Ansiedade

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Gerir as emoções para ser feliz

Somos seres humos pensantes com emoções. Todos sentimentos, todos rimos e choramos. Todos gostamos mais ou menos. Para vivermos é preciso nascermos e sabemos que um dia vai acontecer. O dia vai chegar. Todos somos mortais. Então porque não fazemos para nos sentirmos bem e encaramos a vida tal e qual como ela é. Se vamos ao médico quando temos um braço partido e colocamos gesso para o tratar, se temos uma amigdalite e tomamos antibiótico para sarar, se achamos normal injetarmos insulina para a diabetes. Então porque temos vergonha e nos culpabilizamos por nos sentirmos tristes, sem ânimo, sem conseguirmos levantar da cama para fazermos a nossa rotina diária que antes nos era tão simples e normal. Sei que ao olhar do outro também possa ser preguiça e ao teu olhar sei que sentes que não se trata de uma simples preguiça ou querer faltar ao trabalho, até porque o teu corpo não consegue reagir, estás apático, as tuas emoções estão doentes. Quando se trata de procurar ajuda médica para o físico o ser humano vai. Mas no que se trata a procurar ajuda psicológica ainda existe um longo caminho a percorrer. Regista-se uma tendência a esconder as emoções e o teu verdadeiro estado exaustivo, ri quando pretende chorar, está presente quando só quer fugir, e assim se afoga amarguras e o quadro clinico se agrava. Não é vergonha estar afetado psicologicamente. Somos seres que falham e também temos os nossos interruptores mentais que avariam. Sabes que não  precisas de viver assim. há cura, há solução, não faças da tua doença um caminho sem saída.     Espero que um dia estes mitos acabem e que as pessoas vejam a saúde mental com normalidade e dêem o mesmo valor como dão à saúde física sem culpas e ressentimentos. Só assim podemos pòr fim às nossas dores e ter mais qualidade de vida e viver de emoções saudáveis- Emoções positivas geram comportamentos saudáveis logo sentimentos que promovem o bem-estar.   By Natacha seixas

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Perturbações Traumáticas em Criança

