados por coisas agressivas do agressor que está tentar afastá-los ou manté-los longe da vítima. Pior de tudo, o ente querido tem que viver calado e no silêncio sob a manipulação do agressor para que os seus ente queridos não sofram as consequências deste ser insano.   Natacha Seixas  

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