Ansiedade

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Costrução da Auto-estima

A Auto-estima é a sua opinião de si mesmo. Ocasionalmente, todo mundo não auto-estima faz com que não tenhamos confiança em nós próprios, e é por isso que normalmente estas pessoas são infelizes ou insatisfeitas consigo mesmas a maior parte do tempo. É preciso atenção e prática diária para aumentar a baixa auto-estima. Construção de auto-estima A auto-estima está fortemente relacionada à maneira da forma como reagimos às situações que nos acontecem no dia-a-dia. As sugestões para construir a auto-estima incluem: Fale consigo mesmo de forma positiva – trate-se como se fosse seu melhor amigo. Seja solidário, gentil e compreensivo. Não seja duro consigo mesmo quando cometer um erro. Desafie o ‘diálogo interno’ negativo – toda vez que se auto- criticar, pare e procure por evidências objetivas de que a crítica é verdadeira. (Se pensa que não consegue fazer isto sozinho, peça a opinião de um amigo de confiança.) Acabará por entender que a maior parte de sua conversa interna negativa é infundada. Não se compare aos outros – reconheça que todos são diferentes e que toda vida humana tem valor por si só. Faça um esforço para aceitar a si mesmo, verrugas e tudo. Reconheça o positivo – por exemplo, não descarte elogios, descarte suas realizações como “azar” ou ignore seus traços positivos. Valorize as  qualidades especiais – lembre-se dos seus pontos positivos todos os dias. Escreva uma lista e consulte-a com frequência. (Se não o consgue fazer sozinhi, peça a um amigo de confiança para ajudá-lo a escrever a lista.) Esqueça o passado – concentre-se em viver no aqui e agora, em vez de reviver velhas mágoas e decepções. Diga a si mesmo uma mensagem positiva todos os dias– compre um conjunto de “cartões inspirados” e comece todos os dias  lendo um novo cartão e ande com a mensagem do cartão o dia todo. Pare de se preocupar – “se preocupar” é simplesmente se preocupar com o futuro. Aceite que  não pode ver ou mudar o futuro e tentefocar os seus pensamentos no aqui e agora. Divirta-se – programe eventos e atividades agradáveis ​​todas as semanas. Exercício – é um estímulo muito bom para o cérebro para todos os tipos de coisas, mas principalmente no combate à depressão e na ajuda a se sentir bem. As metas precisam ser passo a passo, como começar uma caminhada ao redor do quarteirão uma vez por dia.. Seja assertivo – comunique suas necessidades, vontades, sentimentos, crenças e opiniões aos outros de maneira direta e honesta. Pratique  por versões mais saudáveis. Reserve um tempo para estabelecer os novos hábitos. Mantenha um diário ou diário para registrar seu progresso.sugestões acima todos os dias preciso esforço e vigilância para substituir pensamentos e comportamentos inúas   de que nos podem conduzir ao erro. Consulte o seu médico para obter informações, conselhos e encaminhamento se estiver com problemas para melhorar sua auto-estima ou se a baixa auto-estima estiver causando problemas como depressão.   By Natacha Seixas

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Por que algumas pessoas repetem os mesmos erros de relacionamento? 