AS CRIANÇAS E OS TRAUMAS Os traumas ocorrem com alguma frequência na infância e na adolescência. Nem todos eles levam ao aparecimento da Perturbação de Stress Pós-Traumático (PSPT), mas alguns argumentos mostram que, quando estão presentes, estas Perturbações são muitas vezes minimizadas pelos pais e até mesmo pelos profissionais. Em adultos, estas Perturbações Traumáticas são muito estudadas em contextos militares ou civis desde o final do século XIX  século, sob a neurose prazo ou neurose de guerra traumática. A partir de 1980, a terceira versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Perturbações Mentais (DSM-III) consagra o termo “Perturbação de Stress Pós-Traumático”. No entanto, o assunto não é estudado especificamente em crianças. Durante a Segunda Guerra Mundial, Anna Freud e Dorothy Burlingham foram as primeiras a se interessar pelos sintomas que aparecem em crianças submetidas a bombardeios da Força Aérea Alemã em Londres. deste estudo há que realçar que asz crianças lidam melhor com o trauma, num ambiente de pais calmos e solidários, no entanto, a ajuda das pessoas ao seu redor nem sempre evita distúrbios tardios. Só na década de 1970 registam-se mais estudos de desastres naturais, acidentes ou agressões, que se concentra na avaliação e acompanhamento de crianças.   O que é um evento traumático para a criança? Os eventos que podem levar à Perturbação de Stress Pós-Traumático (PSPT) compreendem algumas características: são repentinos e envolvem uma ameaça à vida ou risco de lesões graves ou abuso sexual. A criança pode ser a vítima ou a testemunha enquanto o evento acontece a um terceiro. Isso acarreta uma variedade de situações: abuso físico e sexual, violência doméstica, acidentes graves, ataques de cães, procedimentos médicos invasivos, incêndios, desastres naturais ou tecnológicos, guerras, etc. É muito importante a idade da criança, a maturidade, o índice de défice de coping, ou seja a sua capacidade de lidar com a situação, a perceção de ameaça e a decisão imediata de evitação e fuga em caso de perigo. Por exemplo, um ataque de um cão pequeno pode causar traumas em uma criança pequena, enquanto não o causará em um adolescente. Já nos abusos sexuais assim não se passa, pois trata-se de eventos muito traumáticos. Normalmente, as violações são de agressores parentes próximos, que acabam por agravar o trauma e são de forma intencional e com alguma frequência. A criança sente-se desprotegida e  cria medo com sintomas ansiogénicos agravados, pois a pessoa que deveria ser cuidadora acaba por destrui-la por dentro e fazer-lhe mal também fisicamente. A morte de um familiar (mãe, pai, irmão) são igualmente eventos muito traumáticos e difíceis de entender, aceitar e ultrapassar. Já a exposição a imagens violenta, vídeo jogos sangrentos e assustadores não representam por si só eventos traumáticos mas podem desencadear manifestações de ansiedade em crianças, como medo de adormecer sozinhos (terrores noturnos). O bullying, em casos extremamente graves podem ser traumáticos e originar o PSPT. Uma criança com o PSPT  fica com o seu sistema de crenças afetado e dá-se a  “Destruição das teorias sociais infantis ” (Bailly) . A criança que normalmente se sente protegida pela crença na invulnerabilidade de seus pais e na capacidade de sempre