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O que significa doença psicossomática?

As Perturbações Psicossomáticas estão entre as perturbações psicológicas que surgiram em um determinado período de tempo e a procura de tratamento continua até hoje. 1- O que significa doença psicossomática?   Para explicar o que é a doença, primeiro é necessário começar por separar as palavras. “Psique” é a alma e “Soma” é o corpo. A psicossomatização é quando os sintomas fisiológicos são resultado criados pelo psicológico, ou seja, quando a pessoa já descartou todas as hipóteses de ter físico. Já percorreu vários médicos, já fez os mais variados exames e não existem alterações significativas no organismo. É exatamente o conceito de doença psicossomática. Apesar das queixas fisiológicas do individuo, não há origem orgânica. É possível distinguir entre quatro grupos de distúrbios de somatização.  Dor; Sintomas Gastrointestinais; Sintomas Sexuais, Sintomas; Neurológicos: surdez, cegueira, perda de poder em uma região. 2 – Quais são os exemplos de sintomas psicossomáticos? Em todos os lugares do mundo, as pessoas expressam os seus problemas internos extensivamente através do corpo. Ainda não se sabe exatamente o que causa a internalização ao nível patológico, mas pesquisas mostram que a forma como assimilamos a informação e a acomodamos influencia muito na nossa maneira de ser e estar. Existem muitos estudos de caso de crianças que modelam as atitudes dos pais e aplicam-se  à dor que por vezes eles próprios produzem quando estão com mais ansiosos. Como os distúrbios somatoformes estão relacionados ao sistema nervoso central, todo o corpo pode ser afetado em doenças psicossomáticas. Por exemplo, quando um estudante tem um exame já está com a crença de que o exame vai correr mal,ou de que não é suficiente bom para tirar uma nota positiva, quando estes pensamentos negativos invadem constantemente a sua mente rapidamente esse estado de ansiedade se apodera do seu corpo e comunica através dos sintomas fisiológicos: dor abdominal, náuseas, dor de cabeça, tonturas, vómitos, sudorese, tremores, etc. 3 – Quais as diferenças do tratamento da Perturbação Psicossomática em Portugal e nos outros Países  Como os sintomas se manifestam por sintomas físicos, os pacientes primeiro procuram a ajuda de um médico. No estrangeiro alguns médicos já mais experientes e familiarizados com esta Perturbação psicológica pedem ajuda a um psicólogo depois de perceber que a situação é da mente; médicos relativamente menos experientes nesses tipos de casos entram em investigações mais profundas. O tratamento de doenças psicossomáticas não é muito difícil, mas um tratamento a longo prazo pode ser previsto porque o paciente pensa que não é psicológico e se recusa a ajudar o psicólogo até que se torne crónico. Aqui em Portugal ainda existe o estigma de que os psicólogos são para os malucos ou são desnecessários. Que os amigos fazem a vez de um psicólogo ou até um clínico geral ou psiquiatra trata da situação com a prescrição de medicação. 4. Tratamento Há muitos métodos de tratamento estas doenças psicossomáticas. Numa fase inicial, os tratamentos envolvem analgésicos, anti-histamínicos, anti-inflamatórios para aliviar os sintomas.  Posteriormente seria desejável que o paciente fosse acompanhado por um Psiquiatra e Psicólogo,  para aprender a gerir as suas emoções e resolução de conflitos internos e não focar tanto a sua atenção no seu corpo, de forma a tratar a verdadeira causa do problema. A prática de exercícios físico ajuda a desviar a mente e promove a auto-estima e autoconfiança, bem como, a produção de serotonina que é responsável pelo bem-estar no organismo, que aliada a uma alimentação saudável terá um impato diferente na sua mente. 6- Gaguez, dificuldade em falar em público está entre as afirmações das doenças psicossomáticas?  Não. Gaguez é outra condição que é avaliada sob os distúrbios da fala, por isso não podemos considerar como uma doença psicossomática. 7 – Quais são as causas e sintomas das doenças psicossomáticas? As doenças psicossomáticas têm uma relação direta entre a saúde mental e a saúde física. Por causa dessa conexão, quando algo dá errado na vida, ela pode entrar em ação. Por causa do stress no espírito, o corpo tenta produzir uma solução ou se adaptar. Se a pessoa for incapaz de lutar contra o stress este tende a aumentar e o corpo é que paga. A maior causa de doenças psicossomáticas ainda é amplamente desconhecida por causa do fato de ser causada por stress, ansiedade e depressão. Stress profissional, violência psicológica e desmotivação, tristeza profunda pode estar também na origem desta patologia. Existem pesquisas que revelam que a genética, os comportamentos de aprendizagem e experiências traumáticas na infância aumentam os riscos de doenças psicossomáticas. A preocupação excessiva com o corpo quando ocorre fora do controlo do seu nível de consciência é um sinal de que o indivíduo tem uma doença psicossomática. Em tal situação, é necessário começar a receber ajuda psicológica antes que seja tarde demais e a situação se torne crónica e mais difícil. Natacha Seixas

