+Saúde, Prevenção

Estudo revela que mulheres divorciadas ou solteiras são as mais felizes

Estudo revela tudo e diz que as mulheres que preferem estar solteiras e as que se divorciaram são as mais felizes. Este estudo foi realizado em 79 mil mulheres e veio confirmar o que eu já desconfiava que as mulheres são bem mais felizes livres do que a maioria (nem todas) que passa por uma vida de aparências a viver aquilo que não tem, a imaginar o que não sente e a querer o que pode ter mas não tem coragem de colocar um fim na relação por muitas questões que são secundárias, se ponderarmos pesar com a sua própria felicidade. A zona de conforto parece causar menos dor do que o desconhecido. Viver uma vida insatisfeito não pode ser mais hipnótico do que viver uma vida de desafios e sentir-se vivo nas emoções. Este estudo durou três anos, com mulheres que já tinham todas passado pela menopausa, viúvas não foram incluídas, de idades compreendidas entre os 50 a 79 anos, que foram recrutadas de vários lugares dos Estados Unidos da América, e estas  durante este percurso ou se casaram, ou viveram em uma união de facto ou se divorciaram e eis o que aconteceu por este período de tempo: As mulheres solteiras que se casaram começaram a ingerir mais álcool, o seu IMC aumentou e deu-se também o aumento da tensão arterial. As mulheres casadas que se divorciaram ou separam em comparação com as que continuaram casadas ou em união de facto, o IMC diminuiu, verificou-se uma melhoria nos hábitos sedentários, começaram adotar hábitos de vida saudáveis, maior atividade física e uma alimentação saudável, com diminuição da circunferência da cintura. Em contrapartida um dado não muito saudável as mulheres que não fumavam antes do estudo, quando se divorciavam manifestavam maiores probabilidades a começar a fumar. Quer uma dica: Pense muito bem antes de casar. Natacha Seixas     Texto originalmente publicado no Psychology Today

+Saúde

Mulheres o elo mais forte

Está comprovado as mulheres são o sexo mais forte. Esta investigação sobre a sobrevivência de ambos os sexos incidiu em sete populações sob condições extremas de fome, epidemias e escravidão. As mulheres sobreviveram mais do que os homens: em todas as populações, elas tiveram menor mortalidade em quase todas as idades e, com exceção de uma população escrava, elas viveram mais em média do que os homens. Até bebés recém nascidas do sexo feminino mostraram-se com mais capacidade de sobrevivência do que os másculos. Este estudo incidiu nos últimos 250 anos  e veio revelar que de fato as mulheres são mais resistentes, e apresentam uma capacidade de resistência em caso de doença e fome –“a group of settlers who lost twice as many men as women when stranded for 6 months in extreme winter in the Sierra Nevada mountains.” Tal predominância deve-se ao facto da presença do duplo cromossoma X nas mulheres, isto é, se ocorrer uma mutação genética num dos cromossomas X, as mulheres conseguem compensar essa falha parcialmente com o outro cromossoma, já os homens não têm essa possibilidade. E, também porque a hormona feminina (estrogénio) que protege os vasos sanguíneos ajuda a mulher a proteger-se de várias doenças. Ao contrário do homem, em que a testosterona, a hormona masculina, aumenta o risco de várias doenças. Um dos outros fatores predominantes para esta disparidade da mortalidade e contraste entre a sobrevivência dos sexos diz respeito aos comportamentos de risco que é mais alta nos homens nas populações contemporâneas. A alta preponderância de comportamentos de risco entre os homens contribui substancialmente para a lacuna de sexo na expectativa de vida. Os homens consomem tabaco, álcool e substâncias psicoativas em maior quantidade, dirigem com menos segurança e comem menos salutar do que as mulheres; isso resulta em riscos elevados de doenças cardiovasculares, cancro do pulmão, cirrose hepática e acidentes fatais –“women seem to survive cardiovascular diseases, cancers and disabilities for longer than men”. Ver estudo original http://www.pnas.org/content/early/2018/01/03/1701535115.full#abstract-2 Natacha Seixas  