protegê-la vê essas crenças protetoras destruídas. A reação dos pais ao trauma e às dificuldades que dele podem resultar na criança também é um ponto importante no desenvolvimento e na persistência das dificuldades na criança. Se os próprios pais estão atordoados, oprimidos, ansiosos pelo evento ou pelos problemas da criança, a evolução será menos favorável. Por isso, nessas situações, é importante oferecer apoio a toda a família. Reações ao trauma Após o trauma, pode-se observar sintomas transitórios. Assim, no caso de sintomas pós-traumáticos no primeiro mês, falamos em “Perturbação de Stresse Agudo”. Em alguns casos, os sintomas melhoram em dias ou semanas. No entanto, as Perturbações Depressivas e as Perturbações de Ansiedade (especialmente a Ansiedade de Separação). A co-morbidade também foi encontrada com Abuso de Substâncias, Perturbações de Conduta, Perturbações de Oposição e Perturbações de Déficit de Atenção. Quais sintomas? A PSPT pode aparecer em qualquer idade e sempre inclui: – sintomas de recaída, que são re-atualizações do trauma que a criança revive com a mesma angústia e intensidade de quando o evento ocorreu: pensamentos intrusivos que podem resultar na criança pela necessidade de falar constantemente sobre assuntos relacionados ao evento, flashbacks (a criança parece reviver o evento sem haver nenhum lembrete particular, como se seu comportamento estivesse dissociado de sua finalidade ou de sua intencionalidade), pesadelos, angústia quando há um gatilho que faz relembrar o trauma; – sintomas de evitação de qualquer coisa que pudesse lembrar o evento; – estado de hiper-alerta: distúrbios do sono, dificuldade de concentração, hiperemotividade com irritabilidade e às vezes explosões de raiva com atitudes de vigilância, a criança fica muito ansiosa em relação ao meio; – manifestações cognitivas (memória) e emoções negativas (dor, tristeza, raiva, raiva, vergonha, culpa, sendo esta última muitas vezes importante, mas pouco verbalizada nas crianças). A idade da criança modifica a maneira como esses sintomas são expressos e condiciona o aparecimento de sintomas adicionais. Crianças em idade escolar As revivescências podem assumir a forma de um jogo traumático  em que a criança literalmente repete parte da cena traumática. Essa repetição é compulsiva, sem prazer, não alivia a criança de sua ansiedade e não deixa espaço para que terceiros desenvolvam um cenário lúdico. A brincadeira traumática não é um jogo, mas um sinal de sofrimento. Verifica-se uma incapacidade na diminuição no jogo imaginativo. Nessa idade, os sintomas frequentemente se manifestam na esfera escolar e a criança pode ver sua socialização e habilidades cognitivas prejudicadas pelo trauma. Crianças pré-escolares Antes dos 18-24 meses, observamos principalmente distúrbios do desenvolvimento psicomotor, perda de aquisições, estados de apatia com passividade ou agitação com choro e gritos incessantes, irritabilidade, medos, distúrbios do sono e alimentação, manifestações psicossomáticas, angústia de separação. Por volta dos 18 meses surge o acesso ao pensamento e aos jogos simbólicos. Esse estágio evolutivo pode condicionar a possibilidade de registrar, expressar e reviver memórias traumáticas, e os sintomas de revivescência são mais frequentes quando o trauma ocorreu após 18