Aqui estão cinco possíveis erros comuns 1: Uma família disfuncional Ironicamente, o futuro de nosso relacionamento pode estar intimamente ligado com o nosso passado. Quando pequenos aprendemos a nossa intimidade da forma como nos ensinaram. As crianças que crescem com um cuidado acrescido, sendo cuidadoras dos pais em vez de protegidas são mais desprovidas destes sentimentos. Ter pais rígidos e excessivamente controladores pode dificultar a tomada de decisões por crianças – e depois por adultos -, enquanto pais negligentes ou desligados podem criar indivíduos com uma forte necessidade de atenção e obsessão devido à insegurança neles próprios. Embora o problema tenha começado na infância, seus efeitos podem durar até a idade adulta, geralmente na forma de desconfiança, necessidade de controle ou dificuldade em construir e manter relacionamentos. Embora nenhuma infância seja perfeita, certos tipos de disfunção afetam ás vezes de forma trágica os relacionamentos. Veja o vício, por exemplo. Estudos mostram que crianças que crescem em famílias alcoólicas trazem os problemas de sua juventude para seus relacionamentos românticos. Filhos de alcoólatras tendem a se casar com famílias com problemas de álcool. Filhas de alcoólatras têm duas vezes mais hipóteses de se casar com um alcoólatra do que filhas de não alcoólatras. Ao escolher um parceiro, seguimos o que conhecemos e aí encontramos a nossa zona de conforto. 2: Trauma na infância O abuso físico, emocional ou sexual na infância pode ter efeitos ao longo da vida. Nos relacionamentos, os sobreviventes de traumas precoces costumam lutar com isolamento social, problemas de apego e incapacidade de confiar. Se eles puderem se comprometer com um relacionamento sério, seus parceiros poderão reclamar que são desnecessariamente ciumentos ou inseguros. Cerca de 80% das crianças vítimas de abuso preenchem os critérios para um distúrbio de saúde mental aos 21 anos – depressão, ansiedade, perturbação de stresse pós-traumático e perturbações alimentares – entre os mais comuns. Há muitos adolescentes que vão pelo mundo das drogas e que em criança sofreram abusos. Este fator consequentemente tem repercussões negativas nos seus relacionamentos. Para muitos, infelizmente o ciclo de abuso não termina com eles. Uma pessoa que fere é uma pessoa ferida. Segundo algumas estimativas, um terço das crianças vítimas de abuso continua a violar os seus próprios filhos. Outros encontram-se continuamente à procura de parceiros abusivos ou indisponíveis, sub conscientemente tentam recriar o trauma da infância como se desta forma pudesse resolver o seu problema do passado mal resolvido. Isto é um indicador de mais rejeição ao trauma e só acumula mais raiva e repugnância. 3: Vício em amor A intimidade genuína é impossível para as pessoas que lutam activamente com o vício em relacionamentos, romance ou amor. Isso ocorre porque os viciados em amor são atraídos repetidamente por pessoas do mesmo género de personalidade. Indivíduos que manifestam uma tendência em magoar os sentimentos e dar em troca desprezo. Quando raramente aparece alguém que tem boas intenções o viciado em amor rapidamente se cansa e parte para outra, sentem um vazio constante. Amam intensamente mas depressa o amor se vai e necessitam de preencher essa vazio afetivo novamente com outro novo amor. Fazem juras eternas e acreditam que pode ser para sempre mas de um dia para o outro vêem todos os defeitos e  e depressa perdem o interesse. Apesar de uma longa história de relacionamentos caóticos, os viciados em amor continuam a procurar desesperadamente a tal pessoa que só existe na realidade virtual, apaixonando-se rapidamente e o que acontece muitas das vezes, num ato impensado, junta-se rapidamente a um parceiro, sem medir as consequências, levado pelo sentimento do momento,  que fica aquém dos seus padrões. O vício em amor pode ser tratado. Teremos que entender a infância ou a disfunção desde a infância e aprender como é a intimidade saudável. 4: Expectativas irrealistas Nossas expectativas em relação ao sexo e aos relacionamentos estão sempre evoluindo, talvez nunca mais do que na era digital. Como resultado da explosão de pornografia online gratuita e facilmente acessível, sites de adultério, aplicativos para smartphone e outras mídias, ficamos perguntar se a Internet matou o Cupido? Há menos de uma década, as pessoas tinham que trabalhar duro para visualizar imagens classificadas como X, marcar um encontro e iniciar um relacionamento sexual. Agora, casados ​​ou solteiros, gays ou heterossexuais, jovens ou velhos, existem inúmeras oportunidades online para obter essas coisas em qualquer lugar, a qualquer hora. A Internet tem sido um salvador para alguns, mas tem sido destrutivo para muitas relações que se mostraram promissoras com histórico de trauma ou propensas ao vício. Tudo tem que ser gerido com peso e medida, caso contrário pode verificar e uma perda de interesse em parceiros da vida real. 5: Distúrbios da saúde mental Ter um distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade ou transtorno de personalidade borderline, pode tornar os relacionamentos românticos desafiadores. As pessoas vivem mais desequilibradas do que equilibradas numa roda de emoções entre raiva, tristeza, zanga, ira. A maioria anda de coração partido à procura do que não sabe, pensa que encontra o que não quer e anda como se quisesse. O mundo do sexo e da intimidade é muito complexo quando tudo poderia ser muito simples porque afinal não temos que fazer nada, nem pensar porque o nosso sentimento faz tudo, as borboletas na barriga, um friozinho, uns tremelicos, as bochechas vermelhas, um engasgo, não dizemos nada de jeito e aí faz todo o sentido mergulharmos a dois. Em um estudo, as pessoas com doença mental eram mais propensas do que aquelas sem doença mental a ter vários parceiros ao mesmo tempo e relacionamentos mais curtos. Eles também eram sexualmente íntimos antes. Com tratamento adequado e auto cuidado, as pessoas que lutam contra a doença mental podem ter relacionamentos saudáveis ​​e estáveis, mas isso exige esforço contínuo e um parceiro de apoio- mas hoje em dia ninguém tem paciência para si, nem se ouvi a si, nem se ama a si quanto mais ao outro. Da próxima vez que embarcar em um relacionamento romântico, olhe além das simples desculpas e crenças erróneas: ninguém me quer; já estou velha para estas coisas; os homens são todos iguais; as mulheres só querem dinheiro.  Em