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Quando o desejo de comprar se torna um vício – a oniomania

PERTURBAÇÃO OBSESSIVA-COMPULSIVA POR COMPRAS   ONIOMANIA Perturbação Compulsiva por compras, ou a designada oniomania, palavra derivada dos termos gregos oné (a compra, a aquisição) e manía (a insânia, a fúria). “O vício em compras é um vício imperceptível. Ele começa de leve e rapidamente toma conta de nós”. O ato de comprar serve como remédio para a angústia e a depressão. O ato de comprar desperta nas pessoas uma sensação de bem-estar, prazer e satisfação. No compulsivo o desespero de comprar é ainda mais avassalador Procura intensamente esse prazer e de forma imediata, porque não consegue atingir essa satisfação de outra maneira. A solução para as sensações desagradáveis, negativas e frustrações está nas compras. Muitos dizem que compram para preencher um vazio afetivo-emocional. É muito comum encontrar antecedentes familiares viciados no jogo, bebida ou outros comportamentos desviantes. Outro factor deve-se à genética, estudos indicam que existem pessoas com handicaps e alterações numa enzima chamada mao e apresentam um elevado sistema de gratificação e recompensa. São pessoas que procuram incessantemente uma sensação de gratificação mais intensa. São viciadas no sistema de gratificação causado pelas compras. Esta patologia afeta 5% da população e as mulheres são mais afetadas que os homens. Os homens afetados compram principalmente artigos técnicos, acessórios para carros e computadores. Esta compulsão manifesta-se no desejo de comprar coisas que não precisa – às vezes até as deitam fora. O vício em compras é um substituto para o reconhecimento, para o amor ausente, um preenchimento do vazio interior, um consolo, um substituto do parceiro. O vício em compras é frequentemente associado à depressão e transtornos alimentares. Há um estilo desenfreado do consumo. Toda a vida gira em redor dessa compulssão. O comportamento repetitivo e crónico de gastar descontroladamente gera consequências negativas para o indivíduo, além dos elevados índices de comorbidade (duplo diagnóstico/doenças relacionadas), como bipolaridade e ansiedade.      TRATAMENTO O tratamento passa por psicoterapia e psicofármacos para controlar essa ansiedade e sintomas depressivos. É preciso Psico-educar o doente. O importante, é tentar “ressignificar” o comportamento compulsivo, mostrar outras formas de a pessoa obter recompensas e sentir-se amada que não seja pela via do consumo compulsivo. Não se deve dizer para a pessoa que não pode comprar nunca mais. Mas podemos ensiná-la a entender quando é uma compra compulsiva e quando é uma compra normal. Se a pessoa é impedida de comprar, inicia sintomas de abstinência que se manifestam em rápido ritmo cardíaco, sudorese e agitação. Natacha Seixas

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O que leva um filho a esfaquear uma mãe ou um familiar