Ansiedade, Ataques de Pânico

Como prevenir um Ataque de Pânico

Uma crise de Ataque de Pânico é sem dúvida assustador e parece sair dos nossos piores pesadelos. Os sintomas aparecem do nada e vão embora também do nada. Quando vêm parecem que vamos enlouquecer ou morrer de ataque cardíaco, muitos pensam que podem sufocar. Para que o diagnostico seja confirmado e que seja considerado Perturbação do Pânico é preciso que estejam contemplados no mínimo 4 dos seguintes sintomas: palpitações, suores, desrealização, taquicardia, medo de enlouquecer,  falta de ar, dor no peito, medo de morrer, nó na garganta, sensação de desmaio, cefaleias, entre outros. Um Ataque de Pânico é para ser levado a sério e os familiares são os primeiros que devem apoiar o doente nesta caminhada dolorosa. Não pense que isto é pouca vontade de trabalhar ou desculpa para o quer que seja, isto é uma doença real e torna-se incapacitante para quem sofre dela. Ajude o seu ente-querido a ultrapassá-la e seja compreensivo. Sabia que, um Ataque de Pânico pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade e de qualquer estatuto? Para prevenir uma nova crise de Pânico é necessário que o individuo se não está medicado que recorra ao médico de Saúde Mental e seja acompanhado em Psiquiatria para que assim fique sob controle e devidamente medicado para o efeito. Deverá também receber acompanhamento psicoterapêutico. Investir na Psicoeducação é sem dúvida um bom caminho a seguir. Nada melhor do que o próprio doente estar bem familiarizado com a sua própria doença e conhecer ao detalhe a sua realidade para melhor se controlar e aos poucos ficar mais tranquilo com a sua condição e aceitar que realmente nada de mal lhe poderá acontecer para além do mal-estar dos sintomas. Mas primeiramente deverá ser descartadas todas as possibilidades de uma condição física só depois diagnosticar-se o Ataque de Pânico e proceder-se ao tratamento. Para isso o doente deverá sempre ir aos médicos corretos, da especialidade. E também verificar a possibilidade de estimulante que o individuo esteja a ingerir que possam estar na origem dos Ataques de Pânico e fazer uma melhor gestão desses recursos. Saiba que o café, guarana, estimulantes que existem no chá (verde) ativa o Sistema Nervos Simpático (SNS) e podem originar sintomas de ansiedade: taquicardia, suores, mal-estar geral, nervosismo, stress, irritação, entre outros. Natacha Seixas

Ansiedade, Auto-estima, Depressão

As 4 frases mais pronunciadas por alguém com depressão

A depressão dói e doí muito mas o seu diagnóstico não é palpável mas saiba que pode ser fatal. A  maioria de nós conhece alguém que sofreu ou sofre de depressão ou, indiretamente, algum caso conhecido. Há 580 mil casos em Portugal diagnosticados com depressão, é a perturbação psicológicas que mais afeta os portugueses, o que torna Portugal no segundo país da Europa com maior número de casos com depressão. Neste momento a Depressão é a condição mental com mais prevalência no mundo inteiro. Segundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) existe mais de 300 milhões de casos. Sabia que os números de suicido dispararam e a causa está na origem da depressão. Estatísticas apontam para  800 mil pessoas que morrem por ano por optarem por pôr termo à vida. E ainda existem pessoas que dizem que depressão é frescura. Sintomas de Depressão É importante que esteja familiarizado com os sintomas de depressão. Estes podem ser  físicos, emocionais ou psicológicos: humor deprimido; tristeza quase diária; sentimentos de vazio; choro fácil; isolamento interpessoal; a perda de interesse nas atividades que anteriormente eram prazerosas; perda ou ganho de apetite; insónia ou hiperinsónia; agitação ou lentificação psicomotora; fadiga e perda de energia; sentimento de inutilidade ou de culpa; baixa concentração ou dificuldade em tomar decisões. Estou farta de tudo A pessoa com depressão sente-se tão desesperada que vê-se numa situação de incapacidade para tudo. Nada lhe apetece. Não suporta o barulho, as vozes, a luz do dia, os outros, nada de nada e só quer desaparecer.   Sinto-me tão cansada Os indivíduos nesta condição sentem um cansaço físico, para além do cansaço psicológico, muito grande , e não pense que é frescura, porque este cansaço é real e incapacitante. O corpo fica “colado” à cama e torna-se doloroso sair de lá.   Não aguento mais Uma das frases típicas que se ouve muito da boca de quem está com depressão. Sentimentos de que não vão aguentar por muito mais tempo a dor, o cansaço, a tristeza profunda, o desânimo, a desesperança, a perda de objetivos, o vegetar numa vida sem vida, o não ver “piada” em nada, o não encontrar motivo para sorrir nem existir é um desespero constante na vida destes doentes.   Quero morrer Esta frase é muito vulgar e alarmante quando dita em voz alta por estes indivíduos depressivos. Por vezes não ficam só pelas palavras. Existe mesmo uma vontade em passar à ação e é preciso estarmos atentos e ajudar o quanto antes. Muitos dos suicídios teriam sido evitados se os familiares  e amigos acreditassem que a depressão é uma doença grave e se em vez de criticar ajudassem a pessoa que está num sofrimento profundo.                 Natacha Seixas