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Covid-19 e o Impato Psicológico

O primeiro caso confirmado de coronavírus apareceu na china em 17 de Novembro de 2019. Até o final de dezembro, os médicos chineses comunicarem para o mundo as noticias desastrosas do que viria a ser cientificamente designado por Covid-19 . No entanto, o governo chinês tentou impedir que as informações sobre o vírus saíssem e prendeu médicos envolvidos no combate à disseminação do vírus mortal que origina pneumonia.  As pessoas na China continuaram suas atividades habituais desconhecendo o perigo do que estavam a correr. Verificaram-se 3.200 mkortes na China. Números que levantam suspeitas da CIA. Rapidamente, pelo número elevado de mortes, foi decretado pela Organização Mundial De Saúde (OMS) a dia 11 de Março de 2020, o estado de Pandemia Mundial e depressa o Covid-19 se espalhou aos 180 países do mundo. Até hoje (9 de Abril de 2020), 211.600 pessoas foram consideradas curadas da doença (Covid-19). Em termos de mortes, atingiu-se um novo máximo, 88.982 vítimas mortais por todo o Globo, e o número de recuperados eleva-se para 89.054. O número de infetados rondam 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo.   IMPATO PSICOLÓGICO DURANTE E PÓS QUARENTA Um estudo muito recente do impato psicológico da quarentena relata que a maioria dos  indivíduos em quarentena manifestou efeitos como confusão, raiva, ira, ansiedade, depressão e sintomas de stress pós- traumático, que poderá estender-se até três anos. Os mentalmente vulneráveis, os idosos, os hospitalizados As pessoas  com histórico de doenças psiquiátricas são designadas por pessoas com sofrimento psíquico crónico. Se uma pessoa é ansiogénica e sofre de Perturbação do Pânico , a sensação de desamparo e falta de controle induzida por uma quarentena forçada só pode exacerbar a ansiedade. Para pessoas que são claustrofóbicas, ficar confinado a um espaço pequeno pode ser extremamente aterrorizador. Pessoas com ideação suicida podem estar particularmente em risco nessas circunstâncias. Outra população vulnerável são os idosos, confinados em suas casas ou em lares, onde a infecção pode se espalhar facilmente se não for evitada. Como as pessoas mais velhas correm mais risco de mortalidade, devem permanecer em estado de quarentena até que a situação se resolva por completo. Os idosos podem ser os que mais podem apresentar sentimentos de abandono, medo e solidão. As pessoas que estão confinadas em hospitais, podem manifestar sentimentos de medo, confusão e desespero, por receio de ficarem contagiados e incertezas aquando poderão receber visitas dos seus familiares derivado ás restrições impostas pela quarentena, pelo fato, de perigo de contágio. Como atenuar os efeitos da quarentena Pesquisas que já foram efetuadas mostram que a quarentena é mais bem tolerada e a conformidade melhora quando as pessoas obtêm informações fidedignas sobre a natureza da doença e os benefícios da do isolamento. Se as pessoas forem forçadas não cumprem, é muito melhor explicar os riscos/benefícios da quarentena para a saúde para que desta forma consigamos uma melhor consciência coletiva e uma melhor gestão nesta situação de pandemia. As pessoas não se podem sentir vitimas da situação mas participantes ativos e responsáveis pelo sucesso da recuperação rápida de uma catástrofe mundial. É fundamental não abandonar aqueles que são mais vulneráveis. Pessoas que sofrem de doença mental precisam ter acesso a terapeutas e medicamentos – com telemedicina, médicos online, se necessário. Profissionais de saúde mental, membros da comunidade e da família precisam estar cientes dos desafios que o isolamento apresenta às pessoas sob seus cuidados – ou àqueles da comunidade – e verificá-los com frequência. Os idosos que moram sozinhos precisam ter alguém que os contate e que os tranquilize, é igualmente importante que possam contar com alguém da família ou uma pessoa destinada que tenha todos os cuidados indispensáveis para a não propagação do vírus, dada a sua vulnerabilidade à saúde. Aqueles em lares ou hospitais ainda têm acesso às pessoas que cuidam deles. Atualmente, as redes sociais são uma mais valia para intercomunicar e disfarçar o isolamento interpessoal:  telefone, mensagens de texto, e-mail e até cartas postadas podem fazer a diferença. O ato de alcançar é mais importante do que qualquer coisa que precise ser dita. Pacientes isolados precisam de sentir o quanto importantes são na sociedade. Os cuidados com as crianças são de extrema importância: fazer atividades rotineiras. Manter a rotina é demasiado importante. Os mais pequenos precisam de horas destinadas para se orientarem. Horas para estudar, horas para almoçar, lanchar e jantar. Horas para dormir e acordar. Horas para brincar com os pais. Os casais vão perceber que a adaptação a 24h em conjunto não vai ser nada fácil. Talvez poderão verificar que cada um mudou ao seu ritmo. Poderão até não reconhecer a pessoa com quem vivem atualmente. Não quer dizer que o cônjuge tivesse mudado mas poderá ser significado que você próprio mudou e seja o reflexo de si no outro. As divergências e conflitos pela força das circunstâncias poderão surgir e o desespero seja uma constante à medida que o tempo de isolamento aumenta.  E tenderá tendência agravar se a quarentena for passada com familiares mais próximos dos cônjuges. É benéfico que fique combinado que cada membro da família tenha 1 hora por dia para si sozinho, num espaço num canto da casa para que consiga reunir forças e energias para se estabilizar emocionalmente. É de prever que no fim da quarentena e quando estiver tudo mais estabilizado o número de divórcios tenda aumentar. by Natacha seixas VIDEO DE YOUTUBE