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E quando tudo parece dar errado

A impotência quando nada dá certo Uma coisa é termos um dia menos bom. Outra coisa é termos dias sem fim em que nada dá certo. Passam-se meses e assim contínua. Vem a passagem de ano e ficamos cheios de esperança a pensar que agora sim tudo será diferente. E o balanço é miseravelmente o mesmo. Chorámos e por mais que nos tenhamos empenhado para que tudo tivesse resultado tudo permaneceu errado. Como uma fileira de dominós, uma peça após a outra desaba. Superar tempos difíceis certamente exige coragem, mas também requer autoconsciência e reconhecimento de quando fazer uma reset e reiniciar. É isso que quero compartilhar neste artigo – estratégias concretas para se sentir melhor, se recuperar e começar a seguir em frente novamente. Sei que não é nada fácil. Sei que sente-se sem tapete. Sei que talvez já tenha tentado vezes demais e esteja cansado(a) para tentar de novo. Mas também sei que um dia o sucesso vem. Sei que não é para sempre esta dor. Esta dor não é para sempre. Também sei que no inicio desabafava com os seus amigos e que agora deixou de o fazer porque chega a uma altura que sei que sabe que confiou e acreditou de verdade na palavra do amigos. Que abraçam com as palavras. Mas não eram abraços, ficou a saber que eram apenas palavras que o vento soprou e que tanto doem no peito e as lágrimas pelo seu rosto que já secaram de tanta desilusão, já se esgotaram no rio que secou e o coração se tornou amargo. Sei que sabe que os amigos que a ouviam lhe disseram sempre que estariam aí, para que não se preocupasse, que ajudariam na altura certa. E quando a altura certa chegou se não fosse você mesmo(a) a se auto-ajudar, eu sei que sabe que estaria sozinho(a) pior do que estava e todos se afastaram. E quando já melhoras de si sobressaíram os amigos voltaram a questionar se precisava de alguma coisa. Primeiro, reconheça que isso acontece com todos Eu sei que é muito difícil bater no fundo do poço, quando nos sentimos sem solução. Mas o que não tem solução é a morte. O fracasso é apenas uma mudança. O que assusta é não saber qual o rumo. Prepare-se porque o que muda é a zona de conforto e uma nova adaptação. Normalmente até é para melhor mas sei que passa pela ansiedade e angústia primeiro. Sei que pode passar por dificuldades, dores internas que o(a) levam ao desespero e o(a) faz temer o pior. Aproveite este tempo para refletir, tente ver o lado positivo nesse negativo. Use a sua criatividade e tente colocá-la em prática. Tente adaptar-se a vida não é delinear A verdade é que nem sempre a vida corre conforme o planeado. A estrada da vida passa por todos os tipos de reviravoltas, voltas e solavancos inesperados. Você pode dar o seu melhor e ainda assim não alcançar o objetivo que tinha em mente. Pode ter trabalhado imenso à meta que se propôs e não ter conseguido concluir. No entanto, não quer dizer que os próximos projetos têm o mesmo destino. Até porque a vida não é linear nem a estrada é reta, nem o mundo é quadrado, portanto as ideias não têm  sempre de ser cumpridas e os planos concretizados, tudo pode ser mudado ou moldado e/ou ajustado. Não se julgue nem culpe, adapte-se às circunstâncias. Até porque o que é hoje amanhã poderá não ser. Reiniciar: reconhecer quando fazer reset Faça pausas estratégicas para refrescar o cérebro e ativar a motivação para poder assumir mais tarde tarefas desafiantes. Ás vezes é necessário darmos alguns passos para trás para darmos um grande passo à frente. Cerque-se de pessoas solidárias Acredite em si. É normal nestas fases em que tudo parece não dar certo culpabilizarmo-nos por esse facto. Somos humanos e não quer dizer que o erro se deve a nós próprios. Trabalharmos a nossa autoestima é extremamente necessário para o nosso sucesso a todos os níveis. Se não conseguir superar esse momento sozinho procure ajuda de um profissional de saúde mental.   By Natacha Seixas  Consulta presencial e online   