Psicopatologia Infantil

Todos nós temos um instinto assassino

PORQUE TEMOS PENSAMENTOS QUE NOS PERTURBAM Por alguma vez na vida por infinitos segundos lhe passou pela cabeça uma vontade de matar alguém? Imaginou em detalhes como ia fazer isso? Chegou a pesar os prós e contras e, obviamente, percebeu que não fazia sentido. É normal, que a ideia tenha saído da sua cabeça e que tenha pedido a Deus ou a todos os Santos, ou seja lá para quem for, para rapidamente lhe desviar essas ideias da mente, porque não é assassino(a) e muito menos tem vontade de matar alguém, que foi um pensamento estúpido e que jamais o faria, que ia contra tudo e todos os valores morais e que isso não se faz e a ideia o arrepio(a). Correto? Claro que sim! Chegou a temer e a questionar-se porquê de tal monstruosidade e até a culpabilizar-se por tal pensamento. Acredito que se achou horrível por momentos e a ter medo de si. Acredito que tenha reparado nas suas mãos e de como elas seriam capazes de tal ato atroz. Acredito que se olhou no espelho e se chamou de todos os nomes. Acredito que tentou afastar-se de todos os utensílios cortantes por um tempo e da pessoa que desejaria inconscientemente “mal”. Sei que sentiu-se mal enquanto essa ideia o(a) persegui. Sei que se isolou até perceber o porquê de tais pensamentos ilógicos e sem moral. Mas saiba que não está sozinha e que pelo menos uma vez na vida a maioria já teve um pensamento desses  e é normal na espécie humana este tipo de devaneio sem qualquer tipo de intenção na passagem ao ato. Nas minhas consultas muitos são os doentes que expressam suas emoções e medos de tais ideias perturbantes que depressa recuperam. Se está nesta agonia procure um profissional de saúde que depressa resolverá o seu assunto. Aconselho um profissional experiente. Num estudo realizado sobre fantasias homicidas, 91% dos homens e 84% das mulheres admitiram já ter pensado (em minúcias) como se livrar de outra pessoa.  A esmagadora maioria dos 5 mil entrevistados (entre os quais 375 assassinos) confessaram esse fato.      David Buss,  chefe do Departamento de Psicologia Evolutiva da Universidade do Texas, concluiu que o instinto assassino é inerente a todos os seres humanos – resultado da seleção natural. Além das conversas ao vivo, a equipe ainda fez uma inédita análise de 429729 relatórios do FBI, a polícia federal americana, e transformou os resultados no livro The Murderer Next Door (“O Assassino Mora ao Lado”). Apenas os psicopatas, uma pequena minoria, representa 1% da população mundial,  admite o homicídio como uma prática socialmente aceite. Mas segundo Buss, são os genes que nos impedem de cometer tal crime. Os nossos ancestrais para sobreviverem e reproduzirem tinham essa capacidade de matar mais apurada. E isto garantiu-lhe a continuidade dos seus genes e da sua árvore geneológico, deixando os seus descendentes. Nesse estudo revelou-se que os homens matam mais que as mulheres, por motivos de reputação, numa proporção que chega a 9 para 1 em algumas sociedades. Mas não estamos na pré-história em que a lei da sobrevivência não justifica matar pela Lei da Seleção natural. Atualmente, ninguém tem uma vida para viver dignamente numa sociedade penal. Ninguém tem o direito a tirar a vida a ninguém. As pessoas que matam são invadidas por um surto psicótico ou raiva desmedida ou são psicopatas com planos mirabolantes altamente estruturadas e que lhes dão prazer, certamente por estudos já existentes que nos revelam que estes indivíduos têm handicaps na estrutura cerebral, com deficit de empatia e alexitimia. (ver artigo-psicopatia). Mas não querendo me desviar do tema, todos nós temos um instinto assassino. Todos nós estamos programados para matar: Se é assim então porque só uma  ínfima minoria toma a decisão de fazê-lo? Segundo o resultado do estudo de Buss, o assassinato é apenas uma de várias estratégias num cardápio de soluções possíveis para problemas de adaptação. Pelo que observo nos meus pacientes que procuram ajuda, salvaguardando algumas exceções, é porque a maioria é recheada de bons valores morais e muitos referem que preferiam morrer do que matar alguém. Apenas são ideias que se metem na cabeça das pessoas sem motivo nem porquê. Enquanto outras, em menor escala, referem para além destas, por valores religiosos, por dificuldade em controlar a agressividade e raiva contida e partem rapidamente para a agressividade (imediatamente se arrependem), e pelas penas pesadas que este ato acarreta. Realmente matar não eleva o “status” de ninguém. Apesar do psicopatas sentirem prazer em ser estrelas por um dia e verem todo o aparato gerado pelos média à procura de quem matou X e todo o cenário em volta do suspense criado por ele próprio. Ele que se sente o herói. Foi a única forma de lhe darem atenção. É triste esta forma de ser… Se tem estas ideias não tenha vergonha de as dizer. Mas não as diga a toda a gente, Aliás tenha cuidado para quem diz, mesmo para profissionais de saúde apenas para quem tem entendimento na área. Pode marcar a sua consulta: natachaseixaspsi@gmail.com     By Natacha Seixas