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As relações são cada vez mais fugazes e muitas não passam de alugueres de fins-de-semana.

E assim nos acostumamos a viver em corpos de arrendamento. Muitas das nossas emoções secam as suas raízes, perdem tenacidade e destreza e vamos perdendo o que de melhor nos distingue dos outros seres vivos, a profundeza do nosso sentir. Sei que está a ser difícil criar laços nos dias atuais, seja por falta de tempo, seja por cansaço psicológico e falta de paciência em investir novamente num nova relação, investir num novo principio com medo de um novo fim. Os filhos serem novamente expostos a outro parceiro. Apresentarmos à família um novo namorado de x em x tempo. É verdade que a sociedade reprime esse comportamento e se for do sexo feminino há uma maior tendência a ficar com um rótulo bem feio. Sim, fica mais fácil e cómodo filtrar emoções e passar momentos a dois, ficarmos com o estaladiço e comer enquanto está quente, porque enquanto esfria e no momento do primeiro obstáculo dá uma enorme preguiça de sentar e conversar para entender o outro. Fique a saber que para criar laços é necessário manusear o nó. É bom cuidar e ser cuidado. Estar com alguém não significa morar junto, até porque quando aprendemos a estar sozinhos torna-se difícil abdicar do espaço pessoal que aprendemos a conquistar. No entanto, é possível ter-se relações ainda mais saudáveis e poderosas estando cada um na sua casa e tornar a relação até mais criativa e envolvente, desde que ambos estejam disponíveis para isso. Mas quando a relação estiver com saldo negativo não se repelem nem se culpabilizem mas juntem-se e juntos apoiem-se, até porque duas cabeças pensam melhor que uma só. By Natacha Seixas

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O que é Tricotilomania? O gesto estranho de puxar o cabelo!