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Estou com PPM: Uma perturbação de difícil diagnóstico

O que é a Perturbação Disfórica Pré-Menstrual e o que carateriza? A Perturbação Disfórica Pré-Menstrual – super TPM – é um tipo grave de Perturbação Pré-Menstrual ou PPM também designada por TPM, sendo causado por mudanças hormonais inerentes ao período que antecede a menstruação. O PPM atinge aproximadamente 6% da população feminina. Durante estes dias a mulher apresenta baixa produtividade a nível laboral e apresenta uma tendência para isolar-se e ficar em casa. Os níveis de ansiedade e depressão aumentam. Verifica-se baixa intolerância no relacionamento interpessoal, muita irritação interna oscilação de humor (alternância entre tristeza e alegria). Isto explica-se pelo neurotransmissor que é responsável pela regulação do sono e do humor, diminuindo os níveis da serotonina e da dopamina no cérebro, que por sua vez são responsáveis pelo bem-estar psicossomático do individuo. Os sintomas aparecem cerca de 10 até 2 dias antes do aparecimento da menstruação e tendem a disseminar-se após o decorrer da mesma. Entre os sintomas físicos mais comuns estão: cólicas dor de cabeça, inchaço, dor nas mamas, retenção de líquido. dores musculares. náuseas. Entre os emocionais estão: irritabilidade, sensação de perda de controlo, ansiedade, insónia ou sonolência, dificuldade de concentração, fome exagerada ou falta de apetite depressão. isolar-se. disforia, pensamentos negativos, desesperança. baixo autoestima. É importante referir que nem todas as mulheres manifestam todos os sintomas, algumas sentem em diferentes intensidade. Enquanto a PPM pode atingir até 75 % das mulheres, existe uma condição mais grave e exacerbada de PPM que atinge de 3% a 8%  delas, trata-se da Síndrome Disfórica Pré-Menstrual. A disforia, mudança repentina de ânimo e irritabilidade exacerbada, deve ser acompanhada por um psiquiatra, e tratada com antidepressivos na maioria desses casos. Para o diagnóstico da Perturbação Disfórica Pré-Mestrual -PDPP-os sintomas são os mesmos que a PPM mas mais  exacerbados, intensificados e severos e devem ocorrer por um mínimo três meses ininterruptos. By Natacha Seixas      

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Vitimismo: Comportamentos de um vitimista