Psicopatologia Infantil

A arte da vitimização – Como Reconhecer um Vitimista Doutorado

RECONHECER UM VITIMISTA É sabido que é mais fácil atribuirmos a responsabilidade pelos nossos atos ao outro do que assumirmos as nossas próprias culpas. Resolver os nossos próprios problemas cria mais dor do que colocar o peso no outro. Destruir o outro aos poucos numa suplica permanente de salpicos de auto-piedade e misericordiosa com pena de si próprio e atos de “coitadismo” é mais fácil do que olhar-se para dentro de si e ver que se errou mas que faz parte de todo o ser humano e que errar dói mas que também é inerente a todo ser pensante. Sei que é bom ficar na falta de responsabilidade e continuar com atos de criança à espera que todos nos desculpem pelos nossos erros e nossos atos impensados com comportamentos irracionais e continuar a “esfaquear” os sentimentos dos outros na alma e mesmo assim esperar atitudes de compaixão. Estas pessoas viciadas na vitimização tornam-se doutoradas e conseguem manipular e conduzir as pessoas mais sensíveis à loucura, principalmente quando se trata de alguém com um elo de ligação muito forte com uma mãe ou um filho. É um vicio difícil de largar porque os ganhos secundários são tão benéficos e as energias sugadas do seu semelhante vão alimentando o ego sujo que nelas habita. O pior destes indivíduos é reconhecer que permanecem num vicio compensatório, porque nem sequer reconhecem que ser vitima de si é um prazer consciente. Como estas pessoas que são tão “coitadas”, que são tão vitimas de tudo e sentem-se tão injustiçadas e prejudicadas por tudo, nem que o motivo seja uma epedima no hospital por uma batéria multi-resistente, ela se achará vitima porque esteve nesse local a semana passada e poderá ter apanhado tal batéria. O problema não são dos que estão mal são dela que lá esteve antes da batéria instalada e que poderá na cabeça dela ter apanhado tal doença. Só ela, coitada? É como a vizinha do lado que foi atropelada, coitada dela, só não foi ela própria, por um segundo, porque a vizinha estava na linha da frente por pouco era ela. Ia morrendo. E faz disso uma tragédia. São vitimas de tudo. Do médico que as atendeu à pressa, da fila de trânsito na ponte só porque naquele dia se lembrou de haver um acidente e só porque ela foi nesse dia e coitada ela está tão doente e logo naquele dia. É vitima do marido porque lhe respondeu alto ou bateu com a porta e deixou de ser a porta porque ela entendeu que o que ele queria era bater nela (antes batesse para ver se desperta). Ou dos filhos que andam numa azafama para arranjar emprego ou ir para a escola mas já não querem saber dela. Ou quando pequenos porque sobra tudo para ela e coitada está tão cansada e eles não a ajudam em nada. É por causa disso tudo que ela anda sempre tão fraca, tadinha. Ou porque a colega de trabalho todos os dias fala mal dela para a outra amiga e arranja conflitos e ela teve que se defender e lá veio despedida. Ou porque no prédio onde vive ninguém gosta dela porque ela vê coisas onde não existem e em vez de viver a sua própria vida vive a dos outros e diz que disse e vê outro vizinho e dobra a história toda ao contrário e vem outro e vice versa, vai para o marido e volta a contar outra versão, que por sua vez, o marido que é uma pessoa até no mínimo saudável mentalmente (por incrível que pareça) e conta o que ouviu da mulher e acaba por ficar perplexo quando descobre que afinal não era nada daquilo e quem arranjou toda aquela confusão foi a “peste” com quem vive. Mas quando chega a casa para desfazer todo o mal a “vitima” já vestiu o papel de “coitadinha” e lá está ela deitada na cama “aiaiai” ou com um novo drama ou outra tragédia, ou a caminho do hospital pelo excesso de comprimidos ingeridos. E o marido e filhos vão alimentando este ser perito em destruir-se e destruir vidas consigo tudo por culpa de se recusar a crescer e ter dificuldades em assumir as suas próprias responsabilidades. Penso que por esta minha breve descrição já identificaste algum “coitadinho”, ou vitimista na tua vida e quem está no momento a ser mesmo vitima de algo torna-se difícil de identificar por vezes e tornámo-nos pessoas frias por causa destas pessoas doentes, manipuladoras que nos cercam e nos infestam com problemas seus a todo o instante esgotando a nossa paciência. Se isto aconteceu aconselhe esta pessoa a procurar ajuda de técnicos de saúde mental em psiquiatria e psicologia e ajuda-te a sair deste quadro doentio. Não te deixes levar pela compaixão de alguém que na verdade só tem pena de si próprio. Mas isto não quer dizer que elas gostem delas próprias. Até pelo contrário elas não conseguem gostar de ninguém. Existe um conflito interno muito grande dentro destas pessoas que precisam de muito trabalho e têm muitas “questões” por a ser resolvidas. Um grande trabalho há por fazer junto de profissionais de saúde. Estas pessoas não são felizes nem deixam quem está ao seu lado ser. Arranjam muitos conflitos em todo o lado. Elas não sabem viver sem problemas e se não houver imediatamente arranjam um para se preocuparem mas não assumem as culpas pelo resultado das suas ações e quem paga é quem está ao lado delas. Por muito que nós façamos os vitimistas só vêem o lado negativo das coisas. Se nós apresentarmos algo muito bom e se falarmos em algo que nos deixou imensamente feliz eles rapidamente nos tiram essa felicidade, são peritos em identificar imediatamente o lado negro da coisa. É muito complexo conviver com estas pessoas. Caraterísticas de um Vitimista Deturpam a relidade Mentem compulsivamente Queixam-se constantemente Alimentam-se das suas próprias lamúrias Procuram culpados pelos seus atos Falta de auto-critica Manipulação e chantagem emocional Natacha Seixas  