O que é Tricotilomania?  Um olhar mais atento às causas, sintomas, prevalência e tratamento da tricotilomania (distúrbio de puxar o cabelo) A DIFÍCIL JORNADA DO AUTO-CONTROLE   A tricotilomania, também conhecida como “perturbação de puxar o cabelo”, é uma Perturbação Mental classificada como Perturbação Obsessivo-Compulsiva. Está relacionada com impulsos persistentes e recorrentes de puxar o cabelo do couro cabeludo, sobrancelhas, pálpebras e outras áreas do corpo, apesar da intenção da pessoa tentar repetidas vezes parar ou diminuir o puxão de cabelo. Ás vezes este ato de puxar as sobrancelhas pode remover por completo as mesmas. No cabelo pode fazer com que  fique com pelagens no couro cabeludo. Há indivíduos que conseguem controlam mais do que outros esta situação de puxar os seus próprios pêlos. Principais Sintomas de Tricotilomania A principal característica da tricotilomania é o puxar recorrente do próprio cabelo. Puxar o cabelo pode ocorrer em qualquer região do corpo em que o cabelo cresce; Os locais mais comuns incluem o couro cabeludo, sobrancelhas e pálpebras. Áreas menos comuns incluem regiões faciais, púbicas e peri-retais.  O puxar o cabelo pode ser um ato exibido em tensão de stress um forte ansiedade em que a pessoa sente um prazer no final. Habitualmente os indivíduos com tricotilomania também têm outros comportamentos repetitivos focados no corpo, como roer as unhas e mastigar os lábios. Fatores de risco Idade: O início geralmente ocorre entre as idades de 10 a 13 anos e pode durar por toda a vida Outras Perturbações mentais: Ansiedade, Depressão e Perturbação Obssessiva-Compulssiva. Stress: Níveis elevados de stress podem desencadear tricotilomania para algumas pessoas. Quando procurar ajuda Se verificar que não consegue para de puxar o cabelo ou outros pêlos em uma outra região do corpo convém procurar ajuda. A tricotilomania não desaparece por si só. Procure tratamento imediato, estes sintomas interferem de forma negativa nas suas relações sociais e auto-imagem.  É importante procurar ajuda o mais rápido possível e continuar o tratamento de forma contínua. Natacha Seixas

Ansiedade, Ataques de Pânico

Alergias na Pele podem ser Sintomas de Ansiedade

Pele ardente, sensações de ardor na pele – sintomas da ansiedade Sintoma de Ansiedade – Alergia emocional Descrições comuns do sintoma da pele que queima a ansiedade incluem: Sensação de queimadura solar, mas não há marcas de queimaduras aparentes ou razão para a sua pele estar queimada. Sensação de “faíscas quentes” na pele. Muita comichão na pele mas sem razões aparentes para isso Sensação de cócegas ou “crawly” sob a pele. Pele excessivamente sensível ao ar, ao toque, ao calor, ao frio ou a qualquer coisa que esteja sobre ela (cobertores, roupas, outras pessoas tocando em você, etc.). Pele com manchas. Um pedaço de pele (ou muitas manchas) pode parecer frio e / ou arrepiado. O sintoma da pele a queimar pode aparecer em qualquer lugar do corpo:  braços, mãos, dedos das mãos, pernas, pés, cabeça, rosto, estômago, ou outro. O sintoma da pele queimada pode afetar persistentemente apenas uma área, pode mudar e afetar outra área ou áreas, e pode migrar para todo o lado e afetar várias áreas repetidas vezes. O sintoma da pele queimada pode ir e vir raramente, ocorrer com frequência ou persistir indefinidamente. Por exemplo, podemos sentir a pele a queimar de vez em quando ou o tempo todo. O sintoma da pele queimada pode preceder ou acompanhar uma escalada de outras sensações e sintomas de ansiedade, ou ocorrer por si só. O sintoma da pele queimada pode preceder ou acompanhar um episódio de nervosismo, ansiedade, medo e stress elevado, ou ocorrer fora do episódio stressante. O sintoma da pele queimando pode variar em intensidade de leve a moderada a grave. O sintoma da pele queimada pode mudar de dia para dia e / ou de momento a momento. Todas as combinações e variações acima são comuns. O sintoma da pele queimada, pode ser desconcertante, pode ser mais patente de manhã ou ao deitar. Porque a Ansiedade causa ardor na pele? Há uma série de razões pelas quais a ansiedade pode causar uma sensação de ardor na pele. As quatro mais comuns são: 1. Como resposta ao stress a ansiedade ativou o comportamento ansioso A resposta ao stress imediatamente provoca alterações fisiológicas, psicológicas e emocionais específicas no corpo que aumentam a capacidade do corpo de lidar com uma ameaça – ou lutar ou fugir dela – que é a razão pela qual a resposta ao stress é muitas vezes referida como a luta ou fuga. Parte das mudanças na resposta ao stress incluem desviar o sangue de partes do corpo menos importantes para a sobrevivência das partes vitais. Por exemplo, o sangue é desviado da pele (para que, se a pele for cortada, o corpo não sangre até a morte) e para o cérebro (para que o cérebro tenha oxigénio suficiente para processar informações). Essa ação de desvio pode estimular as células nervosas da pele, o que pode causar uma sensação de queimação durante uma resposta ativa ao stress. 2. Uma resposta ativa ao stress faz com que o sistema nervoso e as respostas nervosas do corpo se intensifiquem. O sistema nervoso do corpo entra em alerta máximo. Essa prontidão emergencial pode estimular demais os nervos, incluindo os nervos sensoriais, como aqueles associados ao toque. Esta estimulação pode causar uma sensação de “queimação” em várias partes do corpo. 3. Estimulação da resposta ao stress Quando as respostas do stress ocorrem com pouca frequência, o corpo pode se recuperar relativamente rápido das mudanças fisiológicas, psicológicas e emocionais. Mas quando as respostas ao stress ocorrem com muita frequência ou de repentinamente, o corpo tem mais dificuldade em se recuperar, o que pode resultar em um corpo semi-hiperestimulado. Quando o corpo se torna hiperestimulado, o sistema nervoso pode agir de forma irregular e mais involuntária do que o normal. Esse aumento no comportamento errático e involuntário pode fazer com que o sistema nervoso “informe em excesso” e / ou “denuncie incorretamente” informações sensoriais, incluindo informações provenientes da pele. Por exemplo, as terminações nervosas na derme podem causar a sensação de ser tocado quando nenhum toque ocorreu. Eles também podem enviar as sensações de dor ou serem queimados quando a pele não foi danificada ou queimada. Todas essas sensações são comuns quando o stress e a ansiedade são maiores que o normal. Quando o stress é contínuo o sangue é também continuamente desviado da pele. Quando a pele é constantemente privada de um suprimento generoso de sangue, ela pode ser mais suscetível a irritações, erupções cutâneas e infecções. Pequenas dores ou desconfortos na pele resultantes dessas irritações podem ser experimentados como sensações de comichão, rastejamento, queimação ou frio. 4. Reação adversa à medicação   Alguns medicamentos causam efeitos adversos como sensação de comichão, queimação e ardor na pele. Se acha que é de algum medicamento que tomou deve consultar imediatamente o seu medico. Como livrar-se da ansiedade que lhe causa os sintomas de pele? Se a queimação ou ardor na pele for derivado à ansiedade leve eles passarão quando nós nos acalmarmos. A nossa mente pode levar até 20 minutos ou mais para o corpo se recuperar de uma grande resposta ao stress. Mas isso é normal e não deve ser motivo de preocupação. Quando o sintoma da pele queimada é causado por stress persistentemente elevado, como respostas de stress muito freqüentes e / ou dramáticas, pode levar muito mais tempo para o corpo se recuperar e até o ponto em que esse sintoma da pele queimada é eliminado. Para superar as doenças de pele é necessário trabalhar em conjunto, médicos auxiliam no alivio dos sintomas físicos, enquanto os psicólogos irão trabalhar para ajudar o paciente a entender qual o gatilho que dispara esse ciclo e auxiliar no controle das emoções e stress do dia dia.  