Não se sabe ao certo o que leva uma cria a esfaquear o seu progenitor. Mas que está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia e que é motivo para alarme, disso não temos dúvidas. Infelizmente não existem dados indicadores na infância, que nos digam que mais tarde o destino seja este. No entanto, poderemos ter em atenção alguns dos comportamentos desviantes e de Perturbação de Conduta que irei citar durante este artigo. Peço que os pais leiam com atenção e que tomem medidas preventivas para o bem-estar familiar, da sociedade e do próprio filho. Os casos apresentam como características comuns, matar por desespero na procura do uso de substância ilícitas. E sob esse descontrolo ou surto psicótico matarem na procura de obtenção de dinheiro, raiva e zanga. Por vezes,  é comum tentarem o suicídio após o ato consumado. Existem também caraterísticas de crianças que crescem em lares de famílias disruptivas, com incongruências na imposição das regras e limites, onde na maioria das vezes reina a Linguagem da Violência Física e Verbal. Normalmente são crianças com baixa tolerância à frustração e com dificuldades em estabelecer vínculos afetivo-emocionais. Se é pai ou mãe e ainda está a ler este artigo, então é porque sobreviveu. Mas, caso esteja ferido ou morto, já não pode ajudar o seu filho. Assim, é importante considerar se o seu filho apresenta um risco à segurança, por mais doloroso que esta condição lhe pareça. Por que as crianças problemáticas prejudicam os familaires? Normalmente os pais amam os filhos de forma incondicional e os filhos amam os pais. Mas o amor não tem impedido que se mate. A maioria das vítimas de crimes violentos é vítima de pessoas chegadas. E quando o nosso filho está mentalmente doente, envolvido em comportamentos criminógenos ou viciado em substâncias perigosas, há uma tendência para o próprio culpabilizar os pais pelos seus problemas e consumo de drogas. Os sinais de aviso É importante notar que apenas uma minoria extremamente pequena de pessoas com problemas de saúde mental se torna violenta. De fato, as pessoas com doenças mentais são mais propensas a serem vítimas do que os agressores. No entanto, as pessoas com Perturbações mentais e Perturbações por uso de substâncias têm, quase por definição, uma incapacidade de tomar boas decisões. Este fator pode colocar a família em risco. Aqui é importante avaliar o risco que a criança/ jovem adolescente apresenta para os familiares. Se verificar os seguintes fatores de risco procure um plano de intervenção: • Uma história de psicose . Nem todas as pessoas que sofrem de psicose são perigosas, no entanto, sabe-se que a psicose altera o estado da consciência e separa um paciente da realidade, diminuindo de forma severa as suas capacidades de julgamento e as suas capacidades de reconhecer ou cuidar dos seus familiares. • Um fascínio por armas, facas ou outros objetos perigosos. • Uma história anterior de violência. Comportamento passado é um bom indicador do comportamento futuro, e a violência tende a aumentar ao longo do tempo. Se o seu filho já foi agressivo consigo, ele pode representar um perigo constante. • Abuso de crianças ou animais. • Iniciar fogos. • Uma ameaça verbalizada de forma credível e específica. Se o seu filho lhe diz que planeia prejudicá-lo ou a outra pessoa e tem os meios para concluir este plano.  • Se o seu filho se isola socialmente ou tem problemas em um relacionamento amoroso , como o divórcio ou a separação. As crianças com problemas são mais propensas a atuar em momentos de stress intenso, • Um fascínio pela média violenta, ou criação de arte gráfica ou violenta. • Nenhuma empatia pelos outros. Como procurar ajuda Se acha que o seu filho preenche a maioria destes critérios citados e representa perigo para si e o resto da família está na hora de pedir ajuda e intervir. Saiba que necessita de intervenção imediata de um profissional qualificado. Psiquiatras, psicólogos e terapeutas são qualificados para avaliar o risco e fazer recomendações de tratamento, por isso, se o seu filho estiver disposto, ele precisa de cuidados de saúde mental imediatos. O internamento pode ser a melhor maneira de garantir a sua segurança, assim como a do seu filho. Se suspeitar que seu filho pode se tornar violento, as armas devem ser removidas imediatamente da casa. Se verificar que o seu filho está com uma crise aguda com dificuldades em controlar o seu comportamento ligue de imediato o 112.