Psicopatologia Infantil

Masturbação: mitos e benefícios

Pesquisadores descobriram que jovens dos 14 aos 17 anos residentes nos Estados Unidos, cerca de 74% dos rapazes e 48% das raparigas se masturbam. Na faixa etária, dos 57 e 64 anos, cerca de 63% dos homens e 32% das mulheres se masturbam. As pessoas se masturbam por muitas razões. Em grande parte por prazer, libertação da tensão e diversão. Alguns indivíduos se masturbam sozinhos, enquanto outros se masturbam com um parceiro. Este artigo clarifica os potenciais efeitos colaterais da masturbação e classifica os fatos da ficção em relação aos mitos da masturbação. Também identifica alguns dos benefícios para a saúde. Mitos da masturbação Existem muitos mitos sobre os riscos da masturbação, no entanto, até ao dia de hoje, nenhum deles foi provado. A maioria dos mitos sobre a masturbação não tem apoio científico, logo não se manifestam os  efeitos adversos sugeridos.  Masturbação não causará: cegueira palmas com pêlos impotência  disfunção erétil encolhimento do pênis curvatura do pênis baixa contagem de espermatozóides infertilidade doença mental fraqueza física Alguns casais temem que o relacionamento deles seja insatisfatório se algum deles se masturba-isso também é um mito. A maioria dos homens e mulheres continua a se masturbar sozinhos ou juntos quando estão em um relacionamento ou casados, e muitos acham que é uma parte agradável de seu relacionamento. Um outro estudo descobriu que as mulheres que se masturbavam tinham casamentos mais felizes do que as que não se masturbavam. Efeitos colaterais de masturbação A masturbação é inofensiva. Algumas pessoas podem sentir fraqueza ou pele sensível se forem muito ásperas, mas isso geralmente cicatriza em poucos dias. Os homens que se masturbam frequentemente em um curto espaço de tempo, podem sentir um ligeiro inchaço do pénis (edema). Esse inchaço geralmente desaparece dentro de alguns dias. Outros efeitos colaterais potenciais incluem: Culpa Algumas pessoas que se preocupam com o fato de a masturbação entrar em conflito com suas crenças religiosas, espirituais ou culturais podem sentir sentimentos de culpa. No entanto, a masturbação não é imoral ou errada, e o prazer pessoal não é vergonhoso. Discutir sentimentos de culpa com um amigo, profissional de saúde ou terapeuta especializado em saúde sexual pode ajudar a pessoa a superar sentimentos de culpa ou vergonha relacionados à masturbação. Diminuição da sensibilidade sexual Técnicas agressivas ou excessivas de masturbação podem levar à redução da sensibilidade sexual. Se os homens têm um método agressivo de masturbação que envolve um aperto excessivo no pênis, eles podem sentir uma sensação de diminuição. Um homem pode resolver isso ao longo do tempo com uma mudança de técnica. Estimulação aprimorada, como o uso de um vibrador, pode aumentar a excitação e a função sexual geral tanto para os homens como para as mulheres. As mulheres que usam um vibrador relataram melhora na função sexual e lubrificação, enquanto os homens evidenciaram uma melhora na função erétil. Cancro da próstata Os pesquisadores precisam realizar mais estudos antes que possam chegar a uma conclusão. Um estudo realizado em 2003 