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Enfarto ou Ansiedade?

Estas doenças psicossomáticas estão a entupir os hospitais. São milhares de pessoas que todos os dias procuram explicações para os seus assustadores sintomas nos postos de atendimentos dos hospitais em Portugal e no mundo, manifestando sintomas físicos comuns como: palpitações, dores no corpo, dores de cabeça, dores de estômago, formigueiro, falta de ar, fadiga, tontura, inchaço, insónia, impotência, dores de barriga e dores nas costas, mas em 84% dos casos as causas são de origem psicossomática, isto é, não é possível detectar nenhuma origem física desses sintomas. Os sintomas físicos por ansiedade advém do psíquico e criam forte angústia e sofrimento no paciente. Mesmo assim, são muito poucas as pessoas que procuram tratamento psicológico e são a maioria as que ficam horas a fio à espera nas urgências para serem atendidas para fazerem análises ao corpo físico quando a origem está na mente. O resultado é frustrante. Pois quando sentimos uma dor de cabeça tomamos um comprimido, ela passa. Se temos uma tosse irritante e vamos à farmácia e compramos um xarope para a tosse e ao fim de quinze dias não passa, optamos por ir ao médico ele por sua vez orienta-nos para fazer-mos uns exames e lá acusa alergia x… tomamos uns anti-histaminicos e rapidamente estamos bem novamente. Temos dor de barriga, umas cólicas foi alo que caiu mal experimentamos um chá, laxante e ficamos bem. Mas com a ansiedade, com inúmeros sintomas semelhantes a um enfarte, com falta de ar, um formigueiro pela peito até à cabeça, sensação de asfixia, uma vontade de fugir e não passa. Algo que acontece do nada e passa também do nada mas volta novamente do nada. E acaba numa bateria de exames em que os resultados acusam nada. Portanto, a causa está no seu estado emocional e é isso que tem que tratar. Quando nós calamos dores emocionais, quando abafamos os afetos, quando não dá.mos voz ao que sentimos um dia o corpo fala-nos desses sentimentos em forma de doença ou por sintomas psicossomáticos. Eu acredito que a maioria das doenças são oriundas dão emoções.   Natacha Seixas

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Como o excesso de informação afeta a nossa vida?