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Como Identificar um Agressor Psicológico

Não é fácil identificar um agressor psicológico. Até porque a maioria das pessoas têm a crença de que só somos agredidos que nos magoarem fisicamente. Mas o que não sabem é que o dano psicológico é tão ou mais violento do que o físico. Achar-se o Elo mais forte, seja por machismo, por poder monetário, discriminação, estatuto social, sucesso profissional é uma das causas que muitos se acham no direito de maltratar a quem considere mais fraco. O Agressor Emocional, pode ser um familiar seu, um amigo, o seu marido, colega de trabalho ou escola, o vizinho. Como este poderá estar bem perto de si é bom que saiba identificar os seus perfis característicos a fim de interpretar as verdadeiras intenções da pessoa. Estas são cinco delas. 1. A intolerância O agressor não aceita as diferenças. Rejeita tudo e todos que são diferentes dele. 2. Rigidez Cognitiva Apenas a sua opinião prevalece. Pensa ser o dono da verdade. Impõe as suas ideias independentemente do contexto onde se enquadra. Ele acredita que domina perfeitamente todas as situações e certo de ter sempre razão. Como líder é negativo pelo fato de negligenciar qualquer ideia vindo de outra pessoa. Acredita apenas na sua própria razão. É   um manipulador nato, egocêntrico, cuja intenção é de aparecer e ser o principal em tudo. 3. Pensamento dicotômico Para uma pessoa com esta configuração psicológica, só existe o branco e o preto. Um sim e não. Bom e mau. Amor e ódio. Ganhar ou perder. Não existe nuances de nenhum tipo. Não admite erros, enganos nem o perdão. 4. Hipersensibilidade O agressor é o tipo de pessoa que tem dificuldade para lidar com suas emoções. Lida muito mal com a frustração. Quando obtém sucesso ninguém o pára e pensa que tem o mundo na mão. O Agressor julga-se severamente e por isso deprime-se com facilidade e mais frequentemente cai num buraco do qual é muito difícil sair. É um indivíduo com uma autoestima muito baixa e assume rapidamente o papel de vítima. 5. Carisma, sedução e encanto Numa fase inicial, é difícil as pessoas saberem as verdadeiras intenções do agressor, porque eles são muito agradáveis e se comportam como as melhores pessoas do planeta. São pessoas carismáticas. Doutorados em autênticos atores de cinema onde representam os melhores papeis principais. Quando o verdadeiro Eu do agressor se revela, a própria vitima tem dificuldades em acreditar que estão perante um agressor. E ás vezes algumas pessoas nunca consigam aceitar este facto. A vítima não é o único lesado nesta situação, o próprio agressor a nível psicológico costuma ter uma vida repleta de tormentos. É claramente penoso para ele não conseguir amar ninguém. Por isso existe solidão e vazio no seu dia a dia. Tal como o agredido, o agressor acaba por ser vítima de si mesmo. Um caso que ilustra bem a realidade um Agressor Emocional. Clique no Link Abaixo http://selfie.iol.pt/videos/gabriela-e-cesar-discutem-forte-e-feio/5aeb1b4b0cf29778fd1f4cdb

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5 Principais Prisões Emocionais