demonstrou que os homens que ejaculavam mais de cinco vezes por semana durante os 20 anos tinham um terço menos de probabilidade de desenvolver cancro da próstata agressivo do que aqueles que ejaculavam com menos frequência. Os pesquisadores especulam que o risco reduzido é porque a ejaculação frequente pode impedir o acumulo de agentes causadores do cancro na próstata. Um outro estudo realizado mais tarde (2016) refere que os homens que ejaculavam 21 vezes por mês ou mais tinham um risco reduzido de desenvolver cancro da próstata. Em contraste, um estudo de 2008, descobriu que a atividade sexual frequente durante os 20 e os 30 anos aumentou o risco de cancro da próstata, especialmente nos homens que o fazem com mais regularidade. Interromper a vida cotidiana Em casos raros, alguns indivíduos podem se masturbar mais do que desejam, o que pode: Faltar ao trabalho, à escola ou a eventos sociais importantes interromper o funcionamento diário de uma pessoa afetar as suas responsabilidades e relacionamentos servir como uma fuga de problemas de relacionamento ou substituir experiências da vida real Quando a masturbação afeta nas atividades do individuo aqui sim há um problema. Alguém que acha que pode ser prejudicado por sua prática de masturbação deve falar com um profissional de saúde mental. Consultar um terapeuta sexual também pode ajudar nas estratégias de enfrentamento da masturbação excessiva. Benefícios para a saúde da masturbação A masturbação tem muitos benefícios para a saúde física e psiquica: A masturbação  reduz o stress e alivia a tensão. Poucos estudos se concentram especificamente nos benefícios da masturbação, mas pesquisas sugerem que a estimulação sexual,  através da masturbação, pode: reduzir o stress libertar a tensão melhorar a qualidade do sono aumentar a concentração elevar o humor aliviar cólicas menstruais aliviar a dor melhorar a auto-estima melhorar o desempenho sexual melhorar o conhecimento de si mesmo A masturbação também foi identificada como uma estratégia para melhorar a saúde sexual promovendo a intimidade, explorando o prazer próprio, os desejos e as necessidades, reduzindo a gravidez indesejada e prevenindo as infeçoes sexualmente transmissíveis (DSTs). Indivíduos que optam por se abster de sexo ou que atualmente não têm um parceiro sexual podem muitas vezes se masturbar como uma saída sexual. A masturbação também tem benefícios para a saúde sexual especificamente para mulheres mais velhas, por isso mais propensas ao ressecamento vaginal e diminuição da dor durante o sexo. TENHA EM ATENÇÃO Algumas pessoas podem sentir-se envergonhadas, culpadas ou envergonhadas ao falar sobre masturbação. Mas a masturbação é normal, saudável e não é algo para se sentir culpado. A masturbação não leva à cegueira ou causa problemas de saúde física e mental. Em muitos casos, a masturbação tem mais benefícios para a saúde do que os efeitos adversos. Geralmente, a masturbação só é um problema se começar a interferir na vida do dia-a-dia e nos relacionamentos com amigos, familiares, colegas de trabalho e parceiros intimimos. Nessas circunstâncias, pode ser útil falar com um profissional de saúde, especialmente com um terapeuta sexual. Natacha Seixas