Antigamente, para termos acesso à informação precisávamos de ir até ela. Ou comprávamos um jornal, uma revista, ligávamos a TV, o rádio ou perguntávamos ao vizinho pelas novidades. Há 20 anos atrás só tínhamos acessos a alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism. Navegar na Internet pode simbolizar afogar-se na Internet. Saiba como o nosso cérebro está a ser afetado por isso? Sabia que os nossos cérebros não gostam de muita informação. Inúmeras pesquisas mostram que embora no inicio o indivíduo sinta um certo entusiasmo por ter diversidade de escolha para a tomada de decisão o resultado final mostra-se ineficaz e notoriamente infeliz. Um estudo do consumidor exemplificou isso de forma drástica. Quando os clientes dos supermercados receberam amostras de 6 tipos diferentes de geleia, 30% deles compraram um pote de geleia. No entanto, após  24 opções diferentes, apenas 3% acabaram por comprar uma geleia. A nossa memória não está preparada para reter uma quantidade ilimitada de informações. A nossa memória tem limite e apresenta lapsos de memorização quando atinge esse patamar de esgotamento. Não conseguimos fixar números de telemóvel ao mesmo tempo, por isso, é que temos agendas para não esquecermos. O cérebro humano precisa de tempo para aprender. Não aprendemos e consolidamos a informação sob pressão.  Por isso, é que se diz aos estudantes que não devem estudar no dia anterior aos exames porque a matéria não fica consolidada, a mente precisa de tempo para processar a informação. Respeitar as horas e a qualidade do sono é muito importante neste caso. Patologias associadas ao excesso de informação Os indivíduo que acordam com sede de informação, seja por meio das redes sociais, noticiários na Tv, rádio, a ler livros, Jornais ou revistas e mesmo assim sente um vazio por falta de informação. Então, cuidado porque é sinal que sofre de Síndrome da Fadiga por Informação. Este síndrome pode afetar a nossa vida de tal forma até ao ponto de nos asfixiar de ansiedade. Sentimentos de escassez de informação induz-nos a uma busca incessante o que esgota de forma brutal o sistema cerebral. Uma apatia pode instalar-se devido ao excesso de astenia psíquica e física. E quanto mais preocupados e cansados estamos manifestamos mais dificuldades de concentração e dificuldades na atividade onírica o que agrava ainda mais o quadro ansiogénico. Como lidar com tantas informações? DIETA DAS INFORMAÇÕES – passar a “consumir” informação em menor quantidade: limitar as horas de ligação à net ou outro orgão de informação que use. Estabeleça esse contrato consigo e seja eficaz. -Não consuma mais do que é capaz de administrar. -Tenha contato com a natureza. -Pratique exercício físico, ajuda a descontrair e diminuir o stress. -Faça atividades com os amigos. -Marque na sua agenda um dia por semana para descanso das informações: fique em modo off. Natacha Seixas  

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10 novos estudos sobre ANSIEDADE que deve saber