ARMADILHAS DA MENTE 1º Tendência é pensar que existe um Eu estável A idade não garante Saúde Mental. As pessoas  a partir dos quarenta anos acreditam que têm que sustentar o que nós fomos para o que somos. O tempo muda e as pessoas também mudam com o tempo. Sustentar uma suposta identidade ou uma ideia fixa de que eu tenho determinada personalidade ou determinado talento de há anos, é uma incoerência. O que nós fomos na infância não quer dizer que atualmente o sejamos agora. Esta é uma das maiores prisões mentais. Por exemplo, se no quinto ano eu fui bom a físico-química mas o que eu escolhi, foi ser Tradutor, certamente que a minha realidade já não é a mesma de outrora.   2ª Distinção entre o Eu Interno e o Eu Externo As pessoas são facilmente contaminadas por outras e facilmente influenciáveis pelas mesmas. Ou seja, se uma pessoa pensa que outra pessoa que nós nem conhecemos, é chata, impossível de aturar,  está a intoxicar a nossa ideologia relativamente à percepção da pessoa que nem conhecemos ainda. Mas uma coisa é a própria pessoa pensar isso, com os seu sistema de valores, a sua cultura, a sua educação, a sua própria forma de ser e os suas próprias razões, tendo em conta o seu seu mapa mental. Então, uma coisa é o que ela acha, outra é o que a pessoa realmente é, outra é o que a pessoa transmite que é e por fim outra é o que nós entendemos da mensagem que essa pessoa nos transmite. Esse feedback nunca será recebido para um recetor da mesma forma que é para outro. Por isso, tenha cuidado com os preconceitos e rótulos unânimes. As caraterísticas que muitos de nós entendemos como absolutas e universais podem não corresponder à exata expressão da realidade e de fato quem só poderá formar uma opinião sobre essa pessoa somos nós. Não se deixe manipular.   3ª Fixação Mental Tendência que nós temos a uma fixação ao mundo que nos rodeia. No mundo ou é tudo bom ou é tudo mau. Existe uma tendência a nos identificarmos ao que gostamos ou odiamos de uma forma muito fixa. Ao identificarmos a nossa identidade, limitamos a nossa prespetiva e ficamos ligados a determinada coisa, ou seja, a uma aversão ou fixados em algo que queríamos muito e não conseguimos ter.   4ª Unicidade da Personalidade Acreditamos muito no nosso jeito de ser quando na verdade deparamos com comportamentos nossos totalmente opostos e ficamos frustrados, angustiados e claramente desapontados. Quando  entendemos que existe uma multiplicidade da nossa Personalidade, ou seja, que nós temos várias vozes internas que podemos não perceber, quando nos vemos a ter comportamentos completamente diferentes do que achamos que deveríamos ser ficamos deveras preocupados e manifestamos uma tendência a culpabilizarmo-nos perante o cenário contraditório. Acredite que isto é humano e perfeitamente normal.   5ª Eu Vs Outros Como se não conseguíssemos perceber que todos nós somos humanos e estamos no mesmo barco. Todos nós queremos ter um tipo de corpo, um emprego que nos distinga, ser bem sucedidos, ser famosos, ser ricos, ter poder, etc. Sempre que olhares para uma pessoa e pensares que ela é radicalmente diferente de ti lembra-te que ela é distintamente igual a ti. Ela tem sonhos, medos, lutas, paixões, desapontamentos, desamores assim como todos nós. Não existe distinção radical entre mais 7000 milhões de habitantes no planeta terra.  Todos nós nascemos e teremos o mesmo fim. Quantas e quantas vezes muitos de nós ficamos à beira de um ataque de nervos para uma entrevista com receio da pessoa X, que tem um “performance” incrível e um nome bem sucedido, que até é um líder internacional a seguir e ficamos até com medo de abrir a boca. Mas o que não sabemos é que muitas vezes os próprios vivem um drama maior do que o nosso ou se tivessemos a oportunidade de vivermos no mundo deles por uma semana muitos de nós ficaríamos desiludidos com tais personalidades e vazios internos.   Por isso VIVA porque todos somos diferentes dentro da IGUALDADE.   Natacha Seixas