Vitimismo: 8 comportamentos típicos através dos quais se manifesta O vitimista já tem as suas ideias, comportamentos e atitudes tão internalizados que não está consciente do seu próprio comportamento.   Todos nós gostamos de estar com pessoas que nos façam sentir bem que emanam boas energias. No entanto, existem sempre pessoas negativas, que só estão bem a falar de desgraças e a contar as notícias desastrosas que acontecem diariamente ou estão constantemente a queixarem-se. Embora ajudar alguém em necessidade seja um gesto agradável, é essencial entender se a pessoa em questão realmente precisa de nossa ajuda ou se, em vez disso, está-nos a manipular. Normalmente, estas pessoas usam as queixas e o papel de vitima como ganho secundário, para obtenção de algo. Acabam por esgotar-nos e deixar-nos com uma sensação de cansaço. O vitimismo leva essas pessoas a culpar terceiros por seu sofrimento e, como muitas vezes encontram alguém disposto a ajudá-las, raramente resolvem seus problemas com seus próprios meios. É importante saber comoessas pessoasageme quais estratégias elas usam para nos fazer sentir obrigados ajudá-las. Aqui estão 8 comportamentos típicos de pessoas que sofrem vitimização. Comportamento típico de vitimização 1. Eles estão convencidos de que o mundo está contra eles Os vitimista tem uma personalidade tipo paranóica e distorcem a realidade. O sujeito reclama constantemente e está sempre na defensiva, ele está convencido de que o mundo inteiro se vira contra ele e alimenta-se de meias verdades e desgraças. Normalmente manifesta sinais de coitadismo, de que é vitima da sociedade, inventa história em que ele é sempre a vitima e chega mesmo a ser convincente no seu discurso. Geralmente, quando nós temos a oportunidade de conversar com essas pessoas, elas reclamam incansavelmente, alegando que não são amadas ou que são incapazes de entender a situação em que se encontram. 2. Eles não assumem suas responsabilidade. A incapacidade de assumir a responsabilidade é um dos principais comportamentos das pessoas que fazem do vitimismo seu estilo de vida. Estes indivíduos acham que nós temos o dever de ajudálos, mesmo que involuntariamente, esperam que os outros assumam suas responsabilidades. Para estas pessoas, é muito fácil ignorar suas responsabilidades e, em vez disso, prefere indicar os outros como culpados, sem se preocupar com as consequências. Eles se tornam tão manipuladores que, depois de ganharem a confiança dos outros, serão capazes de fazê-los sentir-se culpados quando não puderem ajudá-los. 3. Eles ampliam os problemas Quando há uma situação menos agradável os vitimistas tendem a exagerar o problema, por exemplo se temos uma dor de cabeça é um tumor, se estamos com dor no peito já estamos com um aneurisma ou ataque cardíaco, se um carro travou de repente já atropelou alguém. Como regra, eles exigem compaixão, choram ou ficam com raiva por seus supostos “agressores” se sentirem culpados e pedir desculpas de volta. 4. Dá sempre tudo errado Conversar com essas pessoas cansa-nos, deixa-nos irritados e de mau humor, não apenas por causa de sua mentalidade negativa, mas também porque suas histórias são sempre uma tragédia e falam sempre no mesmo vezes sem conta. Falam mal do trabalho, dos vizinhos, dos amigos, dos familiares, do cão da vizinha, da telenovela, das noticias macabras e de como são insensíveis as pessoas ao seu redor. Eles são incapazes de ver as oportunidades que podem surgir da adversidade e sua mentalidade é tão fechada que não conseguem entender que algo pode melhorar. 5. Eles nunca se desculpam Quando uma pessoa que sofre de vitimização pede desculpas, ela não faz isso sinceramente. Muito raramente, as “vítimas” reconhecem seus erros e pedem desculpas aos diretamente envolvidos. No entanto, quando o fazem logo de seguida dizem, mas eu tive razão, viste o que eu sofri, foste muita má(u) para mim… Seus mecanismos de manipulação são tão eficazes que lhes permitem sempre se justificar e desempenhar o papel de “bom”. 6. Eles sentem pena de si mesmos As pessoas que se acostumam a desempenhar o papel de vítima na frente dos outros estão acostumadas a apontar os seus pontos fracos e são altamente críticos a si mesmas. O hábito de sentir pena de si mesmos os leva a reconhecer-se como crianças indefesas ou pessoas frágeis diante da sociedade. Se eles não conseguem gerar simpatia ou empatia pelos outros, eles se consolam para segregar ainda mais em seu papel de vítimas. 7. Eles sentem-se constantes perdedores Mesmo quando algo de positivo aconteça com eles, eles encontram falhas em tudo e preferem fazer uma triagem dos pensamentos negativos e tóxicos. Todas as oportunidades no mundo são incapazes de fazer essas pessoas felizes. Eles reclamam se têm, se não têm, se alguém tem mais chance do que eles. Dessa maneira, eles mantêm vivo um círculo vicioso que os impede de progredir significativamente 8. Eles guardam rancores Para não pararem de sofrer, essas pessoas vivem de experiência dolorosas do passado em que alguém ou alguma coisa lhes causava dor. Eles são incapazes de deixar para trás os episódios que os fizeram sofrer e geralmente aproveitam qualquer oportunidade de revivê-los no presente. Se você conhece alguém com essas características, tenha cuidado! Se é um ente querido que  deseja ajudar, lembre-se de que muitas de suas ações são hábitos difíceis de abandonar. Não deixe que aqueles que recorrem ao vitimismo absorvam toda a sua energia e tente ficar longe dos problemas deles, para não arriscarem ser manipulados.   By Natacha Seixas  