Novas maneiras de reduzir a ansiedade. Porque algumas pessoas são tão ansiosas e muito mais? Dez novos estudos de psicologia revelam porque algumas pessoas estão ansiosas, como reduzir a ansiedade e muito mais. 1. Atos de bondade podem ajudar a reduzir a ansiedade social Ter atos de bondade e empatia pode ajudar as pessoas com ansiedade social a se misturarem com os outros com mais facilidade. As pessoas recrutadas para o estudo foram colocadas em um dos três grupos por quatro semanas: Um grupo realizou atos de bondade, a tarefa era preparar o pequeno almoço dos companheiros do quarto. Outro grupo foi exposto a várias interações sociais sem os atos de gentileza. Um terceiro grupo, que não fez nada de especial, agiu como um controle. No final do estudo, aqueles que realizaram os atos de bondade se sentiram mais à vontade nas interações sociais. 2. Três suplementos dietéticos que reduzem a ansiedade Suplementos dietéticos que contêm maracujá, kava ou combinações de L-lisina e L-arginina podem ajudar a reduzir a ansiedade-pode verificar o estudo no  Nutrition Journal . Os suplementos não manifestaram efeitos colaterais graves. Dos suplementos incluídos, a kava tem sido o mais extensivamente estudado. Os pesquisadores descobriram que tomar kava sem prescrição médica reduziu significativamente os sintomas de ansiedade, principalmente nos paciente com Perturbação de Ansiedade Generalizada, Ansiedade não Psicótica e outras Perturbações de Ansiedade. 3. Por que a ansiedade pode isolar socialmente A ansiedade faz com que as pessoas se concentrem mais em si mesmas e reduz sua empatia pelos outros. O individuo centra-se demasiado nos seus sintomas e na localização corporal do mesmos, bem como, nos espaços que frequentam mantendo-se em estado de alerta com medo de um ataque de pânico inesperado. Por este motivo a alta concentração em si tende a diminuir as emoções em relação aos outros. 4. A Ansiedade pode ser hereditária Uma rede hiperativa situada na parte cerebral é central para como as crianças herdam a ansiedade e a depressão de seus pais. A rede consiste em três regiões do cérebro que trabalham juntas para controlar a resposta ao medo. O estudo constatou que cerca de 35% da diferença na ansiedade foi explicada pela história familiar. Os rótulos, sentimentos de insegurança e incongruência entre atitudes dos pais contribuem para este fator. 5. Comportamento sedentário ligado à ansiedade Um novo estudo refere que, sentar-se durante todo o dia tem sido associado ao aumento da ansiedade. Atividades de baixa energia, como assistir TV, trabalhar em um computador ou jogar jogos eletrónicos, podem estar ligadas à ansiedade. A causa da ligação pode estar relacionada a distúrbios do sono, saúde metabólica deficiente ou retraimento social. 6. Ansiedade social ligada a níveis mais elevados de serotonina A Perturbação de Ansiedade Social pode estar conetada a níveis mais elevados de serotonina no cérebro e não inferior como se pensava anteriormente. Pessoas com ansiedade social na verdade produzem mais neurotransmissores serotonina em seus cérebros. Quanto mais serotonina eles produzem, mais ansiosos se tornam. O resultado é uma surpresa, uma vez que a ansiedade social é frequentemente tratada com SSRIs como Prozac, Paxil e Zoloft (fluoxetina, Paroxetina e Sertralina). SSRIs realmente  aumentam os níveis de serotonina no cérebro. 7. Alimentos fermentados podem reduzir a ansiedade social Pessoas que comem mais alimentos fermentados têm menor ansiedade social. O benefício é particularmente notável entre pessoas altamente neuróticas. Pessoas neuróticas são propensas à ansiedade. Alimentos fermentados que são uma parte regular da dieta ocidental incluem leite, queijo, iogurte e pão. Eles geralmente contêm probióticos, que provavelmente estão por trás do benefício. 8. Ansiedade é ‘contagiosa’ A ansiedade é “contagiosa” e pode ser transmitida de pais para filhos. A natureza “pegadora” dos pensamentos e comportamentos ansiosos existe além dos efeitos da genética. As crianças ansiosas também podem transmitir o seu estado ansieogénico aos pais, mesmo quando eles não eram inicialmente ansiosos. Podemos também verificar que quando estamos a conviver durante demasiado tempo com pessoas ansiosas e altamente sensíveis ou conflituosas somos de uma forma ou de outra afetados por esses problemas e pensamentos trágicos, aumentando em nós essa ansiedade. Logo o contágo social. 9. Prebióticos podem reduzir a ansiedade Pesquisadores da Universidade de Oxford , em um estudo do género, referem que consumir um pré- biótico pode ter um efeito anti-ansiedade. Como os alimentos que contêm  bactérias pró bióticas, os pré-bióticos são alimentos funcionais: eles têm benefícios além de seu valor puramente nutricional. A influência positiva do prebiótico foi semelhante à obtida tomando os antidepressivos ou ansiolíticos existentes. 10. Como exercício e relaxamento ajudam a reduzir a ansiedade São muitos os indivíduos acéticos em relação às técnicas de relaxamento e meditação, mas a verdade é que vários estudos comprovam que funcionam para reduzir a ansiedade. As pessoas tornam-se mais calmas porque conseguem arranjar tempo para si próprias. Estão apenas sozinhas consigo e com os seus pensamentos, podendo desfrutar do silêncio e acalmar a mente. Este exercício ajuda muito a mudar a forma como a pessoa vê o mundo. Após o exercício ou relaxamento, as pessoas são menos propensas a interpretar os sinais sociais neutros como ameaçadores – algo que as pessoas com ansiedade social tendem a fazer. Natacha Seixas

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