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Violência Doméstica

Violência doméstica, é todo o ato Físico ou Verbal, literalmente praticado dentro ou fora de casa no âmbito familiar, entre indivíduos unidos por parentesco civil ou natural. Tanto mulheres como homens sofrem  de violência doméstica.             A violência doméstica pode envolver qualquer ou todas as ações que são: física sexual emocional econômica psicológica         Qualquer ação ou ameaça que tenha a intenção de influenciar outra pessoa a obter o controle dessa pessoa pode  ser considerada violência doméstica. Quando uma pessoa quer controlar a outra manifesta ações, ameaças e atividades que “intimidam, manipulam, humilham, isolam, amedrontam, aterrorizam, coagem, ameaçam, culpam, ferem, magoam ou violentam alguém”. Como todos imaginamos, “violência doméstica” é uma frase abrangente que inclui muitos comportamentos destrutivos, e assim como cada caso de violência doméstica pode ser único, assim são as repercussões duradouras para suas vítimas. Isso é violência doméstica? Existem casos semelhantes de violência doméstica, mas nenhum é igual ao outro. No entanto, existem cinco categorias nas quais a Justiça agrupa como ações abusivas. Esses são: Abuso psicológico: Geralmente caracterizado por ameaças, intimidação, destruição de propriedade e isolamento da família e dos amigos. Abuso físico: Qualquer tipo de dano físico causado à vítima, incluindo a negação de assistência médica e o uso forçado de drogas ou álcool. Abuso económico: Controlar alguém, tornando-os dependentes da receita financeira da outra pessoa. Isso também inclui reter dinheiro e manter controlo total sobre todas as finanças. Abuso sexual: qualquer comportamento sexual sem consentimento ou forçar a participação em qualquer atividade sexualmente degradante. Abuso emocional: Inclui (mas não se limita a) encorajar a baixa auto-estima de uma pessoa através de críticas, difamação, devassa da vida privada, ou prejudicando relacionamentos com a família / amigos. A violência doméstica não se limita a uma única forma de abuso. Em muitos casos, a violência doméstica é uma mistura complexa de todos os itens acima. Em algumas situações, as vítimas podem nem perceber que são vítimas de abuso porque as ações emocionais, financeiras e psicológicas não causam dor física imediata. As vitimas de violência doméstica podem sofrer dos seguintes sintomas: Dor crónica Problemas gastrointestinais Distúrbios alimentares Ansiedade Transtorno de estresse pós-traumático Depressão Dissossiação Irritabilidade Pânico Pesadelos Insónias Aumento do risco de infecções sexualmente transmissíveis Maior risco de abuso de substâncias Problemas de saúde reprodutiva / genital Morte Questões crónicas como aquelas acima são adicionais aos traumas físicos mais temporários, como hematomas, contusões, cortes e fraturas, limitações motoras, no caso de abuso físico. A principal vítima da violência doméstica não é a única que sofre, no entanto. As crianças da casa não são poupadas das consequências de relacionamentos adultos abusivos. As crianças em situação de violência doméstica podem experimentar: Abuso de várias formas, como forma de manipular a vítima adulta Défice no Crescimento  Défice no Desenvolvimento Cognitivo  Irritabilidade excessiva Sofrimento emocional Medo de ficar sozinho Comportamento imaturo Desenvolvimento de linguagem atrasada Problemas com o trabalho escolar Dificuldade de concentração Poderá haver dificuldade do controlo dos esfinteres Depressão Tendências suicidas Aumento do risco de gravidez juvenil Maior risco de abuso de substâncias As crianças expostas à violência doméstica também correm maior risco de se tornarem agressoras na escola, mostrarem comportamento agressivo e se tornarem agressoras quando adultas. E SABIA QUE, outros membros da família e amigos próximos também sofrem os efeitos da violência doméstica? Muitas vezes, a família e os amigos não entendem por que uma vítima se distancia, ou podem ser informados por coisas agressivas do agressor que está tentar afastá-los ou manté-los longe da vítima. Pior de tudo, o ente querido tem que viver calado e no silêncio sob a manipulação do agressor para que os seus ente queridos não sofram as consequências deste ser insano.   Natacha Seixas  

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Síndrome de Ekbom

Síndrome de Ekbom Algumas Perturbações mentais bizarras são realmente um pesadelo, e esse é o caso da Síndrome de Ekbom. Indivíduos com essa condição, sentem uma forma de infestação ilusória, acreditam que os seus corpos estão infestados de parasitas. As pessoas com este síndrome frequentemente atribuem sensações comuns, como coceira, a uma infecção parasitária invisível, e passam grande parte de seu tempo visitando dermatologistas e médicos de clínica geral, em vez de psiquiatras.