Ansiedade, Ataques de Pânico, Auto-estima

Ciúmes uma forma de Ansiedade

Os ciúmes são uma das emoções humanas mais potentes e chegam mesmo a “matar” um relacionamento. Se por um lado uma dose q.b. de ciúmes é saudável e sinal de que a pessoa gosta e se precoupa com a outra. Por outro,  o exagero desta emoção pode tornar-se doentia e obssessiva nas sua atitudes e comportamentos como o parceiro trata, sente e visualiza todos os passos da pessoa com quem compartilha o mais íntimo de si. Os ciúmes podem-se revelar sobre síndrome da inveja ou como uma forma de ansiedade. O individuo fantasia na sua cabeça que o seu parceiro(a) o traí e tudo é motivo de ciúme. “O ciúme nasce sempre do amor, mas nem sempre morre com ele.” François de la Rochefoucauld (escritor francês do século XVII) Se quer saber mais veja o video, em baixo:

Depressão

Ficas acordado até tarde para trabalhar horas extras?  Cuidado com o “esgotamento emocional” !

Ficas acordado até tarde para trabalhar horas extras?  Cuidado com o “esgotamento emocional” ! Ficar acordado até tarde é muito comum nos nossos dias. O trabalho, as redes sociais e a lida da casa são obrigações que nos fazem andar a mil. Os efeitos secundários destes hábitos não se ficam apenas pelas olheiras e o Síndrome do olho seco. Para quem não sabe a fadiga dos músculos oculares também podem causar perda temporária da visão. Além de afetar os olhos, a falta prolongada de sono pode levar a quadros de insónia, ansiedade, falta de energia e doenças mentais, como esgotamento emocional e ansiedade. Como prevenir o esgotamento emocional? Noção dos próprios limites Tenha a plena noção dos seus limites físicos e psicológicos. Da sua aptidão, conhecimento, habilidades, adaptação social, física e psicológica.  Este auto-conhecimento é absolutamente necessário, para  evitar  fazer algumas coisas para além da suas capacidades, ou abster-se de actividades não adequados às suas capacidades físicas e mentais. Cultive a personalidade de mente aberta Cultive o bom e o bom voltará para si. De nada adianta viver rodeado de amargura e raiva. Se algo não lhe faz bem não insista e invista em algo melhor. Faça a sua felicidade e vive em paz consigo próprio e com os outros. Escolha relações interpessoais pouco conflituosas  Os relacionamentos interpessoais devem ter em conta a compreensão mutua, o respeito pelo outro, a empatia, a disciplina e cada um deve respeitar as regras e limites dessa mesma relação. Isso é especialmente verdadeiro quando se lida com relacionamentos familiares, colegas de trabalho, vizinhanças ou relacionamentos subordinados. Capacidade de auto-regulação das emoções Se o seu trabalho é uma fonte de stress tente ter outras atividades de lazer de forma a que encontre uma homeostase entre corpo e mente e carregue baterias de bem-estar. Procure um técnico de Saúde Mental  Se verificar que, por si só, não consegue gerir o seu stress e as suas emoções, por favor, é necessário que consulte um psiquiatra e/ou psicólogo para que desta forma seja orientado através de medicação e psicoterapia melhorando o seu bem-estar e qualidade de vida. By Natacha Seixas

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