Imagens

+Saúde, Ansiedade, Ataques de Pânico, Auto-estima, Depressão, Prevenção, Relacionamentos

Gerir as emoções para ser feliz

Somos seres humos pensantes com emoções. Todos sentimentos, todos rimos e choramos. Todos gostamos mais ou menos. Para vivermos é preciso nascermos e sabemos que um dia vai acontecer. O dia vai chegar. Todos somos mortais. Então porque não fazemos para nos sentirmos bem e encaramos a vida tal e qual como ela é. Se vamos ao médico quando temos um braço partido e colocamos gesso para o tratar, se temos uma amigdalite e tomamos antibiótico para sarar, se achamos normal injetarmos insulina para a diabetes. Então porque temos vergonha e nos culpabilizamos por nos sentirmos tristes, sem ânimo, sem conseguirmos levantar da cama para fazermos a nossa rotina diária que antes nos era tão simples e normal. Sei que ao olhar do outro também possa ser preguiça e ao teu olhar sei que sentes que não se trata de uma simples preguiça ou querer faltar ao trabalho, até porque o teu corpo não consegue reagir, estás apático, as tuas emoções estão doentes. Quando se trata de procurar ajuda médica para o físico o ser humano vai. Mas no que se trata a procurar ajuda psicológica ainda existe um longo caminho a percorrer. Regista-se uma tendência a esconder as emoções e o teu verdadeiro estado exaustivo, ri quando pretende chorar, está presente quando só quer fugir, e assim se afoga amarguras e o quadro clinico se agrava. Não é vergonha estar afetado psicologicamente. Somos seres que falham e também temos os nossos interruptores mentais que avariam. Sabes que não  precisas de viver assim. há cura, há solução, não faças da tua doença um caminho sem saída.     Espero que um dia estes mitos acabem e que as pessoas vejam a saúde mental com normalidade e dêem o mesmo valor como dão à saúde física sem culpas e ressentimentos. Só assim podemos pòr fim às nossas dores e ter mais qualidade de vida e viver de emoções saudáveis- Emoções positivas geram comportamentos saudáveis logo sentimentos que promovem o bem-estar.   By Natacha seixas

+Saúde, Ansiedade

As relações são cada vez mais fugazes e muitas não passam de alugueres de fins-de-semana.

E assim nos acostumamos a viver em corpos de arrendamento. Muitas das nossas emoções secam as suas raízes, perdem tenacidade e destreza e vamos perdendo o que de melhor nos distingue dos outros seres vivos, a profundeza do nosso sentir. Sei que está a ser difícil criar laços nos dias atuais, seja por falta de tempo, seja por cansaço psicológico e falta de paciência em investir novamente num nova relação, investir num novo principio com medo de um novo fim. Os filhos serem novamente expostos a outro parceiro. Apresentarmos à família um novo namorado de x em x tempo. É verdade que a sociedade reprime esse comportamento e se for do sexo feminino há uma maior tendência a ficar com um rótulo bem feio. Sim, fica mais fácil e cómodo filtrar emoções e passar momentos a dois, ficarmos com o estaladiço e comer enquanto está quente, porque enquanto esfria e no momento do primeiro obstáculo dá uma enorme preguiça de sentar e conversar para entender o outro. Fique a saber que para criar laços é necessário manusear o nó. É bom cuidar e ser cuidado. Estar com alguém não significa morar junto, até porque quando aprendemos a estar sozinhos torna-se difícil abdicar do espaço pessoal que aprendemos a conquistar. No entanto, é possível ter-se relações ainda mais saudáveis e poderosas estando cada um na sua casa e tornar a relação até mais criativa e envolvente, desde que ambos estejam disponíveis para isso. Mas quando a relação estiver com saldo negativo não se repelem nem se culpabilizem mas juntem-se e juntos apoiem-se, até porque duas cabeças pensam melhor que uma só. By Natacha Seixas

Scroll to Top