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Dê-lhe espaço para ele sentir falta e voltar

O seu namorado precisa de espaço e não sabe o que fazer? Sempre que fala com ele verifica que ele fala menos e a despacha rapidamente a chamada e dá a entender que pretende ficar sozinho sem que ninguém o chateie. Não responde com tanta frequência às mensagens e não está tão emocionalmente aberto. Ou até lhe tenha dito abertamente que precisa de espaço e por isso quer ficar sozinho durante um tempo. Não é certamente o que mais desejaria ouvir e pode ser assustador para qualquer relacionamento ficar na incerteza entre um sim e um não. Se o ama de verdade acredito que esteja em pânico e com medo de perdê-lo. Então o que  deve fazer? O que fazer quando um homem está afastar-se e precisa de espaço? O seu maior medo é que se ele afaste de vez e a deixe. Talvez ele precise mesmo de espaço para se resolver internamente ou talvez esse espaço seja mesmo para magoá-la o menos possível e afastar-se devagar para que se habitue à ideia. Talvez ele queira mesmo terminar o relacionamento. É por isso que agora eu vou lhe dizer exatamente o que não fazer , para que possa aprender a dar-lhe espaço, sem o afastar ainda mais ou transformar essa relação num pesadelo. Faça o que fizer, não vá atrás dele . Não lhe escreva muito para, tente não lhe telefonar, não envie mensagens, não procure validação ou segurança. Deixe-lhe o tempo que ele precisar. Dê-lhe todo o espaço até que ele sinta a sua falta. Eu sei que dói não saber o que ele está a fazer e com quem está. Dói pensar na possibilidade de ele lhe deixar. Eu sei que é péssimo deitar a cabeça na almofada com essas emoções negativas e sentir que não está a fazer nada para que volte para os seus braços. São os estados ansiogénicos e a insegurança que nos levam a ligar vezes sem conta e ir procurá-lo vezes sem fim para nos certificar-mos que ele não está a sair com outra pessoa. Para ser claro: toda e qualquer uma dessas reações o levará ainda mais longe, talvez para sempre . Por quê? Não podemos deixar que o medo da perda determina as nossas ações. O que o medo da perda significa para o nosso relacionamento e por que nestas situações os homens o fogem de nós? Para colocá-lo da maneira mais simples possível, o medo da perda é quando os nossos sentimentos negativos controlam as nossas ações, em vez de nossos sentimentos positivos . Quando nós ainda estamos na fase de conhecimento de uma pessoa, que depois passamos à fase de namoro, nessa fase inicial, agimos como se não fossemos perder essa pessoa, porque na verdade não havia nada para perder. E agiamos de foma espontânea, livre, sem medos de perder. Era isso que era atraente para ele. Agir de forma calma, felicidade e confiança é o que atrai o homem.. Os homens querem estar com alguém relaxado, seguro e feliz – da mesma forma que as mulheres querem estar com alguém que age da mesma maneira. Então, inicialmente com alguém, agimos com positividade com essa pessoa. Mas quando sentimos que essa pessoa se afasta de nós, de repente começamos a sentir que o estamos a perder. era como se já estivesse a fazer parte da nossa vida que nos é agora retirado. Como se o chão estivesse escorregando sob os nossos pés.  e começamos a ficar assustados, em pânico, apavorados e com medo de perder. E sempre que estivermos com ele com medo de o perder, em vez de estarmos descontraídas e serenas, vamos estar retraídas, controladoras e diferentes do habitual e desta forma o afastaremos ainda mais. Então, se não se consegue controlar em frente dele e evitar o medo da perda … mantenha-se afastada também durante algum tempo.   O que deve realmente fazer para mantê-lo ao seu lado? Primeiro, é importante dizer que é completamente normal que um homem queira algum espaço, e é completamente normal dar-lhe esse espaço . Como eu disse antes, se tentar controlá-lo ou andar atrás dele constantemente para que fique consigo só vai afastá-lo ainda mais. Muitos homens precisam de tempo sozinhos (ou pelo menos longe de uma mulher) para descobrir como realmente se sentem. Um homem pode se divertir muito consigo em um encontro, pode sentir uma conexão incrível, pode estar louco ficar por si quase instantaneamente – e AINDA precisa de tempo e espaço longe de si. Por quê? É porque para muitos homens, o espaço entre quando ele se vê consigo verifica que poderá interfir muito nos seus planos porque sente que está a gostar demais de si e isso poderá atrapalhar os planos que estipulou para ele. Para muitos homens, esse tempo é crucial para resolver suas emoções. Tente dar a ele espaço para descobrir o que ele quer – na maioria dos casos, pode ser extremamente gratificante. Esse intervalo também é crucial para ele criar um desejo de vê-lo novamente. Quando estiverem privados de contato determinado tempo, ele começará a pensar em si cada vez mais, provavelmente a imaginar o que estará a fazer e a aumentar o desejo de vê-la novamente. O que é importante lembrar aqui é que a maioria dos homens precisa de tempo e espaço para começar a se sentir mais próximo e mais conectado com uma mulher . É por isso que agarrar-se a ele e tentar puxá-lo para mais perto vai sair pela culatra toda vez. Mas dar-lhe espaço o fará sentir sua falta e aumentará a probabilidade de ele voltar. Como dar-lhe espaço e fazê-lo sentir sua falta e voltar Se seu homem estiver agindo distante e quer que ele volte para si, serei sincera: persegui-lo não funcionará. A melhor coisa a fazer é dar-lhe o espaço que ele procura, para que ele possa resolver o que o está a incomodar e voltar ao normal. Persegui-lo apenas o afastará ainda mais. Tente dar a um homem espaço para descobrir as coisas – ele sentirá sua ausência assim que resolver