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PERTURBAÇÃO DO PÂNICO

 A Perturbação do Pânico, é cada vez mais comum na nossa sociedade, é desencadeado por uma situação, mas causado por um acréscimo delas. Portugal é o segundo país da Europa com mais pacientes com ataques de pâncico. É como se vivesse prestes a explodir. Daí ser tão importante o acompanhamento psicológico, através duma anamnese clínica, do historial de vida do paciente, da biopatografia, ressignificando momentos angustiantes do passado e presente. Um acompanhamento psicofarmacológico é também essencial para o alivio dos sintomas que se monstram como sensação de morte eminente. O psicólogo vai atuar na causa que originam esses ataques de pânico que causam muito medo e afetando a sua vida social e tarefas simples. Sintomas: -falta de ar -tremores -sensação de asfixia/ sofucamento -náusea -desconforto abdominal -diarreia -sensação de tortura, vertigens ou mesmo desmaio iminente -desrealização -despersonalização -coração acelerado (taquicardia) -sensação de morte -suores quentes ou calafrios -medo de enlouquecer -medo de não se conseguir controlar -parestesias (formigueiro) -dor no peito (semelhante ao de um ataque cardiaco) -hiperventilação. Um ataque de pânico pode durar entre 5 a 15 minutos. É importante saber que as pessoas não morrem de ataque de pânico e que passa após este período. Causas: -podem ser de origem emocional, após um trauma (consciente ou inconsciente). -historial familiar -muitas pessoas manifestam um sistema nervoso muito irritável que pode desencadear um ataque agudo de ansiedade e despertar um ataque de pânico. -outros: causas desconhecidas. Se observar uma pessoa com ataque de pâncio o que deve fazer? -perceber se a pessoa tem consciência do que lhe está acontecer. -se a pessoa não costuma ter ataques de pâncio chame uma ambulância, um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardiaco. -tente falar com a pessoa e tranquilizá-la. -não a deixe sozinha até chegar apoio. -manter um discurso calmo e seguro-evitar excesso de estímulos. -evitar excesso de perguntas. Usar frases curtas -aconselhar a uma respiração lenta e regular -se a pessoa não está a ser tratada, tente sensibiizá-la para um possivel tratamento em psicoterapia e psicofarmacologia. Tratamento psicológico: -Restruturação cognitivia. -Eliminar o evitamento, de forma em que ambos terapeuta-paciente, encontrem estratégias de coping para melhor enfrentar a situação em vez de fuga à mesma. -Técnicas de relaxamento (reeducar o ato de respirar)-assim que restaurar o equilibrio de oxigénio no corpo as sensações desagradáveis tendem a desaparecer. -Prática do mindfulness. -Aumentar a resistência à ansiedade. -Re-estabelecer um sentimento de segurança e poder de autonomia. -Estabelecer um equilibrio entre as suas emoções negativas e acreditar que você é capaz (assertividade). Tratamento psicofarmcológico: Este tratamento não vai curar a doença apenas vai aliviar os sintomas. Os ansiolíticos mais comuns para ansiedade e ataques de pânico são as benzodiazepinas (alprozolam (xanax), bromazepam (lexotan)… e antidepressivos, inibidores de recaptação de seretonina -paroxetina, fluoxetina, sertralina, citalopram… mostram-se eficazes combinado com a psicoterapia. Em alguns paciente, para regular o ritmo cardiaco o proponol tem-se mostrado eficiente, visto ser um bloqueador beta-adrenérgico.  

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DEPRESSÃO

Depressão Na Rubrica Mensal da Rádio Popular falamos sobre DEPRESSÃO. SUBRSCREVA O CANAL NO YOUTUBE E NÃO SE ESQUEÇA DO SEU INSIGHT (O SEU LIKE NO VIDEO). Muito Obrigada. Veja os canais disponíveis em baixo. Fans Page: https://www.facebook.com/draclaudia.net/ https://www.facebook.com/claudianatacha.costa Site: www.natachaseixas.com Blog: https://natachaseixas.com/blog/ Rubrica Mensal Rádio Popular- Programa Portugalissimo Psicóloga Clínica Natacha Seixas Apresentação de Zeze Miranda~ A Depressão Sabemos que a DEPRESSÃO é a Doença mais incapacitante do Mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde em 2 pessoas um vai sofrer de Perturbação Mental nos próximos tempos. No mundo 322 milhões de pessoas são afetadas pela Depressão. Em Portugal 400 mil pessoas estão diagnosticadas com esta Perturbação. O Brasil é recordista mundial em prevalência de transtornos de ansiedade: 9,3% da população sofre com o problema da Depressão. Nesta entrevista a especialista resposta as seguintes perguntas, entre outras: 1- Como saber se é tristeza ou Depressão? 2- O que é a depressão? 3- Dados importantes sobre a depressão? 4- Dra. quais os sinais e sintomas da depressão? 5- Como é feito ou como é possível o diagnostico de depressão? 6- Quais as Causas e factores de risco da depressão? 7- A depressão varia consoante o género e a idade? 8- Que tipos de depressão existem? 9- Como é feito o tratamento? 10- Gostaria de saber se é possível uma pessoa ficar com sequelas neurológicas devido a um estado de depressão/Stress? 11- Seus Conselhos, Sugestões ou Dicas para vivermos melhor?

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