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Saiba que se sentir ansioso com o Covid-19 em fase de confinamento é bem normal?

Saiba que se sentir ansioso com o Covid-19 em fase de confinamento é bem normal?   “O pânico cria realidades alternativas que dificultam a racionalidade e ESTAMOS DE FACTO a viver uma situação de pânico generalizada. ESTE CENÁRIO QUE SE ESTENDE A NIVEL MUNDIAL FAVORECE  o aparecimento de síndromes relacionadas com o pânico e  o isolamento pode ser O CLICK PARA ariadas perturbações mentais. As plataformas de redes sociais, lançam alertas a todo o momento, saturam de informações que aos poucos nos começam a angustiar, a colocar em nós próprios um mal-estar permanente, uma tristeza instalada. Com notícias sobre o aumento do número de mortos e o numero do desemprego a aumentar, os ventiladores que não chegam para curar pessoas, o dilema de escolher entre quem morre e quem vive. O medo do contágio e saber que até podemos ser um de nós. A incerteza do amanhã. O saber que começou e o saber quando termina e como termina para cada um de nós e para os nossos. A ansiedade é uma resposta natural ao desconhecido, por isso é normal sentir-se inquieto, já que muito do vírus é desconhecido, mesmo para os especialistas. “A ansiedade é a maneira da mãe natureza de tentar nos proteger, empurrando-nos a resolver incertezas e descobrir uma solução”, Além disso, há perda de empregos, problemas familiares, uma questão adaptativa de forma abrupta que é o periodo de quarentena. ficar confinado a 4 paredes. Isto tudo é nada mais do que uma valente recita para ter stress e ansiedade. e também pode conduzir à depresão. Porém, embora seja muito difícil eliminar o stress relacionado ao Covid-19, ele pode e deve ser gerenciado para que  possa manter sua saúde mental – e sua imunidade. E COMO PODEMOS GERENCIAR O STRESS DIANTE DO COVID-19 E O CONFINAMENTO? 1- Veja apenas o necessário na comunicação social e o fidedigno, especialmente se é uma pessoa muito ansiosa. Como o pânico surge quando as pessoas superestimam uma ameaça e subestimam suas habilidades de enfrentamento, “observar a cobertura que enfatiza repetidamente a rápida disseminação do coronavírus e a falta de tratamento eficaz” é um combustível para o fogo da ansiedade- ENTÃO VEJA APENAS FONTE CONFIAVEIS. 2-Faça o que puder para se proteger a si e à  sua família, incluindo excelentes práticas de higiene e distanciamento social. A ação é o antídoto para a ansiedade, e na verdade há muita coisa que as pessoas podem fazer para proteger a si  eas suas famílias. Lave as mãos com frequência e com cuidado, higienize superfícies de alto toque, evite pessoas doentes, verifique se  tem um suprimento de alimentos necessários para sair o menos possível. Fque em casa o máximo possível. Se desejar faça voluntariado e mostre o melhor de si ajude quem mais precisa sem colocar a sua vida em risco. Ofereça-se para levar alimentos ou medicamentos a quem está em risco ou doente, ou sozinho sem capacidades para o fazer. 3-SEJA GRATO, não deseje mudar ou desaparecer. Em vez de se preocupar em ser contagiado pelo Covid-19, ou o perigo do seu casamento estar por um fio e só de pensar que tem que ficar em tele-trabalho com os filhos a discutirem a toda a hora um com o outro até o Outono, ainda vale a pena concentrar-se no que valoriza e no que mais agradece”. 3.Faça uma “lista de gratidão” diária para criar resiliência psicológica. Prepararmos uma lista de gratidão amplia a nossa perspectiva e de reconhecer que embora as coisas sejam desafiadoras e incertas, também existem coisas boas em nossas vidas diárias e isso pode fazer uma grande diferença. 4-Procure ajuda virtual de profissionais de saúde mental ou faça o download de um aplicativo anti-stress. Se sente que se encontra num estado muito ansiogênico, com dificuldades em ouvir alguém, fica muito irritado, com raiva, zanga e não aguento porque torna-se explosivo rapidamente, então o melhor mesmo é procurar um psicólogo online para lhe ajudar a ultrapassar esta situação. Em ultimo caso, uma medicação S.O.S. poderá também ajudar-lhe a controlar os episódios de impulso. 5-Apenas Respire. Certamente, que há muito que ensinaram a arte de respirar e meditar, bem como os benefícios das mesmas. 6-Tente manter uma rotina. Mantenha uma  rotina. As crianças também agradecem, tornam-se menos tensas e angustiadas,  com horários de leitura programados e entre outras atividades. 7- Coma saudável, não fume e se exercite sempre que possível. Boa nutrição e movimento suficiente são bons para o corpo e a mente. “Fumar pode aumentar o risco de desenvolver doenças graves se você for infectado pelo COVID-19”, e agrava o quadro clinico. Para as pessoas quem está quem está em teletrabalho, convém que se levante para uma pequena pausa a cada 30 minutos. 8-Use o tempo para alcançar os entes queridos e reconectar-se com velhos amigos. O isolamento social pode alimentar a depressão e, a longo prazo, está até vinculado a uma vida útil mais curta. Podemos estar fisicamente longe das pessoas mas isso não nos limita a desconexão das mesmas. Felizmente, hoje é mais fácil do que nunca. Para evitarmos contrair o vírus  e continuar a manter-nos sociais não precisamos necessariamente de nos expormos ao mesmo temos felizmente hoje em dia muitas redes sociais a que podemos recorrer: Facebook, Intagram, Whatssap. Se as pessoas viverem num ambiente de amor, o ambiente de confinamento a que estamos sujeitos torna-se claramente mais suportável. By Natacha Seixas

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